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Aproveitar O Momento Para Mapear Novas Oportunidades Pode Ajudar A Contornar A Crise
Carreira

Aproveitar o momento para mapear novas oportunidades pode ajudar a contornar a crise

Estamos vivendo em tempos nebulosos, principalmente, quanto aos novos negócios e a manutenção daqueles que já existem. É um período cercado de desafios para os empreendedores que tentam buscar caminhos diferentes para se adaptarem às constantes mudanças do mercado e, nesse momento, toda ideia inovadora parece ser uma boa saída, mas nem sempre é o suficiente. As empresas precisam estar preparadas para dar uma resposta rápida e precisa para qualquer oportunidade que apareça e, isso, pode ser um diferencial enorme, significando a sobrevivência ou não de muitos negócios.   Diante da crise que estamos vivenciando, ter um nicho pode ser a manutenção sadia dos negócios por um certo período e esse é o primeiro passo de qualquer empreendedor. Mas, ao longo do tempo, é preciso estar aberto a novas oportunidades e, saber identificá-las pode ser a saída que muitos desejam, pois isso pode ser uma maneira assertiva de atrair leads e ajudar a empresa a recompor a saúde financeira.   É importante ficar claro que não adianta se aventurar nos processos de venda sem realizar o mapeamento de oportunidades de negócio, isso pode fazer sua empresa despender mais recursos, tanto financeiros quanto de pessoal, em um momento onde vivemos uma linha tênue entre receitas e despesas.   Para realizar um bom mapeamento e gerar resultados satisfatórios é preciso fazer um levantamento dos prospects, para isso, faça uma pesquisa detalhada nos dados gerados pela própria empresa para identificar as preferências, intenções, etc. Assim, será possível identificar as dores dos prospects e agir para criar um mapeamento de novos negócios com o objetivo de “curar” essa dor. Você pode utilizar as redes sociais e a lista de clientes para buscar necessidades de momento, ao qual seu negócio pode se encaixar. Um bom caminho é criar pesquisas de satisfação sobre determinado produto que sua empresa deseja oferecer, tente saber se o cliente-alvo está satisfeito com aquilo disponível no mercado. A partir dessas informações, faça um levantamento sobre os concorrentes direto e indireto do seu negócio, que oferecem aos clientes um serviço parecido com o seu e que conseguem satisfazer o mercado. Saber filtrar essas informações e transformá-las em valor é uma etapa fundamental para os negócios, desde que bem analisadas para identificar a viabilidade, assim é possível se expandir suas vendas e gerar resultados a partir de novas oportunidades.   Nesse momento, enquanto empreendedor, tenha em mente que algumas mudanças são temporárias e, quando essa situação passar, vários serviços irão retomar suas atividades normalmente. Não deixe que ações precipitadas o faça encher os clientes de e-mails, propagandas, anúncios. Isso pode gerar o efeito contrário ao esperado, portanto, planeje-se, estude o mercado e crie novas ideias. Estar dentro de uma crise não significa que o seu negócio deve ficar estagnado, pelo contrário, inovar da forma certa pode trazer mais resultados nesse momento.

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Profissionais De Marketing Digital Alta Demanda, Pouca Capacitação
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Profissionais de marketing digital: alta demanda, pouca capacitação

