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Algumas Formas De Medir Resultados No Marketing Digital
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Algumas formas de medir resultados no marketing digital

[:pb]Qualquer estratégia de marketing não funciona direito, muito menos fará sucesso, sem definir métricas e KPIs ainda no planejamento. Se você não quer depender da sorte ou do acaso, é fundamental contar com indicadores e ferramentas que auxiliem nesse trabalho de mensuração dos resultados no marketing digital. Escolher ferramentas úteis antes de colocar uma campanha em prática é fundamental para acompanhar o desempenho de suas ações, especialmente em tempo real. Além do mais, essas plataformas reduzem o tempo de busca e a análise de dados, contribuindo com relatórios que agilizam a avaliação das informações advindas de seus canais digitais. Uma das ferramentas que não pode faltar na mensuração de qualquer estratégia de marketing digital é o Google Analytics. Veja o porquê: A importância do Google Analytics É a plataforma de gerenciamento de dados mais usada no mundo. Ele traz recursos e parâmetros completos para dar ao gestor toda a noção de desempenho das táticas usadas. Com o Google Analytics é possível mensurar o número de acessos, visitantes únicos e novos, média de páginas abertas por eles, páginas mais visitadas, tempo de permanência e bounce rate. Você recebe ainda, notificações de páginas com problemas de velocidade ou acesso. É possível descobrir também a maneira como foram originados os acessos. Por exemplo, as palavras-chave mais usadas para chegar até o site, o dispositivo de conexão, sistema operacional, localização, idioma, visita orgânica, paga, direta ou vinda de outros sites. Enfim, uma série de dados que dão um diagnóstico completo e, após um determinado período, fornecem tendências de acordo com cada a ação a ser tomada. Além do mais, o Analytics possui integração direta com o Google Adwords. Quem é usuário do maior programa de links patrocinados do mundo tem acesso a relatórios completos de acessos e, principalmente, conversões de suas ofertas. É possível comparar campanhas, ver resultados por palavras-chave, melhorar páginas de conversão e otimizar o investimento. Vale ressaltar que quanto melhor a sua página de conversão atender as buscas do público e ter boa reputação no Google, menor será o valor de seus lances no Adwords. Outras ferramentas de mensuração de resultados no marketing digital Moz Analytics O foco da Moz está no SEM (Search Engine Marketing) e SEO (Search Engine Optimization). A Moz traz dados que influenciam direta e indiretamente no posicionamento de suas páginas nos motores de busca, como menções da marca em outros sites, interações nas redes sociais, page authority, domain authority, gerenciamento e análise de link e muitos outros. Esta ferramenta é muito utilizada para acompanhamento de palavras-chave e ter uma noção geral de tráfego, indicando a quantidade de tráfego pago, orgânico e por meio de social media. É possível também, realizar análises ON Page, útil para gerar novos insights e identificar questões a serem aprimoradas. SumAll Essa ferramenta é voltada para o monitoramento das redes sociais. Nela, pode ser criado um painel personalizável com as métricas que mais interessam para a empresa. A vantagem fica por conta da quantidade de mídias sociais integradas: são pouco mais de 50 opções. A SumAll facilita compreender sua audiência e a tomar decisões mais assertivas, criando campanhas de social media que cobrem toda a base de clientes. As principais métricas para todos os perfis sociais são fornecidas de forma automática e personalizada, facilitando o controle de seus dados. É possível ter acesso gratuito à ferramenta, mas o modo pago oferece diversas funcionalidades extras. A necessidade de métricas para a sua empresa Elas são necessárias para justificar qualquer investimento feito em marketing digital. A vantagem de quase tudo poder ser mensurado na internet está em comprovar a eficácia das estratégias. Vale lembrar que nem tudo deve ser medido. As métricas mais relevantes e alinhadas com os objetivos das campanhas, que realmente fazem diferença nos resultados, são transformadas em KPIs. Os indicadores-chave de performance mais usados são: Taxa de conversão, que pode ser a taxa de vendas, assinaturas, matrículas, downloads, cadastros etc.; ROI (retorno sobre investimento); CAC e CPL (Custo de aquisição de cliente e Custo por lead, respectivamente); Impressões e visualizações de páginas; Tempo de permanência e bounce rate; Interações, especialmente comentários, tickets de suporte, atendimento ou qualquer outro feedback relevante vindo do público; Outras métricas, como as curtidas e views, não possuem o mesmo nível de importância das demais, mas servem como auxiliares para atingir metas menores. Os indicadores devem ser usados nas ações de marketing como um todo, não só na web. Sem parâmetros não há como saber se objetivos e metas foram, ou não, cumpridos. A análise em tempo real ainda permite fazer mudanças necessárias e pontuais nas campanhas para otimizar os resultados de acordo com as preferências dos consumidores. Como tem sido a mensuração dos resultados no marketing digital da sua empresa? Qual é a sua ferramenta preferida? Participe nos comentários, aproveite para curtir a nossa página no Facebook! Por Sandra Turchi* *Sócia-diretora da Digitalents (www.digitalents.com.br). Consultora e palestrante sobre Marketing DigitaleE-commerce. Professora nos MBAs da FGV, FIA e ESPM, onde coordena cursos na área digital desde 2008. Foi eleita uma das profissionais de marketing mais atuantes nas mídias sociais no mundo, pela SMMagazine, dos EUA. Foi executiva deMarketing por mais de 20 anos, tendo atuado em diversos segmentos de mercado. Bacharel em Administração pela USP, pós-graduada pela FGV e MBA pela BSP e Toronto University, cursou também empreendedorismo na Babson de Boston. Autora do livro Estratégias de Marketing Digital e E-commerce, lançado pela editora Atlas e do blog www.sandraturchi.com.br, além de ser articulista de diversos portais.[:en]Qualquer estratégia de marketing não funciona direito, muito menos fará sucesso, sem definir métricas e KPIs ainda no planejamento. Se você não quer depender da sorte ou do acaso, é fundamental contar com indicadores e ferramentas que auxiliem nesse trabalho de mensuração dos resultados no marketing digital. Escolher ferramentas úteis antes de colocar uma campanha em prática é fundamental para acompanhar o desempenho de suas ações, especialmente em tempo real. Além do mais, essas plataformas reduzem o tempo de busca e a análise de dados, contribuindo com relatórios que agilizam a avaliação das informações advindas de seus canais digitais. Uma das ferramentas que

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Tendências Do Marketing Digital Para 2016
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Tendências do marketing digital para 2016

