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Curso Online Avançado Explora As Mudanças No Mercado De Marketing Digital
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Curso online avançado explora as mudanças no mercado de Marketing Digital

O Mercado Digital está em constante transformação e, no ano passado, a pandemia de Covid-19, acelerou essa mudança, principalmente, pela competitividade entre as empresas que ficou mais acirrada com a expansão do e-commerce. O Marketing Digital teve um destaque importante nesse contexto, pois, as empresas passaram a  depender ainda mais da mídia online e offline para fazer a marca ou produto chegar até os consumidores, aumentando a demanda do mercado pelos serviços de consultorias. Desse modo, as estratégias mais assertivas fizeram a diferença para as empresas se manterem competitivas no replanejamento da maneira como se comunicam com os clientes fortalecendo a presença digital da marca.   Nesse sentido, os profissionais de Marketing Digital que atuam na área têm uma participação fundamental no direcionamento de ações e tomada de decisões que vão ajudar a traçar um caminho de sucesso para os negócios. As novas estratégias de Marketing Digital podem auxiliar nesse caminho, mas é necessário estar preparado e conectado com as novas funcionalidades que estão ligadas, principalmente, à Inteligência Artificial. Essa transformação é um modo de se adequar à nova realidade do mercado digital. Identificar a demanda do cliente, analisar as estratégias e aplicar as mudanças necessárias passam por um conhecimento profundo e específico, que deve ser atualizado periodicamente.   As mudanças que ocorreram no ano passado alteraram os hábitos de consumo e criaram novas tendências de marketing digital, obrigando a otimização de estratégias já conhecidas e a implantação de novas ferramentas para chegar até o consumidor. A transformação digital também exige um profissional antenado e alinhado às práticas do mercado, que está promovendo uma mudança cultural dentro das organizações, ampliando o uso da tecnologia para melhorar o desempenho e solucionar problemas tradicionais para garantir resultados mais eficientes.   A Digitalents, uma empresa de consultoria, treinamentos e headhunting, em parceria com a ESPM, oferece o curso online de “Marketing Digital avançado”, com 30 horas de duração. O curso irá ajudar o profissional a se aprofundar em táticas para uma atuação digital mais assertiva, buscando resultados efetivos. Serão dez professores com experiência de mercado que vão compartilhar, de forma dinâmica, as mudanças recentes nas principais estratégias digitais de marketing. Eles também vão abordar cases de sucesso (e insucesso) com o uso do marketing digital em perfis variados de empresas, além do networking promovido aos participantes do curso, que é destinado a profissionais da área, que atuam em empresas ou agências publicitárias, com mais de cinco anos de experiência e que buscam se manterem competitivos e atualizados no mercado. As aulas serão ao vivo por webconferência, do dia 1º a 11 de fevereiro, das 18h30 às 21h30 e um sábado das 9h30 às 12h30. As inscrições podem ser realizadas até o dia 28/01. Saiba mais. 

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Instagram Marketing Como Melhorar O Engajamento
Inbound