Não é segredo que o mercado digital está em constante expansão. Considerando a infinidade de oportunidades geradas para marcas, públicos e profissionais, isso é bastante positivo, afinal, é uma nova e eficiente forma de se relacionar e de se comunicar, além de ser um novo segmento, o que, consequentemente, gera uma alta demanda por profissionais qualificados. Mas, como tudo o que é novo, há sempre o risco da imprevisibilidade, que é potencializado pela rápida velocidade de mudança: a todo o momento há novos recursos nas redes sociais, novas redes sociais, novas ferramentas de monitoramento, novas leis regulamentando o que pode e o que não pode ser feito e novos estereótipos de conduta, ditando regras do que é certo e do que é errado fazer no mundo online. Diante desse contexto, torna-se necessário que, mais do que nunca, os profissionais da área estejam constantemente atualizados: lendo as notícias, acompanhando as novidades das redes, sendo curiosos para entender os novos recursos disponíveis, participando de treinamentos e cursos, conversando com outros profissionais da área, entre tantas outras formas de saber o que acontece nesse mundo. De preferência, em tempo real. Outra característica desse novo mercado, também como consequência do curto tempo em que ele existe, é o fato de que muitos profissionais, que nunca trabalharam ou estudaram marketing digital, mas se consideram heavy users (pessoas que estão sempre conectadas na internet e nas redes sociais, mas, não necessariamente, utilizando-as profissionalmente), acharem que são capacitados para trabalharem com mídias sociais, pensar em estratégias, gerenciar contas, montar relatórios de monitoramento, produzir conteúdos… Mas não é bem assim: podemos dizer que quem trabalha com mídias sociais precisa ser heavy user, mas não basta ser heavy user para trabalhar com mídias sociais. O mercado é novo, a imprevisibilidade faz com que não saibamos se teremos que, do dia para noite, repensar estratégias, cancelar publicações, considerar novos parâmetros de monitoramento. Mas isso não significa que o mercado seja amador. Pelo contrário – trabalhar com mídias sociais significa conhecer muito o mercado para conseguir contornar situações inusitadas com agilidade. A cada dia percebemos que o trabalho de social media está profissionalizado. Cursos, treinamentos e pós-graduação estão disponíveis para quem realmente gosta da área. Empresas que nunca se imaginaram na internet estão procurando consultorias e agências para entenderem melhor desse mundo online, iniciando sua presença digital. Isso faz com que a demanda por profissionais cresça – o mercado está aquecido. Mas, de acordo com a Digitalents, consultoria e headhunting de marketing digital, enquanto aumenta a procura por profissionais, aumenta, também, a falta de candidatos qualificados para assumirem os cargos. Currículos têm aos montes, mas nem todos possuem a capacitação necessária. Sim, é possível que empresas e agências treinem profissionais que queiram iniciar nesse mercado, mas, para cargos que exigem pró-atividade e independência do profissional na agência, é necessário que haja conhecimento e experiência anterior significativa. Dessa forma, as dicas que ficam são: vagas existem, o mercado absorve os bons profissionais e, se você tem interesse em atuar com marketing digital, dê prioridade à sua capacitação nessa área: estude, leia, converse. E cuide do seu networking! Por Sandra Turchi* e Tânia d’Ávila**   *Sandra Turchi é Sócia-diretora da Digitalents (www.digitalents.com.br). É Consultora e palestrante sobre Marketing Digital e E-commerce. Professora nos MBAs da FGV, FIA e ESPM, onde coordena cursos na área digital desde 2008. Foi executiva de Marketing por mais de 20 anos, tendo atuado em diversos setores e grandes empresas. Bacharel em Administração pela USP, pós-graduada pela FGV e MBA pela BSP com Toronto University, fez também empreendedorismo na Babson. Autora do livro Estratégias de Marketing Digital e E-commerce, lançado pela editora Atlas em 2012. **Tânia d’Ávila é graduada em Relações Públicas pela FAAP, pós-graduada em Marketing e Comunicação Integrada pelo Mackenzie e cursou Docência com foco em Metodologia de Ensino Superior e Pesquisa pela FGV. Possui experiência na área de branding e, atualmente, trabalha com marketing digital na Digitalents.

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O Mercado Brasileiro De Social Media Research
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O mercado brasileiro de Social Media Research

