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Como O Marketing Digital Impacta Em Sua Empresa
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Como o marketing digital impacta em sua empresa?

[:pb]Com a chegada da internet o comportamento de compra dos consumidores foi revolucionado. Atualmente, as pessoas utilizam a rede como ferramenta de comunicação e consumo. No entanto, muitas empresas perdem diariamente várias oportunidades de gerar vendas por não investirem numa presença on-line consistente. O marketing digital é uma excelente alternativa para as marcas que desejam alcançar a sua audiência de maneira ampliada mesmo com recursos limitados. Afinal, é muito mais barato divulgar os produtos e serviços no ambiente digital se compararmos o investimento necessário para esse tipo de ação nos meios off-line. Ou seja, construir uma presença digital de sucesso é fundamental para as empresas que desejam fidelizar os seus clientes e atrair novos, principalmente, diante do cenário econômico em que vivemos. Por isso, separamos a seguir as principais razões para investir imediatamente nas estratégias de marketing digital e garantir o sucesso do seu negócio. Segmentação eficaz Sabemos que a internet tem o poder de atingir milhões de pessoas, entretanto, mais importante do que isso é alcançar o seu público-alvo. De nada adianta tentar se comunicar com todo mundo, e desperdiçar a chance de conversar com as pessoas que realmente tem potencial para adquirir o seu produto ou serviço. Por isso, segmentar criteriosamente a sua persona é fundamental para uma atuação de sucesso. Com algumas táticas de marketing digital é possível filtrar o perfil do público que você deseja atingir em uma campanha para assegurar resultados positivos. No Facebook é possível segmentar por localização, idade, gênero, língua, profissão, formação academia, comportamento e se as pessoas já são ou não fãs de sua página. Já no LinkedIn Ads, por exemplo, a empresa pode selecionar diversas informações como, cargo, segmento, entre outros dados para filtrar o seu público-alvo na configuração de um anúncio e lançar uma campanha vitoriosa! Custo acessível Já não é novidade que para anunciar na internet uma empresa não precisa de muitos recursos. O Facebook é um exemplo de como é possível criar um anúncio impactante investindo apenas R$ 5,00 por dia. Além de atrair novos clientes, o ambiente digital é excelente para estabelecer um relacionamento mais próximo com os clientes. Ainda no Facebook Ads é permitido criar uma publicidade voltada para a própria base de fãs. Considerando, por exemplo, que algumas daquelas pessoas farão aniversário nos próximos sete dias, a marca pode configurar uma campanha de desconto exclusivo ou brinde promocional para estes clientes, por um custo muito acessível. Embora não seja necessário investir alto para construir uma presença digital, é importante elaborar um planejamento estruturado para garantir resultados positivos com a internet. Autoridade no mercado Outra vantagem que o marketing digital oferece, é a oportunidade da empresa se tornar uma referência no segmento de atuação. Através de algumas táticas de conteúdo, SEO, criação de anúncios em redes sociais, entre outras ações, os consumidores passam a enxergar o negócio como autoridade do segmento. Este é o caminho recomendado para conquistar uma audiência e se relacionar com ela até o momento da venda e pós-venda. Quando a empresa alcança essa credibilidade fica muito mais fácil vender e alcançar cada vez mais clientes, pense nisso! Cada vez mais consumidores utilizam a internet para tomar a decisão de compra. Se antigamente era preciso consultar o vendedor desde o início do processo, hoje a situação mudou radicalmente. Milhões de pessoas buscam por informações na rede diariamente e se a sua empresa não estiver lá, você perderá muitas chances de alavancar o seu negócio. Portanto, invista no marketing digital como um aliado poderoso na busca pelo sucesso! Gostou do artigo? Conheça outras dicas no nosso post sobre 4 estratégias de marketing digital para usar na sua empresa! Por Sandra Turchi* *Sócia-diretora da Digitalents (www.digitalents.com.br). Consultora e palestrante sobre Marketing DigitaleE-commerce. Professora nos MBAs da FGV, FIA e ESPM, onde coordena cursos na área digital desde 2008. Foi eleita uma das profissionais de marketing mais atuantes nas mídias sociais no mundo, pela SMMagazine, dos EUA. Foi executiva deMarketing por mais de 20 anos, tendo atuado em diversos segmentos de mercado. Bacharel em Administração pela USP, pós-graduada pela FGV e MBA pela BSP e Toronto University, cursou também empreendedorismo na Babson de Boston. Autora do livro Estratégias de Marketing Digital e E-commerce, lançado pela editora Atlas e do blog www.sandraturchi.com.br, além de ser articulista de diversos portais.  [:]

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E-Commerce B2B Expandindo Seu Negócio Durante A Crise
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E-commerce B2B: expandindo seu negócio durante a crise

