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Os Novos Comportamentos De Consumidores E Marcas Com O Advento Das Redes Sociais
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Os novos comportamentos de consumidores e marcas com o advento das redes sociais

O avanço tecnológico e, principalmente, o surgimento da internet, contribuiu para que o comportamento das pessoas passasse por fortes modificações nos últimos tempos. Essa mudança está presente em vários aspectos, mas se resume à facilidade de relacionamento gerada pelas novas possibilidades de comunicação. Essa facilidade começou com os fotologs, blogs e chats online – no formato, principalmente, de salas de bate-papo. Essas ferramentas eram utilizadas no dia a dia das pessoas, na função de “diários virtuais”: serviam para que fomentasse o relacionamento entre amigos e conhecidos. Nessa época, as pessoas se deslumbravam pela possibilidade de poder exaltar seu ego de maneira pública, mesmo que virtualmente. Aos poucos, essas ferramentas foram se modificando, ganhando força e sua utilidade passou a ser vista não apenas para uso pessoal, mas, também, para uso corporativo – dessa forma, as marcas passaram a se apropriar desses meios de comunicação para estabelecer um relacionamento com seu público. Mas, claro, isso não aconteceu do dia para noite – houve um longo processo de entendimento e adaptação. Fator essencial para esse processo foi o surgimento das redes sociais. Começou pelo orkut que, embora esteja obsoleto, foi importante para que as pessoas conhecessem as funcionalidades de uma rede social, se adaptassem a ela, reencontrassem amigos e fizessem com que esse tipo de rede se tornasse parte das suas vidas. Da mesma forma, foi importante para que as marcas começassem a perceber a força da internet – no Orkut, era possível que os usuários criassem comunidades específicas para falar sobre a marca e/ou um produto da marca. Nessas comunidades, havia tópicos que abordavam tanto questões positivas quanto questões negativas. Nesse ponto, as empresas que perceberam a força dessas comunidades e se manifestavam respondendo aos consumidores, saiam na frente. Da mesma forma, muitas marcas começaram a ser mais rápidas do que os usuários e, elas próprias, criaram a sua “comunidade oficial” – assim, o controle da comunicação e o gerenciamento da comunidade estavam nas mãos delas. Com a queda do orkut e ascensão do Facebook e Twitter – entre outras redes sociais também consideradas expressivas – a internet foi se tornando um ótimo lugar de relacionamento entre público e marca. O próprio Facebook colocou como regra que empresas não poderiam ter um perfil, mas sim, uma página. Dessa forma, criava-se um espaço exclusivo e convidativo para que empresas estivessem presentes nas redes sociais. Ao mesmo tempo, os consumidores começaram a perceber que também tinham força na internet e, dessa forma, a comunicação passou a ser uma via de mão dupla – utilizar as redes sociais para reclamar de um mau atendimento, de um produto com defeito, de problemas com a prestação de serviço, entre outros, mostrava-se muito mais eficiente do que ligar para o call center ou brigar pelos seus direitos no próprio estabelecimento. Isso, porque o alcance das redes sociais é extremamente abrangente – pessoas que estão em outra cidade e, até, outro país, podem ter acesso à sua reclamação. Além disso, dependendo da repercussão e do quão influente você é, essa reclamação pode se disseminar rapidamente, fazendo com que os mais diversos públicos – até quem não tem contato com a marca – fique ciente do ocorrido. Assim, se, antes, o consumidor tinha voz pouca ativa, com as redes sociais esse cenário muda e o consumidor ganha força. Da mesma forma, as redes passam a ser um ótimo local para fazer pesquisas de satisfação – o consumidor, ao procurar por um produto, não leva mais em consideração, apenas, o melhor preço, mas a reputação do produto, da marca e da loja onde pretende efetivar a compra. Ou seja, aquela marca que não cuida ou se preocupa com sua imagem nas redes sociais, pode ser seriamente prejudicada e perder consumidores. Dessa forma, podemos concluir que, considerando a relação entre público e empresa, as principais mudanças foram o poder de comunicação que as redes sociais deram aos consumidores, além da necessária mudança de posicionamento das marcas, já que, hoje, não basta que uma empresa tenha uma boa propaganda se o serviço prestado não acompanhar as promessas da marca, o que significa que, mais do que nunca, as marcas precisam agir com transparência e respeito aos seus consumidores. Por Sandra Turchi* e Tânia d’Ávila** *Sandra Turchi é Sócia-diretora da DIGITALENTS, consultora e palestrante sobre em Marketing Digital e E-commerce. Leciona no MBA da FGV em Marketing Digital e coordena diversos cursos de férias na área digital da ESPM-SP. Atuou como executiva de Marketing por mais de 20 anos e foi executiva de grandes empresas de diversos setores. Bacharel em Administração de Empresas pela FEA/USP, pós-graduada pela FGV/EAESP, possui MBA pela Business School SP com a Toronto University e estudou empreendedorismo na Babson College. Autora do livro “Estratégias de Marketing digital e E-commerce”, publicado pela Ed. Atlas em 2012. **Tânia d’Ávila é graduada em Relações Públicas pela FAAP, pós-graduada em Marketing e Comunicação Integrada pelo Mackenzie e cursou Docência com foco em Metodologia de Ensino Superior e Pesquisa pela FGV. Tem experiência na área de branding e, atualmente, trabalha com marketing digital na Digitalents.

