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Outsourcing nas empresas: a chave para inovação e eficiência

O outsourcing nas empresas tem se tornado uma das principais estratégias para impulsionar inovação e eficiência.Quando aplicado de forma estratégica, o outsourcing permite reduzir custos e melhorar a produtividade. Outra vantagem, é o acesso a especialistas e novas tecnologias sem a necessidade de aumentar a estrutura interna. Na Digitalents, por exemplo, fomos contratados para identificar e alocar um Gerente de Projetos Digitais em uma das maiores montadoras de veículos presente no país. Mais do que uma tendência, o outsourcing é um modelo que representa uma mudança cultural na forma de gerir recursos, equipes e tecnologia, especialmente no ecossistema digital. De acordo com o Gartner e a Transparency Market Research, o mercado global de outsourcing na área de TI deve atingir US$ 470 bilhões em 2025, crescendo cerca de 6,7% ao ano. No Brasil, o setor de tecnologia e comunicação (TIC) mantém ritmo ainda mais acelerado, entre 11,9% e 13% de crescimento anual, acima da média da América Latina. Por que o outsourcing nas empresas se tornou indispensável As empresas de hoje enfrentam desafios crescentes de escalabilidade, custo e competitividade. Nesse contexto, o outsourcing oferece uma resposta prática: permite ter acesso a profissionais e tecnologias especializadas, sem a necessidade de ampliar estruturas internas ou inflar custos fixos. Entre as principais vantagens do outsourcing, destacam-se: Mas, como toda estratégia, também exige maturidade na gestão. Os riscos mais comuns incluem dependência de fornecedores, desafios de segurança de dados e possíveis desalinhamentos culturais. A chave é tratar o outsourcing como uma parceria estratégica e não apenas como uma terceirização técnica. Tendências que moldam o futuro do outsourcing As pesquisas mais recentes apontam cinco grandes vetores de crescimento no setor: Essas tendências mostram que o outsourcing evoluiu de uma simples terceirização para um modelo de co-criação, em que fornecedores e empresas constroem soluções de forma integrada. Outsourcing e marketing digital: parceria para acelerar a transformação No universo do marketing digital, o outsourcing se tornou um pilar de crescimento sob demanda. Para muitas marcas, contar com equipes externas especializadas significa mais agilidade, inovação e capacidade de resposta. Na prática, é o caminho mais eficiente para unir inteligência de dados, estratégia e execução digital, três dimensões essenciais para marcas que buscam escalar. O papel na transformação digital Mais do que cortar custos, o outsourcing hoje é sinônimo de estratégia inteligente e crescimento sustentável. Ele permite que as empresas reorganizem prioridades, reconectem times internos ao propósito do negócio e mantenham foco no que realmente gera valor. Em tempos de rápidas transformações, contar com a colaboração de especialistas externos é o que diferencia empresas reativas de empresas preparadas para o futuro. Custo a valor estratégico O outsourcing deixou de ser uma solução pontual e se tornou parte essencial da estratégia de transformação digital. Quando bem implementado, ele amplia a inovação, aumenta a eficiência além de fortalecer a competitividade de marcas de todos os setores. Na Digitalents, acreditamos que o futuro das empresas será cada vez mais colaborativo e orientado por resultados compartilhados e o outsourcing é um dos caminhos mais sólidos para chegar lá.  Quer entender como aplicar o outsourcing de marketing digital na sua empresa? Entre em contato com o time da Digitalents e descubra como transformar estratégia em crescimento real.

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O significado de outsourcing de marketing digital na indústria automotiva

A aplicação prática do significado de outsourcing nem sempre é fácil de ser explicada. Uma forma eficiente desse tipo de interação está na exploração de cases de sucesso, como nesse que vamos apresentar sobre marketing digital na indústria automotiva. Quando me perguntam sobre outsourcing, suas vantagens e possibilidades de aplicação, quase sempre recorro a exemplos que pude vivenciar, pois é possível detalhar, mostrar as dores apresentadas e os progressos em cada etapa desse processo. Entender esse tipo de jornada pode, literalmente, abrir novos caminhos para o crescimento de segmentos específicos em seu campo de atuação. É sobre isso que quero falar hoje, sobre como o outsourcing vem transformando a realidade de corporações inteiras – e se consolidando ano a ano como tendência mundial. Para se ter uma ideia desses números, uma pesquisa conduzida pela Technavio mostra que, desde a pandemia da Covid-19, os números do setor de outsourcing vêm crescendo acima de 3,5% a cada ano. O que é outsourcing Em linhas gerais, falar no significado de outsourcing significa abrir espaço para a terceirização de determinada função de uma empresa. Aqui é importante delimitar a diferença, por exemplo, do chamado Business Process Outsourcing (BPO), que compreende terceirizar áreas e departamentos inteiros de um negócio. É uma tendência onde as companhias focam no seu core business, enquanto que outras atividades paralelas e secundárias da organização passam a ser conduzidas por um time contratado. Como já disse anteriormente, é um conceito que acompanha uma onda mundial, em constante crescimento, apesar de ainda encontrar barreiras por parte de alguns gestores. Principalmente, aqueles que conduzem em uma toada mais conservadora. Para eles, é muito comum entender o processo de outsourcing como uma assessoria ou, mesmo, uma consultoria. Para eles, é muito comum entender o processo de outsourcing como uma assessoria ou, mesmo, uma consultoria. Não é isso: o outsourcing traz mais expertise para funções que demandam conhecimento, habilidade e experiência profissional. Essa ação possibilita otimizar projetos, sem a necessidade de contratação de novos colaboradores ou, então, a mobilização de recursos humanos. Case: outsourcing em marketing digital na indústria automotiva   Eu e meu time fomos procurados por um cliente que, por questões contratuais, não vou revelar sua identificação, mas trata-se de uma fabricante automotiva multinacional. Essa montadora de grande porte estava com um problema e buscava uma solução pontual para refazer o planejamento e a gestão de seus projetos digitais. A questão que impedia esse procedimento era o fato de a empresa já ter atingido o limite de seu headcount, termo de Recursos Humanos (RH) que representa o número de pessoas contratadas por aquela instituição. Nesse caso, oferecemos a eles o serviço de outsourcing como um caminho estratégico, com o objetivo de viabilizar as metas estabelecidas pelo cliente – a solução de um gestor digital externo, com toda a bagagem e expertise necessárias para a missão. A Digitalents em ação O primeiro passo foi entender a complexidade do que vinha sendo solicitado por essa grande montadora e, a partir daí, colocar o time da Digitalents, agência a qual sou CEO, para compreender e executar a gestão de projetos na parceria. O cumprimento dos prazos só foi possível com a iniciativa do outsourcing, que garantiu celeridade às etapas e entregou um resultado de qualidade. Extensão da equipe do cliente Um dos pontos centrais do significado de outsourcing, quando se fala em uma entrega de qualidade, é essa capacidade de assimilar os processos, a visão, os valores e o comprometimento que o parceiro transmite. Essa interação foi fundamental para que a equipe Digitalents se convertesse em uma extensão confiável do time do cliente, proporcionando dois eixos fundamentais: Resultados: pontos de destaque Com os objetivos e metas colocados no centro do processo, o serviço de outsourcing aplicado junto à montadora possibilitou alguns pontos centrais, que destaco: A experiência foi positiva para as partes envolvidas e, inclusive, recebemos um feedback muito importante, como podemos ver nesse depoimento que selecionei vindo de uma das executivas da montadora. “A Digitalents é uma parceira estratégica para o desenvolvimento digital da nossa empresa, gerenciando os projetos e iniciativas da área que impactam diretamente no resultado do negócio. Também suporta na interface com os diversos fornecedores digitais da empresa, conduzindo processos de maneira transparente e com alto nível de profissionalismo”, ressalta. E você? Gostaria de entender um pouco mais como funciona o significado de outsourcing aplicado no seu modelo de negócio? Nosso time está pronto para conhecer cada etapa de sua área de atuação, para propor uma atuação estratégica na condução de etapas secundárias de sua operação. Assim, é possível ter um planejamento sólido e eficaz em marketing digital e outros processos, enquanto a força de trabalho de sua equipe pode ficar focada na realização das entregas do seu core business. Vamos conversar? Clique aqui.

