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As Etapas Do Processo De Hunting
Hunting

As etapas do processo de hunting

Atrair talentos para uma empresa é um processo trabalhoso e que requer dedicação e muita atenção, principalmente, nos detalhes. Buscar pelo candidato ideal dentro do mercado de trabalho exige um recrutamento seguro e eficiente. O headhunter tem esse papel de fazer uma verdadeira busca pelo talento compatível com o cargo e a cultura da organização. As etapas do processo de hunting seguem um trabalho minucioso, embasado em pesquisas e por meio de negociações para que se tenha um recrutamento seguro e eficiente. Um headhunter necessariamente segue as etapas do processo de hunting para buscar o profissional adequado e ir além dos resultados esperados. Por isso, é necessário conhecer as técnicas de recrutamento e as estratégias que cercam o processo de seleção.  Faça boas contratações As etapas do processo de hunting: Definir o perfil da vaga: O primeiro passo é definir qual é o perfil da vaga. A empresa precisa determinar qual tipo de profissional ela deseja que faça parte do time e, para isso, deve utilizar critérios que darão suporte ao headhunter, como conhecimentos técnicos e comportamentais, visão de mercado, aspectos culturais e expectativas para o futuro profissional. São detalhes importantes para que o primeiro passo possa ser dado em direção a uma escolha que possa dar o retorno esperado, correspondente ao investimento. Critérios: A função do headhunter é buscar as informações essenciais do candidato que se adeque ao perfil da vaga utilizando meios e critérios necessários para descobrir os pontos ideais. Nesse sentido, é preciso considerar as políticas da empresa e de qual forma o trabalho será desempenhado. Para buscar as informações o headhunter pode utilizar todas as ferramentas disponíveis, desde redes sociais a contatos com antigos empregadores.    Mapear o mercado: Essa é uma etapa importante pois será através dela que o headhunter poderá atrair os talentos mais valiosos presentes no mercado. É necessário fazer um levantamento para descobrir qual a faixa salarial oferecida por cargos semelhantes, o tipo de especialização exigida em relação aos objetivos da empresa e o que ela poderá oferecer em relação a benefícios e plano de carreira. A partir desse levantamento será possível fazer uma busca eficiente pelo profissional adequado. Abordagem dos candidatos Nessa etapa o headhunter fará o contato com os profissionais identificados nas etapas anteriores e que condizem com o perfil da vaga. Inicialmente, o primeiro contato acontece por meio de uma conversa informal. Essa etapa auxilia o headhunter a entender qual a situação atual do candidato e expor as necessidades da empresa. Com os contatos realizados será possível elencar os profissionais mais adequados e que estão de acordo com os critérios definidos pela empresa, estabelecendo um critério de acordo com as chances de contratação. Agendar conversa: Nessa etapa é a hora de partir para a proposta e descobrir quais as reais possibilidades do virtual candidato participar do processo de seleção. Na maioria dos casos, onde há escolha para vagas de alto escalão, os candidatos estão empregados e, muitos, não estão em uma busca ativa, por isso, nessa etapa é fundamental o poder persuasão do headhunter para despertar o interesse do candidato à vaga. Proposta ao candidato: É a fase onde o headhunter deve apresentar ao gestor da vaga a lista com os candidatos escolhidos na seletiva. Nesse ponto o headhunter faz uma explicação ampla com os pontos fortes e fracos de cada candidato. Aqui, a empresa deverá avaliar se o candidato vai de encontro com as expectativas da vaga e se o perfil está de acordo com a necessidade. Contrate profissionais qualificados Conclusão:  Após a definição do candidato ideal, o headhunter deve entrar em contato com o profissional para formalizar a negociação. Também será necessário agendar uma conversa com os gestores da empresa. Após formalizar a negociação, o candidato será efetivado na vaga. Saiba quais são as razões de contratar uma empresa especialista em hunting.  A Digitalents é especializada em contratações de profissionais na área de marketing digital, inovação e tecnologia. Realizamos todo o processo de mapeamento e seleção de executivos para níveis de gestão sênior e C-Levels. Conduzimos todas as etapas de forma qualificada, assertiva e imersiva.

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Entenda A Importância Do Processo De Hunting Especializado Na Era Digital
Carreira