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Persona Da Marca Parte Importante Da Estratégia Nas Mídias Sociais
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Persona da Marca: parte importante da Estratégia nas Mídias sociais

Todo relacionamento requer um nível de afinidade entre as partes para que se estabeleça um elo afetivo, social e uma interação. Os sentimentos e as relações interpessoais acontecem entre as pessoas e as marcas, já que reconhecemos nelas características psicológicas, comportamentais, emocionais e, até, de caráter. Baseados em nossas percepções, formamos opiniões e demonstramos sentimentos que podem ser facilmente compartilhados, o que se amplia hoje com as redes sociais. Por isso, cresce a importância de as marcas se tornarem cada vez mais humanas e personalizadas visando estabelecer um vínculo emocional mais forte e duradouro. Uma das principais estratégias para essa humanização é a criação do que chamamos de Persona da Marca, que deve ser debatida até mesmo antes da definição de seu logotipo. Essa persona leva em conta sua história, características emotivas e físicas, personalidade, valores e ideias compatíveis com as do seu público-alvo, que poderão ser alteradas com o tempo ao vivenciar experiências e aprender coisas novas. Além disso, é extremamente importante a empresa ter uma postura de transparência, principalmente quando a marca comete erros. A criação da Persona é uma estratégia de comunicação muito eficiente para obter lembrança de marca, permitindo um menor esforço de mídia (frequência) para a transmissão de uma mensagem, já que esta se dissemina de uma maneira muito mais natural entre os seus públicos. Segundo a Consultoria Digitalents é importante a empresa encarar o momento de criação da Persona da Marca como uma oportunidade para rever seus conceitos, valores e avaliar se os mesmos se refletem em suas ações para realizar mudanças e correções, caso seja necessário. Essa Persona, algumas vezes, se transforma num tipo de mascote, mas é necessário ressaltar que são coisas diferentes. Um exemplo disso é o Pinguim, da rede de lojas Ponto Frio, utilizado com a finalidade de promover engajamento e, até mesmo, diferenciação nas redes sociais, ele é a personificação da marca – o responsável por manter um relacionamento com os clientes – e prospects – aproximando-se do seu público, gerando identificação e empatia. Trabalhar dessa forma facilita a geração de um conteúdo com linguagem mais adequada ao público-alvo. Outro exemplo ocorre com o Magazine Luiza, que tem a “Lú”, um personagem que está presente nas redes sociais, no site da empresa recomendando produtos, além de ter o seu próprio blog num modelo de SAC 2.0, criado para fornecer conteúdo sobre produtos. De qualquer forma, a Persona da Marca se destacou na era das mídias sociais, quando a preocupação com relacionamento, conteúdo e transparência ganhou força. No entanto, poucas empresas ampliam sua atuação para torná-la a base da estratégia de relacionamento. Vale ressaltar também a importância de que esse posicionamento adotado nas mídias sociais reflita no atendimento off-line (lojas físicas). Para entender melhor o sucesso de certas estratégias, é importante ter um novo olhar para o consumidor e o seu comportamento: pouco tempo, dúvidas sobre uma grande variedade de produtos disponíveis e medo de errar nas suas escolhas. A solução encontrada por muitas pessoas é procurar por “especialistas”, pessoas reconhecidas num assunto específico, próximas e confiáveis, que possam lhe ajudar a minimizar os erros na tomada de decisão. É exatamente neste ponto que estratégias que tornam a marca mais humana se diferem das outras e, consequentemente, obtém vantagem competitiva. Afinal, as pessoas, hoje, são mais informadas, exigentes, demandam um relacionamento mais próximo e relevante por parte das empresas, ou seja, mais humano, transparente e orientado para seus próprios valores, que possibilite aproximação e troca de experiências para que sejam construídos fortes elos de encantamento, engajamento e fidelização. Por Sandra Turchi* e Renata Benigna** *Sandra Turchi é Sócia-diretora da DIGITALENTS, consultora e palestrante sobre em Marketing Digital e E-commerce. Leciona no MBA da FGV em Marketing Digital e coordena diversos cursos de férias na área digital da ESPM-SP. Atuou como executiva de Marketing por mais de 20 anos e foi executiva de grandes empresas de diversos setores. Bacharel em Administração de Empresas pela FEA/USP, pós-graduada pela FGV/EAESP, possui MBA pela Business School SP com a Toronto University e estudou empreendedorismo na Babson College. Autora do livro “Estratégias de Marketing digital e E-commerce”, publicado pela Ed. Atlas em 2012. **Renata Benigna atua como profissional de Mídia Online e Offline no segmento de telecomunicações e é especialista em Marketing Digital. Pós-graduada em Administração em Marketing pela FAAP e Comunicação com o Mercado pela ESPM, atualmente é estudante de pós-graduação em Ciência do Consumo na ESPM.