Instagram marketing: como melhorar o engajamento

As redes sociais ganharam um protagonismo imenso no universo de divulgação e interação com o público. Por isso, cada vez mais o engajamento é se torna importante como uma ferramenta de estratégia de marketing digital. No Instagram, é preciso adotar diversas estratégias para gerar um conteúdo relevante e criar uma conexão com seu público, caso contrário, as curtidas e os comentários não irão gerar o resultado esperado. A seguir, listamos dez dicas de como melhorar o engajamento na rede e atrair leads. 1. Identidade Para começar, o mais importante é pensar na identidade visual da sua rede. A página deve ter uma comunicação coerente com a sua proposta e, para isso, você deve investir em uma foto que chame a atenção do seu público e seja de fácil assimilação. A descrição da bio também é necessária. Seja breve, evite espalhar emoticons nas frases (isso pode deixar um visual poluído) e seja específico na sua proposta. 2. Conteúdo Para gerar engajamento e despertar a atenção do seu público, é necessário usar algumas estratégias que vão aproximar a sua marca daqueles que estão passando pelo feed do Instagram. Há inúmeras maneiras de fazer isso. Defina o que você irá postar e com qual frequência pretende fazer isso. Invista em conteúdos de qualidade, com informações necessárias e uma boa imagem que vai despertar a atenção do público. É possível criar um conteúdo mais completo com o sistema carrossel, onde dá para agrupar imagens em uma única publicação sem tornar cansativo. 3. Legenda É ela que vai atrair a atenção do seu seguidor, por isso, trate de ser criativo. Uma boa frase pode despertar o interesse por aquele assunto. Aproveite o espaço para contar pequenas histórias, fazer correlações com a imagem ou explicar algum assunto. Ela será a extensão da sua publicação. Nada de ocupar esse espaço tão valioso com dezenas de hashtags ou emoticons que não condizem com a identidade visual da sua marca. Seguir um padrão é fundamental. 4. Frequência Não existe um padrão de qual é a frequência certa para fazer posts no Instagram. O ideal é que isso seja feito diariamente para que o público sempre esteja atento a sua marca e ao conteúdo que você está gerando. Apenas tome cuidado com o excesso de postagens sem uma mensagem específica ou um conteúdo interessante. Postar apenas por postar pode não favorecer o negócio e cansar seu seguidor. Fique de olho no engajamento das suas publicações, a partir daí, defina um padrão. O Instagram dispõe de ferramentas que você poderá acompanhar várias informações sobre a interação do seu público com as postagens. Defina um calendário de posts separando por conteúdo e facilitando a organização. 5. Vídeos Trabalhar com esse tipo de mídia é excelente e você pode usar com uma certa frequência combinando com as outras publicações. Vídeo com áudio pode criar uma conexão bem mais forte com seu público, por isso, aposte em materiais de relevância na hora de contar as histórias ou postar algum case de sucesso. Aposte nas legendas dos vídeos como uma maneira de prender a atenção do usuário. 6. Interação De nada adiantaria todas essas dicas se o seu seguidor não interagir com sua página e vice-versa. A criação do conteúdo passando pela definição do padrão tem o objetivo de chamar a atenção do público e criar uma conexão. Por isso, estimule seus seguidores a interagirem com a página, marcar outras pessoas, comentar, etc. Peça que comentem determinada publicação e faça perguntas, por exemplo. Mas não é apenas o seguidor que deve interagir com a marca. Você também precisa participar, todo mundo gosta de ser respondido. Dedique um tempo para curtir, comentar e responder dúvidas. Nada é pior que você atrair o público para sua marca, abrir um canal de comunicação, mas deixar o seguidor no vácuo. Preste atenção nisso. 7. Stories É uma excelente ferramenta para você anunciar uma promoção, fazer enquetes, publicar vídeos curtos, postar dicas ou tutoriais e assim por diante. O recurso é utilizado cada vez mais pelos usuários do Instagram. Só evite encher os stories com dezenas de publicações e vídeos, isso irá cansar seu seguidor e ele irá pular sem continuar acompanhando seu material. Seja moderado com conteúdos relevantes do seu negócio. 8. Lives Aproveite as transmissões ao vivo para se conectar ainda mais. A interação em tempo real tem um grande poder de atrair os seguidores, sem contar, que o Instagram notifica seu seguidor toda vez que você inicia uma transmissão. 9 . Anúncios É outra grande possibilidade de aumentar o engajamento na ferramenta a custos acessíveis. A sua publicação irá aparecer entre tantos outros conteúdos alcançando muitas pessoas e, obrigatoriamente, os usuários irão se deparar com aquilo, poderão curtir e seguir sua página caso tenha se interessado pelo conteúdo. 10. Monitoramento As estratégias são fundamentais para você aumentar o engajamento e conquistar leads para o seu negócio. São pequenas atitudes que, segundo os especialistas, farão a diferença no dia a dia da sua rede, além de entregar um conteúdo mais assertivo para o seu público. Porém, é preciso ficar atento as métricas, acompanhar as reações as publicações, interações, etc. Existem ferramentas que auxiliam nesse acompanhamento. Fique atento e desenvolva sua estratégia conforme for os resultados. E se você deseja se aprofundar mais você não pode perder o curso INSTAGRAM MARKETING TRENDS 2021, que está com inscrições abertas. As aulas tem início no próximo dia 09 e vão até o dia 13/11 A estrategista em redes sociais, Alline Jajah estará no comando das aulas junto com a Coordenadora Sandra Turchi, especialista em Marketing Digital. Vai perder? As aulas serão ao vivo, com ensinamentos na práticas, inscreva aqui! 