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GA4 | Google Analytics: a atualização que sua empresa não pode ignorar.

GA4 e Google Analytics – Não fique para trás, descubra as vantagens do novo GA4 que começa agora em julho e as transformações para a análise de dados. O Google Analytics é uma ferramenta indispensável para empresas que desejam obter insights valiosos sobre o desempenho de seus sites e aplicativos. Com o lançamento do novo GA4 (Google Analytics 4), é crucial que os profissionais de marketing e proprietários de negócios fiquem atentos ao prazo final para a transição. Neste artigo, discutiremos as principais mudanças trazidas pelo GA4, como instalar a nova versão e as consequências que as empresas podem enfrentar caso não realizarem a atualização a tempo, uma vez que a mudança está prevista já para o início de julho. O GA4 representa uma transformação significativa em relação à versão anterior, o Universal Analytics. Aqui estão as principais mudanças que você precisa conhecer: Modelo avançado de dados: o GA4 utiliza um modelo de dados flexível e centrado no usuário, permitindo uma compreensão mais profunda do comportamento dos usuários em várias plataformas e dispositivos. Rastreamento baseado em eventos: prioriza o rastreamento baseado em eventos, registrando cada ação do usuário. Essa abordagem fornece uma visão mais detalhada das interações do usuário e possibilita análises personalizadas. Integração com aplicativos móveis: o GA4 possui integração nativa com aplicativos móveis, permitindo que as empresas coletem dados abrangentes sobre o engajamento dos usuários em seus aplicativos e sites. Privacidade e conformidade: o novo modelo foi desenvolvido com foco na privacidade e conformidade com regulamentações de proteção de dados. Ele oferece recursos aprimorados de anonimização de dados e opções de controle para os usuários. GA4 e Google Analytics Consequências de não se atentar à atualização Se as empresas não se atentarem à atualização para o GA4 dentro do prazo estabelecido, podem enfrentar algumas consequências negativas. A perda de dados históricos é uma das principais consequências ao não migrar para o GA4. As empresas correm o risco de perder dados históricos valiosos do Google Analytics. Essas informações são essenciais para compreender padrões, tendências e insights sobre o comportamento do usuário ao longo do tempo. Falta de recursos e suporte é um outro ponto de atenção. À medida que o Google direciona seus esforços para o desenvolvimento contínuo do GA4, os recursos e suporte são direcionados para a nova versão. Isso pode resultar em uma diminuição gradual de atualizações e melhorias para a versão anterior, Universal Analytics. Incompatibilidade com recursos futuros também deve ser observada. Os recursos e integrações futuras do Google serão projetados especificamente para o GA4. As empresas que não realizarem a transição perdem, portanto, a oportunidade de aproveitar essas melhorias e recursos avançados que podem impulsionar a análise de dados e desempenho geral. O que as mudanças no Google Analytics representa para as empresas? A transição para o GA4 é crucial para empresas que desejam continuar aproveitando os benefícios do Google Analytics. Ao adotar o novo GA4, as empresas podem: Obter insights aprofundados: o GA4 fornece uma visão detalhada do comportamento dos usuários, permitindo que as empresas compreendam melhor suas necessidades e preferências. Personalizar análises: com o rastreamento baseado em eventos, as empresas podem personalizar análises e métricas de acordo com suas metas e objetivos específicos. Aprimorar o marketing digital: o GA4 permite uma compreensão completa do desempenho de campanhas de marketing, desde anúncios até o envolvimento dos usuários em diferentes canais. Passos para instalar o GA4: Crie uma propriedade GA4: acesse a plataforma do Google Analytics e crie uma nova propriedade GA4 para o seu site ou aplicativo. Siga as instruções fornecidas pelo Google para configurar corretamente essa propriedade. Adicione o código de rastreamento: após criar a propriedade GA4, você receberá um código de rastreamento exclusivo. Esse código precisa ser adicionado a todas as páginas do seu site ou no código-fonte do seu aplicativo móvel. Certifique-se de seguir as instruções específicas fornecidas pelo Google Analytics para garantir a instalação correta. Configure eventos personalizados: identifique os eventos principais que você deseja rastrear no seu site ou aplicativo. Isso pode incluir cliques em botões, envio de formulários, reprodução de vídeos, entre outros. Utilize a documentação do Google Analytics para implementar a configuração desses eventos personalizados. Teste e verifique a coleta de dados: após a instalação do código de rastreamento e a configuração dos eventos personalizados, é essencial realizar testes para garantir que os dados estejam sendo coletados corretamente. Verifique se os eventos estão sendo registrados adequadamente nos relatórios do GA4. A transição para o GA4 (Google Analytics 4) é um passo crucial para empresas que desejam continuar aprimorando suas análises de dados e aproveitando os recursos avançados oferecidos pela plataforma. Ao se atentarem ao prazo final e realizarem a instalação adequada do GA4, as empresas podem obter insights mais profundos, personalizar análises e melhorar sua estratégia de marketing digital. Não deixe de atualizar sua versão do Google Analytics para aproveitar todos os benefícios que o GA4 oferece. Entre em contato com a Digitalents para saber mais.Clique aqui! Clique aqui e saibe mais! 

