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Nada É Por Acaso, Tudo É Algoritmo
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Nada é por acaso, tudo é algoritmo

Por vezes você já usou a internet para pesquisar um produto. Visitar alguns sites já foi o suficiente para que depois o anúncio aparecesse em outros sites e em banners nas suas redes sociais. Até parece ser coincidência, mas nada é por acaso, tudo é algoritmo. Isso deixou de ser uma novidade e passou a ser mais uma ferramenta que as empresas utilizam para fisgar os clientes. Os algoritmos são cada vez mais complexos e mais utilizados para entender o comportamento humano, não só na internet, mas no dia a dia de todos. Nas redes sociais, os algoritmos decidem quais conteúdos irão aparecer no seu feed, eles ajudam a determinar o que vemos com base naquilo que é mais relevante para nós. O critério leva em conta nossas interações e preferências para definir o que pode nos despertar interesse. Veja alguns exemplos das principais plataformas: Google O buscador mais famoso da internet é o que mais usa algoritmos para descobrir, entender e organizar todo o conteúdo da internet para entregar os melhores resultados de pesquisa. Não é por acaso que o seu segredo é muito bem guardado pela empresa. Ele é capaz de colocar um site na primeira posição, levando em conta diversos fatores que não são de conhecimento público. Por meio do algoritmo, o Google julga aquilo que é mais importante para você baseado na sua navegação. YouTube O algoritmo utilizado considera o tempo médio de visualização para determinar o rankeamento dos vídeos. Assim, as recomendações do site garantem maior qualidade de conteúdo e relevância, garantindo uma melhor experiência de navegação. Spotify O player utiliza algoritmos com diferentes dados para processar as informações, criando novas experiências para os usuários. As listas e sugestões de músicas são personalizadas para cada ouvinte. Algumas delas você nunca ouviu, mas as chances de gostar são enormes, afinal, foram escolhidas pelo algoritmo baseado na sua utilização do aplicativo. Redes Sociais Entre todas conhecidas, o Facebook, foi a primeira rede social a usar algoritmos para categorizar os posts e definir critérios para decidir o que seria exibido para os usuários. A intenção é mostrar conteúdos mais interessantes seguindo o engajamento, comportamento e preferências de cada um de nós. Para isso, utiliza alguns milhares de critérios para definir a composição do feed. O Instagram também utiliza uma série de algoritmos que ajudam a definir critérios para mostrar o conteúdo mais certeiro, entre esses critérios, posso citar alguns, como, temporalidade, engajamento e a proximidade de usuários. Netflix É muito comum abrirmos o site e encontrarmos a sugestão de um filme ou série que tem muito a ver com o nosso gosto. Faz parte da essência desse serviço monitorar nossas preferências e indicar novos títulos de acordo com os últimos selecionados. Bolsa de Valores O setor financeiro aboliu de vez os telefones para fazer negociações há alguns anos. Cada vez mais, os algoritmos são utilizados para prever flutuações de mercado. Com a ferramenta, é possível tomar decisões de compra e venda em apenas alguns milissegundos, tornando mais certeira a negociação de ações. Aplicativos de transporte Uber, 99, Cabify entre outros espalhados pelo mundo utilizam a tecnologia para operar e o oferecer o serviço. Nesses casos, os algoritmos são fundamentais para que o passageiro consiga chamar um carro. O aplicativo leva em conta uma série de fatores para definir qual veículo irá se deslocar até aquele local, calcular a rota, definir o valor a ser pago, baseado na quilometragem e no tempo de deslocamento, e informar ao passageiro e ao motorista. Eae, você ainda tem alguma dúvida que é o algoritmo?  Fiquem ligados, que nos próximos artigos vamos continuar falando sobre esse assunto que te rodeia, rs.  ;D    

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As Transformações Da Web Em Duas Décadas
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As transformações da web em duas décadas

Pare um minuto o que está fazendo e olhe ao seu redor. Imagine o que você tinha de ferramenta à disposição há 20 anos. Certamente, o celular não seria seu principal meio de comunicação, nada de mensagens instantâneas, redes sociais, lives no Facebook, fotos da última viagem no Instagram ou o pagamento daquela conta que você esqueceu pelo aplicativo do seu banco. No máximo, você estaria em frente a um computador usando uma conexão discada. Obviamente, naquela época trabalhávamos a informação de uma maneira diferente. Mas quantas coisas mudaram em apenas duas décadas, as transformações afetaram na nossa comunicação, aproximando pessoas, instituições e revolucionando a web. A web 1.0 foi o passo inicial que propôs ao usuário uma maneira diferente de encarar a informação. Até então, tudo muito “primitivo”, não se permitia a interação, era totalmente mecânico e passivo. Na frente de um pc, o usuário ficava limitado apenas as informações publicadas na web. A linguagem HTML possibilitou visualizar páginas de web mais agradáveis, com imagens e cores. Logo, a web 2.0 ganhou espaço diante da necessidade dos usuários que buscavam uma plataforma mais colaborativa com a integração de serviços básicos e a interação pelas redes sociais. Isso proporcionou que as grandes corporações se estabelecessem no mercado, ampliando a divulgação da marca. A evolução seguiu transformando a maneira como recebemos, tratamos e divulgamos as informações e serviços oferecidos na web. A 3.0 virou o jogo e, nós, passamos a oferecer a maior parte das informações que os provedores usam para entregar aquilo que precisamos. As interações nas redes sociais, as pesquisas nos mecanismos de buscas e muitas outras coisas fizeram o usuário se conectar de tal maneira que ficar de fora da web já não é tão aceitável pela maioria. O uso ainda é pouco explorado, mas indica uma internet ainda mais inteligente, que vai além do mobile, baseada na experiência de cada usuário, interpretando pensamentos para entregar uma informação rica, com linguagem potente, redes neurais e algoritmos genéticos. E para quem não estava habituado nem com as versões anteriores, se prepare, para entrar em um mundo cada vez mais conectado e dependente de tecnologia. A web 4.0, que ainda está em desenvolvimento, propõe um modelo completamente integrado, oferecendo soluções para as necessidades de cada usuário, conforme seu comportamento, hábitos e preferências, se tornando quase um assistente pessoal. Será em qualquer lugar, qualquer hora, integrando um tempo real. Diante de tanta tecnologia podemos imaginar que isso é só o começo de um mundo cada vez mais conectado, onde a máquina estará a serviço das pessoas, proporcionando uma experiência jamais vivida pelos humanos. A web 5.0 segue nessa linha, a proposta vai além do mecanismo tradicional e já aponta para uma interação emocional entre as pessoas e os computadores, com base na neurotecnologia. Isso se tornará um hábito diário a partir da percepção da máquina sobre os humanos. No mundo cada vez mais conectado, estar atento as transformações digitais e fazer parte delas é essencial para não ficar parado no tempo e poder usufruir de todas as facilidades e comodidades oferecidas. A evolução da web é só um exemplo de como nossas vidas estão sujeitas as modificações ditadas pelas máquinas. É um caminho sem volta, esperamos, que para o bem da humanidade.