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Curso De Gestão De Mídias Sociais Saiba Porque Entender Sobre Redes Sociais É Importante Para Profissionais De Marketing
Carreira

Curso de Gestão de Mídias Sociais: Saiba porque entender sobre redes sociais é importante para profissionais de marketing

As redes sociais vêm ganhando cada vez mais espaço nas estratégias digitais de marketing, afinal elas se mostram como uma forma eficiente das marcas comunicarem a mensagem certa para o público-alvo certo. Isso ocorre graças à variedade de ferramentas disponíveis nessas redes para segmentar, testar e mensurar suas ações. O grande potencial das redes sociais não pode ser ignorado pelos profissionais de marketing. O mercado vem mudando e exigindo que eles se mantenham atualizados nas novas formas de pensar suas estratégias. Por isso, realizar um curso sobre gestão e o monitoramento de mídias sociais vem se tornando obrigatório no mercado de trabalho, uma vez que tornam o profissional mais apto a lidar com plataformas que são indispensáveis na construção da presença digital de empresas.   Por que fazer um curso? Encontrar informações sobre o gerenciamento de redes sociais na internet não é muito difícil, então por que fazer um curso? A resposta é bem simples. Em um curso, um profissional já qualificado e que já atua na área transmite seu conhecimento de forma mais rápida, informando o que ele já testou e o que funciona ou não. O aprendizado, dessa maneira, se torna mais efetivo. Os professores, em geral, já conhecem as dúvidas frequentes de seus alunos e sabem o tipo de conhecimento e dicas que eles procuram para aplicar no seu dia a dia, além de estarem disponíveis para tirar qualquer outra dúvida pontual que tenham. Apesar de encontrarmos bastante informações sobre as redes sociais na internet é um trabalho muito árduo fazer a distinção entre conteúdo bom e ruim para o seu aprendizado. E aqueles macetes valiosos que você procura geralmente estão nas entrelinhas. Já um especialista que dedica boa parte do seu tempo explorando essas plataformas consegue entregar esse conhecimento mastigado e explicar o que funciona no mercado de trabalho. Além do mais, a possibilidade de você ainda fazer contato com os demais alunos, o famoso networking, também é uma vantagem de se engajar em um curso presencial. Estar em contato com demais profissionais que enfrentam a mesmas dificuldades e trocar experiências pode te dar aquele grande insight ou ainda trazer uma futura parceria.   O que vou aprender em um curso de gestão de Mídias Sociais? Em um curso de mídias sociais você entrará em contato com métodos de planejamento, gestão e monitoramento das redes sociais para marcas, aprimorando assim sua estratégia digital. Saber realizar desde o diagnóstico até sua estratégia é importante para que você tome decisões mais assertivas para sua empresa e para que crie ações que tragam ainda mais resultados. Além disso, você conhecerá as principais plataformas de redes sociais, entendendo o seu perfil de usuários e quais oportunidades de atuação elas trazem para você. Entre as mais populares estão o Facebook, Linkedin, Instagram e Twitter.   Quer aprender mais sobre redes sociais? Confira esses artigos, vale a pena a leitura: Benefícios do monitoramento de redes sociais para sua empresa Como as redes sociais atuam na gestão de clientes Papel das redes sociais na aquisição e fidelização de clientes Fuja do comum: use as redes sociais de nicho para divulgar seu negócio   Créditos: Thaís Pastén – Marketing Digitalents

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O Poder Do Selfie No Branding Digital Das Marcas
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O Poder do Selfie no Branding Digital das Marcas