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O Mercado Brasileiro De Social Media Research
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O mercado brasileiro de Social Media Research

De acordo com o último relatório da ComScore, “2013 Brasil Future in Focus”, o Brasil, hoje, representa  35% da América Latina em usuários no Facebook. Do tempo despendido online pelos brasileiros (cerca de 27 horas, em média, por mês), 9,3 horas são em sites de redes sociais, das quais 93% são no Facebook. Percebe-se que há uma evolução no mercado de mídia social, agora mais maduro e pronto para implementar métricas, análises profundas de metadados, passando a entender a importância da Netnografia. Vale exemplificar alguns tipos de estudos realizados com pesquisas netnográficas nos diversos segmentos no mercado brasileiro. Esse tipo de pesquisa aplicada à indústria de bebidas teve como objetivo reconhecer os principais padrões comportamentais referentes à Geração Milênio, sobre o viés da música e tecnologia, no qual foi possível observar o seguinte: uso intenso das redes sociais, abertura de detalhes íntimos da vida pessoal, compartilhamento dos seus ídolos na música, jogos, filmes e também sua forte comunicação com amigos. O uso da tecnologia foi peça chave para compartilhar os momentos mais íntimos e importantes com os seus amigos. Em outro segmento, na indústria de seguros, o objetivo da pesquisa netnográfica era entender e identificar a jornada comportamental do corretor de seguros, como também a percepção da marca pelo olhar do consumidor. A jornada do corretor de seguros refletiu-se nas dificuldades de entrega do produto para o consumidor final na área de seguros de carros, ao mesmo tempo em que a percepção sobre determinada marca foi prejudicada devido aos problemas de comunicação interna e controle de qualidade. Neste caso, podemos observar a relevância da imagem perante a entrega do produto, como também, o papel do consumidor como fator principal, que deseja que o produto seja entregue de acordo com o prometido. Na indústria de cosméticos, por exemplo, a pesquisa netnográfica foi útil para entender o comportamento do consumidor em relação à marca. Neste estudo foram observadas as dificuldades da realização da venda direta devido às questões ligadas à logística e qualidade do produto. Ao mesmo tempo, na indústria de moda infantil, o foco da pesquisa netnográfica era identificar os principais padrões comportamentais de mães e a sua conexão com o seu primeiro filho. Neste estudo, as características são: a decisão de ser mãe, o planejamento da chegada do bebê e o equilíbrio do profissional e pessoal, muitas vezes caminhando para a jornada empreendedora no mercado de moda infantil. Pudemos observar, também, a transformação da mulher para o novo papel como “mãe”. A importância da pesquisa netnográfica no mercado de marketing e publicidade brasileiro demonstra a maturidade para a evangelização e implementação de novas técnicas e metodologias no mercado de social media research. Hoje, podemos observar o crescimento nas empresas com foco em big data focado na jornada do consumidor: online, off-line, vendas diretas, carteira eletrônica e o tradicional banco de dados. Os eventos esportivos como a “Copa do Mundo2014”e as “Olimpíadas2016”podem ser considerados oportunidades únicas para a implementação de novas técnicas e metodologias de pesquisa, buscando a inovação na análise do comportamento do consumidor. Por Sandra Turchi* e Tatiana Tosi** *Sandra Turchi é Sócia-diretora da DIGITALENTS, consultora e palestrante sobre em Marketing Digital e E-commerce. Leciona no MBA da FGV em Marketing Digital e coordena diversos cursos de férias na área digital da ESPM-SP. Atuou como executiva de Marketing por mais de 20 anos e foi executiva de grandes empresas de diversos setores. Bacharel em Administração de Empresas pela FEA/USP, pós-graduada pela FGV/EAESP, possui MBA pela Business School SP com a Toronto University e estudou empreendedorismo na Babson College. Autora do livro “Estratégias de Marketing digital e E-commerce”, publicado pela Ed. Atlas em 2012. **Tatiana Tosi – Pesquisadora de tendências e comportamentos sociais digitais, com ênfase em netnografia. Pós-Graduada em Marketing pela ESPM – SP. Especialista em Inteligência Competitiva nas Redes Sociais pela Fundação Getulio Vargas (SP), é membro do Grupo de Pesquisa Cidade do Conhecimento ECA USP. Entre os projetos de netnografia em que esteve presente destaca-se: Bradesco Seguros, Coca-Cola, FMU – SP. Articulista em diversos grupos de tendências digitais.

