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Qual A Diferença Entre Coaching E Mentoring
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Qual a diferença entre Coaching e Mentoring?

A insegurança dos profissionais sobre o que realmente gostam e querem fazer em suas carreiras deve ser trabalhada com processos, como o coaching e o mentoring. Afinal, qual a diferença entre Coaching e Mentoring?

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Como Manter O Seu Site Nas Primeiras Posições Do Google
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Como manter o seu site nas primeiras posições do Google?

Quando você busca um termo relacionado ao seu negócio, lá está ele, aquele site do concorrente que nunca sai do primeiro lugar dos resultados orgânicos (não patrocinados) no Google. Mas o que será que ele faz para estar sempre em primeiro lugar? Existem diversas técnicas para fazer com que um site esteja entre as primeiras posições dos resultados de buscas no Google. Os algoritmos utilizados pelo Google analisam diversos aspectos do seu site, mas eles não são divulgados, visando manter a livre concorrência do mercado no buscador mais famoso do mundo. Além disso, esses algoritmos são atualizados periodicamente, então algumas regras que funcionavam antes podem não funcionar mais. Já que não é possível fazer milagres, temos que nos ater aos dados e fatos comprovados, ou seja, àquilo que sabemos que faz toda a diferença para o ranqueamento do seu site. Como regra geral, o Google valoriza aquilo que foi mais relevante para o usuário, então tenha foco no seu cliente e não nos algoritmos. Quer saber como deixar o seu site bem ranqueado no Google? Então continue lendo! Responsividade Sendo cada vez mais importante para o sucesso de um site, a responsividade é a capacidade que o seu site tem de se adequar a qualquer tipo de tela, seja de smartphone, notebook, tablet ou desktop, entre outras. E por que isso é importante? A experiência do usuário com o seu site deve ser única, impecável e sem nenhum tipo de problema em qualquer dispositivo, mobile ou não. Tendo essa qualidade, seu site ganha muitos pontos com o Google, inclusive algumas posições nos resultados de buscas. SEO O Search Engine Optimization é uma estratégia que visa tornar o seu site mais amigável para os mecanismos de buscas. Como ele faz isso? Inserindo palavras-chave do seu negócio, evidenciando que o seu site é relevante para aquele tema. De acordo com o Google, seu principal objetivo é gerar valor para o usuário. Neste sentido, a empresa visa oferecer para seus usuários os sites mais relevantesimportantes sobre o termo que ele está buscando na internet. Ou seja, você tem que ser relevante na sua área de atuação para que os algoritmos do Google coloquem o seu site nas primeiras posições. Conteúdo Chegamos ao ator principal desta estratégia, o marketing de conteúdo. O Google já anunciou que o conteúdo será cada vez mais relevante para o ranqueamento de sites nos resultados orgânicos, e quem não souber criar conteúdo de valor vai perder visibilidade. Para criar conteúdo de valor utilize todo o seu know how ao desenvolver artigos, blog posts, whitepapers, e-books, infográficos, vídeos e todo o tipo de conteúdo multimídia possível para demonstrar a sua relevância para o mercado. Gerando valor para as pessoas, você aumenta o tráfego no seu site e evidenci a para a ferramenta de busca do Google que as pessoas gostam dos seus conteúdos e que você deveria estar nos primeiros resultados, pois isso aumentará inclusive o tempo de permanência do público no seu site! E será que é só isso? Certamente não. Existem diversas outras maneiras de destacar a relevância do seu site para que ele seja ranqueado com melhor qualidade no Google. Portanto, se você deseja ocupar uma boa posição, continue se mantendo atualizado! Por Sandra Turchi*   *Sandra Turchi é Sócia-diretora da Digitalents (www.digitalents.com.br). Consultora e palestrante sobre Marketing Digital e E-commerce. Professora nos MBAs da FGV, FIA e ESPM, onde coordena cursos na área digital desde 2008. Foi eleita uma das profissionais de marketing mais atuantes nas mídias sociais no mundo, pela SMMagazine, dos EUA. Foi executiva de Marketing por mais de 20 anos, tendo atuado em diversos. Bacharel em Administração pela USP, pós-graduada pela FGV e MBA pela BSP e Toronto University, cursou também empreendedorismo na Babson de Boston. Autora do livro Estratégias de Marketing Digital e E-commerce, lançado pela editora Atlas e do blog www.sandraturchi.com.br,  além de ser articulista de diversos portais.