[:pb]O marketing digital está em constante transformação. Ele acompanha as inovações tecnológicas, alterações nos hábitos dos consumidores e, também, apresenta novas maneiras para uma empresa relacionar-se com seu público, seja na linguagem utilizada ou no formato do conteúdo. Acompanhar essas mudanças é fundamental para qualquer empreendimento que deseja obter bons resultados com suas ações no ambiente online. Pensando nisso preparamos uma lista com 5 tendências do marketing digital para 2016. 1- Aumento da publicidade digital em vídeo O consumo de vídeos no Brasil teve um aumento exponencial em 2015, principalmente após duas mudanças significativas no Facebook. A primeira delas passou a permitir upload de conteúdos direto na plataforma e a segunda implementou o “play automático” de um vídeo na linha do tempo. E a grande novidade para o próximo ano foi o anúncio oficial do Google afirmando que anúncios em formato de vídeo serão incluídos nos resultados de busca (SERP) a partir do próximo ano. Assim como grande parte dos comunicados da empresa, esse também não oferece muitos detalhes. Mas, de qualquer maneira, fica claro que a publicidade digital em vídeo é uma grande aposta do marketing digital para 2016. 2- Superação do mobile perante os desktops O ano de 2015 foi definitivamente o ano dos dispositivos mobile. Nesse ano o Google anunciou oficialmente que o tráfego de informações em dispositivos móveis finalmente superou o de desktops em 10 países diferentes, incluindo o Brasil. No mesmo anúncio a empresa norte-americana afirma que enquanto sites desenvolvidos para desktop necessitam de uma versão para dispositivos móveis, sites focados apenas no mobile são perfeitamente aceitáveis. Isso delineia, ainda mais, o cenário mobile que se configurará em 2016. 3- Aumento no uso de Realidade Virtual Inúmeros dispositivos de realidade virtual já possuem versões beta disponíveis no mercado, alguns para finalidades específicas, como é o caso dos videogames, e outros para uso geral. O mais comentado deles, o Oculus Rift, tem previsão de lançamento oficial para o primeiro trimestre de 2016. A expectativa dos especialistas é que os investimentos em publicidade acompanhem a popularidade dos gadgets e incluam integração com redes sociais, plataformas de vídeo, preenchimento de formulários e, até mesmo, mensagens diretas. 4- Ephemeral Marketing Efêmero é tudo o que é passageiro, transitório e temporário. Em 2015 plataformas como o Snapchat, que apresentam vídeos e fotos apenas por alguns segundos, demonstraram que não existem apenas para experimentos de profissionais de marketing mais ousados. Elas criaram uma nova relação comunicacional com o público nessas plataformas, atingindo principalmente a população extremamente jovem, que vem sendo chamada de millennials. A questão gira em torno de estar presente no momento certo e no “lugar” certo. O que traduz, em ação, a congruência entre os ambientes reais e virtuais, cada vez mais unificados. É fato que, em 2016, veremos ainda mais ações nesse sentido, sendo importante estar conectado na hora e local certos! 5- Internet das Coisas (Internet of Things) Outra tendência, que já está bem solidificada no conceito dos consumidores e que certamente crescerá muito em 2016, é a internet das coisas. A previsão é que haja um aumento de 28% na utilização de relógios, óculos e outros dispositivos inteligentes. A grande questão é como os profissionais de marketing podem utilizar as informações produzidas por tantos gadgets. Com a ajuda de técnicas como o Business Intelligence (BI) será possível mirar e acertar um anúncio no consumidor certo, tomando como base suas ações cotidianas. Um fato concreto é que o próximo ano será muito interessante para os profissionais de marketing. E você, aposta em alguma tendência para 2016? Deixe seu comentário e complete essa lista! Por Sandra Turchi* *Sócia-diretora da Digitalents (www.digitalents.com.br). Consultora e palestrante sobre Marketing DigitaleE-commerce. Professora nos MBAs da FGV, FIA e ESPM, onde coordena cursos na área digital desde 2008. Foi eleita uma das profissionais de marketing mais atuantes nas mídias sociais no mundo, pela SMMagazine, dos EUA. Foi executiva deMarketing por mais de 20 anos, tendo atuado em diversos segmentos de mercado. Bacharel em Administração pela USP, pós-graduada pela FGV e MBA pela BSP e Toronto University, cursou também empreendedorismo na Babson de Boston. Autora do livro Estratégias de Marketing Digital e E-commerce, lançado pela editora Atlas e do blog www.sandraturchi.com.br, além de ser articulista de diversos portais.[:en]O marketing digital está em constante transformação. Ele acompanha as inovações tecnológicas, alterações nos hábitos dos consumidores e, também, apresenta novas maneiras para uma empresa relacionar-se com seu público, seja na linguagem utilizada ou no formato do conteúdo. Acompanhar essas mudanças é fundamental para qualquer empreendimento que deseja obter bons resultados com suas ações no ambiente online. Pensando nisso preparamos uma lista com 5 tendências do marketing digital para 2016. 1- Aumento da publicidade digital em vídeo O consumo de vídeos no Brasil teve um aumento exponencial em 2015, principalmente após duas mudanças significativas no Facebook. A primeira delas passou a permitir upload de conteúdos direto na plataforma e a segunda implementou o “play automático” de um vídeo na linha do tempo. E a grande novidade para o próximo ano foi o anúncio oficial do Google afirmando que anúncios em formato de vídeo serão incluídos nos resultados de busca (SERP) a partir do próximo ano. Assim como grande parte dos comunicados da empresa, esse também não oferece muitos detalhes. Mas, de qualquer maneira, fica claro que a publicidade digital em vídeo é uma grande aposta do marketing digital para 2016. 2- Superação do mobile perante os desktops O ano de 2015 foi definitivamente o ano dos dispositivos mobile. Nesse ano o Google anunciou oficialmente que o tráfego de informações em dispositivos móveis finalmente superou o de desktops em 10 países diferentes, incluindo o Brasil. No mesmo anúncio a empresa norte-americana afirma que enquanto sites desenvolvidos para desktop necessitam de uma versão para dispositivos móveis, sites focados apenas no mobile são perfeitamente aceitáveis. Isso delineia, ainda mais, o cenário mobile que se configurará em 2016. 3- Aumento no uso de Realidade Virtual Inúmeros dispositivos de realidade virtual já possuem versões beta disponíveis no mercado, alguns para finalidades específicas, como é o caso dos videogames, e

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Entenda Os Principais Desafios Do E-Commerce B2B
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Entenda os principais desafios do e-commerce B2B