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Empreenda No Mundo Digital
E-commerce

Empreenda no mundo digital

Em todo começo de ano é comum as pessoas fazerem aquelas famosas promessas e listas com as resoluções do que pretendem mudar. Iniciar uma dieta, cuidar da saúde, praticar exercícios físicos, passar mais tempo com a família e os amigos, são os desejos mais citados. Em termos profissionais, o sonho não mais se restringe aos de praxe, como obter uma promoção, um aumento de salário ou mesmo trocar de emprego. Muitos gostariam mesmo é de iniciar um negócio próprio. E hoje, mais do que nunca, isso é algo possível, principalmente se for um empreendimento no mundo virtual. Nunca se empreendeu tanto no Brasil, como temos observado nos últimos anos e, com certeza, isso se deve ao grande número de jovens que vem apostando em startups ligadas às oportunidades do universo digital, mas não são somente eles. Muitos profissionais mais maduros, cansados do stress, rotina e política presentes no mundo corporativo (ou, como costumo brincar, “mundo cãoporativo”), também tem ficado atentos aos projetos ligados à web, como uma forma de criar seu próprio negócio. A internet oferece uma gama imensa de oportunidades para quem quer empreender, como a venda de produtos (como um e-commerce para nichos de mercado, por exemplo) ou a criação de serviços dos mais variados tipos, aplicativos, games, entre várias outras possibilidades. Mas é preciso considerar alguns fatores. O principal deles é que não basta ter uma ótima ideia. Como em qualquer outro negócio, se faz necessária a elaboração de um plano de negócio, com análises de viabilidade econômica e mercadológica, verificar se há ou não concorrentes, quem seriam os fornecedores e o público-alvo, além de todas as questões legais para formalização da empresa, da mesma forma como ocorre com os empreendimentos físicos convencionais. Um bom exemplo é o de Renato Steinberg, um dos criadores da Fashion.me, a primeira e maior rede social especializada em moda, criada em 2008, e que após nove meses no ar passou a receber, em média, 10 mil visitas por dia, somando mais de um milhão de associados. A rede foi criada a partir de uma ideia, sendo lapidada durante algum tempo e compartilhada com outras pessoas que contribuíram com sugestões. Após ser lançada, Renato acompanhou como os usuários a estavam avaliando, porque em essência são eles que dizem se a ideia é ou não boa. Também fez parcerias com empresas brasileiras e obteve capital de um fundo de investimentos internacional. Para quem deseja apostar no segmento virtual, uma boa opção é criar uma startup – empresa iniciante da área de tecnologia, em geral ligada a produtos que sejam escalonáveis. Uma pesquisa recente realizada pela entidade “Anjos do Brasil”, voltada a fomentar o crescimento de investidores para apoiar o empreendedorismo de inovação, o número dos chamados “investidores-anjo”, brasileiros terminou o ano de 2019 com 8.220 investidores pessoas físicas que apostam nessas novas iniciativas de negócios. O valor investido em startups brasileiras cresceu mais de 8 vezes entre 2015 e 2019, passando de 1,1 bilhão de reais para 9,7 bilhões no período de cinco anos. Nos Estados Unidos, onde esse segmento está mais maduro, o crescimento dos investidores-anjo foi de 20%, segundo o Venture Research da Universidade de New Hampshire, compondo uma base de 265 mil pessoas dispostas a investir. O projeto Aceleratech, que é uma aceleradora ligada à ESPM, também tem esse objetivo, de identificar startups promissoras para que recebam apoio técnico e investimentos. Atualmente são 11 startups que estão tendo esse suporte. O co-fundador do projeto, Pedro Waengertner, levou sua experiência empreendedora para essa iniciativa. Ele mesmo é investidor em algumas empresas novas, como a Zubit, empresa na área de monitoramento e métricas em mídias sociais, e o Jacomparou, portal comparador de serviços de telecomunicações, o que inclui telefonia móvel, fixa, internet e tv por assinatura. Portanto, há muita gente voltada a dar mais do que uma mãozinha para que uma iniciativa inovadora não apenas se concretize, como também cresça e dê excelentes frutos. Quem tem perfil empreendedor, ou seja, tem paixão por determinada atividade ou área, gosta de correr certos riscos, é determinado, persistente e acredita no seu próprio potencial, tem boas chances de mudar de vida em 2013 e ver seu sonho se tornar realidade. As oportunidades estão aí, principalmente na Web. Basta ter coragem, arregaçar as mangas e fazer acontecer.