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Mulher contratando pessoas e trabalhando dentro do setor de RH
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7 benefícios do Headhunting para sua empresa

No início do ano, o LinkedIn divulgou seu relatório com as 25 posições profissionais de maior destaque em todo o mundo. O resultado nos ajuda a entender os benefícios que o headhunting pode trazer. O apanhado tem como base o número de vagas disponíveis nesses segmentos, o que mostra a dificuldade de preenchimento dessas funções no mundo corporativo. Por outro lado, denota que habilidades no segmento do Marketing são requisitos em 30% delas. E aqui falamos de características como marketing digital, outbound marketing, marketing de conteúdo, e-commerce – e muitos desses anúncios são para nível executivo. Em um mundo cada vez mais digital e líquido, citando aqui o sociólogo polonês Zygmunt Bauman, os postos estratégicos das empresas devem estar preenchidos por talentos que alavanquem a operação. E aí entra o hunting, um método de recrutamento que está no DNA da Digitalents. E a equipe de recrutadores da Digitalents revela com exclusividade os 7 benefícios que o headhunting oferece para o mercado e, é claro, para a sua empresa. Mas, para quem ainda não é iniciado no assunto, que tal entender um pouco mais esse tema? O que é Headhunting (Hunting)? O termo em inglês é amplamente utilizado no universo corporativo mundial para denominar o método de recrutamento de talentos, que tem por base técnicas de seleção, mapeamento e interação que resultam em índices elevados de eficiência. Os procedimentos de identificação e abordagem desse tipo de especialista, numa prática também chamada de talent hunting, costuma ser relacionada com cargos de liderança e alta gerência. Se você se interessa por um aprofundamento nesse tema, leia um artigo que traz mais detalhes sobre headhunting e o que faz um headhunter.  Nesses casos, também chamados de executive search, a crescente demanda de profissionais vinculados a áreas como a de marketing digital tem dificultado esse preenchimento: é desafiador encontrar candidatos altamente qualificados. Para se ter uma ideia desse impacto, basta ver a pesquisa Maturidade do Marketing Digital e Vendas no Brasil, datada de 2021, que mostrou que, das empresas brasileiras ouvidas, 94% afirmaram explorar o marketing digital como estratégia de crescimento. Quer entender os benefícios que o headhunting pode oferecer nesse processo? Confira a seguir. Faça boas contratações Headhunting e os benefícios que ele opode trazer: 1. Conhecimento técnico: Mapeamento, recrutamento e seleção são habilidades que fazem parte do escopo da carreira do headhunter (recrutador). Para chegar a esse objetivo com excelência, esses profissionais absorvem conhecimentos técnicos em diversas áreas, o que lhes permite identificar os melhores talentos para ocupar a alta gerência e cargos de liderança. Isso significa optar por alguém que vai fazer um processo de executive search, que pode avaliar as competências, entender os pontos fortes da formação acadêmica e a experiência na carreira dos possíveis candidatos. 2. Habilidade de análise de dados: O processo de identificação do match ideal para a posição em aberto na empresa requer uma análise criteriosa de uma base gigantesca de dados. Um dos benefícios do headhunting nesse aspecto é o de contar com especialistas na coleta e análise dessas informações, tais como: histórico profissional; habilidades técnicas; análise comportamental; metas pessoais do candidato; entre outras. Nessa equação, será possível identificar as características essenciais para a sua corporação. 3. Pensamento estratégico: O olhar de um recrutador vai muito além do imediatismo, como se fosse o preenchimento de um checklist. Hunting em Recursos Humanos (RH) é uma prática que visualiza o presente e o futuro daquela função para o contexto global do contratante. Isso vai ser decisivo para combinar os interesses do possível candidato à cultura da empresa, que é o fato presente na nossa dica seguinte. 4. Alinhamento do perfil à cultura da empresa: Por mais que existam correntes que defendam que a adaptação é um processo natural, e que as chances são muito grandes de que isso ocorra após a contratação, é importante notar outro viés para essa proposta. O headhunting em RH tem a capacidade de alinhar o perfil do candidato à cultura da organização. Candidatos que, previamente, compartilhem dos valores e da missão da instituição que está anunciando a vaga, têm mais chances de encarar uma jornada mais harmoniosa e produtiva. 5. Assertividade na contratação com diminuição do turnover: Chamamos de turnover a alta rotatividade de pessoal. Isso denota a dinâmica que envolve o desligamento de empregados e a subsequente substituição do posto (às vezes, nem tão rápida assim). Uma escolha assertiva na hora da contratação implica, consequentemente, na diminuição dessa ocorrência nas posições oferecidas. Isso aumenta a satisfação dos colaboradores e, também, a solidez no desenvolvimento das atividades daquele setor. 6. Olhar acurado para encontrar os melhores talentos: Vamos aqui usar o exemplo recente da PepsiCo. Desde o final do ano passado, o CEO da empresa norte-americana de alimentos, snacks e bebidas é Zein Abdalla que, anteriormente, era presidente-executivo da marca na Europa. Ele entrou no lugar de John Compton que, por sua vez, assumiu a presidência executiva da operadora de paradas de caminhões Pilot Flying J. Note que ambos os executivos estavam em operações de lideranças anteriores e que, nesse exemplo, foram admitidos em novas posições, com novos desafios (na mesma companhia ou, ainda, em organizações totalmente diferentes). O olhar do hunting no RH está preparado para esse tipo de situação: buscar as competências necessárias para a condução, com sucesso, dos mais diversos negócios. 7. Experiência para entregar todas as fases de um processo seletivo de qualidade: Por fim, falamos também da capacidade de imprimir experiência, transparência, segurança e seriedade em todo o processo de seleção. No caso da Digitalents, agência com forte expertise no mercado de recrutamento, essa assessoria já começa desde a forma como anunciar a posição, até as etapas finais, de entrevista e escolha do candidato ideal. Ter a experiência de um headhunter nessa jornada, significa trazer eficácia e qualidade a cada passo da seleção de talentos para sua empresa. Uma agência de headhunters feita sob medida para suas vagas: Você gostaria de conhecer o trabalho que desenvolvemos na Digitalents? Gostaria de buscar as melhores soluções em recrutamento para