[:pb]É cada vez mais comum encontrar empresas que vendem para outras empresas por meio de lojas virtuais. Um mercado que já é gigantesco e tende a se tornar ainda maior. Segundo dados da Frost & Sullivan, a previsão é de que até 2020 o e-commerce B2B fature, aproximadamente, 6,7 trilhões de dólares contra 3,2 trilhões do B2C. Esse crescimento se deve, em muito, pelas entradas de grandes players nesse segmento, como a Amazon e o chinês Alibaba. Apesar do otimismo e das vantagens que uma compra automatizada pode oferecer (praticidade e agilidade na aquisição, redução de gastos com comissões de intermediários etc.), o e-commerce B2B possui certas dificuldades. A relação de compra e venda entre fornecedor e cliente é mais complicada do que em lojas virtuais de empresas B2C, pois não existe compra por impulso no B2B, por exemplo. Pensando nisso, mostraremos os principais desafios que o e-commerce B2B encontra nessa fase de maior demanda e crescimento de mercado. Personalização de ofertas Se para o consumidor final, as lojas virtuais podem criar campanhas e ofertas voltadas para um nicho específico; para vender para outras empresas é preciso individualizar mais do que isso. Cada consumidor possui suas próprias demandas, recursos financeiros, estruturas e importâncias diferentes. É necessário ajustar fatores como impostos, atualização de estoque, limites de crédito, tipo de frete, precificação e condições de pagamento de acordo com cada comprador. Além disso, é preciso ter atenção com a disposição de produtos e serviços. Com um mercado mais competitivo, é natural que existam poucas diferenças entre as ofertas de diversos concorrentes. Logo, a customização de mercadorias específicas para cada cliente é fundamental. É como criar um site voltado para cada cliente. Muitas lojas virtuais B2B têm um login que leva o consumidor a acessar o seu próprio perfil, já com ofertas e parâmetros configurados para as suas características. Processo complexo de compra No e-commerce B2B a tomada de decisão por parte do cliente é mais demorada. Geralmente envolvem compras de maior valor e, em algumas ocasiões, é destinado a mais de uma pessoa (às vezes um setor inteiro) a responsabilidade por efetuar a compra. Sem contar as formas de pagamentos, onde é preciso ter um leque amplo de opções, visto que seria um dos pontos mais discutidos caso o negócio fosse fechado em uma reunião pessoal. Nesse caso, a dificuldade está em simplificar o processo de aquisição. Além da personalização, o cliente precisa ter acesso a todas informações técnicas sobre o produto ou serviço, a um campo de FAQ onde ele possa tirar as dúvidas mais comuns, aos termos de uso e compra no site, além de um suporte ativo, que auxilie o comprador quando necessário. Produção de conteúdo de qualidade Os responsáveis pelas aquisições em empresas são pessoas como os consumidores finais. A cultura da pesquisa online antes de comprar é a mesma. Eles não estão somente atrás de melhores preços, condições de pagamento e adequação das ofertas. Conteúdo relevante funciona mesmo no mercado B2B, pois não só informações técnicas são suficientes. O seu público pesquisará artigos em fóruns, blogs e em sites especializados para conhecer mais sobre os benefícios do produto ou serviço. É normal que seus potenciais clientes busquem por opiniões de outras empresas sobre a experiência de consumo e relacionamento com a sua organização. É um aspecto que se aproxima do e-commerce B2C, mas que funciona muito bem no B2B. Portanto, considere a possibilidade de publicar conteúdos interessantes. Crie um blog, um canal de vídeos e perfis em redes sociais para divulgar sua expertise no assunto. Conflito de canais Outro desafio nesse segmento é o alinhamento entre as áreas de atendimento e comunicação. O setor de marketing em um e-commerce B2B possui mais relevância do que em empresas que só vendem por meio de reuniões com os clientes. Afinal, o layout do site, a customização das ofertas e até elementos de SEO são fatores que interferem na tomada de decisão dos clientes. Portanto, o atendimento precisa dominar a plataforma de vendas, todas informações necessárias para resolução de dúvidas e a proposição de valores das ofertas. Assim, diminui-se o risco de conflitos entre o que é transmitido por setores diferentes. Superar esses desafios não é uma missão simples. O recomendável é contar com o apoio de uma consultoria que o auxilie a escolher os melhores caminhos. Neste post listamos as dificuldades em estabelecer um e-commerce B2B. Agora, convidamos você para conhecer as razões para uma empresa B2B investir em uma loja virtual. Depois de conferir as vantagens e desafios, você acredita que vale a pena uma empresa B2B investir em uma plataforma de e-commerce para vender suas ofertas? Deixe a sua opinião nos comentários!   Por Sandra Turchi* *Sandra Turchi é Sócia-diretora da Digitalents (www.digitalents.com.br). Consultora e palestrante sobre Marketing DigitaleE-commerce. Professora nos MBAs da FGV, FIA e ESPM, onde coordena cursos na área digital desde 2008. Foi eleita uma das profissionais de marketing mais atuantes nas mídias sociais no mundo, pela SMMagazine, dos EUA. Foi executiva deMarketing por mais de 20 anos, tendo atuado em diversos segmentos de mercado. Bacharel em Administração pela USP, pós-graduada pela FGV e MBA pela BSP e Toronto University, cursou também empreendedorismo na Babson de Boston. Autora do livro Estratégias de Marketing Digital e E-commerce, lançado pela editora Atlas e do blog www.sandraturchi.com.br, além de ser articulista de diversos portais.[:en]É cada vez mais comum encontrar empresas que vendem para outras empresas por meio de lojas virtuais. Um mercado que já é gigantesco e tende a se tornar ainda maior. Segundo dados da Frost & Sullivan, a previsão é de que até 2020 o e-commerce B2B fature, aproximadamente, 6,7 trilhões de dólares contra 3,2 trilhões do B2C. Esse crescimento se deve, em muito, pelas entradas de grandes players nesse segmento, como a Amazon e o chinês Alibaba. Apesar do otimismo e das vantagens que uma compra automatizada pode oferecer (praticidade e agilidade na aquisição, redução de gastos com comissões de intermediários etc.), o e-commerce B2B possui certas dificuldades. A relação de compra e venda entre fornecedor e

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Por Que Sua Empresa Precisa De Uma Consultoria Em Marketing Digital
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Por que sua empresa precisa de uma consultoria em marketing digital?