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Marketing De Atribuição Resultados Para Sua Campanha Digital
Marketing Digital

Marketing de Atribuição: Resultados para sua Campanha Digital

O crescimento contínuo do número de pessoas que acessam a internet e as redes sociais tem incentivado muitas empresas de diferentes setores a realizarem campanhas de comunicação nos mais diversos meios digitais: portais, sites de nicho, links patrocinados nos buscadores, blogs e nas redes sociais. A vantagem de uma campanha de marketing digital é a possibilidade de obter as informações sobre os resultados de cada um dos diferentes meios, veículos, canais e formatos, como a entrega de impressões, cliques, taxa de clique, taxa de conversão, entre outras. Porém, essas informações não são integradas, o que pode acarretar análises equivocadas ao se atribuir todo o retorno obtido apenas ao veículo que gerou a conversão final do cliente, sendo essa conversão uma venda, um cadastro ou mesmo a formação de uma comunidade engajada na sua marca. Para não cair neste erro, o ideal é mapear os pontos de contato do cliente com a sua campanha online durante seu caminho para a conversão e assim saber, de maneira precisa, como as ações nos diferentes veículos e formatos estão impactando o seu público alvo, quais estão gerando mais conversões e devem receber um volume maior de recursos e investimento. Portanto, a integração das informações de sua campanha online é essencial. Para isso, é preciso investir numa ferramenta de Digital Marketing Suite (DMS), que é um método centralizado que permite medir de que forma cada usuário foi impactado e quanto cada veículo e formato contribuíram para a conversão do cliente, além da personalização da comunicação em função do seu comportamento e interesse. Um bom exemplo dessa ferramenta é a empresa IgnitionOne, há pouco tempo no Brasil, mas que já demonstra a que veio, através de muitos cases interessantes, como da concessionária GM. Exemplo: uma cliente encontra seu site clicando em um link patrocinado. Ela volta uma semana depois clicando em uma rede social. Nesse mesmo dia, ela recebe um e-mail e volta pela terceira vez para o seu site, agora com uma possibilidade maior de conversão, na visão da ferramenta que calcula a pretensão do usuário para a compra. Ainda assim, não faz a compra. Como a ferramenta sabe o produto de interesse desta cliente, é possível gerar um banner com uma promoção desse produto em um site qualquer que ela acesse. Mais uma vez ela é impactada, entra no site e finalmente realiza a compra. Na prática não é apenas um veículo ou formato que proporcionou a conversão, conforme o exemplo apresentado, mas cada um dos pontos de contato com a campanha online teve sua parcela de contribuição. Afinal, o último clique no banner poderia não ter ocorrido se não houvesse uma conhecimento adquirido sobre o produto de interesse e o estágio de compra desta usuária, de modo a reconhecer o momento apropriado para fazer uma oferta diferenciada. Tudo isso só foi possível devido à integração e centralização dos conhecimentos obtidos durante o processo. campanhas online Esse conhecimento permite desenvolver campanhas online baseadas na experiência de cada usuário (engajamento), o que pode ser chamado de atribuição de comportamento ou marketing de atribuição, e, consequentemente, obter melhores resultados e rentabilizar o investimento ao destinar para cada veículo e formato o correspondente ao seu peso de contribuição para o caminho de conversão, além do desenvolvimento de uma comunicação mais personalizada e adequada ao estágio de compra. É por conta dessa sofisticação que o marketing de atribuição tem se tornado a última palavra quando o assunto é Marketing no mundo digital. Por Sandra Turchi* e Renata Benigna** *Sandra Turchi é Sócia-diretora da DIGITALENTS, consultora e palestrante de Marketing Digital e E-commerce. Leciona no MBA da FIA e da FGV em Marketing Digital e coordena diversos cursos de férias na área digital da ESPM-SP. Atuou como executiva de Marketing por mais de 20 anos e foi executiva de grandes empresas de diversos setores. Bacharel em Administração de Empresas pela FEA/USP, pós-graduada pela FGV/EAESP, possui MBA pela Business School SP com a Toronto University e estudou empreendedorismo na Babson College. Autora do livro “Estratégias de Marketing digital e E-commerce”, publicado pela Ed. Atlas em 2012. **Renata Benigna atua como profissional de Mídia Online e Offline no segmento de telecomunicações e é especialista em Marketing Digital. Graduada em Engenharia Civil pela UNIP, com pós-graduação em Administração em Marketing pela FAAP e Comunicação com o Mercado pela ESPM.

