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Como Manter O Seu Site Nas Primeiras Posições Do Google
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Como manter o seu site nas primeiras posições do Google?

Quando você busca um termo relacionado ao seu negócio, lá está ele, aquele site do concorrente que nunca sai do primeiro lugar dos resultados orgânicos (não patrocinados) no Google. Mas o que será que ele faz para estar sempre em primeiro lugar? Existem diversas técnicas para fazer com que um site esteja entre as primeiras posições dos resultados de buscas no Google. Os algoritmos utilizados pelo Google analisam diversos aspectos do seu site, mas eles não são divulgados, visando manter a livre concorrência do mercado no buscador mais famoso do mundo. Além disso, esses algoritmos são atualizados periodicamente, então algumas regras que funcionavam antes podem não funcionar mais. Já que não é possível fazer milagres, temos que nos ater aos dados e fatos comprovados, ou seja, àquilo que sabemos que faz toda a diferença para o ranqueamento do seu site. Como regra geral, o Google valoriza aquilo que foi mais relevante para o usuário, então tenha foco no seu cliente e não nos algoritmos. Quer saber como deixar o seu site bem ranqueado no Google? Então continue lendo! Responsividade Sendo cada vez mais importante para o sucesso de um site, a responsividade é a capacidade que o seu site tem de se adequar a qualquer tipo de tela, seja de smartphone, notebook, tablet ou desktop, entre outras. E por que isso é importante? A experiência do usuário com o seu site deve ser única, impecável e sem nenhum tipo de problema em qualquer dispositivo, mobile ou não. Tendo essa qualidade, seu site ganha muitos pontos com o Google, inclusive algumas posições nos resultados de buscas. SEO O Search Engine Optimization é uma estratégia que visa tornar o seu site mais amigável para os mecanismos de buscas. Como ele faz isso? Inserindo palavras-chave do seu negócio, evidenciando que o seu site é relevante para aquele tema. De acordo com o Google, seu principal objetivo é gerar valor para o usuário. Neste sentido, a empresa visa oferecer para seus usuários os sites mais relevantesimportantes sobre o termo que ele está buscando na internet. Ou seja, você tem que ser relevante na sua área de atuação para que os algoritmos do Google coloquem o seu site nas primeiras posições. Conteúdo Chegamos ao ator principal desta estratégia, o marketing de conteúdo. O Google já anunciou que o conteúdo será cada vez mais relevante para o ranqueamento de sites nos resultados orgânicos, e quem não souber criar conteúdo de valor vai perder visibilidade. Para criar conteúdo de valor utilize todo o seu know how ao desenvolver artigos, blog posts, whitepapers, e-books, infográficos, vídeos e todo o tipo de conteúdo multimídia possível para demonstrar a sua relevância para o mercado. Gerando valor para as pessoas, você aumenta o tráfego no seu site e evidenci a para a ferramenta de busca do Google que as pessoas gostam dos seus conteúdos e que você deveria estar nos primeiros resultados, pois isso aumentará inclusive o tempo de permanência do público no seu site! E será que é só isso? Certamente não. Existem diversas outras maneiras de destacar a relevância do seu site para que ele seja ranqueado com melhor qualidade no Google. Portanto, se você deseja ocupar uma boa posição, continue se mantendo atualizado! Por Sandra Turchi*   *Sandra Turchi é Sócia-diretora da Digitalents (www.digitalents.com.br). Consultora e palestrante sobre Marketing Digital e E-commerce. Professora nos MBAs da FGV, FIA e ESPM, onde coordena cursos na área digital desde 2008. Foi eleita uma das profissionais de marketing mais atuantes nas mídias sociais no mundo, pela SMMagazine, dos EUA. Foi executiva de Marketing por mais de 20 anos, tendo atuado em diversos. Bacharel em Administração pela USP, pós-graduada pela FGV e MBA pela BSP e Toronto University, cursou também empreendedorismo na Babson de Boston. Autora do livro Estratégias de Marketing Digital e E-commerce, lançado pela editora Atlas e do blog www.sandraturchi.com.br,  além de ser articulista de diversos portais.

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Como Melhorar O Relacionamento Entre Equipes De Diferentes Gerações Na Era Digital
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Como melhorar o relacionamento entre equipes de diferentes gerações na era digital?