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Atualize-Se Sobre O E-Commerce No Brasil
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Atualize-se sobre o e-commerce no Brasil

O e-commerce é um dos segmentos que mais cresce no país devido à facilidade de abertura de uma loja virtual, assim como a abrangência se comparado às lojas físicas, já que é possível enviar um produto praticamente para qualquer lugar do mundo. Promessa de grande movimentação financeira para 2014, o e-commerce no Brasil demonstra números e dados bastante atrativos, corroborando com as previsões feitas anteriormente sobre a franca expansão deste setor. Em março de 2014 o relatório anual Webshoppers, da E-bit, previa um crescimento de 20% para o e-commerce no Brasil, mas recentemente o Portal E-commerce Brasil apresentou números ainda mais interessantes. Segundo o site, o e-commerce brasileiro deve faturar em torno de R$ 39,5 bilhões, o que representa um crescimento de 27% no ano. Ainda não há previsões para 2015, mas a tendência é que este número se mantenha para o futuro. Ainda segundo o relatório Webshoppers, as categorias mais vendidas em 2013 foram moda e acessórios, produtos de beleza e eletrodomésticos. Esse comportamento se mantém em 2014, visto o que o cliente busca na internet a comodidade ao comprar produtos e recebê-los sem sair de casa. Logística No campo da logística, um levantamento da empresa Axado demonstrou que o principal meio de distribuição utilizado pelos empreendedores do e-commerce ainda é o PAC, dos Correios, empresa detentora de 93% da demanda das lojas virtuais no Brasil no que se refere ao envio dos produtos vendidos. Na sequência vem a entrega por transportadoras, tendo 35% do mercado e, por último, 13% das empresas utilizam frotas próprias para atender às demandas logísticas de seus e-commerces. Esses números demonstram que existe um vasto campo a ser explorado no que diz respeito à logística para o e-commerce, já que trabalhar com grandes companhias pode não ser financeiramente atrativo para um pequeno empreendedor da internet. Entregas locais, por motoboy ou mesmo pequenas entregas, mostram ser um bom nicho de mercado para se trabalhar. Confiança do empreendedor no e-commerce A 6ª edição do Índice de Confiança do Varejista no E-commerce trouxe dados importantes para o setor. De acordo com o relatório final, as empresas varejistas continuam sendo as mais interessadas no e-commerce, devido à sua atividade. Para conquistar mais clientes, essas empresas têm investido pesadamente em estratégias de e-mail marketing e integração multicanal, uma tendência que já está bem definida no marketing digital. Em contrapartida, verificou-se também uma queda no interesse pelo marketing em mídias sociais, caindo de 39% para 32%. Isso demonstra uma tendência que pode afetar diretamente no relacionamento das empresas com seus clientes, por isso é bom ficar atento e acompanhar esses números. Permanência no mercado O site E-commerce destacou recentemente uma preocupação com o e-commerce no Brasil: a maioria das lojas virtuais deixa de operar em apenas três meses, algo realmente preocupante quando se pensa no pequeno empreendedor. Sem conhecimentos suficientes sobre o mercado, o empreendedor acaba sendo engolido pela concorrência. Outros fatores destacados também são a falta de planejamento para o negócio e também a falta de profissionalização da equipe, fatores que estão sendo amplamente trabalhados por sites e profissionais do setor. De maneira geral, os dados do e-commerce no Brasil demonstram um mercado em franca expansão, mas que ainda precisa de amadurecimento no que tange à profissionalização do mercado e serviços oferecidos, bem como no desenvolvimento de tecnologias e soluções que agreguem valor ao consumidor final. De qualquer maneira, para quem deseja empreender neste segmento, ficam as dicas: buscar conhecimento, compreender o mercado por planejar e contratar profissionais competentes. Por Sandra Turchi*   *Sandra Turchi é Sócia-diretora da Digitalents (www.digitalents.com.br). Consultora e palestrante sobre Marketing Digital e E-commerce. Professora nos MBAs da FGV, FIA e ESPM, onde coordena cursos na área digital desde 2008. Foi eleita uma das profissionais de marketing mais atuantes nas mídias sociais no mundo, pela SMMagazine, dos EUA. Foi executiva de Marketing por mais de 20 anos, tendo atuado em diversos. Bacharel em Administração pela USP, pós-graduada pela FGV e MBA pela BSP e Toronto University, cursou também empreendedorismo na Babson de Boston. Autora do livro Estratégias de Marketing Digital e E-commerce, lançado pela editora Atlas e do blog www.sandraturchi.com.br,  além de ser articulista de diversos portais.