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E-Commerce E Black Friday 5 Dicas Infalíveis Para Se Destacar E Vender Mais
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E-commerce e Black Friday: 5 dicas infalíveis para se destacar e vender mais

Sendo um peixe pequeno, como se destacar num oceano de grandes tubarões? Esta é a pergunta que permeia a mente dos pequenos empreendedores digitais. Desde que se consolidou, a Black Friday é uma das datas que mais movimentam o mercado, fazendo o comércio físico e, principalmente, o online faturar. Alto. De acordo com dados da GFK, as vendas na Black Friday deste ano deverão crescer 4%, alcançando um máximo de R$ 13,5 mil milhões (cerca de três mil milhões de euros) no setor de bens duráveis. Como comparativo, em 2018 esta data registou um crescimento de 9% e faturamento de R$ 13 mil milhões (2,9 mil milhões de euros). Os gigantes do mercado vem se preparando desde o primeiro semestre: negociando ofertas, alinhando prazos logísticos e reforçando servidores.  O que pode, então, o pequeno empreendedor fazer quando “o mar não está para peixe”? Planejar. Respeitando os limites do próprio negócio, é possível “surfar na onda” da Black Friday. Confira estas cinco dicas: 1 – Planejamento: rima, inclusive com faturamento. Essa é a etapa mais importante rumo ao sucesso, não apenas no período da Black Friday, mas ao longo das demais épocas do ano. Já negociou os prazos com os fornecedores? Os e-mails marketing já foram disparados? Todos os canais de comunicação estão ativos? E o site, já foi testado? Suporta um grande fluxo de possíveis clientes?  A Black Friday gera muita expectativa nos clientes e muita coisa pode não dar certo: as pessoas não ficarem sabendo das promoções, o site ficar fora do ar no momento da venda ou mesmo a transação não ser concluída. Pensar em todos os possíveis problemas, e procurar corrigi-los com antecedência, é fundamental. Isto é planejamento; 2 – Venda segurança: as questões de segurança precisam estar bem alinhadas – e serem percebidas pelos clientes. Por mais que as vendas online viraram rotina para a maioria das pessoas, muitas ainda temem realizar transações virtuais. Para converter essa parcela, é importante um site que transmita segurança. Utilizar layouts simples, com informações claras sobre como realizar a transação ajuda a situar quem ainda não é familiarizado com as compras online. Também é necessário criar sinalização clara destacando os produtos ou serviços em promoção para a Black Friday. “Floaters interactivos”, por exemplo, podem ser uma boa solução; 3 – Comunique-se: planejou? Fez todos os testes de segurança? Agora, divulgue para os consumidores ativos ou potenciais. Durante a Black Friday, o cliente vai receber promoções de dezenas ou centenas de empresas; ele precisa lembrar-se da sua também. Use e-mails marketing, redes sociais e todos os outros canais que estejam disponíveis para divulgar que o seu negócio marca presença na Black Friday; 4 – Relacione-se: a Black Friday é um ótimo momento para criar ou consolidar uma boa imagem do e-commerce. O grande fluxo de clientes potenciais é uma ótima oportunidade para elevar a base de contato, estabelecer relações de longo prazo e fidelizar o consumidor. Aproveite a Black Friday para conquistar de vez os clientes, fazendo com que voltem a comprar nos demais meses do ano; 5 – Que eles voltem depois: a Black Friday passou e não deu para vender todo o stock? Não precisa esperar por 2020 para criar uma nova promoção. Que tal promover uma liquidação geral? Pode oferecer descontos ou condições especiais de pagamento para as compras de Natal, por exemplo. Essa pode ser uma forma interessante de atrair os consumidores e, com o tempo, fortalecer a relação por meio da comunicação e do bom atendimento. Uma coisa está vinculada à outra. Quer mais dicas para aproveitar a data e alavancar as vendas na Black Friday?  clique aqui Artigo escrito por Sandra Turchi, originalmente de Portugal, publicado no dia 04 de Novembro no site Executive Digest

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Para Guardar Na Cabeceira Seis Livros De Marketing Que Você Deve Ler Para Ser Um Profissional Melhor
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Para guardar na cabeceira: seis livros de marketing que você deve ler para ser um profissional melhor