  Após a ação de “Selfie” de Ellen Degeneres (patrocinada pela marca Samsung), que tirou uma foto rodeada de estrelas de Holywood durante a cerimônia dos Oscars e entrou para a história como a mais partilhada no Twitter, ao superar um milhão de “tweets” em menos de uma hora, muito se tem ouvido sobre essa palavra, “Selfie”. Um termo atual, mas uma ação que já existia mesmo antes dos smartphones e da internet. O “Selfie” significa autorretrato, o que torna os autorretratos pintados por Tarsila do Amaral e Van Gogh um “Selfie”. A diferença é que, nos dias atuais, essa ação se tornou mais fácil e instantânea com o uso de smartphones com câmeras sincronizadas às mídias sociais, que vem se popularizando em função do “narcisismo” de muitas pessoas e da “necessidade” de compartilharem momentos “sempre felizes” com a sua rede de amigos. Porém, ainda são poucas as iniciativas das marcas para utilizarem essa ferramenta como uma poderosa estratégia de Branding Digital. Apenas a marca Samsung se apropriou desse tipo de ação, muito pautada pelo uso de celebridades internacionais, que contribuem para uma rápida e volumosa reverberação, além de dar credibilidade, devido à sua afinidade com a ação. Afinal, o smartphone é o meio usado para a produção e disseminação do autorretrato. Para aumentar a audiência exposta à ação de “Selfie” e gerar ainda mais mídia espontânea (earned media), a Samsung se utilizou de “Product Placement”, que é a inclusão da marca dentro de um conteúdo de entretenimento, como se fosse um adereço, mostrando-o de maneira sutil como parte integrante do contexto. Além disso, se utilizou de momentos oportunos como no caso do jogador de beisebol David Ortiz que tirou uma foto com o Presidente Obama em uma visita a Casa Branca na frente de muitos jornalistas. “Product Placement”, celebridades internacionais e momentos oportunos foram os ingredientes encontrados pela Samsung para viralizar suas ações de “Selfie” e se promover no mundo online e offline, uma integração fundamental e importante para obter alcance da audiência e reverberação da marca. Novos modelos de “Selfie” vêm surgindo e ganhando espaço, como o “Braggie”, que é um “Selfie de ostentação” por mostrar momentos para causar inveja à rede de amigos. Resta às marcas identificarem oportunidades e os momentos oportunos para se inserirem no “momento Selfie” das pessoas e conquistarem engajamento e mídia espontânea ou mesmo contribuírem para a criação desses “momentos” para que possam fazer parte deles, como no caso da Dove. A marca desenvolveu uma campanha “Selfie” convocando meninas para buscarem sua própria beleza e a aceitação do corpo, ou seja, criou “momentos Selfie”. Para isso, meninas de uma escola na Inglaterra foram desafiadas a fazer um “Selfie” procurando ressaltar aquilo que elas menos gostassem em si mesmas, as mães também foram convocadas para o mesmo desafio, pois o objetivo da ação era mostrar que as frustrações com a aparência ultrapassam gerações. O resultado foi um vídeo com mais de cinco milhões de visualizações no YouTube. Recentemente, o apresentador Marcos Mion, ícone do mundo fitness e dono de um milhão de seguidores em seu perfil no Instagram, exibiu seus bíceps em um “Selfie” e aproveitou o momento para divulgar a marca de suplementos alimentares do qual é garoto propaganda. Ação similar à realizada pelo ator Cauã Reymond em plena passarela do SPFW durante seu desfile para a marca Ellus. Com a popularização dessas ações, independente do uso de celebridades, como uma ferramenta de merchandising no mundo digital, as marcas precisam estar cada vez mais atentas para que as propagações sejam positivas e não alvo de um constrangimento, como no caso da Samsung no Oscar, que apesar de se tornada a maior ação de “Selfie”, também foi alvo de criticas, já que a atriz Ellen foi flagrada nos bastidores disparando tuites com o seu iPhone, que é uma marca concorrente. Então, embora a iniciativa da Samsung tenha aproveitado uma oportunidade do mercado, é de extrema importância que as ações sejam bem gerenciadas e que se pensem em todos os detalhes para que uma atitude, como a de Ellen utilizar um Iphone, não prejudique o que, rapidamente, foi conquistado – nesse caso, o mais de um milhão de compartilhamentos do Selfie. Assim, percebendo os poucos cases de sucesso que podemos citar de marcas que aproveitam as oportunidades do momento, conclui-se que grande parte das empresas não possui a devida preocupação com a repercussão negativa que as redes sociais podem gerar, precisando trabalhar melhor o seu branding digital e garantindo que sua imagem estará fortalecida e preservada nesses canais. Por Sandra Turchi* e Renata Benigna**   *Sandra Turchi é Sócia-diretora da Digitalents (www.digitalents.com.br). Consultora e palestrante sobre Marketing Digital e E-commerce. Professora nos MBAs da FGV, FIA e ESPM, onde coordena cursos na área digital desde 2008. Foi eleita uma das profissionais de marketing mais atuantes nas mídias sociais no mundo, pela SMMagazine, dos EUA. Foi executiva de Marketing por mais de 20 anos, tendo atuado em diversos segmentos de mercado. Bacharel em Administração pela USP, pós-graduada pela FGV e MBA pela BSP e Toronto University, cursou também empreendedorismo na Babson de Boston. Autora do livro Estratégias de Marketing Digital e E-commerce, lançado pela editora Atlas e do blog www.sandraturchi.com.br, além de ser articulista de diversos portais. **Renata Benigna atua como profissional de Mídia Online e Offline no segmento de telecomunicações e é especialista em Marketing Digital. Pós-graduada em Administração em Marketing pela FAAP e Comunicação com o Mercado pela ESPM, atualmente é professora das disciplinas de Mídias Sociais e Mídia Online dos cursos de extensão em Comunicação e Marketing Digital e Planejamento e Compra de Mídia Online da ESPM.

