Etiqueta: inteligencia artificial

AI Pin
Plataformas

Dispositivo com inteligência artificial pode substituir o smartphone?

A Humane, uma startup do Vale do Silício, lançou o AI Pin, um dispositivo com inteligência artificial que pode ser usado preso à roupa. O dispositivo é capaz de fazer chamadas, enviar mensagens, pesquisar na internet e registrar fotos e vídeos. Para interagir com o AI Pin, o usuário pode usar a voz, tocar na superfície do aparelho ou fazer gestos com os dedos. Algumas informações básicas são projetadas para as mãos posicionadas de frente para o dispositivo. O AI Pin foi fundado por dois ex-funcionários da Apple: o designer Imran Chaudhri, que trabalhou em produtos como Apple Watch e iPhone, e a física e astrofísica Bethany Bongiorno, que atuou na empresa como diretora de engenharia de software. Para Diogo Cortiz, professor da PUC-SP e pesquisador no NIC.br, há uma busca por um substituto do smartphone, mas Ainda é cedo para dizer se o AI Pin é o dispositivo para substituir os smartphones, até porque tem um custo ainda elevado para um dispositivo com menos opções que alguns smartphones. No entanto, há que se considerar que a inteligência artificial passou a fazer parte da nossa vida, e vai ser preciso repensar as interfaces daqui para frente. O AI Pin deve, portanto, ser o início de algo, mas não o substituto definitivo do que temos atualmente. Além do preço e da falta de algumas funcionalidades, o AI Pin também levanta questões de privacidade. Afinal, como os dados do usuário são capturados, processados e armazenados? A estreia da versão finalizada do AI Pin aconteceu na Paris Fashion Week. Durante o desfile da marca Coperni, o dispositivo esteve preso à roupa das modelos, incluindo a britânica Naomi Campbell. As vendas do dispositivo iniciam nos Estados Unidos, mas ainda não há informações sobre a chegada do aparelho ao Brasil.

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Marketing preditivo para remodelar a estrutura dos negócios digitalents
Marketing Preditivo

Marketing preditivo para remodelar a estrutura dos negócios

A tecnologia está imprimindo uma nova rotina nas relações de consumo das empresas com os consumidores. A expansão no uso da internet tem gerado um volume imenso de dados impulsionando o crescimento do mercado. Associadas às novas tecnologias, as tomadas de decisões estão se tornando mais assertivas com o uso de ferramentas de marketing preditivo para prever o comportamento do consumidor. O marketing preditivo não é uma novidade, mas está ganhando cada vez mais espaço dentro de um cenário que se destaca pela concorrência e pela necessidade de se antecipar às tendências, o que pode gerar uma revolução no mundo corporativo.  A tendência no uso de análises preditivas dentro das organizações é de um crescimento de 23% ao ano até 2025, de acordo com o relatório de uma consultoria de marketing dos Estados Unidos. Com uma estrutura em expansão e, cada vez mais utilizada pelas empresas, a inteligência artificial combinada com machine learning e big data, ajudam a impulsionar as estratégias de análises preditivas para auxiliar na interpretação de dados gerados pelos consumidores e que vão ajudar a tomar decisões baseadas em estatísticas. Com essas ferramentas é possível processar um volume gigantesco de dados auxiliando a prever ações e criar estratégias de mercado. O marketing preditivo tem transformado a maneira como as empresas que utilizam a tecnologia operam no mercado prevendo o comportamento potencial de clientes e o histórico de compras para determinar as próximas ações. O impacto na rotina de negócios permite personalizar a comunicação, definir novos modelos, direcionar campanhas, combinando insights gerados a partir dos dados para aumentar o engajamento e aperfeiçoar os resultados das ações de marketing. Além disso, é possível criar respostas personalizadas e calls to action específicos para cada situação prevista. O marketing preditivo, além de prever o comportamento do consumidor, auxilia as empresas no enfrentamento de crises, inclusive, se antecipando a certos cenários previstos com base na análise dos dados, com a chamada inteligência preditiva. A partir dela é possível ter acesso a padrões comportamentais que vão auxiliar na identificação de riscos e oportunidades. Além disso, com as ferramentas adequadas, os dados auxiliam na gestão de processos internos, ajudando a identificar gargalos e possíveis prejuízos gerados na rotina dos negócios, aprimorando os resultados e reduzindo custos. Esse tipo de análise oferece benefícios a diferentes setores empresariais. A tecnologia permite mapear as necessidades para alocar os recursos e atender demandas específicas. A vantagem desse modelo é a possibilidade de comparar informações com uma avaliação mais assertiva dos negócios. Análises e combinações de dados Com os dados é possível fazer análises profundas, desenhar melhor o perfil do seu cliente e saber, de fato, com quem você está falando. No entanto, para utilizar essa estrutura para prever ações, é preciso criar uma cultura de análise de dados dentro da empresa, onde todos os departamentos estarão integrados para chegar ao mesmo resultado. As soluções precisam de grandes bases de dados, estruturadas, tratadas, e de algoritmos de machine learning e inteligência artificial que possam se conectar a elas para extrair as informações que farão a diferença na rotina dos negócios. Combinar as diferentes ferramentas para gerar informações é mais amplo que apenas olhar os dados. É necessário traduzir as informações que vão auxiliar no processo de tomada de decisões, englobando todas as ações dentro da empresa com base no histórico do cliente. Assim, será possível entender por qual caminho seguir, deixando cada vez mais os processos automatizados, modulando o cenário conforme as estratégias de negócios. A tecnologia se tornou um instrumento valioso para o processamento de informações de olho no futuro.