Chegamos oficialmente ao último trimestre do ano. Hora de correr para finalizar as metas ainda não cumpridas e avaliar as estratégias bem-sucedidas e as que precisam de reformulação. Nessa jornada pelo aprimoramento profissional há uma ferramenta essencial: os livros. Embora blogs, artigos e guias on-line sejam excelentes para aprimorar seu conhecimento, não há nada como um livro: uma dissecação demorada e exploratória de um ou vários tópicos, minuciosamente pesquisada, cuidadosamente elaborada e meticulosamente editada. Profissionais que buscam ampliar seu conjunto de habilidades devem manter-se informados por meio de mídias sociais, blogs e portais respeitáveis, mas também devem tirar um tempo de suas agendas lotadas para refletir profundamente sobre sua área profissional, a fim de conquistar novos níveis. Para ajudar a nos manter atualizados e capacitados a lidar com os desafios de marketing que se impõem no dia a dia dinâmico em que vivemos, compilamos livros de marketing lançados nos últimos anos que já se tornaram clássicos na área.        1.  Storybrand: Crie Mensagens Claras e Atraia a Atenção dos Clientes Para sua Marca, Donald Miller Como construir boas narrativas para a criação de um conteúdo verdadeiro e relevante para as pessoas? Esta é a questão que norteia o livro “Storybrand: Crie Mensagens Claras e Atraia a Atenção dos Clientes Para sua Marca”, de Donald Miller, autor best-seller do New York Times, uma distinção que poucos especialistas em marketing podem reivindicar. Lançada em março no Brasil, a obra define os sete elementos universais de histórias convincentes para ensinar aos empresários como se conectar com os consumidores e aumentar sua marca. Em 240 páginas de uma leitura fluida e educacional, repleta de dicas úteis, Miller desenvolve a metodologia StoryBrand que ensina como fazer Branding de modo simples. Os sete elementos auxiliam no diálogo de uma marca com o público-alvo passa por compreender cada formato e construir uma mensagem efetiva e clara, utilizando recursos de cinema, do marketing e da comunicação.       2. Nocaute: Como Contar sua História no Disputado Ringue das Redes Sociais O empreendedor, investidor, youtuber dos negócios e especialista em marketing digital Gary Vaynerchuk, traz o boxe como analogia para mostrar que o marketing tradicional sempre foi uma espécie de luta unilateral, em que as organizações desferem ganchos de direita nas mesmas plataformas (do rádio e jornais, aos portais noticiosos) para chegar logo ao nocaute, ou seja, vender. “Era uma luta injusta, mas funcionava. Os clientes tinham de levar o soco, porque não dispunham de outro lugar para consumir sua mídia. As mídias sociais, porém, finalmente lhes deram uma vantagem”, explica no livro. O autor explica que as mídias sociais transferiram a luta para um novo ringue, no qual os consumidores se mostram prontos a desafiar as empresas, se conectando com elas, e expressando opiniões e interesses antes de comprar alguma coisa. Na obra, você encontra explicações completas de como usar cada plataforma e, em seguida, exemplos bons e ruins, tornando o livro incrivelmente útil e específico. No mundo digital, em que marcas e pessoas estão em pé de igualdade, não basta dar socos, é preciso se vender sem vender, conectar emocionalmente com os consumidores, contar uma história genuína, e ainda mostrar o que sua marca representa e defende.       3. Contágio: por que as coisas pegam, por Jonah Berger Lançado em 2014 no Brasil, esse não é propriamente um livro novo. Mas, como diz a colunista da Forbes Lilach Bullock, uma lista de livros clássicos de marketing não é um levantamento que se preze se a obra de Berger não estiver entre eles. O livro “Contágio: por que as coisas pegam” ensina os princípios básicos que tornam um conteúdo online um viral sucesso de público. Para explicar o porquê um conteúdo se espalha como fogo e outros não, Berger traz seis princípios que governam a popularidade de um vídeo, campanha, tweet, boatos – qualquer que seja o caso – utilizando elementos de moeda social a estruturas narrativas bem-feitas. A obra cai como uma luva para quem quer remodelar sua marca a fim de magnetizar o interesse do cliente, ajudando você enviar uma mensagem clara e consistente desde o início. Berger é professor de marketing na Wharton School da Universidade da Pensilvânia e, passou a última década se especializando em marketing viral e influência social.        4.  A transição para o oceano azul: Muito além da competição, W. Chan Kim e Renée Mauborgne Em 2004, W. Chan Kim e Renée Mauborgne, mudaram a linguagem dos negócios na obra “A Estratégia do Oceano azul”. Agora, eles lançaram esta nova obra que busca mostrar como você pode criar seu próprio oceano azul. Repleto de exemplos reais e inspiradores, a obra mostra como líderes em diversos setores e organizações que deixaram oceanos vermelhos e criaram oceanos azuis em novos mercados. A obra ensina como ver todo o cenário dos negócios como um mundo de oportunidades – e como aproveitar melhor seu potencial para controlar seu próprio oceano, em vez de tropeçar em todos os outros. Os autores mostram como o marketing deve ser visto menos como uma competição com outras pessoas e mais como uma jornada para ser o melhor que sua organização será. E não precisa ser um grande empresário para aplicar os ensinamentos da obra: pelo contrário, qualquer empresa ou empreendedor é capaz de fazer a transição para o oceano azul com o processo sistemático de cinco passos descritos no livro. “Você não precisa ser um empreendedor ou um gênio da tecnologia para tirar proveito dessas ideias. Basta estar disposto a desafiar as premissas de seu setor, fazer perguntas originais e abraçar sua humanidade”, comentou sobre o livro Daniel H. Pink, autor de Motivação 3.0.         5.  Atenção: o maior ativo do mundo, Samuel Pereira Para quem já estava sentindo falta de nomes brazucas na lista, há muita coisa boa sendo produzida por aqui também. Em “Atenção: o maior ativo do mundo: o caminho mais efetivo para ser conhecido, gerar valor para seu público, ganhar dinheiro”, o especialista em tráfego de

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Fim Dos Likes Do Instagram, Novo Ciclo De Oportunidades Nas Redes Sociais
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Fim dos likes do Instagram, novo ciclo de oportunidades nas redes sociais