Gerenciar pessoas nunca foi tarefa fácil, mas está se tornando cada vez mais difícil para as organizações e gestores na era digital. O motivo é a existência de diversas gerações com perfis e valores muito diversos, o que gera conflitos e muitas vezes dificulta a boa convivência interpessoal dos colaboradores, colocando em xeque os objetivos, valores e missão da empresa. Atualmente três grupos com identidades e características bem definidas convivem no mercado de trabalho: as gerações X, Y e Z. Cada uma delas é composta por indivíduos que se distinguem uns dos outros não apenas pela faixa etária, mas por seus anseios e objetivos. Enquanto a população X nasceu em meados de 1965 até o ano de 1979 (ou seja, tem hoje entre 35 e 49 anos), a população Y engloba os anos seguintes até 2000 (idades entre 20 a 29 anos). A geração Z inclui a população entre 12 a 19 anos atualmente. Enquanto a geração Z é altamente conectada, multitarefa e alheia a regras, a geração X é movida por normas preestabelecidas, prefere a rotina à mudança e mescla um perfil off-line com online no ambiente profissional. No meio desta dicotomia encontra-se a geração Y, que compartilha com a geração Z o uso desenfreado das tecnologias, mas está em busca de um equilíbrio entre o pessoal e o profissional. Diante dessa turbulência de características, desejos e anseios de cada grupo, as empresas buscam equilibrar a convivência no ambiente de trabalho para diminuir o ruído que existe entre essas gerações, buscando uma sinergia entre as equipes para que os resultados organizacionais possam ser obtidos com maior eficácia e harmonia. Nesta busca, não há como fugir dos relacionamentos, por isso é preciso estabelecer novas formas de interação e convivência entre as partes envolvidas. Estrutura hierárquica A geração X lida muito bem com as estruturas hierárquicas verticalizadas, contudo, o mesmo não se aplica às gerações Y e Z. Com o acesso ao conhecimento cada vez mais facilitado, as duas últimas gerações se sentem tão capacitadas quanto qualquer outro profissional mais experiente e maduro, exigindo um relacionamento de igual para igual no trabalho, esquecendo-se, às vezes, da importância da experiência. Para que todos se sintam mais à vontade para contribuir com os resultados da empresa, é preciso construir estruturas hierárquicas “horizontais”, portanto mais democráticas e “livres” na coordenação das equipes. Gestão participativa A falta de reconhecimento e valorização do profissional das gerações Y e Z, seja pela idade ou por pouca experiência prática, o torna um profissional volátil, instável, sempre à procura de novas oportunidades de trabalho, onde ele possa demonstrar o seu verdadeiro potencial. Ao implantar uma gestão mais participativa, a voz é dada a todos, que podem compartilhar seus conhecimentos e experiências no dia a dia da empresa e assim identificar soluções para os problemas específicos da organização. Flexibilidade Para os profissionais das gerações Y e Z a flexibilidade dos horários e uma maior autonomia na execução de suas atividades são pré-requisitos cruciais na hora de escolher um emprego. Esses desejos e valores, assim como a informalidade no tratamento e relacionamento para com clientes e fornecedores deixam a geração X apreensiva, ainda mais quando ela está em posição de liderança. Ao implantar outras formas de gestão, como a gestão por projetos, a empresa dá a todos os envolvidos a oportunidade de trabalhar de uma forma diferenciada, equilibrando os ânimos e tornando as relações menos conflitantes no ambiente de trabalho. Treinamento e capacitação Por fim, de nada adianta implementar formas inovadoras de gestão se o pensamento e o modo de agir das pessoas envolvidas não mudarem também. Portanto, investir em treinamentos e capacitações em que as pessoas possam expressar suas dúvidas e anseios, aprendendo a lidar com a diversidade e aceitar os colegas de trabalho com suas virtudes e defeitos, é algo que não pode ser deixado de lado. As gerações são formadas de acordo com o contexto político, social, econômico, cultural e tecnológico em que vivem, mas não existe um fator que defina exatamente um grupo de pessoas. Cada pessoa é única e deve trabalhar suas competências comportamentais individualmente, buscando sempre a melhoria contínua. Desta forma, cabe às empresas investir em novas formas de interação entre as gerações, mas cabe ainda mais a elas refletirem seus papéis e transformarem sua maneira de perceberem e valorizarem os demais. Por Sandra Turchi*   *Sandra Turchi é Sócia-diretora da Digitalents (www.digitalents.com.br). Consultora e palestrante sobre Marketing Digital e E-commerce. Professora nos MBAs da FGV, FIA e ESPM, onde coordena cursos na área digital desde 2008. Foi eleita uma das profissionais de marketing mais atuantes nas mídias sociais no mundo, pela SMMagazine, dos EUA. Foi executiva de Marketing por mais de 20 anos, tendo atuado em diversos. Bacharel em Administração pela USP, pós-graduada pela FGV e MBA pela BSP e Toronto University, cursou também empreendedorismo na Babson de Boston. Autora do livro Estratégias de Marketing Digital e E-commerce, lançado pela editora Atlas e do blog www.sandraturchi.com.br,  além de ser articulista de diversos portais.