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Como Melhorar O Relacionamento Entre Equipes De Diferentes Gerações Na Era Digital
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Como melhorar o relacionamento entre equipes de diferentes gerações na era digital?

Gerenciar pessoas nunca foi tarefa fácil, mas está se tornando cada vez mais difícil para as organizações e gestores na era digital. O motivo é a existência de diversas gerações com perfis e valores muito diversos, o que gera conflitos e muitas vezes dificulta a boa convivência interpessoal dos colaboradores, colocando em xeque os objetivos, valores e missão da empresa. Atualmente três grupos com identidades e características bem definidas convivem no mercado de trabalho: as gerações X, Y e Z. Cada uma delas é composta por indivíduos que se distinguem uns dos outros não apenas pela faixa etária, mas por seus anseios e objetivos. Enquanto a população X nasceu em meados de 1965 até o ano de 1979 (ou seja, tem hoje entre 35 e 49 anos), a população Y engloba os anos seguintes até 2000 (idades entre 20 a 29 anos). A geração Z inclui a população entre 12 a 19 anos atualmente. Enquanto a geração Z é altamente conectada, multitarefa e alheia a regras, a geração X é movida por normas preestabelecidas, prefere a rotina à mudança e mescla um perfil off-line com online no ambiente profissional. No meio desta dicotomia encontra-se a geração Y, que compartilha com a geração Z o uso desenfreado das tecnologias, mas está em busca de um equilíbrio entre o pessoal e o profissional. Diante dessa turbulência de características, desejos e anseios de cada grupo, as empresas buscam equilibrar a convivência no ambiente de trabalho para diminuir o ruído que existe entre essas gerações, buscando uma sinergia entre as equipes para que os resultados organizacionais possam ser obtidos com maior eficácia e harmonia. Nesta busca, não há como fugir dos relacionamentos, por isso é preciso estabelecer novas formas de interação e convivência entre as partes envolvidas. Estrutura hierárquica A geração X lida muito bem com as estruturas hierárquicas verticalizadas, contudo, o mesmo não se aplica às gerações Y e Z. Com o acesso ao conhecimento cada vez mais facilitado, as duas últimas gerações se sentem tão capacitadas quanto qualquer outro profissional mais experiente e maduro, exigindo um relacionamento de igual para igual no trabalho, esquecendo-se, às vezes, da importância da experiência. Para que todos se sintam mais à vontade para contribuir com os resultados da empresa, é preciso construir estruturas hierárquicas “horizontais”, portanto mais democráticas e “livres” na coordenação das equipes. Gestão participativa A falta de reconhecimento e valorização do profissional das gerações Y e Z, seja pela idade ou por pouca experiência prática, o torna um profissional volátil, instável, sempre à procura de novas oportunidades de trabalho, onde ele possa demonstrar o seu verdadeiro potencial. Ao implantar uma gestão mais participativa, a voz é dada a todos, que podem compartilhar seus conhecimentos e experiências no dia a dia da empresa e assim identificar soluções para os problemas específicos da organização. Flexibilidade Para os profissionais das gerações Y e Z a flexibilidade dos horários e uma maior autonomia na execução de suas atividades são pré-requisitos cruciais na hora de escolher um emprego. Esses desejos e valores, assim como a informalidade no tratamento e relacionamento para com clientes e fornecedores deixam a geração X apreensiva, ainda mais quando ela está em posição de liderança. Ao implantar outras formas de gestão, como a gestão por projetos, a empresa dá a todos os envolvidos a oportunidade de trabalhar de uma forma diferenciada, equilibrando os ânimos e tornando as relações menos conflitantes no ambiente de trabalho. Treinamento e capacitação Por fim, de nada adianta implementar formas inovadoras de gestão se o pensamento e o modo de agir das pessoas envolvidas não mudarem também. Portanto, investir em treinamentos e capacitações em que as pessoas possam expressar suas dúvidas e anseios, aprendendo a lidar com a diversidade e aceitar os colegas de trabalho com suas virtudes e defeitos, é algo que não pode ser deixado de lado. As gerações são formadas de acordo com o contexto político, social, econômico, cultural e tecnológico em que vivem, mas não existe um fator que defina exatamente um grupo de pessoas. Cada pessoa é única e deve trabalhar suas competências comportamentais individualmente, buscando sempre a melhoria contínua. Desta forma, cabe às empresas investir em novas formas de interação entre as gerações, mas cabe ainda mais a elas refletirem seus papéis e transformarem sua maneira de perceberem e valorizarem os demais. Por Sandra Turchi*   *Sandra Turchi é Sócia-diretora da Digitalents (www.digitalents.com.br). Consultora e palestrante sobre Marketing Digital e E-commerce. Professora nos MBAs da FGV, FIA e ESPM, onde coordena cursos na área digital desde 2008. Foi eleita uma das profissionais de marketing mais atuantes nas mídias sociais no mundo, pela SMMagazine, dos EUA. Foi executiva de Marketing por mais de 20 anos, tendo atuado em diversos. Bacharel em Administração pela USP, pós-graduada pela FGV e MBA pela BSP e Toronto University, cursou também empreendedorismo na Babson de Boston. Autora do livro Estratégias de Marketing Digital e E-commerce, lançado pela editora Atlas e do blog www.sandraturchi.com.br,  além de ser articulista de diversos portais.