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Competências E Habilidades Para Uma Nova Era Digital
Carreira

Competências e habilidades para uma nova era digital

A tecnologia tem se mostrado cada vez mais uma grande divisora de águas nessa nova era digital e isso também impacta nas competências do profissional do futuro. A forma como as pessoas se comunicam, a maneira como lidam com as inovações e aplicativos e os hábitos de internet estão em constante mudança, provocando uma quebra de paradigmas que afetam as relações entre os seres humanos e as máquinas. E por trás de todas essas transformações, que estão ressignificando o modelo de trabalho, está a nova era digital. No mundo pós pandemia, essa transformação será ainda mais evidente. Hoje, já é possível perceber que essas mudanças cobram empresas e profissionais por uma atualização constante que não os deixem à margem do mercado. O futuro disso tudo será uma intensificação no uso de inteligência artificial e dados, que já fazem parte de muitos negócios. O crescimento da tecnologia impulsiona os profissionais a encararem uma mudança de perfil e postura para se adequarem a uma nova realidade. As marcas estão investindo no uso de dados que são gerados diariamente pelos consumidores. Essas informações são fundamentais para entender o comportamento dos seres humanos. E para lidar com os dados, serão necessários cada vez mais profissionais habilitados para analisar e transformar os dados em informações. Dentro desse aspecto, as profissões ligadas à análise de dados, inteligência artificial e outras tecnologias requerem profissionais preparados para atuar em um mercado cada vez mais disruptivo. A inteligência artificial irá excluir centenas de milhares de pessoas do mercado de trabalho nas próximas décadas, por outro lado, muitas vagas surgirão para preencher uma demanda que está cada vez mais crescente. De acordo com o relatório do Fórum Econômico Mundial, produzido em 2020, 97 milhões de novos empregos relacionados às transformações tecnológicas serão criados até 2025. Além das habilidades técnicas, que já estão presentes no dia a dia dos profissionais que atuam nessas áreas, as profissões do futuro vão exigir habilidades comportamentais, uma vez que a massificação da IA e o uso de robôs para atividades corriqueiras vão substituir aqueles profissionais que não estiverem preparados para essas mudanças. Na era digital o profissional terá que ser híbrido e saber como pensar e não mais o que pensar. Por isso que o trabalhador do futuro terá que se desenvolver tecnicamente, porém, a velocidade das mudanças será tão grande que essas habilidades terão prazo de validade curto, ou seja, esse profissional vai ter que estar em constante transformação de aprendizagem. O que é possível tirar de lição desse cenário atual é que o conceito de aprendizagem não será mais suficiente para se garantir nas funções do futuro. Para se adequar ao novo mundo, as empresas irão atrás competências do profissional do futuro, que estejam associadas a um perfil de aprendizado com facilidade de adaptação às mudanças, com iniciativa, resiliência, capacidade de aprendizado.