De acordo com o último relatório da ComScore, “2013 Brasil Future in Focus”, o Brasil, hoje, representa  35% da América Latina em usuários no Facebook. Do tempo despendido online pelos brasileiros (cerca de 27 horas, em média, por mês), 9,3 horas são em sites de redes sociais, das quais 93% são no Facebook. Percebe-se que há uma evolução no mercado de mídia social, agora mais maduro e pronto para implementar métricas, análises profundas de metadados, passando a entender a importância da Netnografia. Vale exemplificar alguns tipos de estudos realizados com pesquisas netnográficas nos diversos segmentos no mercado brasileiro. Esse tipo de pesquisa aplicada à indústria de bebidas teve como objetivo reconhecer os principais padrões comportamentais referentes à Geração Milênio, sobre o viés da música e tecnologia, no qual foi possível observar o seguinte: uso intenso das redes sociais, abertura de detalhes íntimos da vida pessoal, compartilhamento dos seus ídolos na música, jogos, filmes e também sua forte comunicação com amigos. O uso da tecnologia foi peça chave para compartilhar os momentos mais íntimos e importantes com os seus amigos. Em outro segmento, na indústria de seguros, o objetivo da pesquisa netnográfica era entender e identificar a jornada comportamental do corretor de seguros, como também a percepção da marca pelo olhar do consumidor. A jornada do corretor de seguros refletiu-se nas dificuldades de entrega do produto para o consumidor final na área de seguros de carros, ao mesmo tempo em que a percepção sobre determinada marca foi prejudicada devido aos problemas de comunicação interna e controle de qualidade. Neste caso, podemos observar a relevância da imagem perante a entrega do produto, como também, o papel do consumidor como fator principal, que deseja que o produto seja entregue de acordo com o prometido. Na indústria de cosméticos, por exemplo, a pesquisa netnográfica foi útil para entender o comportamento do consumidor em relação à marca. Neste estudo foram observadas as dificuldades da realização da venda direta devido às questões ligadas à logística e qualidade do produto. Ao mesmo tempo, na indústria de moda infantil, o foco da pesquisa netnográfica era identificar os principais padrões comportamentais de mães e a sua conexão com o seu primeiro filho. Neste estudo, as características são: a decisão de ser mãe, o planejamento da chegada do bebê e o equilíbrio do profissional e pessoal, muitas vezes caminhando para a jornada empreendedora no mercado de moda infantil. Pudemos observar, também, a transformação da mulher para o novo papel como “mãe”. A importância da pesquisa netnográfica no mercado de marketing e publicidade brasileiro demonstra a maturidade para a evangelização e implementação de novas técnicas e metodologias no mercado de social media research. Hoje, podemos observar o crescimento nas empresas com foco em big data focado na jornada do consumidor: online, off-line, vendas diretas, carteira eletrônica e o tradicional banco de dados. Os eventos esportivos como a “Copa do Mundo2014”e as “Olimpíadas2016”podem ser considerados oportunidades únicas para a implementação de novas técnicas e metodologias de pesquisa, buscando a inovação na análise do comportamento do consumidor. Por Sandra Turchi* e Tatiana Tosi** *Sandra Turchi é Sócia-diretora da DIGITALENTS, consultora e palestrante sobre em Marketing Digital e E-commerce. Leciona no MBA da FGV em Marketing Digital e coordena diversos cursos de férias na área digital da ESPM-SP. Atuou como executiva de Marketing por mais de 20 anos e foi executiva de grandes empresas de diversos setores. Bacharel em Administração de Empresas pela FEA/USP, pós-graduada pela FGV/EAESP, possui MBA pela Business School SP com a Toronto University e estudou empreendedorismo na Babson College. Autora do livro “Estratégias de Marketing digital e E-commerce”, publicado pela Ed. Atlas em 2012. **Tatiana Tosi – Pesquisadora de tendências e comportamentos sociais digitais, com ênfase em netnografia. Pós-Graduada em Marketing pela ESPM – SP. Especialista em Inteligência Competitiva nas Redes Sociais pela Fundação Getulio Vargas (SP), é membro do Grupo de Pesquisa Cidade do Conhecimento ECA USP. Entre os projetos de netnografia em que esteve presente destaca-se: Bradesco Seguros, Coca-Cola, FMU – SP. Articulista em diversos grupos de tendências digitais.

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Empreenda No Mundo Digital
E-commerce