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Treinamento Corporativo Na Era Digital
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Treinamento corporativo na era digital

Se no passado recente boa parte das corporações sentia-se obrigada a estar atenta à forma como seus concorrentes se posicionavam na internet e também ao que de mais relevante acontecia na web, hoje existe a certeza de que isso só não basta. Além de navegar, é preciso marcar presença nas redes sociais e tentar tirar delas o maior proveito possível. E é aí que mora o perigo. Uma informação incorreta, uma resposta mal-criada a algum internauta, ou simplesmente não reagir de forma adequada a críticas sobre a empresa, seus produtos e serviços, pode por tudo a perder. É sempre bom lembrar que o que entra na internet fica nela para sempre. Daí a importância de um treinamento personalizado in company para que os profissionais de diferentes áreas da empresa saibam lidar com as novas demandas e com as ferramentas de comunicação que surgem a cada dia. E cabe ao departamento de Recursos Humanos determinar como realizar esse treinamento, com foco no segmento online, ou mesmo selecionar empresas especializadas que possam auxiliá-lo nesse sentido. Não há dúvida de que atualmente a maioria das pessoas se comunica por meio dos canais digitais com amigos, familiares, pessoas conhecidas e também com clientes e prospects, e nesses últimos casos nem sempre com o conhecimento e consentimento da empresa em que trabalham. Por isso é importante que cada profissional saiba como se posicionar nessas mídias e também utilizar corretamente as diversas ferramentas que estão disponíveis e que podem auxiliá-los a obter melhores resultados em suas respectivas funções. Hoje, o maior desafio é a velocidade com que ocorrem as mudanças. O comportamento dos consumidores é uma prova disso, como revela uma pesquisa da Accenture realizada com dez mil clientes online em dez países. Um dos exemplos citados no estudo foi o de uma professora universitária que tem o hábito de verificar seus e-mails antes de dormir. Num determinado dia, ela recebeu um convite para participar de um congresso em Londres, e optou por comprar passagens aéreas pela internet naquela mesma noite. Houve também o exemplo de outra consumidora que escolheu certa marca de produto para a família porque este foi produzido com meios sustentáveis. É com base na captura de informações como essas que é possível conhecer melhor o público-alvo e assim desenvolver novos produtos e serviços que estejam de acordo com seus anseios, ou mesmo determinar ações de marketing e promoções que estimulem as vendas. As empresas que estão atentas a esses sinais de mudança conseguem apresentar alternativas inovadoras para seus clientes. É o caso da locadora de veículos Hertz que ao fazer um exame detalhado do setor de locação de veículos criou em 2008 um novo serviço voltado ao consumidor que prefere compartilhar carros a possuí-los. A Divisão que atualmente é conhecida como Hertz On Demand, teve um início modesto, mas hoje conta com mais de 130 mil membros, o que lhe rende um faturamento superior a US$ 30 mil. Outro exemplo é o da Pearson, uma das editoras gigantes da área de educação, que apostou na tecnologia digital para melhor atender aos alunos e professores. A empresa repensou sua atuação para passar a oferecer serviços de infraestrutura tecnológica, software e consultoria a escolas de ensino fundamental e médio nos Estados Unidos, o que acabou sendo sua principal fonte de renda e não mais a venda de livros escolares. Tais sistemas de informação permitem à escola acompanhar os horários dos alunos, e também ajudam os professores a preparar suas aulas. Um olhar atento ao mercado, junto a um treinamento in company customizado contribui para que os profissionais das diversas áreas da empresa saibam extrair dados relevantes e de que forma trabalhar com eles. Por meio do mapeamento de cada área da empresa e de suas características são também determinadas quais metodologias, sistemas e recursos devem ser implantados. O tempo está cada vez mais acelerado, o que obriga as corporações a se preparem nesse mesmo ritmo para não perderem as oportunidades de um mercado globalizado, altamente competitivo, e cada vez mais digital. Por Sandra Turchi*   *Sandra Turchi é sócia-diretora da Digitalents, empresa que visa impulsionar os resultados dos seus clientes no universo digital através de serviços de consultoria, headhunting, cursos abertos e treinamentos in company, sempre com foco em temas relacionados a marketing digital e e-commerce. É palestrante, consultora e professora nos MBAs da FGV, FIA e ESPM onde também criou diversos cursos de Marketing Digital desde 2008. É autora do Livro “Estratégias de Marketing Digital e E-commerce”, publicado pela Ed. Atlas e do blog www.sandraturchi.com.br, além de articulista de diversos portais.