[:pb]Se você pretende expandir seus negócios ou está procurando uma forma de escapar da crise investindo em estratégias de baixo custo, porém com grande alcance de público, sua melhor aposta deve ser em um e-commerce B2B (empresas que vendem para outras empresas). Essa estratégia tem sido o maior gerador de receita globalmente. A entrada de gigantes no comércio eletrônico, como Amazon, causou um aceleramento na tendência do uso de plataformas B2B. Vendedores on-line reconhecem que a experiência do cliente em um ambiente B2B é tão importante quanto a experiência do cliente para B2C (empresas que vendem diretamente para o consumidor final). Consequentemente, as expectativas têm crescido e mais compradores B2B exigem uma experiência de comércio eletrônico simples que imite o modelo de compra do consumidor. Separamos algumas dicas para você que quer mergulhar nesse mundo digital e conquistar um nicho em potencial que é pouco explorado. Qual modelo devo aplicar no meu e-commerce B2B? Existem diversos modelos de negócios B2B e todos funcionam igualmente, porém você deve avaliar o porte, competências e fluxo da sua empresa ou negócio. Conheça o modelo mais utilizado: Um para muitos Trata-se de um modelo direto, onde as empresas possuem sua própria loja online B2B, na qual seus clientes podem adquirir produtos ou serviços. Perceba que aqui você precisa criar uma rede interna composta por distribuidores, parceiros, fornecedores, varejistas e entregadores. Quais vantagens de investir em um e-commerce B2B? Tratando-se de um modelo de negócio digital, a primeira vantagem que você já sabe é o baixo custo. Antes dessa estratégia ser conhecida as empresas investiam muito dinheiro em material impresso, catálogos, contratação de pessoas para fazer distribuição nas ruas e esse alcance acabava sendo restrito. Se você investisse pouco dinheiro o seu material de divulgação seria escasso. Com o e-commerce B2B você investe pouco e acaba gerando um alcance incontável. Só o fato de você estar no mundo on-line traz a possibilidade de ser visto e comentado por milhares de pessoas. A segunda vantagem é que seu comércio eletrônico pode ser compartilhado em todas as redes sociais. Você promove uma maior proximidade com sua audiência e seus parceiros e acaba recebendo uma publicidade digital orgânica (onde não é preciso investir verba, as pessoas fazem divulgação gratuita e espontânea do seu produto). O último benefício é a personalização do seu negócio. Materiais como: catálogos interativos, customização de serviços, poder de ouvir e interagir com seus consumidores com mais facilidade e assertividade e controle do estoque em tempo real são itens que farão parte do seu mundo empreendedor. Métricas: como medir os novos resultados? Você não pode melhorar se você não sabe o quão bem está indo e se está fazendo tudo certo. É preciso medir tudo! Quantas pessoas visitam e-commerce B2B? O que está impulsionando os acessos? Para onde os clientes vão no site? Será que eles compram? Se não, em que momento estou perdendo a compra? Analise as métricas com cuidado se você deseja aprender e melhorar. Dashboards são uma ótima ferramenta visual que geram dados e relatórios em tempo real. Um e-commerce B2B é uma aposta certeira para expandir seu negócio durante a crise mas, assim como em qualquer outro setor, fazer sua empresa crescer não é uma tarefa simples. Por isso, é bom estar ciente dos desafios que sua empreitada vai enfrentar. Para entender os principais desafios do e-commerce B2B, clique aqui. Por Sandra Turchi* *Sócia-diretora da Digitalents (www.digitalents.com.br). Consultora e palestrante sobre Marketing DigitaleE-commerce. Professora nos MBAs da FGV, FIA e ESPM, onde coordena cursos na área digital desde 2008. Foi eleita uma das profissionais de marketing mais atuantes nas mídias sociais no mundo, pela SMMagazine, dos EUA. Foi executiva deMarketing por mais de 20 anos, tendo atuado em diversos segmentos de mercado. Bacharel em Administração pela USP, pós-graduada pela FGV e MBA pela BSP e Toronto University, cursou também empreendedorismo na Babson de Boston. Autora do livro Estratégias de Marketing Digital e E-commerce, lançado pela editora Atlas e do blog www.sandraturchi.com.br, além de ser articulista de diversos portais.  [:en]Se você pretende expandir seus negócios ou está procurando uma forma de escapar da crise investindo em estratégias de baixo custo, porém com grande alcance de público, sua melhor aposta deve ser em um e-commerce B2B (empresas que vendem para outras empresas). Essa estratégia tem sido o maior gerador de receita globalmente. A entrada de gigantes no comércio eletrônico, como Amazon, causou um aceleramento na tendência do uso de plataformas B2B. Vendedores on-line reconhecem que a experiência do cliente em um ambiente B2B é tão importante quanto a experiência do cliente para B2C (empresas que vendem diretamente para o consumidor final). Consequentemente, as expectativas têm crescido e mais compradores B2B exigem uma experiência de comércio eletrônico simples que imite o modelo de compra do consumidor. Separamos algumas dicas para você que quer mergulhar nesse mundo digital e conquistar um nicho em potencial que é pouco explorado. Qual modelo devo aplicar no meu e-commerce B2B? Existem diversos modelos de negócios B2B e todos funcionam igualmente, porém você deve avaliar o porte, competências e fluxo da sua empresa ou negócio. Conheça o modelo mais utilizado: Um para muitos Trata-se de um modelo direto, onde as empresas possuem sua própria loja online B2B, na qual seus clientes podem adquirir produtos ou serviços. Perceba que aqui você precisa criar uma rede interna composta por distribuidores, parceiros, fornecedores, varejistas e entregadores. Quais vantagens de investir em um e-commerce B2B? Tratando-se de um modelo de negócio digital, a primeira vantagem que você já sabe é o baixo custo. Antes dessa estratégia ser conhecida as empresas investiam muito dinheiro em material impresso, catálogos, contratação de pessoas para fazer distribuição nas ruas e esse alcance acabava sendo restrito. Se você investisse pouco dinheiro o seu material de divulgação seria escasso. Com o e-commerce B2B você investe pouco e acaba gerando um alcance incontável. Só o fato de você estar no mundo on-line traz a possibilidade de ser visto e comentado por milhares de pessoas. A segunda vantagem é que seu comércio eletrônico pode ser compartilhado em todas as redes sociais.

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Qual O Momento Ideal Para Sua Empresa Investir Em Um E-Commerce
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Qual o momento ideal para sua empresa investir em um e-commerce?