Empreenda no mundo digital

Em todo começo de ano é comum as pessoas fazerem aquelas famosas promessas e listas com as resoluções do que pretendem mudar. Iniciar uma dieta, cuidar da saúde, praticar exercícios físicos, passar mais tempo com a família e os amigos, são os desejos mais citados. Em termos profissionais, o sonho não mais se restringe aos de praxe, como obter uma promoção, um aumento de salário ou mesmo trocar de emprego. Muitos gostariam mesmo é de iniciar um negócio próprio. E hoje, mais do que nunca, isso é algo possível, principalmente se for um empreendimento no mundo virtual. Nunca se empreendeu tanto no Brasil, como temos observado nos últimos anos e, com certeza, isso se deve ao grande número de jovens que vem apostando em startups ligadas às oportunidades do universo digital, mas não são somente eles. Muitos profissionais mais maduros, cansados do stress, rotina e política presentes no mundo corporativo (ou, como costumo brincar, “mundo cãoporativo”), também tem ficado atentos aos projetos ligados à web, como uma forma de criar seu próprio negócio. A internet oferece uma gama imensa de oportunidades para quem quer empreender, como a venda de produtos (como um e-commerce para nichos de mercado, por exemplo) ou a criação de serviços dos mais variados tipos, aplicativos, games, entre várias outras possibilidades. Mas é preciso considerar alguns fatores. O principal deles é que não basta ter uma ótima ideia. Como em qualquer outro negócio, se faz necessária a elaboração de um plano de negócio, com análises de viabilidade econômica e mercadológica, verificar se há ou não concorrentes, quem seriam os fornecedores e o público-alvo, além de todas as questões legais para formalização da empresa, da mesma forma como ocorre com os empreendimentos físicos convencionais. Um bom exemplo é o de Renato Steinberg, um dos criadores da Fashion.me, a primeira e maior rede social especializada em moda, criada em 2008, e que após nove meses no ar passou a receber, em média, 10 mil visitas por dia, somando mais de um milhão de associados. A rede foi criada a partir de uma ideia, sendo lapidada durante algum tempo e compartilhada com outras pessoas que contribuíram com sugestões. Após ser lançada, Renato acompanhou como os usuários a estavam avaliando, porque em essência são eles que dizem se a ideia é ou não boa. Também fez parcerias com empresas brasileiras e obteve capital de um fundo de investimentos internacional. Para quem deseja apostar no segmento virtual, uma boa opção é criar uma startup – empresa iniciante da área de tecnologia, em geral ligada a produtos que sejam escalonáveis. Uma pesquisa recente realizada pela entidade “Anjos do Brasil”, voltada a fomentar o crescimento de investidores para apoiar o empreendedorismo de inovação, o número dos chamados “investidores-anjo”, brasileiros terminou o ano de 2019 com 8.220 investidores pessoas físicas que apostam nessas novas iniciativas de negócios. O valor investido em startups brasileiras cresceu mais de 8 vezes entre 2015 e 2019, passando de 1,1 bilhão de reais para 9,7 bilhões no período de cinco anos. Nos Estados Unidos, onde esse segmento está mais maduro, o crescimento dos investidores-anjo foi de 20%, segundo o Venture Research da Universidade de New Hampshire, compondo uma base de 265 mil pessoas dispostas a investir. O projeto Aceleratech, que é uma aceleradora ligada à ESPM, também tem esse objetivo, de identificar startups promissoras para que recebam apoio técnico e investimentos. Atualmente são 11 startups que estão tendo esse suporte. O co-fundador do projeto, Pedro Waengertner, levou sua experiência empreendedora para essa iniciativa. Ele mesmo é investidor em algumas empresas novas, como a Zubit, empresa na área de monitoramento e métricas em mídias sociais, e o Jacomparou, portal comparador de serviços de telecomunicações, o que inclui telefonia móvel, fixa, internet e tv por assinatura. Portanto, há muita gente voltada a dar mais do que uma mãozinha para que uma iniciativa inovadora não apenas se concretize, como também cresça e dê excelentes frutos. Quem tem perfil empreendedor, ou seja, tem paixão por determinada atividade ou área, gosta de correr certos riscos, é determinado, persistente e acredita no seu próprio potencial, tem boas chances de mudar de vida em 2013 e ver seu sonho se tornar realidade. As oportunidades estão aí, principalmente na Web. Basta ter coragem, arregaçar as mangas e fazer acontecer.

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Os Desafios Da Mensuração De Resultados Online
Marketing Digital