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4 Formas De Gerenciar Redes Sociais Corporativas
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4 formas de gerenciar redes sociais corporativas

As redes sociais foram além do pessoal e passaram também a ser uma ferramenta para uso das empresas, que buscam mais engajamento de seus públicos e proximidade. Acontece que a dinâmica das redes sociais é muito diferente da comunicação a que as empresas estão acostumadas, então é preciso saber como gerenciá-las a fim de ter o sucesso almejado.

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O Poder Do Selfie No Branding Digital Das Marcas
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O Poder do Selfie no Branding Digital das Marcas

  Após a ação de “Selfie” de Ellen Degeneres (patrocinada pela marca Samsung), que tirou uma foto rodeada de estrelas de Holywood durante a cerimônia dos Oscars e entrou para a história como a mais partilhada no Twitter, ao superar um milhão de “tweets” em menos de uma hora, muito se tem ouvido sobre essa palavra, “Selfie”. Um termo atual, mas uma ação que já existia mesmo antes dos smartphones e da internet. O “Selfie” significa autorretrato, o que torna os autorretratos pintados por Tarsila do Amaral e Van Gogh um “Selfie”. A diferença é que, nos dias atuais, essa ação se tornou mais fácil e instantânea com o uso de smartphones com câmeras sincronizadas às mídias sociais, que vem se popularizando em função do “narcisismo” de muitas pessoas e da “necessidade” de compartilharem momentos “sempre felizes” com a sua rede de amigos. Porém, ainda são poucas as iniciativas das marcas para utilizarem essa ferramenta como uma poderosa estratégia de Branding Digital. Apenas a marca Samsung se apropriou desse tipo de ação, muito pautada pelo uso de celebridades internacionais, que contribuem para uma rápida e volumosa reverberação, além de dar credibilidade, devido à sua afinidade com a ação. Afinal, o smartphone é o meio usado para a produção e disseminação do autorretrato. Para aumentar a audiência exposta à ação de “Selfie” e gerar ainda mais mídia espontânea (earned media), a Samsung se utilizou de “Product Placement”, que é a inclusão da marca dentro de um conteúdo de entretenimento, como se fosse um adereço, mostrando-o de maneira sutil como parte integrante do contexto. Além disso, se utilizou de momentos oportunos como no caso do jogador de beisebol David Ortiz que tirou uma foto com o Presidente Obama em uma visita a Casa Branca na frente de muitos jornalistas. “Product Placement”, celebridades internacionais e momentos oportunos foram os ingredientes encontrados pela Samsung para viralizar suas ações de “Selfie” e se promover no mundo online e offline, uma integração fundamental e importante para obter alcance da audiência e reverberação da marca. Novos modelos de “Selfie” vêm surgindo e ganhando espaço, como o “Braggie”, que é um “Selfie de ostentação” por mostrar momentos para causar inveja à rede de amigos. Resta às marcas identificarem oportunidades e os momentos oportunos para se inserirem no “momento Selfie” das pessoas e conquistarem engajamento e mídia espontânea ou mesmo contribuírem para a criação desses “momentos” para que possam fazer parte deles, como no caso da Dove. A marca desenvolveu