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4 Formas De Gerenciar Redes Sociais Corporativas
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4 formas de gerenciar redes sociais corporativas

As redes sociais foram além do pessoal e passaram também a ser uma ferramenta para uso das empresas, que buscam mais engajamento de seus públicos e proximidade. Acontece que a dinâmica das redes sociais é muito diferente da comunicação a que as empresas estão acostumadas, então é preciso saber como gerenciá-las a fim de ter o sucesso almejado.

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O Poder Do Selfie No Branding Digital Das Marcas
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O Poder do Selfie no Branding Digital das Marcas

  Após a ação de “Selfie” de Ellen Degeneres (patrocinada pela marca Samsung), que tirou uma foto rodeada de estrelas de Holywood durante a cerimônia dos Oscars e entrou para a história como a mais partilhada no Twitter, ao superar um milhão de “tweets” em menos de uma hora, muito se tem ouvido sobre essa palavra, “Selfie”. Um termo atual, mas uma ação que já existia mesmo antes dos smartphones e da internet. O “Selfie” significa autorretrato, o que torna os autorretratos pintados por Tarsila do Amaral e Van Gogh um “Selfie”. A diferença é que, nos dias atuais, essa ação se tornou mais fácil e instantânea com o uso de smartphones com câmeras sincronizadas às mídias sociais, que vem se popularizando em função do “narcisismo” de muitas pessoas e da “necessidade” de compartilharem momentos “sempre felizes” com a sua rede de amigos. Porém, ainda são poucas as iniciativas das marcas para utilizarem essa ferramenta como uma poderosa estratégia de Branding Digital. Apenas a marca Samsung se apropriou desse tipo de ação, muito pautada pelo uso de celebridades internacionais, que contribuem para uma rápida e volumosa reverberação, além de dar credibilidade, devido à sua afinidade com a ação. Afinal, o smartphone é o meio usado para a produção e disseminação do autorretrato. Para aumentar a audiência exposta à ação de “Selfie” e gerar ainda mais mídia espontânea (earned media), a Samsung se utilizou de “Product Placement”, que é a inclusão da marca dentro de um conteúdo de entretenimento, como se fosse um adereço, mostrando-o de maneira sutil como parte integrante do contexto. Além disso, se utilizou de momentos oportunos como no caso do jogador de beisebol David Ortiz que tirou uma foto com o Presidente Obama em uma visita a Casa Branca na frente de muitos jornalistas. “Product Placement”, celebridades internacionais e momentos oportunos foram os ingredientes encontrados pela Samsung para viralizar suas ações de “Selfie” e se promover no mundo online e offline, uma integração fundamental e importante para obter alcance da audiência e reverberação da marca. Novos modelos de “Selfie” vêm surgindo e ganhando espaço, como o “Braggie”, que é um “Selfie de ostentação” por mostrar momentos para causar inveja à rede de amigos. Resta às marcas identificarem oportunidades e os momentos oportunos para se inserirem no “momento Selfie” das pessoas e conquistarem engajamento e mídia espontânea ou mesmo contribuírem para a criação desses “momentos” para que possam fazer parte deles, como no caso da Dove. A marca desenvolveu