[:pb]O marketing digital já é a principal fonte de negócios para diversas empresas, em especial àquelas que trabalham diretamente com produtos e serviços digitais. Mas para as que ainda não estão completamente nesse universo, pode surgir uma certa dificuldade no momento de definir que tipo de atuação ter na internet. Para não errar logo de início, contratar uma consultoria em marketing digital pode ser uma ótima ideia, pois você estabelece a presença da sua marca na internet com confiança, credibilidade e a certeza de que os resultados logo virão. Entenda por que sua empresa precisa de uma consultoria em marketing digital? O que é uma consultoria em marketing digital? A consultoria em marketing digital tem como objetivo orientar a empresa sobre o melhor caminho a seguir para atingir resultados de curto, médio e longo prazo com ações de marketing na internet. Para isso, ela faz uma análise completa do ambiente de negócios, levando em consideração: Diagnóstico interno: levantamento de todas as estratégias e ações de marketing da empresa e suas repercussões; identificação de pontos de melhoria; uso de recursos; retorno sobre o investimento. Diagnóstico externo: análise do mercado; benchmarking (análise da concorrência); identificação de público-alvo; reputação da marca; oportunidades e ameaças. Alinhamento com o planejamento estratégico da empresa: definição de objetivos, metas e indicadores de performance de marketing digital levando em consideração os objetivos estratégicos do negócio. Plano de ação: definição de canais, personas, mensagens, investimentos, cronograma de implantação, monitoramento e mensuração de resultados. Vale a pena lembrar que o papel da consultoria em marketing digital é estratégico e de orientação. Sendo assim, a própria equipe da empresa deverá colocar as estratégias em prática, com o acompanhamento da consultoria para fazer os ajustes necessários. Na ausência de uma equipe qualificada, a empresa poderá optar pela terceirização dos seus serviços, num modelo de assessoria. Quais os benefícios de contratar uma consultoria em marketing digital? Se você não sabe por onde começar a estabelecer sua presença digital e não deseja sair atirando para todos os lados sem saber ao certo que tipo de resultado esperar, a melhor forma de evitar desperdício de recursos e tempo é contratar uma consultoria em marketing digital. Veja alguns benefícios: Conhecimento especializado sem a necessidade de contratações; Atualização constante de recursos e estratégias sem a necessidade de novos investimentos; Visão externa sobre a empresa, o que permite um diagnóstico mais próximo da realidade; Presença de um agente de mudanças que não está envolvido com o dia a dia da empresa, portanto, está comprometido com os resultados, não com outras tarefas; Melhor entendimento do ambiente de negócios da empresa; Foco em resultados tangíveis e mensuráveis, principalmente financeiros. Que tipo de serviços uma consultoria em marketing digital oferece? O universo das estratégias digitais de marketing é muito amplo, por esse motivo nem sempre conseguimos identificar com clareza que tipo de serviço será oferecido por uma consultoria. Para exemplificar, listamos abaixo as atividades mais comuns do consultor em marketing digital: Diagnóstico interno e externo; Planejamento estratégico de marketing digital; Definição de canais a serem utilizados pela empresa; Identificação de público-alvo; Objetivos, metas e indicadores de marketing digital; Plano de ação; Monitoramento e mensuração de resultados. E então, ficou interessado em conhecer melhor o trabalho de uma consultoria em marketing digital? Entre em contato com a gente e deixe o seu comentário! Por Sandra Turchi* *Sandra Turchi é Sócia-diretora da Digitalents (www.digitalents.com.br). Consultora e palestrante sobre Marketing Digital e E-commerce. Professora nos MBAs da FGV, FIA e ESPM, onde coordena cursos na área digital desde 2008. Foi eleita uma das profissionais de marketing mais atuantes nas mídias sociais no mundo, pela SMMagazine, dos EUA. Foi executiva de Marketing por mais de 20 anos, tendo atuado em diversos segmentos de mercado. Bacharel em Administração pela USP, pós-graduada pela FGV e MBA pela BSP e Toronto University, cursou também empreendedorismo na Babson de Boston. Autora do livro Estratégias de Marketing Digital e E-commerce, lançado pela editora Atlas e do blog www.sandraturchi.com.br, além de ser articulista de diversos portais.[:en]O marketing digital já é a principal fonte de negócios para diversas empresas, em especial àquelas que trabalham diretamente com produtos e serviços digitais. Mas para as que ainda não estão completamente nesse universo, pode surgir uma certa dificuldade no momento de definir que tipo de atuação ter na internet. Para não errar logo de início, contratar uma consultoria em marketing digital pode ser uma ótima ideia, pois você estabelece a presença da sua marca na internet com confiança, credibilidade e a certeza de que os resultados logo virão. Entenda por que sua empresa precisa de uma consultoria em marketing digital? O que é uma consultoria em marketing digital? A consultoria em marketing digital tem como objetivo orientar a empresa sobre o melhor caminho a seguir para atingir resultados de curto, médio e longo prazo com ações de marketing na internet. Para isso, ela faz uma análise completa do ambiente de negócios, levando em consideração: Diagnóstico interno: levantamento de todas as estratégias e ações de marketing da empresa e suas repercussões; identificação de pontos de melhoria; uso de recursos; retorno sobre o investimento. Diagnóstico externo: análise do mercado; benchmarking (análise da concorrência); identificação de público-alvo; reputação da marca; oportunidades e ameaças. Alinhamento com o planejamento estratégico da empresa: definição de objetivos, metas e indicadores de performance de marketing digital levando em consideração os objetivos estratégicos do negócio. Plano de ação: definição de canais, personas, mensagens, investimentos, cronograma de implantação, monitoramento e mensuração de resultados. Vale a pena lembrar que o papel da consultoria em marketing digital é estratégico e de orientação. Sendo assim, a própria equipe da empresa deverá colocar as estratégias em prática, com o acompanhamento da consultoria para fazer os ajustes necessários. Na ausência de uma equipe qualificada, a empresa poderá optar pela terceirização dos seus serviços, num modelo de assessoria. Quais os benefícios de contratar uma consultoria em marketing digital? Se você não sabe por onde começar a estabelecer sua presença digital e não deseja sair atirando para todos os lados sem saber ao certo que tipo de

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Qual O Momento Ideal Para Sua Empresa Investir Em Um E-Commerce
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Qual o momento ideal para sua empresa investir em um e-commerce?