uma campanha “Selfie” convocando meninas para buscarem sua própria beleza e a aceitação do corpo, ou seja, criou “momentos Selfie”. Para isso, meninas de uma escola na Inglaterra foram desafiadas a fazer um “Selfie” procurando ressaltar aquilo que elas menos gostassem em si mesmas, as mães também foram convocadas para o mesmo desafio, pois o objetivo da ação era mostrar que as frustrações com a aparência ultrapassam gerações. O resultado foi um vídeo com mais de cinco milhões de visualizações no YouTube. Recentemente, o apresentador Marcos Mion, ícone do mundo fitness e dono de um milhão de seguidores em seu perfil no Instagram, exibiu seus bíceps em um “Selfie” e aproveitou o momento para divulgar a marca de suplementos alimentares do qual é garoto propaganda. Ação similar à realizada pelo ator Cauã Reymond em plena passarela do SPFW durante seu desfile para a marca Ellus. Com a popularização dessas ações, independente do uso de celebridades, como uma ferramenta de merchandising no mundo digital, as marcas precisam estar cada vez mais atentas para que as propagações sejam positivas e não alvo de um constrangimento, como no caso da Samsung no Oscar, que apesar de se tornada a maior ação de “Selfie”, também foi alvo de criticas, já que a atriz Ellen foi flagrada nos bastidores disparando tuites com o seu iPhone, que é uma marca concorrente. Então, embora a iniciativa da Samsung tenha aproveitado uma oportunidade do mercado, é de extrema importância que as ações sejam bem gerenciadas e que se pensem em todos os detalhes para que uma atitude, como a de Ellen utilizar um Iphone, não prejudique o que, rapidamente, foi conquistado – nesse caso, o mais de um milhão de compartilhamentos do Selfie. Assim, percebendo os poucos cases de sucesso que podemos citar de marcas que aproveitam as oportunidades do momento, conclui-se que grande parte das empresas não possui a devida preocupação com a repercussão negativa que as redes sociais podem gerar, precisando trabalhar melhor o seu branding digital e garantindo que sua imagem estará fortalecida e preservada nesses canais. Por Sandra Turchi* e Renata Benigna**   *Sandra Turchi é Sócia-diretora da Digitalents (www.digitalents.com.br). Consultora e palestrante sobre Marketing Digital e E-commerce. Professora nos MBAs da FGV, FIA e ESPM, onde coordena cursos na área digital desde 2008. Foi eleita uma das profissionais de marketing mais atuantes nas mídias sociais no mundo, pela SMMagazine, dos EUA. Foi executiva de Marketing por mais de 20 anos, tendo atuado em diversos segmentos de mercado. Bacharel em Administração pela USP, pós-graduada pela FGV e MBA pela BSP e Toronto University, cursou também empreendedorismo na Babson de Boston. Autora do livro Estratégias de Marketing Digital e E-commerce, lançado pela editora Atlas e do blog www.sandraturchi.com.br, além de ser articulista de diversos portais. **Renata Benigna atua como profissional de Mídia Online e Offline no segmento de telecomunicações e é especialista em Marketing Digital. Pós-graduada em Administração em Marketing pela FAAP e Comunicação com o Mercado pela ESPM, atualmente é professora das disciplinas de Mídias Sociais e Mídia Online dos cursos de extensão em Comunicação e Marketing Digital e Planejamento e Compra de Mídia Online da ESPM.