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Branding no mercado digital: como construir e fortalecer sua marca

Branding no mercado digital: em uma definição mais simples de Branding, podemos dizer que é o conjunto de ações alinhadas para criar e fortalecer o posicionamento, propósito e valores da marca. O branding permite definir o valor e se diferenciar dos concorrentes: pela logomarca, qualificação de sua equipe, qualidade do serviço prestado e construção de uma identidade sólida. Esse não é um conceito novo, mas norteia a atividade e o sucesso de uma série de marcas globais e, ainda, pode ser aplicado em qualquer tipo de negócio – inclusive o seu! E nos dias atuais, é impossível tratar desse assunto e não abordar o conceito de digital branding (ou branding no ambiente digital). Branding no mercado digital: Alinhado com o atual momento tecnológico e de divulgação de informações, era natural que as empresas migrassem os efeitos que seus produtos e serviços causam, também, para esse universo digital. O Branding no mercado digital é o processo de usar ativos desse ambiente na construção de uma identidade on-line para a marca, que vai permear qualquer canal de comunicação/divulgação de conteúdos, como websites, perfis de redes sociais, anúncios e marketing de conteúdo. Qual a relação entre branding e marketing digital? As ações e estratégias de marketing digital da empresa devem, obrigatoriamente, “conversar” com os pilares que estruturam a marca. Não faz o menor sentido, por exemplo, que uma marca como a Adidas efetue ações que não tenham relação com aspectos como esporte, performance, estilo etc. Sendo assim, com uma estratégia de branding bem definida, as ativações de campanhas de marketing digital tendem a ser mais ricas, com a construção de uma presença forte nos meios virtuais. Marketing digital tem, em sua essência, a missão de capturar leads nesse universo e, assim, poder vender produtos. Enquanto isso, o branding digital tem como objetivo construir relações e engajar os possíveis clientes com a força da marca. Existe aí uma relação de influência entre os assuntos: Veículo – O marketing digital é uma via importante para criar e manter sua marca no digital. Permite que sua identidade seja altamente propagada em espaços digitais como, por exemplo, as redes sociais;   Identidade – Criar o branding digital deve vir antes da ação de marketing digital. Isso se deve ao fato da importância de ter uma “marca” e uma identidade para que, a partir daí, sejam produzidos os anúncios e interações;   Profundidade – Esse tipo de construção de marca gera uma conexão profunda entre o possível cliente e seu negócio. Como consequência, nos anúncios on-line, eles serão personas que vão pensar um pouco antes de “pular” a propaganda. Estratégia de marca: Para iniciar essa conversa, nada melhor do que um planejamento. A Digitalents tem em seu portfólio cases relacionados a consultoria em branding e marketing digital. Nessa jornada, um posicionamento estratégico para seu negócio significa, prioritariamente, a transmissão dos seus valores e propósitos. Isso pode acontecer através de pontos centrais nessa relação. Veja os eixos mais importantes: Personalidade: Quais as características que compõem os adjetivos dados à sua marca. Essa construção possibilita uma imagem clara do que seu negócio oferece e representa, na visão dos consumidores. Muitas vezes, traçar esse perfil significa utilizar características humanas. Quer um exemplo? A gigante de lanchonetes e bebidas, Starbucks, desenvolveu uma personalidade extrovertida para a sua marca – além disso, é bastante pessoal: note o detalhe de escrever o nome do cliente em cada copo de café. Voz: Construção semelhante acontece na criação do tom de voz. Isso pode aparecer de acordo com o perfil do seu público e, também, seu comportamento ao consumir o produto. Seja em conversas casuais ou nas palavras-chave utilizadas na internet. Existem casos em que o uso dos emojis (emoticons) aproximam e engajam. Outros, podem ser tons equivocados, que não combinam com a identidade previamente construída. Canais de conteúdo: No branding digital, esses dois itens representam a via para a estratégia de marketing digital e para colocar em prática todos os conceitos de construção e fortalecimento de marca. Nesse ponto é o momento de encontrar qual o melhor caminho e formato para divulgação dos seus conteúdos. Aqui vão alguns exemplos: Website e/ou blog YouTube; Facebook; Instagram; WhatsApp; TikTok; Newsletters; E-mail marketing; E-books ou guias; Webinars; Lives; Entre tantos outros. O conteúdo é o que vai dar visibilidade para sua marca e, assim, otimizar sua estratégia de branding. Lembre-se: o conteúdo quanto bem escrito, com boas fontes e uma entrega rica para quem recebe, permite converter a empresa de forma perene, em autoridade no assunto em que atua. Isso é uma grande conquista para o branding (digital ou não).  Elaborar uma estratégia de branding e, ainda, obter uma consultoria em marketing digital pode fazer a diferença no processo de alcançar mais clientes e, assim, fazer com que seu negócio ganhe escala. É sempre importante lembrar que o mercado digital possibilita uma ampliação do impacto de suas mensagens – e não estar com sua empresa alinhada a essas oportunidades é não aproveitar todo o potencial da sua marca. Vamos conversar sobre o assunto e estruturar os próximos passos dessa jornada? Clique aqui e fale conosco.

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marketing de conteúdo - marketing - consultoria - conteúdo digital
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Marketing de Conteúdo: crie para obter resultados