[:pb]Falta de tempo, trânsito caótico e a comodidade proporcionada pela internet fazem com que os clientes prefiram pesquisar e comprar ao sair de casa em busca de um produto ou serviço. Essas e outras situações contribuem para o crescimento acelerado do e-commerce, que tem previsão de aumento de 20% somente no ano de 2015, chegando a um faturamento de 43 bilhões de reais, segundo dados do E-bit. Se você ainda não está aproveitando essa fatia de mercado, talvez seja o momento de fazer sua transição para o ambiente online, ampliando suas oportunidades de negócio e crescendo junto a centenas de empresas que já perceberam as vantagens de integrar loja física e virtual para obter melhores resultados. Quer entender mais sobre o momento ideal para a sua empresa investir em um e-commerce? Confira o que preparamos para você! Por que criar um e-commerce para sua empresa Como dissemos no início, a vida dos consumidores é cada vez mais atribulada e o tempo destinado ao lazer muitas vezes é sacrificado com responsabilidades cotidianas, como a compra de um novo eletrodoméstico ou até mesmo de uma peça de vestuário. Mas não são todos os consumidores que saem de casa para comprar, mais de 60 milhões de brasileiros preferem acessar a internet e realizar compras online. Ou seja, se você não está online também, não é visto e tampouco lembrado. Mas além da visibilidade que a internet dá para o seu negócio, existem outros motivos pelos quais você deve fazer essa transição para o ambiente online: Não existem barreiras geográficas na internet, ou seja, você pode vender para qualquer pessoa, em qualquer lugar do mundo; Sua empresa fica aberta 24 horas por dia, 7 dias por semana, o que significa nunca mais perder uma venda por estar “fechado”; O custo operacional de um e-commerce é menor se comparado à loja física, pois não necessita de ponto de venda físico, mostruários, gôndolas, etc, nem de tantos vendedores para o atendimento; Você oferece comodidade para os seus clientes, o que aumenta a satisfação e a fidelização; O marketing digital se torna seu aliado na divulgação do seu negócio, atraindo clientes mais qualificados para a compra. Quando fazer o investimento no ambiente online Agora que você já sabe quais são as vantagens de ter um e-commerce, chegou o momento de se perguntar: qual é a melhor hora para fazer a transição para o ambiente online? A resposta pode ser bem simples: a hora é agora! Quanto mais tempo você demora para aparecer nos resultados de busca no Google, mais tempo a sua concorrência terá para construir uma presença forte na internet e sair sempre na frente. Porém, não corra para abrir seu e-commerce de qualquer maneira. Planejamento é fundamental para que você construa um e-commerce de qualidade, portanto, considere alguns pontos: Você tem conhecimento sobre o mercado além da sua região? Você tem capacidade de entregar seus produtos em qualquer cidade, estado ou país? Você pode oferecer a mesma qualidade de atendimento que tem na sua loja? Você tem capital para investir na estrutura do seu e-commerce e em marketing digital? (sim, é preciso investir!) Sua equipe está preparada para atuar no ambiente online? Estas são algumas das perguntas que você precisa fazer para planejar com cautela o seu e-commerce e se sair bem com esse novo empreendimento. Lembre-se de que um e-commerce é uma empresa e tem que obedecer a regras, normas e legislações específicas, portanto, informe-se antes de partir para o ataque! Integração e fundamental Outra questão que você deve avaliar bem na hora de fazer a integração ao ambiente online é a integração entre a sua loja física e virtual. A unificação dos estoques, gestão de clientes e também da comunicação que você faz com a sua base de e-mails é fundamental para que nada de errado aconteça, como, por exemplo, a venda de um produto que está em falta no estoque ou um e-mail de cobrança para um cliente que já pagou o produto ou serviço. O ideal é que você invista em uma plataforma de e-commerce de qualidade, que possibilite a integração com outros softwares de gestão que você tenha, como ERP, CRM ou sistema de automação de marketing. Quanto mais integrada for a sua gestão, mais facilmente você poderá controlar tanto a loja física quanto o e-commerce, potencializando seus resultados. Por Sandra Turchi* *Sandra Turchi é Sócia-diretora da Digitalents (www.digitalents.com.br). Consultora e palestrante sobre Marketing Digital e E-commerce. Professora nos MBAs da FGV, FIA e ESPM, onde coordena cursos na área digital desde 2008. Foi eleita uma das profissionais de marketing mais atuantes nas mídias sociais no mundo, pela SMMagazine, dos EUA. Foi executiva de Marketing por mais de 20 anos, tendo atuado em diversos segmentos de mercado. Bacharel em Administração pela USP, pós-graduada pela FGV e MBA pela BSP e Toronto University, cursou também empreendedorismo na Babson de Boston. Autora do livro Estratégias de Marketing Digital e E-commerce, lançado pela editora Atlas e do blog www.sandraturchi.com.br, além de ser articulista de diversos portais.[:en]Falta de tempo, trânsito caótico e a comodidade proporcionada pela internet fazem com que os clientes prefiram pesquisar e comprar ao sair de casa em busca de um produto ou serviço. Essas e outras situações contribuem para o crescimento acelerado do e-commerce, que tem previsão de aumento de 20% somente no ano de 2015, chegando a um faturamento de 43 bilhões de reais, segundo dados do E-bit. Se você ainda não está aproveitando essa fatia de mercado, talvez seja o momento de fazer sua transição para o ambiente online, ampliando suas oportunidades de negócio e crescendo junto a centenas de empresas que já perceberam as vantagens de integrar loja física e virtual para obter melhores resultados. Quer entender mais sobre o momento ideal para a sua empresa investir em um e-commerce? Confira o que preparamos para você! Por que criar um e-commerce para sua empresa Como dissemos no início, a vida dos consumidores é cada vez mais atribulada e o tempo destinado ao lazer muitas vezes é sacrificado com responsabilidades cotidianas,

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Os 4C’s Das Mídias Sociais E Sua Carreira
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Os 4C’s das Mídias Sociais e sua Carreira