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Treinamento Corporativo Na Era Digital
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Treinamento corporativo na era digital

Se no passado recente boa parte das corporações sentia-se obrigada a estar atenta à forma como seus concorrentes se posicionavam na internet e também ao que de mais relevante acontecia na web, hoje existe a certeza de que isso só não basta. Além de navegar, é preciso marcar presença nas redes sociais e tentar tirar delas o maior proveito possível. E é aí que mora o perigo. Uma informação incorreta, uma resposta mal-criada a algum internauta, ou simplesmente não reagir de forma adequada a críticas sobre a empresa, seus produtos e serviços, pode por tudo a perder. É sempre bom lembrar que o que entra na internet fica nela para sempre. Daí a importância de um treinamento personalizado in company para que os profissionais de diferentes áreas da empresa saibam lidar com as novas demandas e com as ferramentas de comunicação que surgem a cada dia. E cabe ao departamento de Recursos Humanos determinar como realizar esse treinamento, com foco no segmento online, ou mesmo selecionar empresas especializadas que possam auxiliá-lo nesse sentido. Não há dúvida de que atualmente a maioria das pessoas se comunica por meio dos canais digitais com amigos, familiares, pessoas conhecidas e também com clientes e prospects, e nesses últimos casos nem sempre com o conhecimento e consentimento da empresa em que trabalham. Por isso é importante que cada profissional saiba como se posicionar nessas mídias e também utilizar corretamente as diversas ferramentas que estão disponíveis e que podem auxiliá-los a obter melhores resultados em suas respectivas funções. Hoje, o maior desafio é a velocidade com que ocorrem as mudanças. O comportamento dos consumidores é uma prova disso, como revela uma pesquisa da Accenture realizada com dez mil clientes online em dez países. Um dos exemplos citados no estudo foi o de uma professora universitária que tem o hábito de verificar seus e-mails antes de dormir. Num determinado dia, ela recebeu um convite para participar de um congresso em Londres, e optou por comprar passagens aéreas pela internet naquela mesma noite. Houve também o exemplo de outra consumidora que escolheu certa marca de produto para a família porque este foi produzido com meios sustentáveis. É com base na captura de informações como essas que é possível conhecer melhor o público-alvo e assim desenvolver novos produtos e serviços que estejam de acordo com seus anseios, ou mesmo determinar ações de marketing e promoções que estimulem as vendas. As empresas que estão atentas a esses sinais de mudança conseguem apresentar alternativas inovadoras para seus clientes. É o caso da locadora de veículos Hertz que ao fazer um exame detalhado do setor de locação de veículos criou em 2008 um novo serviço voltado ao consumidor que prefere compartilhar carros a possuí-los. A Divisão que atualmente é conhecida como Hertz On Demand, teve um início modesto, mas hoje conta com mais de 130 mil membros, o que lhe rende um faturamento superior a US$ 30 mil. Outro exemplo é o da Pearson, uma das editoras gigantes da área de educação, que apostou na tecnologia digital para melhor atender aos alunos e professores. A empresa repensou sua atuação para passar a oferecer serviços de infraestrutura tecnológica, software e consultoria a escolas de ensino fundamental e médio nos Estados Unidos, o que acabou sendo sua principal fonte de renda e não mais a venda de livros escolares. Tais sistemas de informação permitem à escola acompanhar os horários dos alunos, e também ajudam os professores a preparar suas aulas. Um olhar atento ao mercado, junto a um treinamento in company customizado contribui para que os profissionais das diversas áreas da empresa saibam extrair dados relevantes e de que forma trabalhar com eles. Por meio do mapeamento de cada área da empresa e de suas características são também determinadas quais metodologias, sistemas e recursos devem ser implantados. O tempo está cada vez mais acelerado, o que obriga as corporações a se preparem nesse mesmo ritmo para não perderem as oportunidades de um mercado globalizado, altamente competitivo, e cada vez mais digital. Por Sandra Turchi*   *Sandra Turchi é sócia-diretora da Digitalents, empresa que visa impulsionar os resultados dos seus clientes no universo digital através de serviços de consultoria, headhunting, cursos abertos e treinamentos in company, sempre com foco em temas relacionados a marketing digital e e-commerce. É palestrante, consultora e professora nos MBAs da FGV, FIA e ESPM onde também criou diversos cursos de Marketing Digital desde 2008. É autora do Livro “Estratégias de Marketing Digital e E-commerce”, publicado pela Ed. Atlas e do blog www.sandraturchi.com.br, além de articulista de diversos portais.

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O Desafio De Achar E Reter Talentos No Mercado Digital
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O desafio de achar e reter talentos no mercado digital