Há quem diga que foi jogada de marketing. Outros que é um modo de angariar uma parcela dos rios de dinheiros que circula no mundo dos influencers. E ainda tem quem celebre que as redes sociais finalmente estão considerando a saúde mental dos usuários e admitem que suas plataformas podem ter impactos reais – e negativos – sobre suas vidas. Mas o que podemos afirmar com alguma segurança neste momento é que a retirada de visualização das curtidas das publicações do Instagram, recurso ainda teste, tem o potencial de afetar de vez o modo que o Marketing Digital é aplicado nesta rede social – e talvez em todas. A medida foi anunciada no país em meados de julho e não foi propriamente uma surpresa: a omissão dos likes já estava em vigor desde maio no Canadá e atingiu outros cinco países além do Brasil. A partir dessas novas diretrizes, a rede social permite que apenas o dono da publicação tenha conhecimento sobre a quantidade exata das curtidas. No próprio aplicativo, o Instagram justifica a mudança: “Queremos que seus seguidores se concentrem no que você compartilha, não em quantas curtidas suas publicações recebem. Durante este teste, somente você poderá ver o número total de curtidas nas suas publicações”. Por muito tempo, os likes foram a grande régua do Instagram: desde termômetro para mensurar à aderência de um usuário a um conteúdo até métrica para que as empresas pudessem analisar o engajamento de criadores de conteúdo e selecionar aqueles com maior conexão à sua estratégia de comunicação. Mas o que exatamente muda no mundo do Marketing Digital caso o fim das curtidas na rede social se concretize como uma medida definitiva? Qual é o impacto dessa iniciativa em influencers, carreiras e contas comerciais? De fato, essa ação vai ajudar a proteger a saúde mental e autoestima do usuário? Vamos juntos refletir sobre essas questões. Antes, entenderemos o que está em jogo. Saúde mental Reflita por um momento o que você sente após passar algum tempo perdido nos posts do Instagram. Felicidade? Paz? Tristeza? Ansiedade? Pense quais são os sentimentos que passeiam nos seus pensamentos enquanto você vê o prato sofisticado que um amigo consumiu em um dos restaurantes mais cobiçados da cidade, um casal que está junto há décadas declarando toda a sua paixão, ou uma profissional bem-sucedida exibindo sua disposição para cuidar do corpo às cinco da manhã. Fazer comparações é absolutamente natural para nós, reles mortais, e a depender do seu feed na rede social, realmente é possível que certos posts despertem em você sentimentos negativos em relação a própria vida. Alguns estudos publicados recentemente explicam melhor como isso funciona – e o que a curtida tem a ver com isso. Um relatório publicado em 2017 alertou que o uso exagerado das redes sociais estava relacionado a problemas de saúde como depressão, ansiedade, imagem corporal negativa, bullying, além de aumentar o risco de isolamento social. O Instagram, em especial, impacta negativamente o sono, a autoimagem e eleva o medo dos jovens de ficar por fora dos acontecimentos e tendências (FOMO, fear of missing out). No estudo, 1.479 indivíduos entre 14 e 24 anos tiveram que ranquear o quanto as principais redes (Youtube, Instagram, Twitter e Snapchat) influenciavam seu sentimento de comunidade, bem-estar, ansiedade e solidão. Instagram recebeu mais da metade das avaliações negativas, sendo considerado a rede social mais nociva à saúde mental dos jovens. Sete em cada 10 voluntários disseram que o app fez com que eles se sentissem pior em relação à própria autoimagem. Entre as meninas, o impacto foi ainda mais devastador: nove em cada 10 se sentem infelizes com seus corpos e pensam em mudar a própria aparência, inclusive com procedimentos cirúrgicos. Neurocientistas da Califórnia fizeram um estudo que pode ajudar a desvendar porquê o mecanismo de curtidas pode ser nocivo à saúde mental. Eles analisaram reação de adolescentes entre 13 a 18 anos diante de postagens no Facebook e descobriram que as curtidas das redes sociais ativam a mesma área do cérebro responsável por atividades prazerosas, como comer um doce ou ganhar dinheiro. Os pesquisadores perceberam que quando selfies ou fotos com familiares era apresentada com maior quantidade de curtidas, ativava essa área do cérebro dos participantes, recebendo maior atenção que quando as mesmas imagens tinham um número menor de curtidas. Além disso, os participantes tinham mais predisposição para curtir fotos que já tinham recebido uma quantidade superior de curtidas. Embora o Instagram seja outra rede social, a influência sobre o cérebro é a mesma. Mas qual é o impacto real que a omissão dos likes pode surtir nos usuários? Alguns especialistas acreditam que muito pouco, uma vez que os posts sobre a grama mais verde do vizinho continuarão a existir. Já outros acham que a atitude pode ajudar a inibir o sentimento negativo relacionado à quantidade baixa de curtidas nas publicações – mesmo que os autores continuem a saber o número exato de likes. O que realmente sabemos que vai impactar são as estratégias de marketing digital para as marcas, tanto em suas próprias redes quanto em relação à conexão com os influenciadores das redes digitais. Como se adaptar Há uma máxima que diz que crise é sinônimo de oportunidade. Se por um lado a mudança do Instagram deverá obrigar as marcas a redefinirem suas estratégias, por outro, novas formas de avaliação de conteúdo entrarão em ação, com grande potencial de aumentar a qualidade da criação de conteúdo para a rede. Trocando em miúdos, a Era da Popularidade dará lugar a outro ciclo, que privilegia a relevância e qualidade do que está sendo publicado. Qualidade, na verdade, virou o elemento-chave da nova fase do Instagram. Querendo ou não, esconder os “likes” significa priorizar uma outra coisa: o engajamento. E isso é um excelente negócio para o Instagram. Sem as curtidas à mostra, as marcas e os influenciadores precisam demonstrar que produzem conteúdo de impacto de outras maneiras, como um grande número de comentários. A conta é simples: comentários criam mais possibilidade de réplicas, que geram mais notificações, e assim mais sessões por usuário. Além do que, com as curtidas ocultas, os números oficiais de engajamento podem ser um outro negócio rentável para o time de Zuckerberg – o que era anteriormente comercializado pelos influencers sem nenhum centavo de participação da rede social. Há algum tempo quem vive no mundo do Marketing Digital já se sabe que é insuficiente criar uma estratégia de comunicação baseando-se apenas no número de

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Crowdsourcing Como Utilizar A Inteligência Coletiva Em Prol Do Seu Negócio
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Crowdsourcing: como utilizar a inteligência coletiva em prol do seu negócio

“Bem-vindo à Era das Multidões”. Foi com esse anúncio que, em 2006, uma reportagem da revista norte-americana Wired cunhou o termo que nomearia uma nova forma de desenvolver negócios propiciada pela internet, capaz economizar milhões de algumas indústrias e levar à falência algumas outras. Era o chamado Crowdsourcing, um modelo que utiliza a inteligência e o conhecimento coletivos para resolver problemas, criar conteúdo, prover serviços ou desenvolver novas tecnologias, desde que seja online. De lá para cá a prática consolidou uma outra forma de adquirir recursos humanos qualificados para solucionar desde os principais desafios de uma empresa até o financiamento de projetos ou a execução de tarefas maçantes. Atualmente, mais de 1 milhão de tarefas são concluídas diariamente em plataformas de crowdsourcing no mundo, segundo estima empresa norte-americana CrowdFlower. Ao longo da história há vários casos em que resolver problemas de forma colaborativa foi essencial para alavancar soluções. Porém, o ambiente ideal para o surgimento do crowdsourcing foi formado somente com a popularização da internet, redes sociais e avanços tecnológicos, como o aprimoramento dos mais de equipamentos técnicos, que quebrou as barreiras entre amadores e profissionais (as câmeras fotográficas dos smartphones modernos que o digam). As possibilidades do crowdsourcing são inúmeras e aposto que, mesmo que não esteja familiarizado com o termo, você utiliza algumas das iniciativas que utilizam esse modelo de produção. Quer exemplos? Waze e Wikipedia. Duas plataformas que dependem da inteligência coletiva de milhares de pessoas para assegurar a qualidade, precisão e veracidade das suas informações. Em cerca de uma década, a enciclopédia da internet foi alimentada por mais de um milhão de colaboradores em 200 países, e já é dez vezes maior que a Enciclopédia Britânica. Já o aplicativo de trânsito Waze, um dos maiores do gênero no mundo, foi fundado em 2008 por dois israelenses e comprado pelo Google cinco anos depois, por US$ 1,1 bilhão. Na época, a empresa tinha 100 funcionários e 50 milhões de usuários colaboradores. Nos últimos anos, o Crowdsourcing vem demonstrando por A + B que, mesmo que não sejam experts na área de um desafio, a capacidade de resolução de uma rede de cérebros humanos focados em um problema é igual ou superior ao de especialistas bem pagos. As formas da multidão Quem não gostaria de ter centenas de mentes focadas no desenvolvimento do seu negócio? É fácil compreender o porquê do sucesso do crowdsourcing. Grande diversidade de soluções, com criatividade, inovação e disruptividade, além da disponibilidade de mão de obra qualificada que complementa os conhecimentos existentes em sua equipe, e tudo isso a baixo custo. Ainda por cima, algumas formas de crowdsourcing, como premiações e concursos, podem exercer o papel estratégico de causar um sentimento de pertencimento e prestígio aos fãs da marca. A possibilidade de inovação permanente e o constante fluxo de novas ideias somadas à multiplicidade de plataformas que facilitam a adoção do crowdsourcing por todos os tipos de empresa. Inclusive as de pequeno e médio porte, formam o caldeirão ideal para que essa forma de economia colaborativa seja vantajosa para todos os seus adeptos. O crowdsourcing, por vezes, pode se confundir com outros dois conceitos de economia colaborativa: co-criação e crowdfunding. O primeiro é um termo-irmão, uma forma de inovação aberta que acontece quando os stakeholders (fornecedores, colaboradores e clientes) associam-se com o negócio ou produto agregando inovação de valor, conteúdo ou marketing, e recebendo em troca os benefícios de sua contribuição. A co-criação tem similaridades com o crowdsourcing, constituindo um processo de geração de ideias inovadoras através de atividades colaborativas, mas o diferencial é sua natureza mais ampla e profunda, sob controle e orientação de facilitadores apoiados em metodologias de gestão. Já o segundo termo é o expoente mais conhecido desse modelo, utilizado para designar o financiamento coletivo, ou seja, quando muitas pessoas (a multidão) investe pequenas quantias gerando em um investimento grande o suficiente para viabilizar um projeto, produto ou iniciativa. Os sites de financiamento coletivo começaram a se popularizar em 2009, quando a plataforma americana Kickstarter foi lançada. Estima-se que em 2013 todas as plataformas de crowdfunding no mundo tenham dobrado sua movimentação, chegando aos 5 bilhões de dólares. Segundo a consultoria americana Massolution – no Brasil, dados levantados até 2016 indicam um montante de mais de R$ 180 milhões doados por meio de plataformas de crowdfunding tradicional.  Uma pesquisa do Catarse indicou que 32% desses projetos de crowdfunding são de donos de pequenas empresas que querem lançar novos produtos e serviços ou viabilizar algum investimento na expansão do negócio. Vejamos outras formas de crowdsourcing: Criação: geração de conteúdo que pertence e/ou é mantido pelos próprios leitores. É a possibilidade de, nas mídias sociais por exemplo, utilizar conteúdo gerado pelos usuários sobre o seu negócio. Inovação Aberta: se refere a desenvolver novos produtos em comunidade. É conectar-se com seu público para ouvi-lo e entender quais são suas necessidades. A adoção de ideias do público mostra como a empresa está preocupada em se adaptar aos clientes, estudando seus comportamentos, anseios e desejos. Crowd Creativity: uma disputa, concurso ou concorrência criativa, em que o vencedor recebe um prêmio financeiro ou benefícios. Existem várias empresas que utilizam plataformas para criar logotipos, slogans, nomes e etc., reduzindo custo e ampliando a variedade de opções. Cloud Labor: há plataformas especializadas em comunidades que concentram dezenas de profissionais de diversas áreas. Neles, você anuncia o que precisa, uma infinidade de profissionais lhe oferece seus serviços e você escolhe a opção que melhor se encaixa em suas necessidades. Sendo assim, comprando pontualmente seu produto ou serviço diretamente na plataforma (compra de fotos para montagem de um catálogo, por exemplo) ou recrutando freelancers com habilidades específicas por aí. Um modo de assegurar qualidade e rapidez para um determinado projeto, sem gastar fortunas para isso. Distribuição de Conhecimento: coleta e organização de conteúdo a partir de voluntários com expertises diferentes, como o que acontece no Wikipedia, por exemplo. No Marketing Digital, Crowdsourcing e Co-criação formam dois dos 4Cs, pilares das mídias sociais, que ainda conta com Comunidade e Conteúdo –