Marketing e Marketing Digital há muito se permeiam. Não há empresa, negócio, serviço, ideia ou persona que possa ser consolidada ou ampliada fora do ambiente digital ou que possa prescindir das Mídias Sociais, uma das vertentes do Marketing Digital, para se conectar a seus clientes e consumidores, engajá-los ou criar novas soluções de forma colaborativa. Se é assim no mundo dos negócios, por que seria diferente com sua carreira? Antes de seguirmos, um esclarecimento. Sabe qual a diferença entre Redes Sociais e Mídias Sociais? Rede Social é o relacionamento de pessoas através de um grupo de amigos e Mídias Sociais são as plataformas que utilizamos para nos comunicarmos. Assim, o LinkedIn, por exemplo é uma mídia social para relacionamentos e troca de experiências profissionais. Entre tantas outras Mídias Sociais, temos por exemplo, o YouTube, Facebook, Pinterest, etc. Para levar sua carreira à era digital, portanto, é possível utilizar o conceito dos 4C’s para o sucesso nas Mídias Sociais, e aplicá-los à carreira para maior efetividade na construção de imagem profissional, projetos de recolocação, transição ou mesmo evolução profissional. Iniciemos pelo CONTEÚDO. Tudo aquilo que você comunica sobre seu perfil profissional deve ser original: capaz de torna-lo único e diferenciá-lo de outros profissionais. Mais do que isto, deve ser capaz de gerar engajamento. Não me refiro aqui apenas ao currículo, mas a todas as oportunidades de interação em que você terá a chance de contar às pessoas a sua trajetória. O storytelling é um ótimo recurso para reorganizar sua história de vida e carreira, destacando os principais pontos que o tornaram o profissional que você é, as experiências que o moldaram, como suas vivências profissionais se conectam e porquê. O conteúdo é o futuro do marketing e uma boa história, capaz de criar fortes marcas pessoais, cria registros e lembranças na cabeça de sua audiência e por que não dizer, geram vantagens na obtenção de um emprego ou promoção. Por continuidade, a COLABORAÇÃO entre as pessoas de sua rede de relacionamentos pode ajudá-lo a contar a sua história, ou seja: chefes, pares ou subordinados, antigos e atuais são co-criadores de sua carreira através de testemunhais, depoimentos ou recomendações. São estes os profissionais capazes de dar voz ao que não pode ser capturado em um currículo e muitas vezes acabam por ajudá-lo a recriar sua carreira contando a futuros empregadores que, devido a características pessoais, você pode se candidatar a novos desafios, algo que você talvez nunca tenha feito antes. Intimamente ligado ao conceito de Capital Social, exploremos um pouco o conceito de COMUNIDADE. Capital Social é o valor gerado pelas conexões que cultivamos em nossas redes de relacionamento, baseados no afeto e confiança e que levará em última instância a colaboração entre pessoas. O capital social traz consigo também os conceitos de laços fortes (relacionamentos diretos) e laços fracos (relacionamentos indiretos). E isto tudo se traduz de uma forma bastante simples: a força que você tem em sua comunidade é diretamente proporcional à quantidade de pessoas que você conhece, à força dos relacionamentos mantidos e à confiança depositada em você. Também diretamente ligado ao engajamento e à colaboração, este “C” é facilmente compreendido, pois somos incapazes de recomendar, retransmitir um currículo ou colaborar quem alguém que mal conhecemos ou a quem potencialmente não gostaríamos de estar ligados. Desta forma, demostrar generosidade e boa vontade é uma grande oportunidade de começar a ganhar alcance (popularidade, proximidade), ressonância (frequência) e relevância (autoridade, credibilidade) e ampliar fortemente a colaboração em sua rede. Por último, o COLETIVO, ou melhor INTELIGÊNCIA COLETIVA. Assim como a Wikipedia ou Waze, a ideia é que você possa contribua com as comunidades de sua área de interesse e assim comece a ampliar sua influência em seu campo de atuação através da geração de conteúdo relevante ou participação em discussões propostas por outros profissionais. Assim como os 4C’s das Mídias Sociais falam sobre conteúdo e engajamento entre marcas e consumidores, a aplicação e apropriação destes conceitos conecta sua carreira ao mercado para gerar engajamento, o que significa estar sempre em linha com outros profissionais, mantendo sua carreira sempre atualizada e seu networking vivo e ativo acima de tudo. Por Luciano Paiva Luciano Paiva é PCC formado pelo Instituto Ecosocial e afiliado ao ICF. Possui 20 anos de experiência corporativa em marketing, com formação em Propaganda e Marketing pela ESPM, pós-graduação em Administração pela FGV e mestrado em estratégia pelo INSPER. Com extensões em psicanálise pelo Instituto Sedes e técnicas sistêmicas, Luciano atua com Aconselhamento e Coaching de Carreira/Executivo pela Digitalents (www.digitalents.com.br) se dedicando a inspirar pessoas a entender o sentido em suas atividades diárias e aplica-lo em sua vida pessoal e profissional.