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Novos Caminhos Para As Redes Sociais Segmentação Por Afinidade
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Novos caminhos para as Redes Sociais: Segmentação por Afinidade

Facebook, Twitter e Google+. Muito se fala sobre essas redes sociais, que visam a quantidade de perfis cadastrados e são consideradas as mais populares. Elas atraem a atenção de pessoas dos mais variados perfis e interesses, empresas dos mais distintos ramos de atividade e permitem acesso aos mais diversos conteúdos. Nessas redes, as pessoas são conectadas por vínculos afetivos, principalmente de parentesco e amizade (amigos próximos, amigos do trabalho, amigos da escola/faculdade e amigos dos amigos). Quando o assunto é relacionamento e interação, essas redes são eficientes. Porém, quando se trata de algo relacionado ao mercado profissional ou algum assunto específico, as redes sociais segmentadas se mostram muito mais eficazes por terem objetivos bem definidos e propiciarem o relacionamento entre pessoas com os interesses e competências convergentes, abrindo caminhos para o surgimento de novas oportunidades. Em linhas gerais, as redes sociais segmentadas tratam de assuntos específicos, os conteúdos são abordados com maior profundidade, além de serem totalmente direcionados e especializados. Por isso, conseguem engajar os usuários por possuírem os mesmos hábitos de consumo e interesses, como, por exemplo, amantes de futebol, música, vinho, games, viagens, culinária e/ou profissionais (médicos, dentistas, entre outros). Elas também podem ser denominadas como redes segmentadas por afinidade, redes de nicho ou, até mesmo, redes verticais. Nas redes sociais de nicho, as discussões são mais relevantes, menos superficiais e podem, muitas vezes, se transformar em ambientes para geração de ideias, um verdadeiro laboratório para incentivar a cocriação, por possibilitar o recebimento de inputs para a melhoria, ou a criação de produtos e serviços novos. Existem diversas redes neste modelo, como Skoob, voltada para leitura; Receitáculo, para culinária; Trocajogo, para games; Ask.fm, para música; TripAdvisor, para viagens; Fashion.me, para moda, com mais de um milhão de usuários; Winetag, para vinhos entre outras. Profissionais têm seu espaço, como Comunique-se, voltada para profissionais de comunicação; Houzz, para arquitetos e desiners, como mais de 2 milhõs de usuários no mundo; SouMix, para músicos; CasaPro, para decoradores e arquitetos, desenvolvida pela Editora Abril, iDent, exclusiva para dentistas e Ology para médicos. Esse último foi utilizado pela marca Colgate, que criou uma página para estreitar o relacionamento com os formadores de opinião. As principais vantagens dessas redes são: conectar-se com pessoas que não conhecemos, ampliando o rol de amizade; alcançar audiências interessadas; menor chance de dispersão do usuário pela relevância do conteúdo; identificar os influenciadores para torná-los defensores e colaboradores da marca e, o mais importante, conhecer o que o consumidor espera e desenvolver estratégia de relacionamento e engajamento duradoura. Essas redes vêm ganhando espaço e são uma grande tendência no Brasil, devido ao estágio de amadurecimento quando o assunto são redes sociais. É necessário que as empresas estejam atentas para essas mudanças, inclusive as PMEs, já que muitos entendem a importância de se investir nas redes sociais, mas ainda enfrentam dificuldades para alcançar seu público alvo, já que nas redes mais populares, como o Facebook, Twitter e Google+, eles têm que encontrar o cliente no meio de um emaranhado de grupos ou fazer ações de comunicação para serem encontrados, envolvendo mais investimento e dispersão. Esta pode ser uma oportunidade de falar diretamente com o seu público e aumentar sua relevância em outras redes sociais, principalmente para as empresas que saírem na frente e conseguirem, com uma estratégia relevante e diferente, apropriarem-se desses canais. Afinal, ainda são poucos os casos de sucesso neste assunto, o que se torna um desafio e uma grande oportunidade para as marcas. Por Sandra Turchi* e Renata Benigna** *Sandra Turchi é Sócia-diretora da Digitalents (www.digitalents.com.br). É Consultora e palestrante sobre Marketing Digital e E-commerce. Professora nos MBAs da FGV, FIA e ESPM, onde coordena cursos na área digital desde 2008. Foi executiva de Marketing por mais de 20 anos, tendo atuado em diversos setores e grandes empresas. Bacharel em Administração pela USP, pós-graduada pela FGV e MBA pela BSP com Toronto University, fez também empreendedorismo na Babson. Autora do livro Estratégias de Marketing Digital e E-commerce, lançado pela editora Atlas em 2012. **Renata Benigna atua como profissional de Mídia Online e Offline no segmento de telecomunicações e é especialista em Marketing Digital. Pós-graduada em Administração em Marketing pela FAAP e Comunicação com o Mercado pela ESPM, atualmente é professora do curso de extensão de Comunicação e Marketing Digital da ESPM.