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A Transformação Digital Por Trás Do “Velho” Mundo VUCA
Carreira

A transformação digital por trás do “velho” mundo VUCA

Não haveria outro momento mais apropriado para definir o conceito de mundo VUCA que surgiu na década de 1990, pós Guerra Fria, por causa da incerteza e os desafios que o mundo enfrentaria nos anos seguintes. Mas foi apenas nos anos 2000 que o conceito ganhou popularidade no âmbito empresarial. Assim como nos dias de hoje, na época, VUCA, em inglês, definia uma sociedade sem rumo e volátil, com mudanças a todo tempo tornando tudo mais incerto, complexo e com decisões ambíguas. Nas empresas, o mundo VUCA retrata a dificuldade de manter um planejamento frente às constantes mudanças que todos vivenciam.   A tecnologia ganhou um papel importante nesse conceito de mundo VUCA, pois, as variadas ferramentas tem guiado a sociedade por um processo para romper tudo aquilo que ficou estabelecido nas últimas décadas com o advento de Analytics, Big Data, Inteligência Artificial, Machine Learning, entre tantas outras tecnologias e que estão criando um caminho de uma economia disruptiva priorizando uma relação mais estreita entre os seres humanos e as máquinas. Com isso, o que ficou estabelecido como mundo VUCA ganha outro contorno, sugerindo que a era digital está deixando esse conceito para trás.   Esse novo cenário que define o tempo “pós-normal” foi acelerado pela pandemia que obrigou empresas e companhias a investirem em mais tecnologia para adaptar o trabalho, seja no home-office, criando sites e aplicativos ou inovando para retomar o crescimento afetado pela crise. Se o pós Guerra Fria indicava um cenário empresarial competitivo, ágil e agressivo, o novo normal, indica uma complexidade ainda maior em meio ao caos. Por isso, novas competências devem ser valorizadas, é preciso estar aberto a novas ideias, ter uma capacidade mutável de aprendizado e desenvolver a empatia, tudo isso para incorporar esse “pós-normal” que o mundo VUCA deixa de legado para as próximas décadas.   Nesse contexto, as empresas devem se preparar para mergulharem ainda mais na transformação digital. A inovação se tornou relevante a ponto de ser considerada uma saída para acelerar o crescimento e evitar perdas nos próximos anos. A Inteligência Artificial e uma economia baseada no uso de dados vão promover um incentivo a novos empregos até 2035. Por isso, se torna cada vez mais necessário adaptar a gestão e investir em treinamento in company e ter um serviço eficiente de headhunting.   Com a ajuda de empresas de consultorias especializadas em marketing digital, como a Digitalents, que oferece serviços de headhunting, outsourcing, soluções para e-commerce, palestras e treinamentos, é possível enfrentar o desafio de fazer a transição do “velho” mundo VUCA para se inserir em um contexto inovador, conectado e baseado na troca de dados. A lição que o mundo VUCA deixará é que teremos uma sociedade em constante transformação, complexa e ágil.

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Como A Inteligência Artificial Está Impulsionando O Mercado De Varejo Eletrônico
E-commerce