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Guia De Uso De Mídias Sociais Para Empresas B2B
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Guia de uso de mídias sociais para empresas B2B

Mesmo com o imenso sucesso das redes sociais em vários campos de atuação, há quem tenha dúvidas sobre a efetividade desses canais para as empresas B2B, ou seja, aquelas cujo público são outras empresas. Mas a grande pergunta que fica é: as empresas não são feitas por pessoas? E essas pessoas não estão nas redes sociais? É justamente com esse olhar — empresas são feitas por pessoas — que desenvolvemos esse guia de uso de redes sociais para empresas B2B. Com ele, você vai conhecer as vantagens de investir nesses canais de interação e relacionamento e aprender como utilizar essas plataformas para gerar mais negócios para a sua empresa. Por que estar nas redes sociais é importante para um negócio B2B? Quando pensamos em negócios B2B, imaginamos marcas relacionando-se com marcas, mas não é isso o que acontece na realidade. Uma pessoa da sua empresa se relaciona com outras pessoas, de outras empresas, ou seja: esse contato é de pessoa para pessoa, e é dessa maneira que você deve planejar a atuação da sua marca nas redes sociais. Essa postura mais aberta traz a oportunidade de se aproximar do seu público e dialogar de igual para igual, criando relacionamentos que abrem portas para novos negócios. Ao gerar valor para o público da sua empresa através de conteúdo de qualidade e interações que suscitem pensamentos e atitudes positivas, você atrai mais pessoas para o seu negócio e se destaca da concorrência, amplia a visibilidade da sua marca na internet e cria uma presença digital marcante, contribuindo para o fortalecimento da imagem e reputação da sua marca no mercado. Como começar a usar redes sociais para empresas B2B? O primeiro passo para colocar sua empresa no mapa dos seus clientes nas redes sociais é criar páginas corporativas nas principais redes sociais utilizadas pelos seus clientes. Segundo o B2B Social Media Report, 76% das marcas possuem páginas corporativos no Facebook ou Twitter, sendo que o Twitter é campeão quando falamos em redes sociais para empresas, pois detém 73% das menções a marcas. Mas não é só com o Twitter e Facebook que a sua empresa deve se envolver. Além delas, estar no LinkedIn e também em outras mídias sociais onde seu público interage com mais frequência é essencial para desenvolver a sua estratégia com eficácia, obtendo maior audiência e melhores oportunidades de negócios. E como saber em quais redes sociais investir? Como escolher as melhores redes sociais para a sua empresa? Por mais que o Facebook e o Twitter sejam as redes sociais com mais atuação das empresas, você não deve se basear somente nos dados de audiência para escolher onde vai investir. Conhecer o seu público e as características de cada plataforma é essencial para desenvolver uma boa estratégia de mídias sociais para o mercado B2B. Facebook O Facebook possui mais de 1,44 bilhão de usuários, ou seja, milhões de profissionais com os quais sua empresa pode (e deve) se relacionar para gerar mais oportunidades de negócios. No Facebook, você estabelece relacionamentos através da geração de valor, que pode ser feita como compartilhamento de conteúdo relevante para o seu público-alvo, assim como por meio de interações com os seus seguidores, valorizando o debate e a troca de ideias sobre o seu mercado. Twitter O Twitter requer um diálogo ágil e intenso, que provoque os seus seguidores e faça com que eles participem. O público do Twitter é, majoritariamente, de usuários de dispositivos mobile, pessoas altamente conectadas e que esperam respostas rápidas. LinkedIn Criado especificamente para gerar relacionamentos de negócios, o LinkedIn é onde você tem maior liberdade para apresentar a sua empresa e dizer o que ela faz. Produzir um conteúdo relevante e compartilhar com seus seguidores auxilia na construção da reputação de sua marca, assim como, fomentar debates sobre temas pertinentes ao seu ramo e atentar-se ao que as pessoas estão falando. Além disso, você pode incentivar seus funcionários a participarem, gerando mais visibilidade para a sua marca através da atuação em fóruns, debates e grupos de discussão, aumentando sua autoridade no mercado. Pagar perfis premium também pode dar maior liberdade para funcionários emitirem opiniões e transformarem em disseminadores da cultura e valores da empresa na rede. Instagram Se a sua empresa gosta de fugir do trivial, estar no Instagram e criar conversas em torno de imagens e vídeos inspiradores é sempre uma boa ideia. O Instragram é uma das redes sociais que mais cresce e atrai público disposto a se relacionarem com as marcas. E isso pode ser um diferencial para a sua empresa no momento de chamar a atenção das pessoas certas nas empresas que você tem como clientes em potencial. Mas atenção, pois deve ser analisado se tem pertinência para o seu negócio. Pinterest Outra plataforma que está se destacando como uma das melhores mídias sociais para empresas é o Pinterest, que permite que você segmente seus conteúdos em quadros, atingindo públicos distintos ao mesmo tempo sem que você tenha que criar uma página para cada um. Inspirado nos murais de recortes, ele pode ser utilizado para ter uma comunicação mais próxima com o seu público. YouTube Se você quer impactar o público, o YouTube é a rede social certa. Ele reúne todo o potencial da dupla “imagem e som” para criar conteúdo altamente relevantes para os seus clientes. Além disso, você tem a oportunidade de apresentar os seus produtos e serviços de forma dinâmica, podendo compartilhar essa experiência única em várias outras redes sociais, ampliando o alcance da sua estratégia. Além dessas, existem várias outras plataformas de mídias sociais que você pode utilizar para gerar negócios, portanto, pesquise bem onde o seu público está e como ele interage! Por Sandra Turchi* *Sandra Turchi é Sócia-diretora da Digitalents (www.digitalents.com.br). Consultora e palestrante sobre Marketing Digital e E-commerce. Professora nos MBAs da FGV, FIA e ESPM, onde coordena cursos na área digital desde 2008. Foi eleita uma das profissionais de marketing mais atuantes nas mídias sociais no mundo, pela SMMagazine, dos EUA. Foi executiva de Marketing por mais de 20 anos, tendo

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Papel Das Redes Sociais Na Aquisição E Fidelização De Clientes
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Papel das redes sociais na aquisição e fidelização de clientes