Os Desafios da Mensuração de Resultados Online

“Não podemos gerenciar o que não podemos medir”. Esta é uma famosa frase de Peter Drucker, considerado por muitos o maior guru da administração do século XX, que nos aproxima do objetivo deste artigo: entender melhor como e o que precisa ser medido para gerenciar resultados online, afinal decisões precisam se basear em fatos. Com a crescente – e irreversível – digitalização de muitas das ações cotidianas das pessoas, incluindo aí seus hábitos de pesquisa de compra e a compra propriamente dita, é natural que as empresas destinem orçamentos de comunicação e marketing cada vez maiores aos canais digitais. E, ao terem maior peso na alocação de verbas, a atenção aos resultados oriundos desses investimentos é muito maior. A boa notícia é que a internet é um excelente ambiente para registrar e medir as ações e interações dos usuários, o que facilita a obtenção de dados. Mas é também nesse ponto que começam os maiores desafios dos gestores de marketing online. Quando usamos algum tipo de mensuração como base para a tomada de decisões, é imprescindível que estejamos medindo as coisas certas. Pode parecer óbvio, mas não é. Em se tratando de comportamento de usuários online, uma medição tende a ter certa relatividade, e só uma análise mais aprofundada dos dados (fatos) podem fazer com que cheguemos à conclusão de que um resultado foi positivo ou negativo. Existem diversas ferramentas disponíveis no mercado para nos ajudar com a tarefa de medir o impacto das ações online. As principais delas possuem uma gama de relatórios pré-definidos que são comumente os mais utilizados para aferir o sucesso ou fracasso de determinado esforço de marketing. Mas é justamente essa camada inicial que devemos atravessar com a finalidade de obter uma interpretação verdadeira dos fatos. Quantos usuários visitaram um site, quantas vezes uma página foi visualizada, qual o tempo médio de navegação do usuário em uma página, são alguns exemplos de relatórios largamente utilizados como indicadores de desempenho. À primeira vista, podem parecer muito interessantes, mas será que de fato demonstram o que realmente desejamos medir? Vejamos alguns exemplos a seguir. O número de páginas visitadas de um portal teve aumento de 50% após a implantação do novo design. A partir desta medição, o projeto pode ser considerado um êxito? A resposta é… talvez. Será que o aumento da estatística deu-se pelo fato dos usuários terem aprovado o novo design, ou simplesmente porque não conseguiram achar o que estavam procurando e ficaram navegando sem rumo dentro do portal? O relatório nos mostra o dado, mas não o porquê. Outro exemplo: Iniciada uma campanha de publicidade no Google, o número de novos visitantes de um site aumentou em 200%. A campanha pode ser considerada um sucesso? Novamente a resposta é: talvez! Que tipos de usuários foram atingidos pela campanha? Quais foram os resultados concretos obtidos através destes novos visitantes? Houve aumento nas conversões das visitas em venda? Nem sempre o crescimento de um indicador vem acompanhado do efetivo resultado esperado. Para medir o verdadeiro desempenho de canais digitais, é necessário focar no objetivo de negócio do canal, na razão pelo qual ele foi criado. O objetivo de um site de comércio eletrônico pode ser atingir 200 mil reais por mês em vendas, ou aumentar em 20% a carteira de clientes. Um portal institucional pode ter o objetivo de “atrair novos talentos” através de um formulário “trabalhe conosco”. Para saber se os objetivos dos canais digitais foram alcançados, precisamos de uma combinação de criatividade, ferramentas analíticas e programação. Cada caso é diferente e, por isso, pode precisar de adequações customizadas. Uma das formas mais eficientes de se aferir o desempenho real de um canal, é via “Relatórios de Conversão”, disponíveis nas principais ferramentas analíticas. No Google Analytics, por exemplo, é possível definir relatórios de conversão baseados em metas a serem atingidas. Esses relatórios medem o percentual de usuários que chegaram a determinadas páginas, gerando assim dados estatísticos a respeito dos objetivos alcançados dentro do canal. Por exemplo, para apoiar o objetivo de reduzir os custos com ligações telefônicas do Serviço de Atendimento ao Cliente, medir quantos usuários chegaram à página: “Sim, tive a minha dúvida esclarecida”, na seção de “Perguntas e Respostas” de um site, pode ser o ponto de partida para um relatório que detalhe o Nível de Atendimento x Economia Almejada. Lembre-se que os canais digitais devem estar a serviço dos objetivos da empresa. E sempre há uma forma de medir. O importante é saber medir as coisas certas. Por Sandra Turchi* e Barry Koot** *Sandra Turchi é Sócia-diretora da DIGITALENTS, consultora e palestrante sobre em Marketing Digital e E-commerce. Leciona no MBA da FGV em Marketing Digital e coordena diversos cursos de férias na área digital da ESPM-SP. Atuou como executiva de Marketing por mais de 20 anos e foi executiva de grandes empresas de diversos setores. Bacharel em Administração de Empresas pela FEA/USP, pós-graduada pela FGV/EAESP, possui MBA pela Business School SP com a Toronto University e estudou empreendedorismo na Babson College. Autora do livro “Estratégias de Marketing digital e E-commerce”, publicado pela Ed. Atlas em 2012. **Barry Koot é economista, com mestrado em Sistemas de Informação. Atualmente está cursando um MBA em Marketing Digital na FGV. Barry tem 15 anos de experiência internacional na área de TI. Fundador da empresa DigiSales (digisales.com.br), provedor de soluções em Comércio Eletrônico Magento.

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