Quer exemplos de sucesso de como criar marketing de conteúdo? O Blog da Digitalents vai lhe dar ideias de como criar marketing de conteúdo, sempre com a premissa de que isso seja algo relevante; além disso, vamos falar sobre como distribuir esse material da melhor forma para seu público-alvo. Antes de criar marketing de conteúdo: O ato de criar marketing de conteúdo, em um projeto sólido, com todo o planejamento necessário, representa apenas uma das etapas de uma jornada maior e mais detalhada. A Digitalents se estabeleceu no mercado como uma consultoria de marketing digital, com foco em planejamento e implementação de ações sempre de forma estratégica. E nesse fluxo de ações, estão diversas etapas que devem ser estabelecidas para o sucesso de uma marca e de seus negócios: Definir os objetivos; Estabelecer KPIs; Conhecer bem sua audiência; Escolher o melhor canal de divulgação; Escolher o conteúdo ideal; Criar Marketing de Conteúdo; Distribuir Marketing de Conteúdo; Acompanhar e colher os resultados. Definir os objetivos: Olhando para uma visão macro: qual o objetivo dessa ação de criar marketing de conteúdo? Essa resposta envolve, também, a essência do seu negócio, empresa ou instituição. Seja para o consumidor, seja para o mercado B2B, essa etapa é a origem de toda a estratégia. Ou seja, se sua empresa não conseguir deixar claro qual é o objetivo dessa ação talvez seja melhor nem iniciar este trabalho. Saiba mais Estabelecer KPIs: Se você ainda não tem familiaridade com esse termo, KPIs é a sigla para a expressão em inglês key performance indicators, ou seja, os indicadores-chave de desempenho. É necessário estabelecer quais são as métricas mais importantes, que estejam alinhadas com os objetivos previstos, pois elas serão transformadas nos KPIs. Em tempo, os mais comuns são: Taxa de conversão; ROI (Retorno sobre Investimento); CAC (Custo de aquisição de cliente) e CPL (Custo por lead), entre outros; Atingir uma receita específica; Conseguir mais clientes/leads; Obter mais acessos no site, seguidores etc.; Entre outros. Quer entender mais sobre métricas e KPIs? Leia nosso artigo!  Conhecer bem sua audiência: Qual o público que busca os seus negócios? Que informações esse público precisa? Quais as “dores” que ele busca resolver? A marca austríaca de bebidas energéticas, Red Bull, se consolidou como “a rainha” do content marketing em vídeos, filmes, áudio e material impresso. Há uma característica em comum de todos os seus conteúdos: são assuntos ligados a esportes radicais. Quem não tem a menor conexão com esse tema, não vai consumir esses materiais. Isso só reforça: é preciso definir e ter o maior número de informações possíveis sobre o perfil de sua audiência. Escolher o melhor canal de divulgação: Existem diversas maneiras de ter uma percepção sobre qual o canal ideal para criar marketing de conteúdo sobre sua empresa, produto ou serviço. Um dos mais simples e primários está no próprio Google Analytics de sua página. Basta clicar em Aquisição > Redes Sociais > Visão Geral. Nesse processo, será possível visualizar de onde estão vindo os principais acessos, quando falamos em redes sociais. Existem outros caminhos que podem ser explorados, além do Facebook, Instagram e WhatsApp, como o YouTube, TikTok, Pinterest, Google Ads, blog ou e-mail marketing. Como falamos inicialmente, tudo depende de uma estratégia bem estabelecida com os interesses da sua marca. Vamos conversar sobre esse assunto? Escolher o marketing de conteúdo ideal: Como se fosse em uma escala, as respostas dos itens anteriores vão definir a escolha ideal para o tipo de conteúdo a ser explorado em sua estratégia de content marketing. Para um público que se interessa por informações mais detalhadas, a ponto de dedicar alguns conteúdos para a leitura sobre o tema, os artigos de blog são recursos poderosos. Eles se posicionam de forma estratégica em buscadores de internet como o Google e o Bing, sendo, assim, encontrados quando as pessoas escrevem suas perguntas on-line. Além disso, constituem um material relevante que pode ser divulgado nos mais diversos canais, como e-mails, postagens em redes sociais, etc. Públicos mais jovens e dinâmicos tendem a ser mais propensos às experiências em vídeo – sejam eles mais longos, para o YouTube, ou mais curtos para TikTok e Reels. Enfim, tudo isso deve ser submetido a uma análise estratégica criteriosa. Criar Marketing de Conteúdo: A partir do mapeamento desenvolvido, estabelecemos um processo sólido para, finalmente, criar marketing de conteúdo para a sua empresa. Os passos anteriores são fundamentais para que sua proposta tenha o alicerce necessário com o DNA de seu negócio e que não seja, apenas, uma produção desenvolvida às cegas. Muito importante: não importa o canal, nem o tipo de conteúdo escolhido, é fundamental que esse produto seja relevante e entregue uma experiência enriquecedora a quem vai recebê-lo. Distribuir Marketing de Conteúdo: A distribuição do marketing de conteúdo é tão importante quanto a sua criação. Afinal, é preciso que essa mensagem alcance a quem ela vai fazer a diferença, gerando leads e possíveis conversões. Nessa etapa entra a escolha da melhor ferramenta e, ainda, o acompanhamento constante de cada momento da ação. Nesse aspecto, é fundamental a Gestão de Marketing Digital, para analisar e executar, com planejamento, todas as propostas estabelecidas. É importante, também, definir fluxos relacionados ao impulsionamento desses materiais nas redes e plataformas, com o objetivo de maximizar o alcance e otimizar os resultados – esse papel tem sido desempenhado por profissionais de gestão de tráfego. Acompanhar e colher os resultados: Uma vez no ar, após criar marketing de conteúdo, é hora de acompanhar cada resultado obtido. Isso se dá com procedimentos de geração e acompanhamento de leads. O uso de métricas vai proporcionar um controle maior e uma linha histórica de resultados obtidos o que possibilitará revisar sua estratégia sempre que necessário, buscando melhores resultados. Criar marketing de conteúdo de sucesso é isso. Quer ajuda para conduzir todas essas ações em sua empresa? Fale com a gente. se o site for wordpress pode colar esse endereço no post que ele faz um thumb legal Saiba mais

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Big Techs e demissões em massa. Faça uma boa gestão!