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Como O Recursos Humanos Pode Ajudar Na Revolução Digital Das Empresas
MKT Digital

Como o Recursos Humanos pode ajudar na revolução digital das empresas

O RH 4.0 é a peça-chave para a transformação digital das organizações! No atual processo de transformação digital, não basta aplicar estratégias digitais pontuais. É preciso que as empresas adotem mudanças em todas as áreas, passando a adquirir um perfil digital. Dentro desse contexto, o setor de Recursos Humanos (RH) é o mais preparado para conduzir a transformação digital nas organizações. Isso porque é uma área que pode combinar elementos fundamentais para essa transição, a saber, inovação tecnológica, conhecimento, estratégias, eficiência, valores humanos e satisfação. Mesmo rodeado por informações sobre a revolução digital, pesquisa recente mostra que apenas 6% das empresas brasileiras podem ser consideradas líderes digitais. O estudo ainda mostra que a maior parte (70%) já contam com planejamento e investimentos para digitalizar os negócios, sendo que 37% contam com um plano digital maduro e investimentos em inovação, enquanto 33% investem de forma gradual e com maior cautela. Com um cenário ainda engatinhando no Brasil, cabem a vocês, profissionais de RH, mostrarem as vantagens da transformação digital a seus líderes, capacitando-os para adotarem uma mentalidade digital o quanto antes. Aliado diretamente à área de Tecnologia da Informação (TI), o RH tem a oportunidade de revolucionar toda a experiência dos colaboradores. Na prática, o setor deve implementar sistemas na nuvem, adotar o design thinking e desenvolver operações em tempo real, e com essas ferramentas digitais à disposição, ter acesso a um grande número de dados para realizar análises cuidadosas e propor ideias inovadoras e soluções aplicáveis. O foco do RH também está voltado para a construção da organização do futuro. As empresas estão contratando profissionais que se sentem aptos ​​em pensar fora da caixa e compartilhar informações de forma transparente. Eles querem uma experiência digital integrada no trabalho, projetada em torno de equipes, produtividade e desenvolvimento. Sendo assim, seu papel como RH é fazer a união entre pessoas e tecnologia para dar espaço a essa necessidade de experiências melhores. Para entender melhor o que seria essa contribuição do RH para a revolução digital das empresas, vamos entender o que significa a transformação digital do RH, ou o que chamamos de RH 4.0. O que é o RH 4.0? O RH 4.0 é a resposta do segmento de recursos humanos à quarta revolução, liderada pela tecnologia. É uma revolução na qual as funções e os processos, mecânicos e repetitivos, passam a ser automatizados por meio de um software de gestão. Isso agrega valor estratégico aos profissionais do setor, que podem focar ainda mais no clima organizacional, no bem-estar dos funcionários e em resultados melhores para a empresa. Há três grandes áreas em que o RH pode ser solicitado para liderar a transformação digital nas organizações: 1. Força de trabalho digital – fomentar novas práticas de gerenciamento, baseadas em uma cultura de inovação e de compartilhamento, e em redes de colaboração. 2. Ambiente de trabalho digital – projetar um ambiente de trabalho que permita a produtividade usando ferramentas de comunicação modernas, e promover, assim, o engajamento, bem-estar e sentido de propósito. 3. Setor de RH Digital – como a própria função do RH passa a operar de forma digital, incentivar o uso de ferramentas e aplicativos digitais para oferecer soluções e inovar continuamente. Qual o perfil do funcionário de RH 4.0? ● Antes de tudo, são profissionais com perfil multidisciplinar. Como o setor adquire um ambiente mais dinâmico e versátil, é necessário que os funcionários passem por reciclagens contínuas de conhecimentos e habilidades. ● Familiaridade com os recursos on-line, que serão usados para a otimização de tarefas estratégicas do setor, sejam estas plataformas de recrutamento ou ferramentas de comunicação interna. ● Compreender a importância da gestão descentralizada, onde toda a equipe é envolvida na tomada de decisão, no planejamento e estabelecimento de novas ideias e projetos. Quais os desafios do profissional de RH 4.0? Promover um cenário favorável para mudanças A tecnologia tem ampliado o leque de atuações e as responsabilidades de cada funcionário. Cabe aos profissionais do RH 4.0 influenciarem mudanças de mindset nas equipes. É estar à frente dessa transição e colaborar em cada etapa do processo para torná-lo menos conflituoso. O RH 4.0 é responsável por promover a gestão integrada de pessoas e ferramentas a fim de preparar a empresa para: ● Explorar oportunidades ● Construir novas relações de negócio ● Mapear e reconhecer os problemas ● Gerenciar riscos ● Elaborar planos de ação ● Implementar soluções Lidar com a flexibilidade da jornada de trabalho e novos modelos de contratação As jornadas de trabalho se tornam cada vez mais flexíveis e boa parte dos funcionários pode realizar suas atividades de qualquer lugar. Contratos temporários, expediente alternativo e trabalho remoto tornam-se práticas cada vez mais comuns. Como resultado, esse cenário exige estratégias diferentes para a gestão dos talentos. Como, por exemplo, a criação de novas formas para a contabilização de horas trabalhadas. Embora os millennials estejam ocupando atualmente os ambientes de trabalho, ainda existem funcionários que não se adaptaram totalmente às tecnologias digitais. Isso acaba sendo uma obstrução natural para compreender as mudanças necessárias. Daí a importância em ter um RH 4.0 que capacite, oriente e administre o processo de transição. Analisar dados para avaliar equipes e desempenhos individuais Com todas as informações dos funcionários inseridas em sistemas de gestão, você consegue acessar esses dados com mais facilidade e rapidez, e pode utilizá-los como base para medir o andamento das equipes e desempenhos individuais. Isso te permite atuar com mais agilidade na correção de rotas e gestão de atividades que podem aumentar as taxas de retenção e engajamento das equipes. Além disso, cada vez mais os colaboradores exigem das organizações programas relacionados ao bem-estar físico, mental, financeiro e espiritual. Essa é uma estratégia corporativa importante e deve ser mensurada com métricas de desempenho e produtividade. Valorizar carreiras e experiências para reter talentos Novos caminhos precisam ser viabilizados pelas empresas, ao passo em que o indivíduo e suas experiências passam a ocupar o centro das atenções. As organizações devem estar cientes de que seus modelos de carreira como trajetória ascendente são,