As novas tecnologias móveis, o crescimento das redes sociais, a expansão do mercado digital – e em particular do e-commerce e de outros serviços disponibilizados na rede – são alguns dos fatores que contribuem para que pessoas e empresas estejam cada vez mais interconectadas. E se de um lado tudo isso abre inúmeras possibilidades para serem exploradas pelo mundo corporativo, de outro esbarra em um grande problema: a falta de profissionais capacitados para lidar de forma adequada com esses canais de interação com o cliente. O apagão da mão de obra especializada, tão vivenciado no segmento de tecnologia da informação e responsável por elevar as despesas com a folha de pagamento das empresas que hoje é da ordem de 36% do orçamento, ameaça também as empresas que querem trabalhar, ou que já o fazem, no mundo digital, e constitui o grande desafio dos gestores de recursos humanos dessas companhias: onde achar e como reter esses talentos? Diante dessa dificuldade, uma das saídas é treinar internamente. E aí surge outra questão: que tipo de profissional selecionar para esse treinamento? Os mais jovens e inovadores, a maioria web native que sabe navegar com desenvoltura nessas novas mídias, mas ainda inexperiente no jogo cotidiano e competitivo das companhias, ou os mais experientes, boa parte com mais de 40 anos de idade, que pode estar um pouco menos conectada com todas as mudanças recentes no mundo digital, mas bem mais tarimbada em termos de estratégias e de conhecimento do mercado? Trata-se de um dilema real e não há respostas fáceis, muito menos fórmulas padronizadas para solucioná-lo e que, na maioria dos casos, ultrapassa as fronteiras, deixando de ser apenas um problema para a área de RH, repercutindo também nos setores de marketing, desenvolvimento, comercial e administrativo. Uma alternativa válida seria unir esses dois profissionais, para que juntos pudessem combinar seus skills e aprender uns com os outros, obtendo, assim, os resultados esperados e, principalmente, os inesperados – e positivos -, para as companhias. Especificamente no e-commerce essa falta de profissionais é ainda mais sentida, até porque esse segmento está em franca expansão. O levantamento da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) revelou que o comércio eletrônico fechou 2013 com faturamento da ordem de R$ 31,11 bilhões; mas em contrapartida, outra pequisa realizada em conjunto pela e-bit e pela Universidade Buscapé Company, do Grupo Buscapé, mostrou que 65% dos candidatos que participaram do processo de seleção para trabalhar nessas empresas estavam despreparados para a função, o que evidencia a necessidade de formação específica. As áreas de RH das empresas podem ajudar, no sentido de montar equipes multidisciplinares que reúnam conhecimentos sobre tecnologia da informação, ferramentas de análise de dados, segurança da rede, marketing, empreendedorismo, entre outros, e buscar apoio especializado para que possam trabalhar juntas, encarregando-se também de promover constantemente cursos de atualização e aperfeiçoamento profissional. Mas também é aconselhável que as pessoas, de outra parte, busquem individualmente e por sua própria conta, aumentar seus conhecimentos, principalmente os que lhes permitirão transitar com maior desenvoltura no ambiente digital. Devem se incluir nesse rol os profissionais “sênior”, fazendo um esforço para quebrar suas resistências e aprender a lidar com esse novo mundo propiciado pela internet e pela mobilidade. A interatividade veio para ficar e é um caminho sem volta. As empresas e as pessoas que ainda não acordaram para essa realidade já estão perdendo oportunidades valiosas para ampliar e melhorar sua atuação. Por Sandra Turchi*   *Sandra Turchi é Sócia-diretora da Digitalents (www.digitalents.com.br). Consultora e palestrante sobre Marketing Digital e E-commerce. Professora nos MBAs da FGV, FIA e ESPM, onde coordena cursos na área digital desde 2008. Foi eleita uma das profissionais de marketing mais atuantes nas mídias sociais no mundo, pela SMMagazine, dos EUA. Foi executiva de Marketing por mais de 20 anos, tendo atuado em diversos segmentos de mercado. Bacharel em Administração pela USP, pós-graduada pela FGV e MBA pela BSP e Toronto University, cursou também empreendedorismo na Babson de Boston. Autora do livro Estratégias de Marketing Digital e E-commerce, lançado pela editora Atlas e do blog www.sandraturchi.com.br, além de ser articulista de diversos portais.

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Novos Caminhos Para As Redes Sociais Segmentação Por Afinidade
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Novos caminhos para as Redes Sociais: Segmentação por Afinidade