Você tem lido notícias de demissões nas big techs nos últimos tempos. Em massa, com números robustos e envolvendo diversos perfis de corporações. Mas talvez não tenha estabelecido, em conjunto, alguns pontos de atenção e ideias que vamos te apresentar a seguir. Note o quanto esses dados são impressionantes. Para se ter uma ideia do impacto, entenda que, no final de 2022, empresas do calibre de Amazon, Facebook, Cisco e Twitter fizeram grandes desligamentos de profissionais. Chegou o ano de 2023 e… Recuperação e novas contratações? Nada disso. Mais demissões nas big techs. Engrossaram a lista: Google, Microsoft, Amazon (mais uma vez), Salesforce, Dell, IBM, SAP, Zoom, Pay Pal além de algumas startups nacionais, como Me Poupe, Solfácil e outras. Será que estamos vivenciando uma crise econômica tão intensa, a ponto de promover essas movimentações? Ou, então, trata-se de uma readequação de um cenário que foi inflado por conta da pandemia do coronavírus? Será que a Inteligência Artificial já estaria por trás dessas demissões? Digamos que a resposta pode ter certa relação com os fatores acima, mas não se trata apenas disso. Neste artigo, o Blog da Digitalents traz alguns insights para o seu dia a dia sobre essa dinâmica que vem acontecendo ao redor do mundo. Além disso, a ideia é aproximar essa realidade de suas rotinas corporativas: que lições podem ser tiradas para a gestão da sua equipe? Big Techs. Por que as demissões em massa acontecem? Se o ponto em questão é financeiro, é fácil imaginar a seguinte correlação: as empresas não estão lucrando ou expandindo e, por isso, estão demitindo. Análises financeiras recentes mostram, por exemplo, que o Twitter vem enfrentando problemas organizacionais por conta da redução da receita. No entanto, outros grupos não se enquadram nesse cenário. A Meta, por exemplo, que é a companhia que engloba marcas como Facebook, Instagram e WhatsApp, fez impressionantes U$ 23 bilhões apenas no ano passado. A Microsoft conseguiu ultrapassar os U$ 70 bi, índice que a colocou na segunda posição no índice das 500 companhias mais lucrativas, estabelecido pela Standard & Poor (S&P 500), perdendo apenas para Apple. Mas qual o porquê das demissões nas Big techs São diversas variáveis. Além de casos de redução de receita, como citado anteriormente, o setor de tecnologia foi impactado de forma severa por problemas como: Mudanças no comportamento/tendências do consumidor; Queda de investimento por parte de anunciantes; Quesitos econômicos como aumento da taxa de juros; Uso de Inteligência Artificial começa substituir algumas atividades e funções; Entre outros fatores. Desligamentos em ondas Em texto recente da respeitada revista norte-americana The Atlantic, o fenômeno das demissões nas big techs é colocado de uma forma inusitada e preocupante. Utilizando-se do termo “copycat layoffs” para a onda, algo como “desligamentos por imitação”, o artigo assinado pela integrante do staff, Annie Lowrey, opina que essas companhias não tinham de estipular essa redução de pessoal, mas, sim, escolheram fazer isso. Ao notar que empresas semelhantes estão dispensando pessoas, gestores podem fazer o mesmo sem receber a mesma intensidade de pressão da opinião pública, tensão que costuma causar danos irreparáveis para a reputação do negócio. Quando muitas estão fazendo isso ao mesmo tempo, toda essa carga passa a ser dividida, fragmentada. Trata-se de uma decisão que pode ser executada de forma mais direta, também, nas reuniões de conselhos e sob o olhar dos investidores. Lições para a gestão da sua equipe Todas essas mudanças em recursos humanos das gigantes da tecnologia podem, sim, gerar reflexos na gestão da sua equipe e nas formas como serão conduzidos os negócios. Há mais de dez anos, a Digitalents estabelece consultorias corporativas, com expertise nas nuances e peculiaridades do mercado digital. Essa experiência evidencia um fato: mudanças dessa natureza devem ser conduzidas de forma totalmente estratégica. Etapas primordiais como a contratação de talentos e a estruturação das equipes passam por essas competências que devem receber a atenção necessária para obter bons resultados futuros. Para encarar esses desafios, nosso time de consultores selecionou alguns pontos importantes que devem ser considerados ao repensar a estrutura de sua equipe. Consultoria para repensar a estrutura de seu time PlanejamentoJá foi citado, mas é importante repetir. Toda mudança deve ser estratégica, ou seja, ter sido pensada antes de sua execução, com um objetivo claro a ser atingido. Transparência é fundamentalEmpresas que executam mudanças às escuras costumam ter receptividade negativa do público externo e interno. É sempre ruim a experiência quando não se estabelece uma política de comunicação transparente, sendo que as informações fluem de maneira distorcida pelos corredores e grupos de WhatsApp. Empodere sua equipeTodo processo de restruturação costuma ser traumático. Mesmo que bem planejadas, demissões costumam deixar rastros de desafios como ansiedade, sobrecarga de trabalho e desconfiança por parte dos empregados. Planeje, execute e comunique uma política que fortaleça a visão que os gestores esperam com essas mudanças, de forma a valorizar e respeitar quem ficou. Cultura organizacionalMudar a cultura de uma organização é um desafio e tanto. Quando necessária, essa dinâmica passa por uma série de obstáculos para ser colocada em prática. Ao atingir seu objetivo, esse tipo de implementação costuma ser decisiva para obtenção de bons resultados Por serem profundas e atuarem diretamente na operação, muitas vezes, essas mudanças tendem a ser mais difíceis de serem executadas sob uma perspectiva mais internalizada. Por isso, um fator de acompanhamento e condução, como a consultoria da Digitalents pode ser fundamental em momentos-chave como na seleção e contratação dos melhores talentos, com base em nossa equipe de headhunters especialistas. As demissões nas big techs estão acontecendo em grande número e é preciso que você, gestor, faça uma avaliação interna urgente de seu time e de seus processos. E é primordial que esse tipo de análise seja feita com quem entende desse segmento tão específico como o mundo digital nos dias de hoje. Vamos conversar sobre formas de otimizar a gestão estratégica da sua equipe? Fale conosco agora mesmo clicando aqui. + Leia também: Por que contratar um Headhunter para as suas vagas?

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Headhunter: por que contratar para suas vagas?