As redes sociais exercem um papel fundamental na aquisição e fidelização de clientes, já que elas são responsáveis por boa parte do relacionamento travado entre empresa e audiência na internet. Como o número de usuários das redes sociais aumenta a cada dia, essa tendência se intensifica e exige das empresas uma postura bastante profissional para transformar esses canais de comunicação em aliados na hora de alavancar os negócios. A proposta deste post é mostrar como as redes sociais contribuem para a aquisição de clientes e também no processo de fidelização que se segue após a primeira compra. Aguardo seus comentários ao final! SAC 2.0 e o atendimento nas redes sociais Faz tempo que o atendimento ao cliente migrou dos canais tradicionais, como 0800 e e-mail para plataformas mais dinâmicas, como os chats, por exemplo. Mas essa estratégia ainda não foi suficiente e hoje as redes sociais funcionam como canais eficazes de esclarecimento de dúvidas e resolução de problemas. Basta o cliente deixar sua mensagem na página da empresa e esperar o resultado. Se a empresa consegue atender às expectativas dos usuários e promover um bom atendimento nessas plataformas, a fidelização estará em um bom caminho. Envolvimento para além do comercial A tentativa de fazer das redes sociais plataformas de vendas em complemento ao e-commerce somente será bem aceita pelo público, se as marcas investirem pesadamente em relacionamento, estimulando o envolvimento dos seguidores e criando conexões emocionais, que garantam a fidelização de clientes pela afinidade. A conversão de leads deve acontecer no site do e-commerce, onde a proposta é clara e só chegam visitantes realmente interessados na compra. Conhecimento do público e das suas necessidades Para promover maior aquisição de clientes a empresa precisa conhecer a fundo o seu público, identificar hábitos e comportamentos de compra, bem como necessidades e expectativas. As redes sociais são excelentes fontes desse conhecimento, pois esses hábitos, comportamentos, necessidades e expectativas estão refletidos nas ações que os usuários tomam, nos comentários que realizam, nos compartilhamentos e curtidas que dão. Ações de motivação e engajamento Se você pretende aumentar a aquisição de clientes e fomentar a fidelização dos já existentes, pode usar as redes sociais como canais para direcionar promoções, sorteios e eventos que atraiam a atenção das pessoas e as motivem a se envolverem mais com a sua empresa, direcionando o tráfego gerado para outras plataformas, como site, blog e landing pages, que cuidarão da sua conversão. Qualificação de leads para conversões mais eficazes Os conteúdos que você compartilha nas redes sociais servem para educar, informar e entreter sua audiência, preparando-a para se converter em clientes. À medida que você posta conteúdos diversificados, preparados para os diferentes estágios do seu funil de vendas, você está nutrindo e qualificando esses leads para o próximo passo, quer seja uma compra direta, a assinatura de uma newsletter ou ainda o pedido de um teste gratuito para a sua ferramenta. A fidelização de clientes é um investimento de longo prazo e exige que você esteja disposto a ouvir a sua audiência, transformando todo o conhecimento adquirido a partir dessas interações em estratégias para aquisição de clientes mais bem preparados para se relacionarem com a sua marca. Dessa forma, as redes sociais exercem o papel essencial de conectar sua empresa aos seus clientes e fornecer os insights necessários para que você possa se relacionar com mais qualidade e assim desenvolver melhores oportunidades de negócios. Por Sandra Turchi   Sandra Turchi é sócia-diretora da Digitalents (www.digitalents.com.br). Consultora e palestrante sobre Marketing Digital e E-commerce. Professora nos MBAs da FGV, FIA e ESPM, onde coordena cursos na área digital desde 2008. Foi eleita uma das profissionais de marketing mais atuantes nas mídias sociais no mundo, pela SMMagazine, dos EUA. Foi executiva de Marketing por mais de 20 anos, tendo atuado em diversos segmentos de mercado. Bacharel em Administração pela USP, pós-graduada pela FGV e MBA pela BSP e Toronto University, cursou também empreendedorismo na Babson de Boston. Autora do livro Estratégias de Marketing Digital e E-commerce, lançado pela editora Atlas e do blog www.sandraturchi.com.br, além de ser articulista de diversos portais.

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Usando o Big Data para uma melhor experiência com o consumidor hiperconectado
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Usando o Big Data para uma melhor experiência com o consumidor hiperconectado