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O Natal Colaborativo Nas Redes Sociais Oportunidade De Vendas
Mídias Sociais

O Natal colaborativo nas redes sociais: oportunidade de vendas

A época do Natal é literalmente uma festa para os comerciantes. A estimativa da Abrasce (Associação Brasileita de Shopping Centers) é de que apenas nos 445 shoppings físicos existentes no país deverá ser registrado um aumento da ordem de 15% das vendas em relação ao mesmo período do ano passado. Para o comércio virtual as perspectivas também são animadoras. Segundo a e-bit, empresa especializada em informações do e-commerce, entre 15 de novembro e 24 de dezembro de 2011 o setor faturou R$ 2,6 bilhões, correspondendo a um crescimento nominal da ordem de 20% em comparação ao ano anterior, o que deverá se repetir neste final de ano. E de acordo com o Webshoppers, no segundo semestre de 2012 as redes sociais ganharam 11 milhões de novos e-consumidores, totalizando um universo de 43 milhões de compradores potenciais. São dados expressivos e que devem nortear as ações de marketing dos lojistas – tanto os do comércio físico, quanto os do virtual – principalmente no que se refere as redes sociais. Não há dúvida de que é por meio desses canais que as pessoas trocam informações sobre produtos e dão (e recebem) sugestões para presentear amigos e parentes neste final de ano. As empresas, de sua parte, também devem usar e abusar das redes  para estar mais próximas de seus clientes e até oferecer promoções. No ano passado, quem apostou no social commerce teve ótimos resultados. Foi o caso da Livraria Cultura que em julho daquele ano iniciou uma campanha focada em preço e que foi divulgada pelas redes sociais. Depois,  fez uma promoção de 24 horas e com isso liderou o top trends do Twitter, o que se refletiu em vendas pelo e-commerce. Em um dia foram vendidos mais livros do que em três meses. Outro exemplo foi o do Walmart que no ano passado optou por mudar a estratégia de marketing para o período do Natal. Ao invés de apresentar grande leque de produtos, a varejista decidiu saber o que o consumidor queria, usando como canais o Twitter e o Facebook. Assim pôde oferecer diretamente ao cliente o que ele estava procurando. E ainda fez parcerias não só com seus  fornecedores tradicionais, como também com empresas de cartão de crédito e sites de compras coletivas para intensificar as vendas pelas mídias sociais. Mídias Sociais São empresas que entenderam que esses canais colaborativos dão voz ao consumidor. É por meio dessas redes que as pessoas influenciam e são influenciadas por outras, e dessa forma acabam estimulando as vendas. Por isso, é fundamental investir nas mídias sociais no sentido de criar maior aproximação com o cliente, fornecendo-lhe informações relevantes e de seu interesse, o que irá causar uma reação positiva. Assim, certamente ele irá recomendar o site ou página da empresa para seus conhecidos.  Pessoas satisfeitas gostam de compartilhar o que lhes causou contentamento. Também é válido oferecer promoções exclusivas para seguidores (do Twitter, Facebook, site, blog, etc) com certa antecedência ao Natal, não só para que eles possam antecipar as compras e não deixar tudo para a última hora, como também é uma maneira de a empresa ter mais tempo para monitorá-los e conhecer melhor suas preferências e hábitos. Dessa forma, cada vez mais poderá oferecer produtos e serviços que atendam a esses requisitos, e formular estratégias de marketing apropriadas não apenas para datas comemorativas específicas, como para o ano todo. * Sandra Turchi é Sócia-diretora da Digitalents (www.digitalents.com.br). Consultora e palestrante sobre Marketing Digital e E-commerce. Professora nos MBAs da FGV, FIA e ESPM, onde coordena cursos na área digital desde 2008. Foi eleita uma das profissionais de marketing mais atuantes nas mídias sociais no mundo, pela SMMagazine, dos EUA. Foi executiva de Marketing por mais de 20 anos, tendo atuado em diversos segmentos de mercado. Bacharel em Administração pela USP, pós-graduada pela FGV e MBA pela BSP e Toronto University, cursou também empreendedorismo na Babson de Boston. Autora do livro Estratégias de Marketing Digital e E-commerce, lançado pela editora Atlas e do blog www.sandraturchi.com.br, além de ser articulista de diversos portais.

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O Mercado B2B E A Influência Do Crescimento No Marketing Digital
Marketing Digital