Compreender o cenário e, principalmente, o momento do mercado digital é um diferencial na hora de encontrar talentos para seu negócio – entenda por que contratar um headhunter e como a Digitalents vai te ajudar  nessa jornada. Recentemente, uma notícia em um site especializado em Recursos Humanos alertava que 20 mil posições da área de tecnologia da informação (TI) ainda aguardavam o preenchimento no Brasil. Diante desse tipo de informação, por que contratar um headhunter pode ser importante para a ocupação ideal das vagas de trabalho oferecidas por sua organização? Da mesma forma que se ouve falar muito do grande número de oportunidades nesse setor, existem, também, as reestruturações, que costumam resultar em um alto número de desligamentos: nos últimos seis meses, demissões em big techs como Amazon, Google, Meta e Microsoft ficaram na casa de 50 mil pessoas. Nesse ambiente de extremo turnover, passa a ser fundamental ter recursos eficientes para substituir essas posições, com o objetivo tanto de manter a operação de qualidade quanto expandir os negócios. O exemplo dado citou casos de corporações gigantes, mas a dinâmica é a mesma no mundo corporativo como um todo – em especial no mercado digital. São essas perspectivas que este artigo tem o objetivo de esclarecer. Mostrar os diferenciais de um processo de seleção ao contratar um headhunter especializado, com seu olhar estritamente voltado para essa busca, que traz vantagens para essa dinâmica, em comparação com um recrutamento convencional. O que faz um headhunter especializado: Encontrar os melhores candidatos para trabalhar nas empresas. Essa seria a forma mais simples de resumir a função básica desse tipo de profissional no mercado. No entanto, contratar um headhunter vai muito além disso – significa firmar a parceria com alguém especialista em identificar grandes talentos, cujas competências vão estar alinhadas com as qualificações e habilidades específicas para um determinado posto de trabalho. E aqui nós vamos ter dois tipos de atuação: desde uma busca em equipe, com uma consultoria especializada para identificar e selecionar esses candidatos; ou, ainda, uma atuação mais individual, personalizada, feita por pessoas que têm essa expertise quase como a de “mineração”, em busca da extração de pedras preciosas para a operação dessas corporações. E como chegar até esse candidato ideal? São diversos os caminhos, alinhados com a perícia que os headhunters adquirem durante sua carreira, que são verdadeiros diferenciais nesse processo. Dentre as ferramentas possíveis, estão as que, de fato, são soluções voltadas para essa busca de talentos, até as poderosas redes de networking, de onde é possível a identificação de contatos e indicações valiosas para as missões corporativas. Contato vai além da contratação: Um headhunter “raiz”, vamos chamar assim, tem a busca por talentos como função essencial de sua atuação. Isso faz com que ele seja um especialista em encontrar os mais diversos especialistas – em praticamente todas as áreas de uma companhia. Para isso, estamos falando de um trabalho que não acaba, automaticamente, assim que o candidato chega até a vaga específica e é, enfim, contratado. Nada disso. O headhunting, também conhecido no mercado como executive search, na prática, vai além da contratação. Contratar um headhunter significa estar em contato direto como uma rede complexa e completa de contatos. Mesmo após a finalização do processo, esse candidato ainda vai fazer parte do acompanhamento do responsável por sua “descoberta”. Como ele está na nova empresa, que cargo está ocupando, foi promovido, está descontente? São os tipos de status que estarão, frequentemente, no radar de quem os selecionou. É muito comum aquela conversa rotineira com contatos antigos, para saber quais os rumos de sua trajetória profissional no momento. Headhunter e as melhores propostas: Uma diferença central na atuação dos headhunters quando comparados com os serviços de recrutamento menos especializados é a acurácia desse encontro entre a posição que precisa ser preenchida, com os melhores candidatos. Isso ocorre pelo fato de que esse contato acontece com situações concretas de ambas as partes. Não se trata de uma relação de tentativas para buscar erros ou acertos. As vagas costumam ser bastante atrativas, com os melhores benefícios, sendo os possíveis candidatos selecionados portadores de um sólido currículo e as habilidades necessárias para o posto. Nesse mercado não há espaço para sorte ou o chamado “achômetro”. entre em contato Vantagens de contratar um headhunter para encontrar talentos Existem benefícios que apenas um profissional especializado em hunting pode trazer no momento de selecionar o melhor nome para atuar em uma posição sênior de sua empresa. Selecionamos algumas dessas características que, apesar de parecerem conceitos básicos quando lidos individualmente, compõem um conjunto poderoso para seleção de candidatos no mercado. Para compor a listagem abaixo, reunimos insights fornecidos pela equipe de headhunters da agência Digitalents. 1.   Conhecimento do mercado digital O mundo do trabalho mudou, drasticamente. Hoje em dia, é fundamental entender novas formas de relacionamento das pessoas com a corporação, já que paradigmas foram quebrados em todos os aspectos desse processo, na contratação, entregas, promoções e rotinas diárias. É impossível continuar os processos de seleção de talentos nos mesmos moldes que eram feitos antes da pandemia da Covid-19. Essas características e exigências que as empresas passaram a adotar devem estar no escopo de todo processo de hunting. Isso significa ter em mente quais as novas estruturas desse cenário mundial e, ainda, compreender o papel de cada indivíduo no funcionamento dessa operação. 2.   Cultura da empresa Uma posição de destaque em uma companhia vai muito além da função, competências e remuneração. Estar em um posto de trabalho dessa natureza corresponde integrar uma engrenagem muito maior, que leva em conta a missão, visão e valores dessa organização. O headhunter especialista sabe disso. Com o pleno entendimento da cultura e demais características da essência dessa organização, será possível selecionar candidatos que correspondam a essa expectativa. 3.   Onde estão os talentos Você sabia que, atualmente, estão em alta posições de destaque em áreas como diretor de Marketing e Inovação, gerentes de Marketing Digital, especialista em Tráfego, analistas e gerentes de SEO? Aqui neste link você encontra outras posições que

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Tendências para o RH na era digital

As mudanças no mercado de RH têm exigido um amplo conhecimento de tendências e novas tecnologias para atender às necessidades individuais e organizacionais na era digital. A transformação das empresas, a realocação de recursos e aceleração da digitalização e automação exigem um modelo mais flexível por parte dos profissionais. As empresas que desejam estar prontas para o futuro precisam focar em um crescimento sustentado na capacidade de aprender e inovar, de forma que a tecnologia possa contribuir com a rotina dos profissionais. O RH pode ajudar a impulsionar essa transformação facilitando as mudanças que vão auxiliar na tomada de decisões e na organização das atividades dentro do setor. A era digital proporciona às empresas a extração de informações úteis a partir do levantamento e compartilhamento de dados. Um RH mais analítico e estratégico pode garantir que os gestores tenham tempo para se dedicar ao core business da companhia. Um RH orientado a dados implica no uso de estatísticas, tecnologia, conhecimento e um grande volume de informações sobre a empresa para resultar em melhores estratégias para manter um alto desempenho. Com esses dados, fica mais fácil analisar os resultados das ações que já estão em andamento, bem como identificar problemas rotineiros e ter insights sobre medidas que podem ser adotadas para aprimorar alguns processos. A rápida disseminação da tecnologia digital está remodelando o mercado de trabalho. A geração de millenials está se tornando o grupo dominante no mercado, criando desafios para as organizações atenderem às suas necessidades. Um modelo mais flexível também ajudará a absorver as demandas das próximas gerações.  Com isso, um dos principais desafios para as companhias é reter talentos e evitar um alto índice de rotatividade, já que isso gera custos e afeta a produtividade dos negócios. Importância do People Analytics nas estratégias de RH A implementação de programas de People Analytics nas organizações permite, em processos de retenção, recolher e avaliar uma série de dados em tempo real, podendo assim identificar padrões de comportamento (desde os pessoais, de performance, dados relacionados com os motivos das saídas, etc). O People Analytics tem ganhado espaço como um dos pilares para o RH na era digital. Um recente estudo, citado pela Harvard Business Review, apontou que 70% das empresas usaram os resultados da ferramenta para aumentar a performance das equipes. O RH é a força motriz de muitas iniciativas: desde mapear talentos até gerenciar e manter equipes de alto desempenho. Assim, um RH orientado a dados influencia no recrutamento, na manutenção de uma cultura organizacional mais harmônica, em taxas de retenção e na previsão de necessidades futuras de contratação da organização. Saiba mais