Facebook, Twitter e Google+. Muito se fala sobre essas redes sociais, que visam a quantidade de perfis cadastrados e são consideradas as mais populares. Elas atraem a atenção de pessoas dos mais variados perfis e interesses, empresas dos mais distintos ramos de atividade e permitem acesso aos mais diversos conteúdos. Nessas redes, as pessoas são conectadas por vínculos afetivos, principalmente de parentesco e amizade (amigos próximos, amigos do trabalho, amigos da escola/faculdade e amigos dos amigos). Quando o assunto é relacionamento e interação, essas redes são eficientes. Porém, quando se trata de algo relacionado ao mercado profissional ou algum assunto específico, as redes sociais segmentadas se mostram muito mais eficazes por terem objetivos bem definidos e propiciarem o relacionamento entre pessoas com os interesses e competências convergentes, abrindo caminhos para o surgimento de novas oportunidades. Em linhas gerais, as redes sociais segmentadas tratam de assuntos específicos, os conteúdos são abordados com maior profundidade, além de serem totalmente direcionados e especializados. Por isso, conseguem engajar os usuários por possuírem os mesmos hábitos de consumo e interesses, como, por exemplo, amantes de futebol, música, vinho, games, viagens, culinária e/ou profissionais (médicos, dentistas, entre outros). Elas também podem ser denominadas como redes segmentadas por afinidade, redes de nicho ou, até mesmo, redes verticais. Nas redes sociais de nicho, as discussões são mais relevantes, menos superficiais e podem, muitas vezes, se transformar em ambientes para geração de ideias, um verdadeiro laboratório para incentivar a cocriação, por possibilitar o recebimento de inputs para a melhoria, ou a criação de produtos e serviços novos. Existem diversas redes neste modelo, como Skoob, voltada para leitura; Receitáculo, para culinária; Trocajogo, para games; Ask.fm, para música; TripAdvisor, para viagens; Fashion.me, para moda, com mais de um milhão de usuários; Winetag, para vinhos entre outras. Profissionais têm seu espaço, como Comunique-se, voltada para profissionais de comunicação; Houzz, para arquitetos e desiners, como mais de 2 milhõs de usuários no mundo; SouMix, para músicos; CasaPro, para decoradores e arquitetos, desenvolvida pela Editora Abril, iDent, exclusiva para dentistas e Ology para médicos. Esse último foi utilizado pela marca Colgate, que criou uma página para estreitar o relacionamento com os formadores de opinião. As principais vantagens dessas redes são: conectar-se com pessoas que não conhecemos, ampliando o rol de amizade; alcançar audiências interessadas; menor chance de dispersão do usuário pela relevância do conteúdo; identificar os influenciadores para torná-los defensores e colaboradores da marca e, o mais importante, conhecer o que o consumidor espera e desenvolver estratégia de relacionamento e engajamento duradoura. Essas redes vêm ganhando espaço e são uma grande tendência no Brasil, devido ao estágio de amadurecimento quando o assunto são redes sociais. É necessário que as empresas estejam atentas para essas mudanças, inclusive as PMEs, já que muitos entendem a importância de se investir nas redes sociais, mas ainda enfrentam dificuldades para alcançar seu público alvo, já que nas redes mais populares, como o Facebook, Twitter e Google+, eles têm que encontrar o cliente no meio de um emaranhado de grupos ou fazer ações de comunicação para serem encontrados, envolvendo mais investimento e dispersão. Esta pode ser uma oportunidade de falar diretamente com o seu público e aumentar sua relevância em outras redes sociais, principalmente para as empresas que saírem na frente e conseguirem, com uma estratégia relevante e diferente, apropriarem-se desses canais. Afinal, ainda são poucos os casos de sucesso neste assunto, o que se torna um desafio e uma grande oportunidade para as marcas. Por Sandra Turchi* e Renata Benigna** *Sandra Turchi é Sócia-diretora da Digitalents (www.digitalents.com.br). É Consultora e palestrante sobre Marketing Digital e E-commerce. Professora nos MBAs da FGV, FIA e ESPM, onde coordena cursos na área digital desde 2008. Foi executiva de Marketing por mais de 20 anos, tendo atuado em diversos setores e grandes empresas. Bacharel em Administração pela USP, pós-graduada pela FGV e MBA pela BSP com Toronto University, fez também empreendedorismo na Babson. Autora do livro Estratégias de Marketing Digital e E-commerce, lançado pela editora Atlas em 2012. **Renata Benigna atua como profissional de Mídia Online e Offline no segmento de telecomunicações e é especialista em Marketing Digital. Pós-graduada em Administração em Marketing pela FAAP e Comunicação com o Mercado pela ESPM, atualmente é professora do curso de extensão de Comunicação e Marketing Digital da ESPM.