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Profissionais De Marketing Digital Alta Demanda, Pouca Capacitação
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Profissionais de marketing digital: alta demanda, pouca capacitação

Não é segredo que o mercado digital está em constante expansão. Considerando a infinidade de oportunidades geradas para marcas, públicos e profissionais, isso é bastante positivo, afinal, é uma nova e eficiente forma de se relacionar e de se comunicar, além de ser um novo segmento, o que, consequentemente, gera uma alta demanda por profissionais qualificados. Mas, como tudo o que é novo, há sempre o risco da imprevisibilidade, que é potencializado pela rápida velocidade de mudança: a todo o momento há novos recursos nas redes sociais, novas redes sociais, novas ferramentas de monitoramento, novas leis regulamentando o que pode e o que não pode ser feito e novos estereótipos de conduta, ditando regras do que é certo e do que é errado fazer no mundo online. Diante desse contexto, torna-se necessário que, mais do que nunca, os profissionais da área estejam constantemente atualizados: lendo as notícias, acompanhando as novidades das redes, sendo curiosos para entender os novos recursos disponíveis, participando de treinamentos e cursos, conversando com outros profissionais da área, entre tantas outras formas de saber o que acontece nesse mundo. De preferência, em tempo real. Outra característica desse novo mercado, também como consequência do curto tempo em que ele existe, é o fato de que muitos profissionais, que nunca trabalharam ou estudaram marketing digital, mas se consideram heavy users (pessoas que estão sempre conectadas na internet e nas redes sociais, mas, não necessariamente, utilizando-as profissionalmente), acharem que são capacitados para trabalharem com mídias sociais, pensar em estratégias, gerenciar contas, montar relatórios de monitoramento, produzir conteúdos… Mas não é bem assim: podemos dizer que quem trabalha com mídias sociais precisa ser heavy user, mas não basta ser heavy user para trabalhar com mídias sociais. O mercado é novo, a imprevisibilidade faz com que não saibamos se teremos que, do dia para noite, repensar estratégias, cancelar publicações, considerar novos parâmetros de monitoramento. Mas isso não significa que o mercado seja amador. Pelo contrário – trabalhar com mídias sociais significa conhecer muito o mercado para conseguir contornar situações inusitadas com agilidade. A cada dia percebemos que o trabalho de social media está profissionalizado. Cursos, treinamentos e pós-graduação estão disponíveis para quem realmente gosta da área. Empresas que nunca se imaginaram na internet estão procurando consultorias e agências para entenderem melhor desse mundo online, iniciando sua presença digital. Isso faz com que a demanda por profissionais cresça – o mercado está aquecido. Mas, de acordo com a Digitalents, consultoria e headhunting de marketing digital, enquanto aumenta a procura por profissionais, aumenta, também, a falta de candidatos qualificados para assumirem os cargos. Currículos têm aos montes, mas nem todos possuem a capacitação necessária. Sim, é possível que empresas e agências treinem profissionais que queiram iniciar nesse mercado, mas, para cargos que exigem pró-atividade e independência do profissional na agência, é necessário que haja conhecimento e experiência anterior significativa. Dessa forma, as dicas que ficam são: vagas existem, o mercado absorve os bons profissionais e, se você tem interesse em atuar com marketing digital, dê prioridade à sua capacitação nessa área: estude, leia, converse. E cuide do seu networking! Por Sandra Turchi* e Tânia d’Ávila**   *Sandra Turchi é Sócia-diretora da Digitalents (www.digitalents.com.br). É Consultora e palestrante sobre Marketing Digital e E-commerce. Professora nos MBAs da FGV, FIA e ESPM, onde coordena cursos na área digital desde 2008. Foi executiva de Marketing por mais de 20 anos, tendo atuado em diversos setores e grandes empresas. Bacharel em Administração pela USP, pós-graduada pela FGV e MBA pela BSP com Toronto University, fez também empreendedorismo na Babson. Autora do livro Estratégias de Marketing Digital e E-commerce, lançado pela editora Atlas em 2012. **Tânia d’Ávila é graduada em Relações Públicas pela FAAP, pós-graduada em Marketing e Comunicação Integrada pelo Mackenzie e cursou Docência com foco em Metodologia de Ensino Superior e Pesquisa pela FGV. Possui experiência na área de branding e, atualmente, trabalha com marketing digital na Digitalents.