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Tendências do e-commerce no Brasil

As vendas no e-commerce estão à beira de uma revolução, com várias tendências redefinindo completamente o que será necessário para ser uma empresa líder nos próximos anos. Apesar desse mercado não ser mais uma novidade, o que estamos vendo agora é um desejo do consumidor por mais do que apenas conveniência. Os novos tempos modificaram a maneira como os consumidores utilizam os canais digitais, já que estão, em boa parte, cada vez mais experientes e confortáveis em relação à tecnologia. Para as empresas, a oportunidade não está apenas em vender on-line. Trata-se de engajar proativamente clientes e consumidores finais – que são orientados pelo conteúdo –, criando experiências perfeitas e personalizadas, além de consistentes no e-commerce. Um exemplo da importância desse segmento é o faturamento das empresas com o e-commerce. O setor teve um aumento de 785% nos cinco primeiros meses de 2022 na comparação com o mesmo período de 2019, ou seja, antes do início da pandemia, segundo levantamento da consultoria SmartHint. As principais estratégias se destacam! Nesse aspecto, conhecer as principais estratégias de marketing digital é uma receita indispensável quando falamos sobre o futuro do e-commerce. Uma venda não é mais um negócio realizado uma única vez. Em um mundo de receitas recorrentes, as vendas precisam ser conquistadas diariamente. Envolver os clientes no futuro exige uma estratégia de vendas multicanal impulsionada por investimentos digitais otimizados, para atender às diferentes necessidades de clientes. QUERO APRENDER Nesse aspecto, os consumidores estão buscando por experiências que os coloquem no centro do processo de compra – experiências imersivas e contextualmente relevantes –, preenchendo a lacuna entre a loja e o on-line. As tendências do e-commerce: Atualmente, as vendas no e-commerce são orientadas por dados, habilitadas por ferramentas digitais, sustentadas por análises avançadas e focadas em realmente entender o “o quê, por que e quando”. Realidade aumentada: Uma das estratégias pioneiras e conhecidas é o ‘experimente antes de comprar’: ação de médio ou longo prazo para marcas que buscam engajar públicos mais jovens, melhorar a conversão e reduzir retornos. Experiências colocadas em prática no mercado mostram quão poderosa pode ser a visualização virtual de produtos, podendo aumentar as vendas e a propensão de compras. Machine learning: Nos próximos anos, as empresas usarão ainda mais análises avançadas e machine learning para abordar questões estratégicas fundamentais, como quais oportunidades de vendas buscar, onde alocar recursos e quais comportamentos priorizar para impulsionar a produtividade das vendas. Algumas das empresas mais inovadoras também estão experimentando agentes habilitados para a Inteligência Artificial que usam análise preditiva e processamento de linguagem natural para automatizar atividades iniciais de geração de leads (dicas para captar leads), como lidar com perguntas básicas de clientes e automatizar perguntas iniciais de pré-venda. Community Commerce: Community commerce ou e-commerce orientado ao criador consiste em construir relacionamento com criadores de conteúdo e com clientes para que eles falem – e vendam – seu produto. De maneira direta, esse tipo de ação promove o “boca a boca” digital, com uma pessoa próxima recomendando os produtos, além de gerar renda para o público e valor social para a marca. Já de forma indireta, – e mais expressiva –, o Community Commerce ocorre quando o próprio público viraliza um produto ou marca nas redes sociais, o que tem acontecido especificamente no TikTok. Metaverso: O metaverso é uma ferramenta nova, mas já aponta para uma ampla utilização no e-commerce para os próximos anos, sendo uma tendência para o mercado digital em 2023. À medida que a realidade virtual se torna mais difundida, as marcas vão explorar novas maneiras de se conectar com os clientes. Dentro do e-commerce, também veremos um aumento na demanda por experiências personalizadas. E o metaverso elevará as experiências personalizadas do cliente a um novo nível. Os consumidores poderão visitar as lojas virtuais em qualquer lugar e a qualquer hora. Assim como as marcas estão adotando as ferramentas para permitir a compra diretamente no Facebook, Instagram e TikTok, o metaverso provavelmente incluirá novas plataformas onde as marcas terão a oportunidade de vender. Com a proximidade do metaverso, as empresas ainda têm a oportunidade de começar a construir uma marca investindo pouco. Deixar para fazer isso nos próximos anos pode tornar os custos mais caros, além de encontrar uma maior concorrência no universo paralelo. NFT: NFT é a sigla para token não-fungível. Trata-se de um autenticador criado a partir da tecnologia blockchain com o objetivo de conferir identidade digital a um item, como imagens, músicas, vídeos, desenhos e até terrenos no metaverso. E diferente dos e-commerces que vendem produtos físicos, a estratégia surge como uma alternativa interessante, visto que o mercado de tokens não-fungíveis movimentou US$ 2 bilhões apenas no primeiro trimestre de 2022. Uma empresa pode adquirir uma série de vantagens ao comercializar um token não-fungível como aumentar os lucros e expandir os negócios, elevar o número de clientes, ampliar o portfólio de produtos e construir uma boa reputação no mercado. Inovação e tendências do e-commerce: Pensando em abordar aspectos fundamentais e as tendências de e-commerce para os próximos anos, a Digitalents, em parceria com a Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), vai promover um curso para ensinar e capacitar os alunos para posicionar, vender e crescer no mercado através de experiências, conhecimento e estratégias de marketing digital. As aulas serão presenciais ou on-line, no período noturno, com início previsto para 28 de novembro.

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