[:pb]Falta de tempo, trânsito caótico e a comodidade proporcionada pela internet fazem com que os clientes prefiram pesquisar e comprar ao sair de casa em busca de um produto ou serviço. Essas e outras situações contribuem para o crescimento acelerado do e-commerce, que tem previsão de aumento de 20% somente no ano de 2015, chegando a um faturamento de 43 bilhões de reais, segundo dados do E-bit. Se você ainda não está aproveitando essa fatia de mercado, talvez seja o momento de fazer sua transição para o ambiente online, ampliando suas oportunidades de negócio e crescendo junto a centenas de empresas que já perceberam as vantagens de integrar loja física e virtual para obter melhores resultados. Quer entender mais sobre o momento ideal para a sua empresa investir em um e-commerce? Confira o que preparamos para você! Por que criar um e-commerce para sua empresa Como dissemos no início, a vida dos consumidores é cada vez mais atribulada e o tempo destinado ao lazer muitas vezes é sacrificado com responsabilidades cotidianas, como a compra de um novo eletrodoméstico ou até mesmo de uma peça de vestuário. Mas não são todos os consumidores que saem de casa para comprar, mais de 60 milhões de brasileiros preferem acessar a internet e realizar compras online. Ou seja, se você não está online também, não é visto e tampouco lembrado. Mas além da visibilidade que a internet dá para o seu negócio, existem outros motivos pelos quais você deve fazer essa transição para o ambiente online: Não existem barreiras geográficas na internet, ou seja, você pode vender para qualquer pessoa, em qualquer lugar do mundo; Sua empresa fica aberta 24 horas por dia, 7 dias por semana, o que significa nunca mais perder uma venda por estar “fechado”; O custo operacional de um e-commerce é menor se comparado à loja física, pois não necessita de ponto de venda físico, mostruários, gôndolas, etc, nem de tantos vendedores para o atendimento; Você oferece comodidade para os seus clientes, o que aumenta a satisfação e a fidelização; O marketing digital se torna seu aliado na divulgação do seu negócio, atraindo clientes mais qualificados para a compra. Quando fazer o investimento no ambiente online Agora que você já sabe quais são as vantagens de ter um e-commerce, chegou o momento de se perguntar: qual é a melhor hora para fazer a transição para o ambiente online? A resposta pode ser bem simples: a hora é agora! Quanto mais tempo você demora para aparecer nos resultados de busca no Google, mais tempo a sua concorrência terá para construir uma presença forte na internet e sair sempre na frente. Porém, não corra para abrir seu e-commerce de qualquer maneira. Planejamento é fundamental para que você construa um e-commerce de qualidade, portanto, considere alguns pontos: Você tem conhecimento sobre o mercado além da sua região? Você tem capacidade de entregar seus produtos em qualquer cidade, estado ou país? Você pode oferecer a mesma qualidade de atendimento que tem na sua loja? Você tem capital para investir na estrutura do seu e-commerce e em marketing digital? (sim, é preciso investir!) Sua equipe está preparada para atuar no ambiente online? Estas são algumas das perguntas que você precisa fazer para planejar com cautela o seu e-commerce e se sair bem com esse novo empreendimento. Lembre-se de que um e-commerce é uma empresa e tem que obedecer a regras, normas e legislações específicas, portanto, informe-se antes de partir para o ataque! Integração e fundamental Outra questão que você deve avaliar bem na hora de fazer a integração ao ambiente online é a integração entre a sua loja física e virtual. A unificação dos estoques, gestão de clientes e também da comunicação que você faz com a sua base de e-mails é fundamental para que nada de errado aconteça, como, por exemplo, a venda de um produto que está em falta no estoque ou um e-mail de cobrança para um cliente que já pagou o produto ou serviço. O ideal é que você invista em uma plataforma de e-commerce de qualidade, que possibilite a integração com outros softwares de gestão que você tenha, como ERP, CRM ou sistema de automação de marketing. Quanto mais integrada for a sua gestão, mais facilmente você poderá controlar tanto a loja física quanto o e-commerce, potencializando seus resultados. Por Sandra Turchi* *Sandra Turchi é Sócia-diretora da Digitalents (www.digitalents.com.br). Consultora e palestrante sobre Marketing Digital e E-commerce. Professora nos MBAs da FGV, FIA e ESPM, onde coordena cursos na área digital desde 2008. Foi eleita uma das profissionais de marketing mais atuantes nas mídias sociais no mundo, pela SMMagazine, dos EUA. Foi executiva de Marketing por mais de 20 anos, tendo atuado em diversos segmentos de mercado. Bacharel em Administração pela USP, pós-graduada pela FGV e MBA pela BSP e Toronto University, cursou também empreendedorismo na Babson de Boston. Autora do livro Estratégias de Marketing Digital e E-commerce, lançado pela editora Atlas e do blog www.sandraturchi.com.br, além de ser articulista de diversos portais.[:en]Falta de tempo, trânsito caótico e a comodidade proporcionada pela internet fazem com que os clientes prefiram pesquisar e comprar ao sair de casa em busca de um produto ou serviço. Essas e outras situações contribuem para o crescimento acelerado do e-commerce, que tem previsão de aumento de 20% somente no ano de 2015, chegando a um faturamento de 43 bilhões de reais, segundo dados do E-bit. Se você ainda não está aproveitando essa fatia de mercado, talvez seja o momento de fazer sua transição para o ambiente online, ampliando suas oportunidades de negócio e crescendo junto a centenas de empresas que já perceberam as vantagens de integrar loja física e virtual para obter melhores resultados. Quer entender mais sobre o momento ideal para a sua empresa investir em um e-commerce? Confira o que preparamos para você! Por que criar um e-commerce para sua empresa Como dissemos no início, a vida dos consumidores é cada vez mais atribulada e o tempo destinado ao lazer muitas vezes é sacrificado com responsabilidades cotidianas,

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Como O Branding Digital Pode Agregar Valor Para As Empresas
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Como o branding digital pode agregar valor para as empresas