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Persona Da Marca Parte Importante Da Estratégia Nas Mídias Sociais
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Persona da Marca: parte importante da Estratégia nas Mídias sociais

Todo relacionamento requer um nível de afinidade entre as partes para que se estabeleça um elo afetivo, social e uma interação. Os sentimentos e as relações interpessoais acontecem entre as pessoas e as marcas, já que reconhecemos nelas características psicológicas, comportamentais, emocionais e, até, de caráter. Baseados em nossas percepções, formamos opiniões e demonstramos sentimentos que podem ser facilmente compartilhados, o que se amplia hoje com as redes sociais. Por isso, cresce a importância de as marcas se tornarem cada vez mais humanas e personalizadas visando estabelecer um vínculo emocional mais forte e duradouro. Uma das principais estratégias para essa humanização é a criação do que chamamos de Persona da Marca, que deve ser debatida até mesmo antes da definição de seu logotipo. Essa persona leva em conta sua história, características emotivas e físicas, personalidade, valores e ideias compatíveis com as do seu público-alvo, que poderão ser alteradas com o tempo ao vivenciar experiências e aprender coisas novas. Além disso, é extremamente importante a empresa ter uma postura de transparência, principalmente quando a marca comete erros. A criação da Persona é uma estratégia de comunicação muito eficiente para obter lembrança de marca, permitindo um menor esforço de mídia (frequência) para a transmissão de uma mensagem, já que esta se dissemina de uma maneira muito mais natural entre os seus públicos. Segundo a Consultoria Digitalents é importante a empresa encarar o momento de criação da Persona da Marca como uma oportunidade para rever seus conceitos, valores e avaliar se os mesmos se refletem em suas ações para realizar mudanças e correções, caso seja necessário. Essa Persona, algumas vezes, se transforma num tipo de mascote, mas é necessário ressaltar que são coisas diferentes. Um exemplo disso é o Pinguim, da rede de lojas Ponto Frio, utilizado com a finalidade de promover engajamento e, até mesmo, diferenciação nas redes sociais, ele é a personificação da marca – o responsável por manter um relacionamento com os clientes – e prospects – aproximando-se do seu público, gerando identificação e empatia. Trabalhar dessa forma facilita a geração de um conteúdo com linguagem mais adequada ao público-alvo. Outro exemplo ocorre com o Magazine Luiza, que tem a “Lú”, um personagem que está presente nas redes sociais, no site da empresa recomendando produtos, além de ter o seu próprio blog num modelo de SAC 2.0, criado para fornecer conteúdo sobre produtos. De qualquer forma, a Persona da Marca se destacou na era das mídias sociais, quando a preocupação com relacionamento, conteúdo e transparência ganhou força. No entanto, poucas empresas ampliam sua atuação para torná-la a base da estratégia de relacionamento. Vale ressaltar também a importância de que esse posicionamento adotado nas mídias sociais reflita no atendimento off-line (lojas físicas). Para entender melhor o sucesso de certas estratégias, é importante ter um novo olhar para o consumidor e o seu comportamento: pouco tempo, dúvidas sobre uma grande variedade de produtos disponíveis e medo de errar nas suas escolhas. A solução encontrada por muitas pessoas é procurar por “especialistas”, pessoas reconhecidas num assunto específico, próximas e confiáveis, que possam lhe ajudar a minimizar os erros na tomada de decisão. É exatamente neste ponto que estratégias que tornam a marca mais humana se diferem das outras e, consequentemente, obtém vantagem competitiva. Afinal, as pessoas, hoje, são mais informadas, exigentes, demandam um relacionamento mais próximo e relevante por parte das empresas, ou seja, mais humano, transparente e orientado para seus próprios valores, que possibilite aproximação e troca de experiências para que sejam construídos fortes elos de encantamento, engajamento e fidelização. Por Sandra Turchi* e Renata Benigna** *Sandra Turchi é Sócia-diretora da DIGITALENTS, consultora e palestrante sobre em Marketing Digital e E-commerce. Leciona no MBA da FGV em Marketing Digital e coordena diversos cursos de férias na área digital da ESPM-SP. Atuou como executiva de Marketing por mais de 20 anos e foi executiva de grandes empresas de diversos setores. Bacharel em Administração de Empresas pela FEA/USP, pós-graduada pela FGV/EAESP, possui MBA pela Business School SP com a Toronto University e estudou empreendedorismo na Babson College. Autora do livro “Estratégias de Marketing digital e E-commerce”, publicado pela Ed. Atlas em 2012. **Renata Benigna atua como profissional de Mídia Online e Offline no segmento de telecomunicações e é especialista em Marketing Digital. Pós-graduada em Administração em Marketing pela FAAP e Comunicação com o Mercado pela ESPM, atualmente é estudante de pós-graduação em Ciência do Consumo na ESPM.

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