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Como Integrar O Storytelling Ao Stories Para Fortalecer A Relação Com O Consumidor
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Como integrar o storytelling ao Stories para fortalecer a relação com o consumidor

Seja por meio de vídeos, imagens ou GIFs animados, contar estórias no meio digital requer criatividade, conteúdo de valor e ações de engajamento Entre os seres humanos, o hábito de contar estórias atravessa gerações. Desde tempos antigos, os relatos têm papel fundamental na evolução da humanidade, seja para a preservação de culturas, para estimular o entretenimento, para a transmissão de conhecimentos ou execução de processos ritualísticos, dentre outros. Mesmo nos tempos primórdios, a contação de estórias estava presente no dia a dia da espécie humana, através de desenhos e pinturas no interior das cavernas. Muitos aspectos da nossa formação enquanto pessoas vêm das estórias que ouvimos dos avós, dos pais e professores.   Com o passar do tempo, a contação de estórias se modernizou, agregou os recursos do audiovisual e passou a ser conhecida em todo o mundo como storytelling. No marketing digital, o storytelling se tornou uma ferramenta importante para a construção de marcas e fortalecimento da relação com o consumidor. A fórmula é ter uma boa história e contá-la por meio de uma narrativa criativa e interessante. Muitas das vezes é o relato em si que influencia as reações do público, que podem variar desde um choro emocionado à doação a uma causa social, da curtida numa postagem à finalização de uma venda, do compartilhamento de um vídeo à contratação de um serviço.   As redes sociais têm se tornado cada vez mais um espaço interessante para praticar o storytelling. Muitas delas permitem postar conteúdo sob os mais diferentes formatos, como vídeo, imagem ou GIF animado, que são imagens com movimento e que se tornaram febre na internet. Com a marca de 1 bilhão de usuários ativos por mês, o Instagram é uma das redes sociais que oferecem o recurso do Stories e, como o próprio nome diz, tem a finalidade de compartilhar estórias. Por mês, o Stories conta com 250 milhões de usuários ativos e, de acordo com levantamento do próprio Instagram, um terço dos conteúdos mais vistos são de empresas, sendo que 50% das companhias do mundo inteiro criam, pelo menos, um story por mês.   O conflito e o herói na storytelling O storytelling conta com dois elementos fundamentais para tornar uma estória simples em um grande evento, que gera impacto imediato na audiência: a existência de um conflito e a figura de um herói. Como exemplo do bom uso de storytelling, temos o caso do banco Itaú, que desde 2013, vem desenvolvendo a campanha “Isso muda o mundo”. Por meio de uma narrativa atraente, disposta em diversas peças publicitárias, a campanha mostra pessoas realizando ações diárias que fazem a diferença na vida de todos. Com o título de Escolhas, as peças lançam a seguinte pergunta ao consumidor: “E você? O que escolhe hoje?”.   Com essa simples indagação, a marca inspira sua audiência a refletir sobre as melhores ações (aqui aparece o conflito, destacando que algo precisa ser feito para o mundo ser um lugar melhor) e dá ao cidadão o poder de fazer a mudança para tornar isso possível (aqui aparece a figura do herói, aquele que vai resolver a situação conflituosa). E através da hashtag #issomudaomundo, estimula o público a compartilhar suas boas ações, além de viralizar a campanha para muito mais pessoas participarem.   Storytelling e a nova dinâmica do Stories O recurso do Stories nas redes sociais permite compilar uma série de imagens e vídeos ao mesmo tempo, e possui a característica de ficar disponível por apenas 24 horas, o que gera uma dinâmica de visibilidade e engajamento diferenciadas. Isso demanda que você tenha um planejamento para saber o que postar e quando postar, com o intuito de manter essa ferramenta sempre ativa.   Essa nova dinâmica também te incentiva a produzir um conteúdo criativo, em que com poucas palavras ou com uma única imagem você consiga chamar a atenção do usuário. Afinal, diariamente o público tem diante de si uma quantidade incontável de informações e aquelas que proporcionam uma experiência relevante e inusitada ganham destaque. Elas ficam como a lembrança mais marcante na mente do consumidor e passam a ser referência para as demais empresas.   Integrar o storytelling ao Stories das redes sociais se torna ainda mais desafiante. Como fazer para contar de forma atraente uma estória que terá a duração de 24h? Como fazer para estimular o engajamento do consumidor em espaço de tempo tão curto? As respostas para essas perguntas vão depender da sua criatividade, da sua capacidade de pensar fora da caixa, pois os recursos estão a disposição e sai na frente quem sabe aproveitá-los ao máximo.   5 dicas para saber como aplicar o storytelling nos Stories   Produzir uma minissérie É, parece estranho pensar em produzir uma minissérie nas redes sociais e mais ainda no Stories, mas essa é uma estratégia possível. A ideia aqui é criar uma estória e contá-la em formato de vídeos curtos, e postá-los no Stories do Instagram, por exemplo. Cada vídeo equivale a um capítulo, que terá a duração de 24 horas. É interessante pensar em um conflito e permitir que o público seja o herói para resolvê-lo. Você poderá engajar os usuários através de enquetes que pedem as respostas “sim” ou “não”. A resposta que tiver maior quantidade de cliques influencia no desenrolar da estória, até que chegue ao capítulo final. Essa é uma ação que vai prender a atenção do público e ainda estimular sua participação direta no desfecho da estória.   Lançamento de um novo produto Você é dono de uma escola de idiomas e pensa em lançar um novo curso online de francês. Melhor do que já divulgar qual vai ser o curso, vale a pena desenvolver uma narrativa no Stories do Facebook dando dicas aos poucos, para criar um ar de mistério. É interessante que essas dicas apareçam de forma criativa, com animações, emojis e efeitos, por exemplo. Antes de apresentar finalmente o produto, você pode gravar uma live pelo Facebook e em uma interação simultânea com os usuários, estimular que eles