[:pb]A internet transformou o comportamento do consumidor diante das diversas marcas presentes no mercado, já que o cliente se tornou mais crítico e mais informado. Hoje, é possível pesquisar, comparar e ver críticas e avaliações sobre as marcas e produtos com um simples clique. É o consumidor com muito mais poder de escolha e decisão. Já comentamos sobre essa mudança no artigo sobre estratégias de inbound marketing. Algumas dúvidas podem surgir, mas é importante entender como o branding digital pode agregar valor à marca da sua empresa para que ela esteja sempre presente no pensamento do consumidor, saindo na frente da concorrência. Quer saber mais sobre o assunto? Confira: Entendendo o que é branding digital O branding se refere à construção de uma marca frente a percepção do cliente. E no caso do digital, é a criação, manutenção e posicionamento da sua identidade da na internet. O branding digital fortalece a gestão dos negócios para agregar valor à marca e aumenta a fidelização do cliente. Abrange diversos processos, sejam eles de pesquisa, lançamento de novos produtos, reposicionamento ou conversão de possíveis clientes em consumidores. A comunicação da empresa com o cliente é uma das formas de apresentar seu posicionamento e seus valores. Não há uma receita pronta de sucesso. O objetivo principal do branding é fazer com que a marca seja referência em seu segmento, destacando-se da concorrência. Além disso, um branding fortalecido atrai clientes em potencial, transformando-os em consumidores fidelizados e aumentando o lucro do seu negócio. Gerando soluções e valor à marca A internet é um ambiente globalizado, de massa. Porém, é também um espaço para o consumidor exercer sua individualidade, liberdade e vontades, através de pesquisas, reclamações, sugestões e interações. Analisar e acompanhar o trajeto do cliente no seu site e redes sociais é agregar mais informações sobre o comportamento e interesse do seu público-alvo. Com isto, a sua empresa pode reverter alguma reclamação em tempo hábil, conhecer melhor o público e fidelizá-lo, ou ainda, usar da criatividade para atrai-lo em novas ações. A empresa deve trabalhar com esses dados de forma dinâmica e interativa. Geri-los e transformá-los em resultados é essencial para agregar valor à marca. Focando no cliente e nos resultados Tenha um site atualizado e amigável para navegação em smartphones, ou seja, um site com design responsivo. A sua empresa também precisa de perfis em redes sociais que permitam a interação com o consumidor. Se quiser investir em marketing de conteúdo, crie um blog, atualize-o com conteúdo relevante, ampliando o canal de informação, gerando mais fluxo para o site da empresa e até estreitando o relacionamento com o consumidor. É importante segmentar o perfil desse cliente de acordo com o seu comportamento nos canais de interação da empresa. Fortaleça a equipe de vendas do seu negócio com informações relevantes dos consumidores em potencial. Essas informações podem ser favoráveis no processo de compra e retenção destes. Procure continuar aprendendo sobre o assunto e não deixe de nos acompanhar! Por Sandra Turchi* *Sandra Turchi é Sócia-diretora da Digitalents (www.digitalents.com.br). Consultora e palestrante sobre Marketing Digital e E-commerce. Professora nos MBAs da FGV, FIA e ESPM, onde coordena cursos na área digital desde 2008. Foi eleita uma das profissionais de marketing mais atuantes nas mídias sociais no mundo, pela SMMagazine, dos EUA. Foi executiva de Marketing por mais de 20 anos, tendo atuado em diversos segmentos de mercado. Bacharel em Administração pela USP, pós-graduada pela FGV e MBA pela BSP e Toronto University, cursou também empreendedorismo na Babson de Boston. Autora do livro Estratégias de Marketing Digital e E-commerce, lançado pela editora Atlas e do blog www.sandraturchi.com.br, além de ser articulista de diversos portais.  [:en]A internet transformou o comportamento do consumidor diante das diversas marcas presentes no mercado, já que o cliente se tornou mais crítico e mais informado. Hoje, é possível pesquisar, comparar e ver críticas e avaliações sobre as marcas e produtos com um simples clique. É o consumidor com muito mais poder de escolha e decisão. Já comentamos sobre essa mudança no artigo sobre estratégias de inbound marketing. Algumas dúvidas podem surgir, mas é importante entender como o branding digital pode agregar valor à marca da sua empresa para que ela esteja sempre presente no pensamento do consumidor, saindo na frente da concorrência. Quer saber mais sobre o assunto? Confira: Entendendo o que é branding digital O branding se refere à construção de uma marca frente a percepção do cliente. E no caso do digital, é a criação, manutenção e posicionamento da sua identidade da na internet. O branding digital fortalece a gestão dos negócios para agregar valor à marca e aumenta a fidelização do cliente. Abrange diversos processos, sejam eles de pesquisa, lançamento de novos produtos, reposicionamento ou conversão de possíveis clientes em consumidores. A comunicação da empresa com o cliente é uma das formas de apresentar seu posicionamento e seus valores. Não há uma receita pronta de sucesso. O objetivo principal do branding é fazer com que a marca seja referência em seu segmento, destacando-se da concorrência. Além disso, um branding fortalecido atrai clientes em potencial, transformando-os em consumidores fidelizados e aumentando o lucro do seu negócio. Gerando soluções e valor à marca A internet é um ambiente globalizado, de massa. Porém, é também um espaço para o consumidor exercer sua individualidade, liberdade e vontades, através de pesquisas, reclamações, sugestões e interações. Analisar e acompanhar o trajeto do cliente no seu site e redes sociais é agregar mais informações sobre o comportamento e interesse do seu público-alvo. Com isto, a sua empresa pode reverter alguma reclamação em tempo hábil, conhecer melhor o público e fidelizá-lo, ou ainda, usar da criatividade para atrai-lo em novas ações. A empresa deve trabalhar com esses dados de forma dinâmica e interativa. Geri-los e transformá-los em resultados é essencial para agregar valor à marca. Focando no cliente e nos resultados Tenha um site atualizado e amigável para navegação em smartphones, ou seja, um site com design responsivo. A sua empresa também precisa de perfis em redes sociais que permitam a interação com o consumidor. Se quiser investir em

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Entenda Como O Lead Scoring Pode Gerar Valor A Sua Empresa
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Entenda como o Lead Scoring pode gerar valor a sua empresa