uma campanha “Selfie” convocando meninas para buscarem sua própria beleza e a aceitação do corpo, ou seja, criou “momentos Selfie”. Para isso, meninas de uma escola na Inglaterra foram desafiadas a fazer um “Selfie” procurando ressaltar aquilo que elas menos gostassem em si mesmas, as mães também foram convocadas para o mesmo desafio, pois o objetivo da ação era mostrar que as frustrações com a aparência ultrapassam gerações. O resultado foi um vídeo com mais de cinco milhões de visualizações no YouTube. Recentemente, o apresentador Marcos Mion, ícone do mundo fitness e dono de um milhão de seguidores em seu perfil no Instagram, exibiu seus bíceps em um “Selfie” e aproveitou o momento para divulgar a marca de suplementos alimentares do qual é garoto propaganda. Ação similar à realizada pelo ator Cauã Reymond em plena passarela do SPFW durante seu desfile para a marca Ellus. Com a popularização dessas ações, independente do uso de celebridades, como uma ferramenta de merchandising no mundo digital, as marcas precisam estar cada vez mais atentas para que as propagações sejam positivas e não alvo de um constrangimento, como no caso da Samsung no Oscar, que apesar de se tornada a maior ação de “Selfie”, também foi alvo de criticas, já que a atriz Ellen foi flagrada nos bastidores disparando tuites com o seu iPhone, que é uma marca concorrente. Então, embora a iniciativa da Samsung tenha aproveitado uma oportunidade do mercado, é de extrema importância que as ações sejam bem gerenciadas e que se pensem em todos os detalhes para que uma atitude, como a de Ellen utilizar um Iphone, não prejudique o que, rapidamente, foi conquistado – nesse caso, o mais de um milhão de compartilhamentos do Selfie. Assim, percebendo os poucos cases de sucesso que podemos citar de marcas que aproveitam as oportunidades do momento, conclui-se que grande parte das empresas não possui a devida preocupação com a repercussão negativa que as redes sociais podem gerar, precisando trabalhar melhor o seu branding digital e garantindo que sua imagem estará fortalecida e preservada nesses canais. Por Sandra Turchi* e Renata Benigna**   *Sandra Turchi é Sócia-diretora da Digitalents (www.digitalents.com.br). Consultora e palestrante sobre Marketing Digital e E-commerce. Professora nos MBAs da FGV, FIA e ESPM, onde coordena cursos na área digital desde 2008. Foi eleita uma das profissionais de marketing mais atuantes nas mídias sociais no mundo, pela SMMagazine, dos EUA. Foi executiva de Marketing por mais de 20 anos, tendo atuado em diversos segmentos de mercado. Bacharel em Administração pela USP, pós-graduada pela FGV e MBA pela BSP e Toronto University, cursou também empreendedorismo na Babson de Boston. Autora do livro Estratégias de Marketing Digital e E-commerce, lançado pela editora Atlas e do blog www.sandraturchi.com.br, além de ser articulista de diversos portais. **Renata Benigna atua como profissional de Mídia Online e Offline no segmento de telecomunicações e é especialista em Marketing Digital. Pós-graduada em Administração em Marketing pela FAAP e Comunicação com o Mercado pela ESPM, atualmente é professora das disciplinas de Mídias Sociais e Mídia Online dos cursos de extensão em Comunicação e Marketing Digital e Planejamento e Compra de Mídia Online da ESPM.