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Invista No Melhor Formato Para Alavancar Sua Empresa Na Internet.
Carreira

Invista no melhor formato para alavancar sua empresa na internet.

De Facebook a LinkedIn, passando por Instagram e YouTube, conheça as maneiras de divulgar conteúdo e fortalecer a relação com seu público-alvo   Quando você começa a estudar marketing digital, percebe que o universo online é vasto. Independente de qual seja seu ramo de atuação, a internet oferece muitas possibilidades de fazer seu negócio crescer e prosperar, e é exatamente essa variedade de opções que pode te confundir no início. Afinal, qual o melhor formato para divulgar o conteúdo sobre sua empresa? Faz sentido criar perfis em todas as redes sociais? Que estratégia digital te favorece mais – montar um website ou lançar um canal no YouTube?   Antes de tomar qualquer decisão, planeje Bem, como divulgamos aqui anteriormente, o investimento em marketing digital inicia pelo planejamento. Esse planejamento vai trazer todas as informações necessárias e uma delas, que vai ser seu guia durante todo o processo, é a definição do objetivo. Qual o propósito da sua empresa em marcar presença no meio virtual? Alavancar vendas? Fidelizar clientes? Conquistar seguidores? Se tornar referência em um determinado assunto?   Respondida essa primeira questão, agora é saber onde seu target se encontra nesse mar sem fim nem começo, que é a internet. De que forma seu público interage? O que ele comenta na rede? Quais conteúdos ele mais aprecia? O ponto primordial aqui é escutar e conhecer a fundo seu público-alvo. É ele quem vai contribuir de forma substancial para seu planejamento.   Depois de traçado o perfil por completo de sua audiência e definido o objetivo, fica mais seguro desenhar as estratégias que melhor atendem às necessidades da sua empresa no momento. E dentre elas, temos a escolha do formato mais apropriado para disponibilizar as informações da sua empresa. Para te ajudar a tomar a melhor decisão, vejamos abaixo alguns exemplos.   Qual o melhor formato para alavancar sua empresa? Se sua intenção é se tornar referência em um assunto e seu público prefere consumi-lo em forma de texto, a criação de um blog é o primeiro passo. Caso você já tenha um blog, talvez seja o momento de reformulá-lo para deixar a interface mais agradável para a leitura e de fácil navegação. Ou, quem sabe, este seja o momento de investir nas técnicas de SEO (Search Engine Optimization) para o blog ser melhor rankeado, de forma orgânica, nos sites de busca.   Se você tem um site e busca alavancar as vendas de um determinado produto, e está ciente de que seu target interage bem no Instagram, uma ótima estratégia é postar as fotos do produto no feed daquela rede social, linkando as imagens com a página de finalização da compra. Você pode aproveitar para postar conteúdo nos stories do Instagram também, seja com fotos ou pequenos vídeos apresentando seu produto. Lembre-se de estimular o engajamento do usuário com enquetes ou perguntas do tipo “você sabia” e de maneira descontraída, incentive-os a clicarem nos links diretos para seu site.   Caso você seja um (a) micro empreendedor (a) e desenvolva peças de forma artesanal, publicar o processo de fabricação nos stories do Instagram funciona muito bem. Os consumidores gostam de se sentir parte do processo de produção das marcas que admiram e o engajamento nesse tipo de ação flui de maneira natural. Vale lembrar que é preciso estar aberto a toda e qualquer tipo de interação, e a palavra-chave aqui é atenção. Leia atentamente todas as sugestões, críticas e quaisquer outros comentários que podem surgir e, claro, seja breve em dar retorno, principalmente para responder as dúvidas. Simpatia e comunicação são fundamentais nas interações online.   Pode acontecer também de seu público-alvo ter um perfil difuso e nesse caso, vale a pena compartilhar o conteúdo que você disponibiliza em várias mídias. Afinal de contas, estamos falando de diferentes pessoas que são atraídas pelos mais diferentes formatos. Há pessoas que melhor se identificam com conteúdos em forma de podcasts, pois podem escutá-los enquanto seguem para o trabalho ou faculdade. Já outras pessoas se sentem atraídas por acompanhar o dia a dia de uma empresa, por esta ter um perfil mais descolado, e preferem assistir aos vídeos que são postados nos stories do Instagram ou acompanhar as lives exibidas no Facebook.   Outra possibilidade é você começar por uma mídia que melhor se adéqua ao seu negócio e, aos poucos, expandir para outras, de acordo com a necessidade. É possível ver que algumas empresas iniciam por compartilhar seus conteúdos em blogs e acabam por espalhar suas raízes em um canal no YouTube ou numa página do Facebook, por exemplo. Acontece também da informação migrar de uma mídia para outra e o que vai direcionar uma estratégia como essa, que parece ser ousada à primeira vista, é o estudo de cenário e a resposta do público-alvo. Não há problema algum em readequar seu planejamento de marketing digital, contanto que isso seja feito com base em análises, monitoramentos e nos resultados alcançados a curto, médio e longo prazos.   Invista em chatbots para facilitar a interação Uma estratégia digital que vem dando certo ultimamente é o chatbot, uma tecnologia vinculada à inteligência artificial que permite que robôs interajam com os usuários em chats online. Muitas empresas têm adotado essa estratégia, disponibilizando caixas de diálogo direto com o consumidor em seus respectivos sites. O chatbot pode iniciar a conversa ou reagir à medida que recebe as mensagens. Abordamos esse assunto anteriormente e você pode saber mais sobre os chatbots clicando aqui.   Além de sites, os chatbots têm sido incorporados em serviços diretos de mensagem, como o Messenger, do Facebook. A maioria dos usuários usa essa plataforma para se comunicar com as empresas e marcas, e você pode aproveitar essa oportunidade para mensurar as preferências e necessidades do seu público-alvo. Para quem investe no YouTube, por exemplo, uma ação interessante e eficaz é disponibilizar links dos vídeos do canal para os usuários clicarem e terem acesso direto a um conteúdo exclusivo. Essa é uma ação que também funciona para páginas de blogs e sites,

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Marketing Digital Por Onde Começar
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Marketing Digital: por onde começar?