Você começou a utilizar o Inbound Marketing na sua empresa, já entendeu como funciona a aquisição de clientes, o funil de vendas e, inclusive, já está captando novos leads com seu conteúdo. Mas, ainda assim, você sente que pode refinar mais os contatos que passa para o seu time de vendas. Se essa é a sua realidade chegou o momento de entender melhor o que é o Lead Scoring, como ele funciona e, principalmente, como aplicá-lo na prática. Separamos cinco dicas para você, mas, se ainda assim ficar com alguma dúvida, entre em contato com a gente! O que é Lead Scoring? O processo de Lead Scoring nada mais é do que atribuir pontos e gerar valor para seus leads. Ele é indispensável para que o time de vendas não perca tempo com pessoas que não possuam o perfil real dos seus clientes. Assim, a técnica permite selecionar melhor os leads gerados e melhorar a oportunidade de venda, diminuindo os custos de marketing e vendas. Vamos à prática: Definindo os parâmetros de pontuação do Lead Scoring Essa é uma questão que merece uma reflexão constante por parte dos times de marketing e vendas. Os parâmetros da pontuação variam de acordo com a realidade de cada negócio, do produto, mercado etc. Algumas questões podem ajudá-lo a começar a entender o processo: o que define quem é um bom cliente para sua empresa? Quantos funcionários têm, em média, os seus clientes e potenciais clientes? Quem normalmente fecha a compra: o proprietário, um gerente, ou talvez um diretor? Você atende todo o Brasil ou apenas um local específico? Resumindo: quais informações podem facilitar o contato dos vendedores com a pessoa responsável por fechar o negócio? Refinando a coleta de dados Você deve coletar dados de dois grupos principais: demográficos e comportamentais. Os dados demográficos são referentes à localização geográfica do lead, idade, sexo e entre outros. Já os comportamentais como classe social, cultura, estilo de vida, entre outros definem os hábitos e preferências de um determinado contato. É fundamental que o time de vendas revise todos os leads, que fecharam ou não o negócio, para obter informações que ajudem na seleção de futuros leads. Atribuindo pontos para seus leads Uma vez definidos os parâmetros, é hora de oferecer uma pontuação. Vamos supor que o seu negócio seja vender para micro e pequenas empresas na região do estado do Rio de Janeiro. Normalmente quem define a compra/contratação é o próprio dono e eles possuem, no máximo, 10 funcionários. Assim, quando um lead preencher um formulário de download de um e-book, por exemplo, você pergunta quantos funcionários ela tem e de onde são. Aquelas que tiverem entre 8 e 12 funcionários ganham mais pontos que as que tiverem 3, por exemplo. Se o lead for do Rio de Janeiro, já ganha muitos pontos, pois isso é um limitador do seu negócio e assim por diante. Outro exemplo é quando um consumidor acessa a página de determinado produto mostrando que ele possui intenção de compra e está em busca de mais informações, uma pontuação já pode ser inserida baseada nesse interesse. Se esse mesmo usuário clicar em um e-mail de desconto, por exemplo, revela um interesse maior de aquisição, merecendo outra pontuação. Para cada comportamento vai existir uma pontuação que permitirão aferir a qualidade desse lead para seu negócio. Quando posso começar a aplicar o Lead Scoring na minha empresa? Você deve começar a aplicar o Lead Scoring na sua empresa quando você começa a adotar uma estratégia de Inbound Marketing e não consegue filtrar e responder seus leads manualmente. Mas lembre-se: os parâmetros da pontuação devem ser sempre atualizados com base nos resultados obtidos. Melhorar sempre é uma regra! Por Sandra Turchi* *Sandra Turchi é Sócia-diretora da Digitalents (www.digitalents.com.br). Consultora e palestrante sobre Marketing Digital e E-commerce. Professora nos MBAs da FGV, FIA e ESPM, onde coordena cursos na área digital desde 2008. Foi eleita uma das profissionais de marketing mais atuantes nas mídias sociais no mundo, pela SMMagazine, dos EUA. Foi executiva de Marketing por mais de 20 anos, tendo atuado em diversos segmentos de mercado. Bacharel em Administração pela USP, pós-graduada pela FGV e MBA pela BSP e Toronto University, cursou também empreendedorismo na Babson de Boston. Autora do livro Estratégias de Marketing Digital e E-commerce, lançado pela editora Atlas e do blog www.sandraturchi.com.br, além de ser articulista de diversos portais.

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Por Que Investir Em Marketing Digital Em Tempos De Crise?
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Por que investir em marketing digital em tempos de crise?

O cenário econômico atual se apresenta como um grande desafio para as empresas. Isso porque muitos especialistas acreditam que a crise que vivemos será longa, podendo até piorar. E independentemente do que o futuro nos reserva, o fato é que as empresas querem se manter no mercado, continuando a conquistar novos clientes e fechar negócios. Enxugar os custos neste momento delicado pode ser uma boa saída para a crise, mas, infelizmente, muitas empresas acabam diminuindo seu investimento em marketing. Será que isso é uma boa estratégia? Por que as empresas deixam de investir em marketing durante a crise? Muitas empresas ainda enxergam as ações de marketing como uma “despesa”, ou “custo” que serve apenas para simplesmente agradar os clientes promover a marca, sem ligação com um retorno direto. O maior erro nessa concepção é que o marketing não é um custo, mas sim um investimento que é capaz de gerar resultados imediatos e também no longo prazo para sua empresa. Dentre os objetivos de qualquer ação de marketing está o de gerar vendas através da conquista e fidelização dos clientes, permitindo a manutenção e o crescimento da empresa, a custo, médio e longo prazo. O marketing deve ser estratégico, com objetivos claros e métricas que permitam a mensuração de todos os resultados, assim cada ação deve ser vinculada a um retorno claro para a empresa, de forma que esse investimento destaque a empresa frente a outras que tratam o marketing apenas como uma conta a mais. Como o marketing digital pode ajudar sua empresa durante a crise? São vários os motivos para que sua empresa continue a investir em marketing digital durante a crise. Confira alguns deles: Esteja no lugar certo O marketing digital pode ser uma excelente ferramenta para fazer com que sua empresa esteja disponível para seu cliente no momento que ele procura por seu produto. Investindo em ações bem planejadas de presença digital (redes sociais, buscadores, mobile, site com design responsivo, anúncios, blogs, entre outros) você garante que sua empresa esteja visível ao alcance do seu potencial cliente para concretizar uma venda. Tenha certeza de que, mesmo em tempos de crise, há pessoas interessadas em seu produto ou serviço e para alcançar estas pessoas você deve estar presente onde seu público se encontra e quando ela buscar por aquilo que sua empresa tem a oferecer. Evidencie sua marca com o marketing de conteúdo Essa estratégia auxilia sua empresa a ficar em evidência por meio de conteúdos que agreguem valor ao dia a dia das pessoas com o intuito de informar, entreter, ensinar e solucionar problemas. A criação de conteúdo inteligente com uma linguagem adequada, clareza, objetividade, escolha assertiva da rede para divulgação transforma essa estratégia em relacionamento, criando uma percepção positiva do público a respeito da sua marca tornando possível atrair, reter e fidelizar seus clientes. Use o Big Data para melhorar a experiência do seu consumidor Hoje é possível adquirir informações sobre seus clientes por meio das redes sociais, pesquisas de mercado, blogs e utilizá-las para aprimorar a experiência com sua marca, agregando valor ao seu negócio e ganhando vantagem competitiva em seu setor. O trabalho eficaz com os dados pode trazer insights, acesso de forma antecipada a tendências futuras de mercado, melhorar o nível do serviço oferecido, desenvolver novos produtos baseados nas expectativas dos consumidores, reduzir custos com procedimentos desnecessários e gerar novas vendas. Você pode medir tudo em tempo real Uma grande vantagem das ações promocionais nos meios digitais é que tudo pode ser medido. Você é capaz de identificar quais ações geram mais resultados e, consequentemente, mais vendas para seu negócio. Além disso, você será capaz de corrigir ações que não estejam gerando o retorno desejado. Tudo isso em tempo real, sem ter de esperar o pior acontecer e se encontrar em uma situação irreversível para realizar as mudanças necessárias. É mais acessível do que o marketing tradicional As ações de marketing tradicional, como os comerciais de rádio e TV, produzem bons resultados, porém exigem um investimento tão alto que, principalmente para as pequenas e médias empresas, chega a ser proibitivo. Além disso, estas ações podem não ser tão eficientes, uma vez que atingem um grande número de pessoas que não se interessam por seu produto ou serviço. Os investimentos em marketing digital são bem menores e permitem que sua empresa alcance seu público-alvo de forma mais assertiva e sem perder o foco com quem não é seu público, independentemente do tamanho de sua empresa. O seu concorrente está investindo em marketing digital Faça agora mesmo uma busca no Google por seu produto ou serviço e confira se seu concorrente já está investindo em marketing digital, mesmo neste período de crise. Deixando de investir em marketing digital você está facilitando o trabalho dele, perdendo clientes importantes e, com eles, perdendo dinheiro. Entendeu por que é importante investir em marketing durante a crise? Quer aprender mais? Assine nossa newsletter e fique por dentro de dicas que podem ajudar a sua empresa gerar mais negócios e vender ainda mais! Por Sandra Turchi* *Sandra Turchi é Sócia-diretora da Digitalents (www.digitalents.com.br). Consultora e palestrante sobre Marketing Digital e E-commerce. Professora nos MBAs da FGV, FIA e ESPM, onde coordena cursos na área digital desde 2008. Foi eleita uma das profissionais de marketing mais atuantes nas mídias sociais no mundo, pela SMMagazine, dos EUA. Foi executiva de Marketing por mais de 20 anos, tendo atuado em diversos segmentos de mercado. Bacharel em Administração pela USP, pós-graduada pela FGV e MBA pela BSP e Toronto University, cursou também empreendedorismo na Babson de Boston. Autora do livro Estratégias de Marketing Digital e E-commerce, lançado pela editora Atlas e do blog www.sandraturchi.com.br, além de ser articulista de diversos portais.