A maioria dos gigantes do capitalismo mundial utiliza Big Data para agregar valor ao seu negócio. Entretanto, o senso comum ainda entende que análise de dados só pode ser implementada por multinacionais, com milhões de dólares de faturamento mensal e muito dinheiro disponível para direcionar a esse tipo de investimento. Ledo engano. É cada vez mais comum encontrar empresas de médio e até pequeno porte tirando proveito da análise eletrônica de dados, e ganhando vantagem competitiva em seu setor. Em outras palavras, se a sua empresa ainda está alheia a esse fenômeno, é melhor repensar sua gestão estratégica, pois seus concorrentes podem ter tido esse insight antes de você! Descubra, agora, como o Big Data pode melhorar a experiência com seu público-alvo! Big Data e seu oceano de possibilidades O grau de diferencial competitivo que o Big Data pode trazer ao seu negócio está diretamente ligado ao setor de atuação da sua empresa. Por exemplo, uma rede de laboratórios de análises clínicas pode cruzar milhares de petabytes de dados ligados à população de uma determinada região de atendimento, verificando gênero, faixa etária, nível social e educacional, índice de desenvolvimento humano, níveis de infraestrutura e saneamento básico, etc. O trabalho com esses dados certamente fará com que essa empresa tenha acesso, com muita antecedência (em relação aos seus concorrentes), à propensão de eclosão de uma epidemia na região avaliada. Isso é gestão estratégica inteligente por meio de análise computacional de cenários. Nada mal para um laboratório de análises clínicas, não é mesmo? Big Data e o relacionamento com o cliente O marketing é uma das áreas que mais se beneficiaram do trabalho de mineração de dados por meio de superprocessadores. Através da aquisição de dados de redes sociais, de pesquisas de mercado, de dados disponíveis em blogs, de informações macroeconômicas e até do próprio banco de dados da organização, é possível trazer essas “sementes” para plataformas específicas de trabalho em Big Data. Uma dessas plataformas é o Hadoop, que é Open Source e trabalha sobre um servidor Apache (servidor por trás do endereço responsável por disponibilizar as páginas e todos os demais recursos que o consumidor vai acessar), gerando informações preciosas para a tomada de decisões na empresa, bem como para, acima de tudo, compreender verdadeiramente o seu cliente, quem ele é e do que ele necessita. O trabalho de cruzamento e interpretação das centenas de milhares de dados não-estruturados (como os efetuados pela Nike, com seus apps de monitoramento de performance esportiva) oferece informações estratégicas de altíssimo valor sobre o que o cliente espera de seu produto. Essa estratégia mostra, ainda, o que o consumidor deseja de seus serviços e quais suas tendências de comportamento no médio prazo. São indicativos extremamente valiosos e que servem como uma “bússola” para empresas de todos os portes. As vantagens do uso do Big Data Com o trabalho eficaz de análise de dados, sua empresa pode: Melhorar o nível de serviço oferecido; Desenvolver novos produtos; Ter acesso de forma antecipada a tendências futuras de mercado; Oferecer produtos ou serviços em linha com as expectativas de seu consumidor; Reduzir custos com procedimentos operacionais desnecessários. Plataformas que suportam trabalho em Big Data Não é somente o Hadoop que trabalha com grandes volumes de dados. A Amazon tem uma plataforma própria, comercializada em sua Amazon Web Services. O Windows também tem sua versão (O Windows Azure), assim como o Google (o Google Big Query). Todos esses nomes em inglês podem ser o ponto de partida para uma revolução em seus negócios! Continue se atualizando e veja o sucesso da sua empresa crescer cada vez mais!     Por Sandra Turchi*   *Sandra Turchi é Sócia-diretora da Digitalents (www.digitalents.com.br). Consultora e palestrante sobre Marketing Digital e E-commerce. Professora nos MBAs da FGV, FIA e ESPM, onde coordena cursos na área digital desde 2008. Foi eleita uma das profissionais de marketing mais atuantes nas mídias sociais no mundo, pela SMMagazine, dos EUA. Foi executiva de Marketing por mais de 20 anos, tendo atuado em diversos segmentos de mercado. Bacharel em Administração pela USP, pós-graduada pela FGV e MBA pela BSP e Toronto University, cursou também empreendedorismo na Babson de Boston. Autora do livro Estratégias de Marketing Digital e E-commerce, lançado pela editora Atlas e do blog www.sandraturchi.com.br,  além de ser articulista de diversos portais.

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Como medir o ROI (retorno sobre o investimento) em mídias sociais
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Como medir o ROI (retorno sobre o investimento) em mídias sociais?

Provar que os investimentos em mídias sociais estão funcionando e gerando resultados palpáveis para a empresa é uma das maiores preocupações de quem trabalha com marketing digital, afinal, sem resultados, não há novos investimentos. A melhor maneira de fazer isso é através do ROI, ou retorno sobre o investimento, um indicador de performance que revela quanto o investimento em mídias sociais está trazendo de retorno financeiro para a empresa. Mas como mensurar o ROI nas mídias sociais? Continue acompanhando e descubra! Objetivo é tudo em marketing digital Para medir o ROI de qualquer campanha paga de marketing em mídias sociais é preciso, antes de mais nada, determinar objetivos específicos para cada campanha e cada mídia social. Se a sua empresa investe em Facebook, Twitter e YouTube, seus objetivos podem ser, respectivamente, engajamento, tráfego para o site e conversões, por exemplo. Depois de os objetivos já fixados, você traça metas mensais de desempenho — as métricas e os KPIs, ou indicadores de performance — sendo que um deles é o ROI. Acompanhe as métricas As métricas servem para acompanhar a eficácia da sua campanha de mídias sociais. Algumas dessas métricas são aumento no número de visitas no site ou blog, taxa de conversão, número de menções, número de seguidores, engajamento, entre outras. Com as métricas você sabe se seus esforços estão gerando burburinho na internet, mas ainda não é possível saber se eles estão trazendo retorno financeiro. Compreenda como cada métrica impacta o negócio financeiramente Para chegar ao cálculo do ROI, você precisa ainda compreender como cada métrica de mídias sociais impacta no negócio. Por exemplo, um post patrocinado no Facebook gera tráfego para o blog da empresa. No blog tem uma CTA (“call to action”, uma chamada que incentive o usuário do seu site a ter alguma interação na sua página como: comprar produto, se cadastrar, baixar algum conteúdo, entre outros) que leva o visitante a se converter num lead que, bem nutrido, se torna um cliente. Qual o impacto do post no Facebook para o negócio em geral? Quantos clientes são gerados a partir deste mesmo processo? Certamente você sabe quanto investiu para ver o seu post patrocinado no Facebook, não é mesmo? Agora basta calcular quanto cada cliente gerado a partir dessa ação traz de retorno para a empresa. Só para lembrar, o cálculo do ROI é: ROI = Retorno – investimento / investimento Investimento é quanto você pagou pelo post patrocinado e retorno quanto o cliente gerou em compras para a empresa. Compare o hoje com o amanhã Imaginemos que você está começando uma campanha de mídias sociais e não tem dado nenhum para começar a estabelecer métricas e KPIs. Você faz um investimento inicial e daqui a três meses volta a analisar os dados e descobre que, desde que iniciou a campanha de mídias sociais, o número de clientes aumentou em 10%, o ticket médio da empresa passou de 350 para 520 reais e que o faturamento geral foi incrementado em 3,6%. Isso é um sinal de que sua campanha está gerando resultados para a empresa e que seus esforços estão sim valendo a pena. O ROI estará refletido no quanto o investimento de mídias sociais contribuiu para o resultado geral da empresa, ou seja, para o crescimento de 3,6%. Monitore sempre Sem monitoramento e uma ferramenta de analytics de qualidade, fica impossível medir o ROI em mídias sociais, sendo assim, mantenha-se focado nos objetivos do negócio e alinhe seu planejamento de marketing digital para que ele traga resultados cada vez mais positivos para a empresa. Vale ressaltar que cada empresa determina os fatores de sucesso do seu negócio. Uma métrica que é relevante para a nossa empresa pode não ser para a sua, portanto, continue aprimorando seu conhecimento a respeito de métricas e KPIs de mídias sociais e encontre a fórmula certa para a sua empresa! Por Sandra Turchi*   *Sandra Turchi é Sócia-diretora da Digitalents (www.digitalents.com.br). Consultora e palestrante sobre Marketing Digital e E-commerce. Professora nos MBAs da FGV, FIA e ESPM, onde coordena cursos na área digital desde 2008. Foi eleita uma das profissionais de marketing mais atuantes nas mídias sociais no mundo, pela SMMagazine, dos EUA. Foi executiva de Marketing por mais de 20 anos, tendo atuado em diversos segmentos de mercado. Bacharel em Administração pela USP, pós-graduada pela FGV e MBA pela BSP e Toronto University, cursou também empreendedorismo na Babson de Boston. Autora do livro Estratégias de Marketing Digital e E-commerce, lançado pela editora Atlas e do blog www.sandraturchi.com.br,  além de ser articulista de diversos portais.  