Siga os passos do nosso guia e marque presença da sua marca na web Nos dias atuais é muito difícil imaginar a vida sem internet. O universo web faz parte da rotina da maioria das pessoas. Segundo o último levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o país fechou o ano de 2016 com 116 milhões de brasileiros conectados à internet. Se você tem uma marca e ainda não está inserido na web ou percebe que essa inserção é ineficiente, esse dado pode te assegurar do quão importante é estar presente na internet e de maneira efetiva. Investir em marketing digital passa, então, a ser prioridade para tornar esse cenário possível. Adaptadas para a realidade da internet, as ferramentas do marketing contribuem para desenvolver um relacionamento direto com seu público-alvo. Seja para quem está começando ou para quem já tem uma estrada percorrida, o guia que elaboramos abaixo será útil para que o investimento em marketing digital seja feito de maneira assertiva e eficiente, evitando, assim, frustrações e perdas futuras. É importante ressaltar que as estratégias digitais fazem parte de um processo e os resultados surgem ao longo do tempo. Por isso, quanto mais você investe em expertise, mais você irá prosperar nessa empreitada. Você está preparado (a) para trilhar a caminhada rumo ao sucesso? Então, continue conosco que estamos aqui para te ajudar nesse processo. Por onde começar? O primeiro passo para elaborar sua estratégia digital é fazer uma pesquisa online de mercado. Esse estudo vai mostrar de que forma sua marca tem sido vista pelo público-alvo, quais comentários têm sido feitos, qual a qualidade desses comentários e, não menos importante, como sua marca aparece quando comparada com os concorrentes. Agora é o momento mais apropriado para avaliar as forças e fraquezas de sua marca, e perceber as oportunidades e ameaças que o cenário apresenta. Caso sua marca ainda não seja conhecida no mercado digital, é importante estar atento (a) a como seus concorrentes se comportam e que resposta vem sendo dada para o seu target. O ponto aqui é se inspirar nos cases de sucesso e conquistar seu espaço no vasto universo online. Após realizar a pesquisa de mercado, o próximo passo é a definição de objetivos. Qual o seu propósito ao adentrar no ambiente online? Você pensa em desenvolver estratégias para fortalecer sua marca? Ou sua meta é divulgar um novo negócio ou serviço? Ou você planeja alavancar as vendas do seu produto? Ou sua finalidade é conquistar mais clientes e fidelizar os atuais? Ou ainda, conquistar reputação online? Qualquer que seja seu objetivo, é muito importante tê-lo bem delineado porque sua estratégia digital precisa estar alinhada com esse propósito. De nada adianta elaborar uma ação voltada para fidelizar clientes, por exemplo, se sua intenção final é fazê-lo concluir uma venda. É essencial ter em mente que devem ser desenvolvidas ações diferentes, de acordo com cada tipo de objetivo. Com a pesquisa de mercado em mãos e seu objetivo definido, a etapa agora é entender muito bem seu público-alvo. Quais são suas preferências, como se comportam, em qual ambiente online podem ser localizados, quais são seus hábitos e necessidades, tudo isso faz parte do rol de perguntas cruciais para compreender, a fundo, o seu target. Vamos planejar? Com as informações iniciais já organizadas, passamos agora para uma etapa fundamental: a elaboração do planejamento de marketing digital. É essa estratégia que vai te fazer sua empresa chegar onde almeja. Como estamos tratando aqui sobre o ambiente online, esse tipo de planejamento requer um acompanhamento constante, pois a internet apresenta mudanças frequentes e estar atento a elas é obrigatório. Para acompanhar as ações propostas no planejamento assim como realizar atualizações pontuais e necessárias, é importante definir quais as métricas a serem usadas, manter uma postura flexível e desenvolver o hábito de estudar regularmente o cenário. As etapas estabelecidas no planejamento devem ser seguidas, mas insistir numa ação que se mostrou ineficaz pode colocar sua empresa em desvantagem em relação aos concorrentes. Outro ponto relevante do planejamento é a elaboração de um cronograma, pensado num panorama de curto, médio e longo prazos. Essa divisão deve estar de acordo com o plano de ações, pois algumas estratégias precisam ser aplicadas de imediato, já outras podem ser realizadas em momentos posteriores. Mãos à obra Quais ações devem fazer parte do seu planejamento de marketing digital? Cremos que essa seja uma pergunta que tenha surgido em sua mente agora. Bem, a resposta é: depende. Nem todas as ações cabem para todas as marcas ou modelos de negócio. Tratando-se do ambiente digital, é fundamental selecionar as ações que melhor se adequam ao perfil da sua marca e ao seu objetivo, levando sempre em consideração a interação com o target. Uma tática que acaba sendo relevante na maioria dos casos é o marketing de conteúdo., que contribui para fortalecer a relação entre sua marca e o público-alvo, e se mantém no topo das tendências do marketing digital. O primeiro ponto a ser definido é a linguagem. Qual a melhor maneira de comunicar sua marca? É uma marca voltada para que tipo de público? Cabe usar uma linguagem mais formal ou uma comunicação mais descontraída combina mais? Após definido que tipo de linguagem será usada, passamos para a produção do conteúdo em si. Quanto mais qualificado, diferenciado e interessante for seu conteúdo, mais facilmente você conseguirá atrair a atenção do leitor e mantê-lo mais tempo navegando em sua plataforma (site, blog, mídias sociais). E o marketing de conteúdo contempla a produção de informações em diversos formatos – artigos, imagens, vídeos, tutoriais, e-books, podcasts, infográficos, aplicativos. Claro que não há necessidade de desenvolver conteúdo para todos os formatos. Selecione aqueles que melhor fazem sentido para a comunicação da sua marca e concentre seus esforços em produzir conteúdos relevantes, que agreguem valor. O marketing de conteúdo permite também que você estimule o engajamento (call-to-action) de seu público-alvo. O tipo de engajamento vai depender de qual sua intenção com um conteúdo específico. Por exemplo, se você

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