O mercado B2B e a influência do crescimento no Marketing Digital

O mercado B2B vem influenciando o mundo do marketing digital no Brasil, que por sinal tem avançado a cada dia. Segundo o IAB Brasil, a participação dos investimentos publicitários em internet alcançou 11,98% entre os meios de comunicação no 1º trimestre do ano, perdendo apenas para a TV aberta. O e-commerce brasileiro faturou R$ 10,2 bilhões no primeiro semestre de 2012 e a expectativa é de fechar o ano com receitas de R$ 22,5 bilhões, o que representará um crescimento de 20% em comparação a 2011, segundo pesquisa da consultoria e-bit.  Nas mídias sociais, apenas para citar duas das mais importantes, temos 54 milhões de usuários no Facebook, o que coloca o país como o 2º maior, atrás apenas dos Estados Unidos com 170 milhões de participantes e no Twitter o Brasil também ocupa a 2ª posição com 41,2 milhões de contas e 8% de participação no total global de usuários, conforme dados da Semiocast de Julho/2012. Com estatísticas tão vigorosas e previsões animadoras é de supor que a grande maioria das empresas esteja surfando a onda de prosperidade digital. Mas na prática não é bem isso que está acontecendo. Apesar de buscar antever tendências, o exercício do marketing tem se mostrado seguidor de práticas estabelecidas e reativo à mudança de hábitos de consumo, o que é compreensível. A maior parte das organizações não está disposta a investir recursos em apostas. Dessa forma, à medida que o consumidor se digitaliza e dedica mais tempo e presença no ambiente online as companhias tendem a acompanhar o seu movimento. Naturalmente as empresas de tecnologia, que ajudam a forjar o mercado digital, são as primeiras a participar ativamente desse ambiente, seguidas pelas empresas B2C (Business to Consumer) mais sensíveis à pressão exercida pela mudança de comportamento do consumidor. Se ele está presente nas redes sociais, interagindo por meio de dispositivos móveis como celulares e tablets, enviando e-mails, participando de fóruns e comunidades é lá que as marcas devem estar. Tradicionalmente a indústria de bens de consumo tem as áreas de marketing mais estruturadas e investem somas expressivas em publicidade, que lidera a adoção de novas tecnologias dentro do mix de comunicação. Assim é natural que o segmento B2C seja pioneiro na digitalização de seus esforços de marketing. De outro lado há um gigantesco mercado de negócios B2B (Business to Business) que movimenta cifras bilionárias, mas que, generalizando, ainda não aproveita efetivamente as vantagens e oportunidades oferecidas pelo mundo digital. Com estruturas de marketing mais enxutas, muitas vezes subordinadas ou oriundas da área de vendas e com perfil comercial mais técnico, as empresas B2B têm apresentado uma injustificada demora em aderir de fato ao marketing digital. Essa postura deve ser repensada, sob pena mínima de ingressar tardiamente no jogo e ter que pagar mais caro para continuar competindo ou recuperar a posição perdida para quem agiu mais rápido. Motivos não faltam: – As relações entre empresas B2B são feitas por pessoas, que trocam e-mails, usam internet, têm perfil nas redes sociais, ou seja, já participam do mundo digital. Provavelmente o Gerente de Compras daquela companhia que você está prospectando, aquele que decidirá pela aquisição do seu produto ou serviço, no mínimo possui perfil no Linkedin e no Facebook. De casa ou no trabalho acompanha diariamente índices econômicos e notícias de seu setor de atuação; recebe newsletters de fornecedores via e-mail, além de utilizar a internet para outras formas de lazer e informação, mesmo que a organização em que trabalhe tenha apenas um website simples, feito de forma mais amadora. – Muitas vezes ações de marketing digital permitem a definição de indicadores de performance e avaliação de ROI com uma objetividade e precisão que outras ferramentas de comunicação não entregam. Utilizando softwares adequados é possível aferir quantas mensagens de email marketing enviadas por sua empresa foram abertas e quantos leads foram gerados por esse canal. Mas será possível mensurar com exatidão quantos contatos foram originados por anúncios na mídia tradicional? – O marketing digital permite direcionar ações para diferentes públicos com demandas específicas com otimização de esforços, o que seria muito mais difícil no offlline. No próprio website, por exemplo, é possível ter áreas customizadas para imprensa, investidores, fornecedores, colaboradores e até concorrentes. Enfim, estar online é estar exatamente onde o seu cliente já está e também o cliente dele. É época de planejamento e orçamento para o próximo ano. Aos gestores de negócios B2B é uma ótima oportunidade de incluírem o marketing digital nos seus planos. O digital não é moda e muito menos nuvem passageira. Veio para ficar e transformar. Quem não remar agora e conseguir entrar nessa onda corre o risco de morrer na praia Por: Sandra Turchi e Luiz Semine     *Sócia-diretora da Digitalents (www.digitalents.com.br). Consultora e palestrante sobre Marketing DigitaleE-commerce. Professora nos MBAs da FGV, FIA e ESPM, onde coordena cursos na área digital desde 2008. Foi eleita uma das profissionais de marketing mais atuantes nas mídias sociais no mundo, pela SMMagazine, dos EUA. Foi executiva de Marketing por mais de 20 anos, tendo atuado em diversos segmentos de mercado. Bacharel em Administração pela USP, pós-graduada pela FGV e MBA pela BSP e Toronto University, cursou também empreendedorismo na Babson de Boston. Autora do livro Estratégias de Marketing Digital e E-commerce, lançado pela editora Atlas e do blog www.sandraturchi.com.br, além de ser articulista de diversos portais.