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Benefícios do monitoramento de redes sociais para sua empresa
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Benefícios do monitoramento de redes sociais para sua empresa

As empresas estão constantemente buscando novas estratégias para chegar até seus clientes, cada vez mais bem informados, de forma mais efetiva e duradoura, contudo, o cenário que se apresenta é cada dia mais complexo. Compreender este cenário e tirar partido dele para construir relações mais eficazes com o público é a maneira certa de se posicionar na rede e criar mais e melhores oportunidades de negócios. Por esse motivo, o monitoramento de redes sociais vem sendo utilizado com afinco por profissionais de marketing digital e gerando resultados surpreendentes. Entenda quais podem ser os resultados e benefícios para sua empresa. Monitoramento de redes sociais: muito mais do que dados sócio demográficos O marketing tradicional sempre se utilizou de uma segmentação baseada em dados sócio demográficos, que indicam faixa etária, profissão, renda mensal, entre outros dados. Contudo, em tempos de redes sociais e uma participação cada vez mais ativa das pessoas na internet, essas características não bastam para determinar o comportamento do consumidor, suas preferências e hábitos de consumo. É aí que entra o monitoramento de redes sociais, que visa acompanhar tudo o que os usuários curtem, compartilham e comentam nessas plataformas e transformar esse conhecimento em diferenciais para a sua empresa. Saiba o que você pode ganhar com isso logo abaixo: Descobrir novos insights e melhorar as vendas Os insights obtidos nas redes sociais são excelentes insumos para que a sua empresa aprimore as estratégias de marketing e vendas e possa dialogar com os clientes de uma maneira menos formal, mais humana e dedicada a atender as reais necessidades dessas pessoas. Aprender quem é de fato o seu cliente Ao monitorar as principais redes sociais do mercado, como Facebook, Twitter, Instagram, YouTube e Google+, sua empresa aprende quem é o público que está em cada uma das plataformas, quais suas características em comum, o que gostam, o que compartilham, quais são suas percepções e opiniões. Falar a linguagem do seu público Além de ir mais fundo no perfil do seu público-alvo, com o monitoramento de redes sociais você passa a compreender a linguagem do seu público, adequando a sua própria linguagem para atrair mais pessoas para a sua empresa. Persuadir sem invadir Através do monitoramento de redes sociais você encontra também maneiras menos invasivas de persuadir o internauta a visitar seu site ou blog, identificando quais são suas principais dúvidas e criando conteúdo relevante e direcionado para ele. Reduzir custos e focar em qualidade Você pode, ainda, reduzir custos na medida em que identifica os melhores canais de relacionamento com o cliente, investindo mais tempo e recursos neles e determinando a combinação perfeita entre canais e mensagens para gerar mais vendas. Identificar crises com antecedência Hoje em dia as redes sociais viraram lugar de desabafo para frustrações e experiências malsucedidas com produtos e serviços, o que pode culminar em crises de imagem sérias para a empresa caso esta não saiba tratar o acontecimento da maneira adequada. Monitorando as redes sociais, sua empresa encontra tudo o que está sendo falado a seu respeito e pode agir proativamente na resolução de qualquer conflito antes que este se amplie. E a sua empresa, já faz monitoramento de redes sociais? Você também percebeu algum outro benefício que não citamos aqui? Escreva através dos comentários! Por Sandra Turchi*   *Sandra Turchi é Sócia-diretora da Digitalents (www.digitalents.com.br). Consultora e palestrante sobre Marketing Digital e E-commerce. Professora nos MBAs da FGV, FIA e ESPM, onde coordena cursos na área digital desde 2008. Foi eleita uma das profissionais de marketing mais atuantes nas mídias sociais no mundo, pela SMMagazine, dos EUA. Foi executiva de Marketing por mais de 20 anos, tendo atuado em diversos. Bacharel em Administração pela USP, pós-graduada pela FGV e MBA pela BSP e Toronto University, cursou também empreendedorismo na Babson de Boston. Autora do livro Estratégias de Marketing Digital e E-commerce, lançado pela editora Atlas e do blog www.sandraturchi.com.br,  além de ser articulista de diversos portais.  

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