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Treinamento Corporativo Na Era Digital
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Treinamento corporativo na era digital

Se no passado recente boa parte das corporações sentia-se obrigada a estar atenta à forma como seus concorrentes se posicionavam na internet e também ao que de mais relevante acontecia na web, hoje existe a certeza de que isso só não basta. Além de navegar, é preciso marcar presença nas redes sociais e tentar tirar delas o maior proveito possível. E é aí que mora o perigo. Uma informação incorreta, uma resposta mal-criada a algum internauta, ou simplesmente não reagir de forma adequada a críticas sobre a empresa, seus produtos e serviços, pode por tudo a perder. É sempre bom lembrar que o que entra na internet fica nela para sempre. Daí a importância de um treinamento personalizado in company para que os profissionais de diferentes áreas da empresa saibam lidar com as novas demandas e com as ferramentas de comunicação que surgem a cada dia. E cabe ao departamento de Recursos Humanos determinar como realizar esse treinamento, com foco no segmento online, ou mesmo selecionar empresas especializadas que possam auxiliá-lo nesse sentido. Não há dúvida de que atualmente a maioria das pessoas se comunica por meio dos canais digitais com amigos, familiares, pessoas conhecidas e também com clientes e prospects, e nesses últimos casos nem sempre com o conhecimento e consentimento da empresa em que trabalham. Por isso é importante que cada profissional saiba como se posicionar nessas mídias e também utilizar corretamente as diversas ferramentas que estão disponíveis e que podem auxiliá-los a obter melhores resultados em suas respectivas funções. Hoje, o maior desafio é a velocidade com que ocorrem as mudanças. O comportamento dos consumidores é uma prova disso, como revela uma pesquisa da Accenture realizada com dez mil clientes online em dez países. Um dos exemplos citados no estudo foi o de uma professora universitária que tem o hábito de verificar seus e-mails antes de dormir. Num determinado dia, ela recebeu um convite para participar de um congresso em Londres, e optou por comprar passagens aéreas pela internet naquela mesma noite. Houve também o exemplo de outra consumidora que escolheu certa marca de produto para a família porque este foi produzido com meios sustentáveis. É com base na captura de informações como essas que é possível conhecer melhor o público-alvo e assim desenvolver novos produtos e serviços que estejam de acordo com seus anseios, ou mesmo determinar ações de marketing e promoções que estimulem as vendas. As empresas que estão atentas a esses sinais de mudança conseguem apresentar alternativas inovadoras para seus clientes. É o caso da locadora de veículos Hertz que ao fazer um exame detalhado do setor de locação de veículos criou em 2008 um novo serviço voltado ao consumidor que prefere compartilhar carros a possuí-los. A Divisão que atualmente é conhecida como Hertz On Demand, teve um início modesto, mas hoje conta com mais de 130 mil membros, o que lhe rende um faturamento superior a US$ 30 mil. Outro exemplo é o da Pearson, uma das editoras gigantes da área de educação, que apostou na tecnologia digital para melhor atender aos alunos e professores. A empresa repensou sua atuação para passar a oferecer serviços de infraestrutura tecnológica, software e consultoria a escolas de ensino fundamental e médio nos Estados Unidos, o que acabou sendo sua principal fonte de renda e não mais a venda de livros escolares. Tais sistemas de informação permitem à escola acompanhar os horários dos alunos, e também ajudam os professores a preparar suas aulas. Um olhar atento ao mercado, junto a um treinamento in company customizado contribui para que os profissionais das diversas áreas da empresa saibam extrair dados relevantes e de que forma trabalhar com eles. Por meio do mapeamento de cada área da empresa e de suas características são também determinadas quais metodologias, sistemas e recursos devem ser implantados. O tempo está cada vez mais acelerado, o que obriga as corporações a se preparem nesse mesmo ritmo para não perderem as oportunidades de um mercado globalizado, altamente competitivo, e cada vez mais digital. Por Sandra Turchi*   *Sandra Turchi é sócia-diretora da Digitalents, empresa que visa impulsionar os resultados dos seus clientes no universo digital através de serviços de consultoria, headhunting, cursos abertos e treinamentos in company, sempre com foco em temas relacionados a marketing digital e e-commerce. É palestrante, consultora e professora nos MBAs da FGV, FIA e ESPM onde também criou diversos cursos de Marketing Digital desde 2008. É autora do Livro “Estratégias de Marketing Digital e E-commerce”, publicado pela Ed. Atlas e do blog www.sandraturchi.com.br, além de articulista de diversos portais.

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