Como a Inteligência Artificial está impulsionando o mercado de varejo eletrônico

Das vantagens ao implementar essa tecnologia destacamos: potencializar a experiência do consumidor, alavancar vendas e otimizar processos operacionais Da pesquisa por voz ao atendimento dos chatbots, a Inteligência Artificial (IA) é considerada a tecnologia com finalidade geral mais importante da era da transformação digital. O machine learning, ou aprendizado de máquina, tornou-se mais eficiente e amplamente disponível nos últimos anos. Hoje podemos construir sistemas que aprendem, por conta própria, a realizar tarefas e a aprimorá-las. No varejo eletrônico, a Inteligência Artificial tem assumido cada vez mais um papel de relevância devido a: 1. Potencializar a experiência do consumidor; 2. Impulsionar a efetivação de compra; e 3. Analisar profundamente os dados apurados nas movimentações digitais, o que permite um maior e melhor conhecimento dos consumidores. Dito isso, vamos entender melhor sobre a implementação da Inteligência Artificial nas empresas do setor de varejo eletrônico. Veja logo abaixo os tópicos a serem abordados nesse artigo. Qual o cenário da Inteligência Artificial no varejo eletrônico? Quais as vantagens do uso da Inteligência Artificial pelas empresas varejistas? Desafios da Inteligência Artificial no varejo eletrônico Use a Inteligência Artificial a seu favor – criatividade e planejamento são os requisitos para você se destacar no mercado   Qual o cenário da Inteligência Artificial no varejo eletrônico? Para entender o cenário da Inteligência Artificial no varejo eletrônico, vamos tomar como base o estudo feito pelo Capgemini Research Institute, que realizou entrevistas com 400 varejistas que estão implementando IA em diferentes estágios de maturidade. Segundo o relatório, esse grupo representa 23% da receita do mercado varejista global, distribuídos entre os países Estados Unidos, Reino Unido, França, Alemanha, China, Índia, Itália, Espanha, Suécia e Holanda. As categorias analisadas são Alimentos, Beleza e Higiene Pessoal, Vestuário e Calçados, Eletrônicos e Eletrodomésticos, Melhorias para Casa, Luxo e Acessórios, e Farmacêutica. Dentre as várias categorias de uso da IA no varejo eletrônico, o estudo destaca três implementações como as mais comuns: pesquisa personalizada, recomendações direcionadas e chatbots. Isso mostra que os varejistas estão em busca de potencializar e personalizar ainda mais a experiência do cliente tanto no atendimento quanto no momento da compra. O estudo ainda revela que Vestuário e Calçados (33%) e Alimentos (29%) são as duas categorias que lideram atualmente o uso da IA, para transformar operações e personalizar o engajamento do cliente. Mais de um quarto dos 400 varejistas entrevistados (28%) implementaram a inteligência artificial em seus negócios em 2018. Esse número é relevante quando comparado ao cenário de 2017, em que somente 4% haviam implementado essa tecnologia. O relatório estima que com o investimento de IA ainda mais direcionado ao processo operativo – gestão de estoque, reposição de produtos, distribuição e logística -, os empreendedores do setor de varejo podem economizar 340 bilhões de dólares até 2022. Além disso, a pesquisa revela que as empresas originalmente digitais são pioneiras em adotar as potencialidades da IA. A Amazon é um exemplo disso, com seu sistema inteligente que avalia as preferências de cada consumidor a partir da sua trajetória no site e faz recomendações similares a fim de estimular novas vendas. Já as empresas omnichannel, ou seja, que possuem loja física integrada ao ambiente digital – website, redes sociais, aplicativos – estão em busca de fazer parte desse mercado, com níveis de penetração a 30%. Isso pode ser atribuído ao inerente desafio dessas empresas de gerenciar os diversos canais de forma unificada. Ao avaliarmos o comportamento do consumidor, percebemos que a Inteligência Artificial já faz parte do seu cotidiano. Um outro estudo, Embracing the Machines: AI’s Collision with Commerce, mostra que 70% dos consumidores já usam IA para procurar ofertas de produtos que compram regularmente ou desejam comprar. Seja para fazer uma pesquisa por cotações de passagens aéreas ou encontrar o caminho mais rápido para casa, IA é uma tecnologia natural para uma nova geração de consumidores.   Quais as vantagens do uso da Inteligência Artificial pelas empresas varejistas? Experiência do consumidor A principal vantagem da Inteligência Artificial para as empresas varejistas é um melhor entendimento dos comportamentos de consumo de seus clientes. Por meio da análise de dados, colhidos de forma online ou nas próprias lojas, as marcas podem antecipar a necessidade do cliente e, assim, oferecer o produto correto, no momento oportuno e com as opções de pagamento e negociação que mais interessa a ele. Essa nova dinâmica indica que o varejista passa a agir de forma mais proativa com seu consumidor, oferecendo-lhe uma melhor experiência no momento de compra. Além disso, a Inteligência Artificial também permite que as equipes de vendas e marketing melhorem seu trabalho ao utilizar ferramentas que identificam os leads com maior probabilidade de conversão. Essas ferramentas utilizam um banco de dados com informações relevantes do consumidor, baseadas em seu histórico de navegação e suas preferências. Atendimento por chatbots O atendimento ao cliente ganha um reforço significativo dos chatbots, que são robôs programados para responder as mensagens dos clientes e oferecer uma solução quase imediata para seus problemas. Além de otimizar o tempo, os bots também conseguem coletar dados dos usuários para que as mensagens sejam ainda mais segmentadas e entregues para o público-alvo correto. A Magazine Luiza, por exemplo, utiliza o machine learning e a Inteligência Artificial para criar uma lista com as principais semelhanças de seus melhores clientes. Assim, foi possível focar em uma estratégia para reter ainda mais clientes e reduzir os custos. Processos operacionais eficientes A Inteligência Artificial também gera impacto positivo nos processos operacionais. O gerenciamento de estoque se torna mais eficiente, com sistemas de reabastecimento autônomo, menos mercadorias encalhadas e redução de gastos com armazenamento. Já na questão logística, os algoritmos de machine learning podem prever os carregamentos, a quantidade de produtos e as datas em que serão feitos os fretes, determinar rotas e otimizar alocações de distribuição. Ainda pode fazer previsões de ruptura e quebra no estoque, e detectar fraudes e erros nas transações. A tecnologia tem sido especialmente útil para o varejo omnichannel, onde esses processos operacionais acabam sendo um gargalo para o alcance de resultados.

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