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Os 4C’s Das Mídias Sociais E Sua Carreira
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Os 4C’s das Mídias Sociais e sua Carreira

Marketing e Marketing Digital há muito se permeiam. Não há empresa, negócio, serviço, ideia ou persona que possa ser consolidada ou ampliada fora do ambiente digital ou que possa prescindir das Mídias Sociais, uma das vertentes do Marketing Digital, para se conectar a seus clientes e consumidores, engajá-los ou criar novas soluções de forma colaborativa. Se é assim no mundo dos negócios, por que seria diferente com sua carreira? Antes de seguirmos, um esclarecimento. Sabe qual a diferença entre Redes Sociais e Mídias Sociais? Rede Social é o relacionamento de pessoas através de um grupo de amigos e Mídias Sociais são as plataformas que utilizamos para nos comunicarmos. Assim, o LinkedIn, por exemplo é uma mídia social para relacionamentos e troca de experiências profissionais. Entre tantas outras Mídias Sociais, temos por exemplo, o YouTube, Facebook, Pinterest, etc. Para levar sua carreira à era digital, portanto, é possível utilizar o conceito dos 4C’s para o sucesso nas Mídias Sociais, e aplicá-los à carreira para maior efetividade na construção de imagem profissional, projetos de recolocação, transição ou mesmo evolução profissional. Iniciemos pelo CONTEÚDO. Tudo aquilo que você comunica sobre seu perfil profissional deve ser original: capaz de torna-lo único e diferenciá-lo de outros profissionais. Mais do que isto, deve ser capaz de gerar engajamento. Não me refiro aqui apenas ao currículo, mas a todas as oportunidades de interação em que você terá a chance de contar às pessoas a sua trajetória. O storytelling é um ótimo recurso para reorganizar sua história de vida e carreira, destacando os principais pontos que o tornaram o profissional que você é, as experiências que o moldaram, como suas vivências profissionais se conectam e porquê. O conteúdo é o futuro do marketing e uma boa história, capaz de criar fortes marcas pessoais, cria registros e lembranças na cabeça de sua audiência e por que não dizer, geram vantagens na obtenção de um emprego ou promoção. Por continuidade, a COLABORAÇÃO entre as pessoas de sua rede de relacionamentos pode ajudá-lo a contar a sua história, ou seja: chefes, pares ou subordinados, antigos e atuais são co-criadores de sua carreira através de testemunhais, depoimentos ou recomendações. São estes os profissionais capazes de dar voz ao que não pode ser capturado em um currículo e muitas vezes acabam por ajudá-lo a recriar sua carreira contando a futuros empregadores que, devido a características pessoais, você pode se candidatar a novos desafios, algo que você talvez nunca tenha feito antes. Intimamente ligado ao conceito de Capital Social, exploremos um pouco o conceito de COMUNIDADE. Capital Social é o valor gerado pelas conexões que cultivamos em nossas redes de relacionamento, baseados no afeto e confiança e que levará em última instância a colaboração entre pessoas. O capital social traz consigo também os conceitos de laços fortes (relacionamentos diretos) e laços fracos (relacionamentos indiretos). E isto tudo se traduz de uma forma bastante simples: a força que você tem em sua comunidade é diretamente proporcional à quantidade de pessoas que você conhece, à força dos relacionamentos mantidos e à confiança depositada em você. Também diretamente ligado ao engajamento e à colaboração, este “C” é facilmente compreendido, pois somos incapazes de recomendar, retransmitir um currículo ou colaborar quem alguém que mal conhecemos ou a quem potencialmente não gostaríamos de estar ligados. Desta forma, demostrar generosidade e boa vontade é uma grande oportunidade de começar a ganhar alcance (popularidade, proximidade), ressonância (frequência) e relevância (autoridade, credibilidade) e ampliar fortemente a colaboração em sua rede. Por último, o COLETIVO, ou melhor INTELIGÊNCIA COLETIVA. Assim como a Wikipedia ou Waze, a ideia é que você possa contribua com as comunidades de sua área de interesse e assim comece a ampliar sua influência em seu campo de atuação através da geração de conteúdo relevante ou participação em discussões propostas por outros profissionais. Assim como os 4C’s das Mídias Sociais falam sobre conteúdo e engajamento entre marcas e consumidores, a aplicação e apropriação destes conceitos conecta sua carreira ao mercado para gerar engajamento, o que significa estar sempre em linha com outros profissionais, mantendo sua carreira sempre atualizada e seu networking vivo e ativo acima de tudo. Por Luciano Paiva Luciano Paiva é PCC formado pelo Instituto Ecosocial e afiliado ao ICF. Possui 20 anos de experiência corporativa em marketing, com formação em Propaganda e Marketing pela ESPM, pós-graduação em Administração pela FGV e mestrado em estratégia pelo INSPER. Com extensões em psicanálise pelo Instituto Sedes e técnicas sistêmicas, Luciano atua com Aconselhamento e Coaching de Carreira/Executivo pela Digitalents (www.digitalents.com.br) se dedicando a inspirar pessoas a entender o sentido em suas atividades diárias e aplica-lo em sua vida pessoal e profissional.

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