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Segmentação Digital Behavioral Targeting E Remarketing
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Segmentação Digital: Behavioral Targeting e Remarketing

A publicidade na Internet é muito mais rica e eficiente do que apenas uma publicação de banners. Não basta obter cliques em massa ou atrair uma grande quantidade de visitantes para um site sem selecionar o seu público e praticar estratégias de bom relacionamento. A Internet é um meio que possibilita essa segmentação digital, permitindo encontrar e se relacionar com inúmeros públicos e criar sites customizados com ofertas específicas para cada tipo de público (cliente e novos possíveis clientes), de acordo com o perfil ou histórico de compras. Há duas formas de realizar essa segmentação na publicidade digital. A primeira é a mais básica de todas, que é a segmentação demográfica (sexo, idade e classe social) e/ou geográfica (estado e cidade), onde os veículos de mídia conseguem acessar o cadastro realizado pelo usuário, principalmente em áreas logadas, como o email, e apresentar um banner com base nessas informações. Nas demais áreas do site, não logadas, como páginas internas e home, são realizadas apenas a segmentação geográfica, com base no IP do usuário. A segunda é a segmentação comportamental, que pode ser feita por Behavioral Targeting e Remarketing. O Behavioral Targeting se refere à segmentação baseada no comportamento de navegação do usuário nos sites, ou seja, os conteúdos acessados como entretenimento, esportes, notícias e viagens. Exemplo, um usuário que navega em conteúdos ou sites de esportes, será categorizado como interessado em “esportes” e, a partir daí, pode ser impactado por banners que ofereçam produtos relacionados com esse assunto, como a Netshoes. Já o Remarketing, também conhecido como Retargeting, refere-se à segmentação comportamental baseada no comportamento de navegação dos usuários que visitaram seu site anteriormente, ou seja, essa segmentação permite atingir a pessoa certa, na hora certa e com a mensagem certa, de forma eficiente e em larga escala. Para isso, basta que os usuários sejam marcados com um “cookie“, arquivo criado por um site quando o internauta o visita e, assim, controlar o histórico de visualização do consumidor. Com isso, o anunciante vai manter o registro, permitindo apresentar um banner para este consumidor quando ele acessar os sites que contenham uma mídia comprada por esta empresa. Um exemplo de empresa, que faz esse tipo de ação, é a Netshoes – após uma visita em um produto do seu site, ao acessar páginas, mesmo que não relacionadas ao segmento esportivo, como, por exemplo, blogs de culinária ou mesmo o Facebook, será apresentado um banner da empresa com o mesmo produto visto pelo usuário nas diversas cores disponíveis. Ainda seria possível melhorar os resultados desta campanha ao identificar o usuário que já realizou a compra deste produto e oferecer produtos relacionados, realizando um cross-selling. As principais vantagens do Remarketing é a assertividade com o público, o que significa uma segmentação mais precisa, já que a marca atinge os usuários que demonstraram interesse nos seus produtos ou serviços, permitindo uma alta frequência, que é a divulgação para o mesmo usuário por diversas vezes até a sua conversão, além de dar para sua campanha uma escala de percepção grande e gerar economia devido a sua efetividade. Afinal, em média, 98% dos visitantes navegam em sites de e-commerce sem converter. O mais interessante é que a ação de Remarketing permite à marca orientar sua estratégia de comunicação com base no interesse do usuário, já que é possível alterar as peças de comunicação se baseando no conhecimento que a empresa obtém do usuário, como a identificação do produto que o usuário está interessado, seu estágio no carrinho de compra, se ele é cliente, ou possível cliente, para apresentar uma oferta customizada e, também, conceder desconto promocional para os consumidores que não finalizaram a compra, tornando a oferta mais agressiva, além de fazer com que seus clientes retornem e efetuem mais compras. Enfim, é uma estratégia importante, que dá trabalho, mas que, consequentemente, dá muito mais resultado. Por Sandra Turchi* e Renata Benigna** *Sandra Turchi é Sócia-diretora da Digitalents (www.digitalents.com.br). É Consultora e palestrante sobre Marketing Digital e E-commerce. Professora nos MBAs da FGV, FIA e ESPM, onde coordena cursos na área digital desde 2008. Foi executiva de Marketing por mais de 20 anos, tendo atuado em diversos setores e grandes empresas. Bacharel em Administração pela USP, pós-graduada pela FGV e MBA pela BSP com Toronto University, fez também empreendedorismo na Babson. Autora do livro Estratégias de Marketing Digital e E-commerce, lançado pela editora Atlas em 2012. **Renata Benigna atua como profissional de Mídia Online e Offline no segmento de telecomunicações e é especialista em Marketing Digital. Pós-graduada em Administração em Marketing pela FAAP e Comunicação com o Mercado pela ESPM, atualmente é professora do curso de extensão em Comunicação e Marketing Digital da ESPM.

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