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Planejamento Estratégico Como Anunciar Nas Mídias Digitais
Mídias Sociais

Planejamento estratégico: como anunciar nas mídias digitais?

Cada vez mais aumenta o número de pessoas que acessam a internet e as redes sociais. Ao mesmo tempo, este crescimento incentiva muitas empresas de diferentes áreas a buscarem pela presença digital. No entanto, além de contar com um site próprio, criar perfis nas redes sociais, como Facebook, LinkedIn, Twitter, entre outros, e alimentá-los constantemente com conteúdos interessantes para o público, é também cada vez mais importante que essas empresas incluam formas de anunciar nos diversos meios digitais juntamente com o seu planejamento de comunicação.  Por onde começar o planejamento Para isso é preciso, inicialmente, desenvolver um planejamento estratégico e trabalhar, de preferência, com sua agência de publicidade.  Existem inúmeras possibilidades, sendo possível começar por um banner para ser veiculado nos sites mais conhecidos ou mesmo em sites de nicho como. Voltado para arquitetos, decoradores e estudantes, o site da revista arquitetura e construção pode ser um exemplo. Da mesma forma, ainda podem ser feitas alternativas como vídeos a serem postados no YouTube, links patrocinados nos buscadores (Google), blogs e nas diversas redes sociais. Entenda como funciona Precisa ser definido, antes de mais nada, o modelo de compra desta mídia, seja qual for o veículo, canal ou formato. São bem variadas as opções, sendo os tipos mais empregados são o CPM (custo por mil impressões), em que o custo do anúncio será definido com base na quantidade de impressões (exibições) alcançadas. Já o CPC (custo por clique) é no qual o anunciante pagará apenas quando o usuário clicar no seu anúncio; sendo este o último utilizado, principalmente, nos links patrocinados e nos grandes portais, como MSN, Yahoo, Terra e IG. Por outro lado, há também a compra de faixa horária/diária e o patrocínio, no qual o anunciante sabe exatamente o dia e horário que sua comunicação será divulgada. O CPA (custo por aquisição) só ocorre quando o visitante preencher um cadastro, download de um jogo, inscrever-se em um curso, entre outro. O modelo utilizado especificamente para os formatos de vídeo, é o CPV (custo por visualização) no qual a mídia será paga quando o usuário tiver assistido 30 segundos ou mais do vídeo. Surge agora também o CPV (custo por valor), que gera mais assertividade, pois o pagamento está atrelado à geração direta de resultados ao cliente. Gestão e monitoramento de resultados Do mesmo modo, a gestão e monitoramento dos resultados da campanha torna-se outro ponto importante. A agência ou o cliente dependem das informações enviadas pelos veículos (o que normalmente ocorre logo depois do encerramento da campanha publicitária), para analisar os resultados e propor mudanças para a próxima campanha, se necessário. Por outro lado, há também formato de gestão através do uso de adserver, que é um software contratado exclusivamente para gerir campanhas online. Neste software, a agência ou o cliente podem obter os dados de forma padronizada, permitindo uma tomada de decisão de forma mais ágil. Dados utilizados para a análise do desempenho: CTR, CPM e taxa de conversão Os principais dados utilizados para a análise do desempenho da campanha digital são: CTR (click through rate). Indicada por essas letrinhas, a taxa de interesse mostra o quanto seu público deseja por mais informações sobre o produto ou oferta divulgada. Obtida por veículo e formato, essa informação pode identificar os que são mais eficazes. Taxa de Conversão, que indica o quanto aquele anúncio influenciou na venda de determinado produto ou serviço. Em síntese, o CPM (custo por mil usuários impactados), que indica a razão entre o número de investimentos em mídia e o número de usuários impactados durante a campanha. Em suma, é uma lição de casa um tanto trabalhosa, mas indispensável para as empresas que desejam não apenas participar desses novos canais, mas inclusive obter resultados compensadores para vender e promover seus produtos ou serviços e, da mesma forma, conquistar e fidelizar os consumidores tradicionais e, principalmente, os potenciais. Por Sandra Turchi e Renata Benigna   * Sandra Turchi é Sócia-diretora da Digitalents (www.digitalents.com.br). Consultora e palestrante sobre Marketing Digital e E-commerce. Professora nos MBAs da FGV, FIA e ESPM, onde coordena cursos na área digital desde 2008. Foi eleita uma das profissionais de marketing mais atuantes nas mídias sociais no mundo, pela SMMagazine, dos EUA. Foi executiva de Marketing por mais de 20 anos, tendo atuado em diversos segmentos de mercado. Bacharel em Administração pela USP, pós-graduada pela FGV e MBA pela BSP e Toronto University, cursou também empreendedorismo na Babson de Boston. Autora do livro Estratégias de Marketing Digital e E-commerce, lançado pela editora Atlas e do blog www.sandraturchi.com.br, além de ser articulista de diversos portais. 

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