Entenda a importância do processo de hunting especializado na era digital

Trabalhar o hunting em setores ligados à internet e web marketing significa, sem dúvida, aprender constantemente. Estar por dentro das inovações que a tecnologia proporciona e das consequentes exigências de clientes e usuários é fundamental para sobreviver no mercado atual. A cada dia aparecem novas ferramentas e serviços que possibilitam acelerar e melhorar as tarefas diárias de quem trabalha com web marketing, e é justamente por isso que o profissional da área precisa estar atualizado para buscar sites e pessoas valiosos para o sucesso do seu negócio. A captação de talentos para serviços digitais, por exemplo, pode acontecer através de hunting especializado, que tem por objetivo encontrar o profissional ideal para a empresa, através do entendimento detalhado do perfil desejado pela empresa. Entenda o que é head hunting focado no digital Hunting é uma expressão da língua inglesa que significa “caçar”, literalmente. Através da metodologia de hunting, o setor de recursos humanos – ou a consultoria contratada – tem a função de realizar uma prospecção assertiva em busca dos profissionais ideais para a posição em aberto conforme os objetivos da empresa que contrata o serviço. Outro ponto que merece destaque no processo de hunting é que a busca pelo profissional ideal não se restringe somente aos candidatos passivos. A metodologia engloba ainda os candidatos ativos, isto é, as pessoas que estão empregadas e não estão necessariamente à procura de novas oportunidades, mas demonstram estar abertas a novas propostas. Como funciona o hunting O hunting, incluindo o processo de prospecção de talentos digitais, começa com a delimitação do perfil da vaga e dos critérios necessários ao seu preenchimento. No caso de uma consultoria ser contratada para fazer o serviço, essa primeira etapa acontece conjuntamente entre o setor de Recursos Humanos da empresa contratante e a empresa contratada para realizar a consultoria. Num segundo momento, depois de ser definido o perfil e os critérios da vaga, deve ser feita uma lista com requisitos para a busca dos candidatos, por meio de ferramentas como: perfil técnico e comportamental, marketing mapping, hunting ground e outras. Na terceira fase do processo, é realizada a abordagem dos candidatos selecionados com a finalidade de perceber qual é a atual situação de cada um e posicionando-os em caso de sucesso no processo de hunting. Depois são feitas entrevistas por competências. E, após concluídas essas etapas de abordagem dos candidatos potenciais, é apresentada uma lista com os finalistas para o gestor da posição em aberto e o setor de RH, especificando quais os pontos fortes e fracos de cada candidato, a fim de que o melhor seja selecionado, de acordo com a expectativa da empresa e o cenário exposto. Na sequência, são inclusos todos os responsáveis pela contratação para definir como o candidato escolhido será abordado com a proposta oficial. Headhunter e networking O hunting para selecionar os profissionais ideais da área executiva e cargos de liderança é realizado por um headhunter, que é basicamente um “caçador de cabeças”. O headhunter é um mediador entre a empresa e o profissional, devendo aliar as demandas da empresa com o perfil e qualificação deste. A maior diferença entre um recrutador e um headhunter é o seu networking, isto é, sua rede de relacionamentos. No geral, o headhunter é muito bem relacionado e transmite confiança, o que ajuda muito no momento de encontrar o candidato certo para vaga certa. Por que contratar esse serviço? Em se tratando de profissionais do mercado digital, principalmente, há alguns motivos básicos para se contratar uma consultoria especializada em hunting. Conheça-os. O hunting é um processo muito assertivo, que tem a finalidade de captar profissionais ideais, os quais já apresentem experiência com atividades semelhantes às da vaga disponível e características internas que vão ao encontro do perfil da empresa. Agir com cautela, sigilo e confidencialidade devem ser princípios de quem trabalha com hunting, pois, caso o trabalho não seja realizado dessa forma, poderá levantar suspeita-se acarretará em ponto negativo inclusive para a empresa contratante. Se for contratada uma consultoria especializada, haverá vantagem ainda no fato de ela estar isenta de interferências e pressões internas da empresa, como também possuir uma ampla rede de contatos, banco de dados específico e técnicas de abordagem ágil dos candidatos potenciais existentes no mercado. O consultor ou headhunter dá assessoria à empresa e ao setor de RH, explicando o comportamento atual do mercado de trabalho, diminuindo assim os riscos de no processo seletivo, além de trazer maior agilidade e assertividade. Quando contratar um headhunter especializado no mercado digital? As grandes empresas geralmente estão bem amparadas por seus setores para realizar trabalhos de recrutamento e seleção de líderes. Entretanto, com a constante mudança que vem acontecendo no mercado de trabalho, nos modos de trabalhar e contratar, principalmente para profissionais das áreas de tecnologia e digital em geral, a contratação de um headhunter deve acontecer quando: A busca do executivo ou líder tiver que ocorrer de maneira confidencial, incluindo os públicos internos e externos da empresa. A abordagem e seleção tiver que acontecer junto a pessoas já empregadas e a ação direta da empresa interessada passa a ser, então, mais difícil e sutil. Os recursos internos da empresa acabam e não se tem êxito na procura do profissional adequado. A procura deva acontecer fora do município, região ou até país em que o setor de RH da empresa está possibilitado a trabalhar. É importante que o gestor da vaga ou a empresa contratante e, em especial, o departamento de RH compreendam que a consultoria ou o headhunter contratado trabalharão como parceiros, facilitadores e colaboradores, nunca como seus rivais. O objetivo maior é certamente encontrar o profissional ideal para uma posição específica. Sucesso! Gostou desse artigo? Leia mais sobre este assunto clicando aqui Siga nossas redes sociais

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Profissionais De Marketing Digital Alta Demanda, Pouca Capacitação
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Profissionais de marketing digital: alta demanda, pouca capacitação

Não é segredo que o mercado digital está em constante expansão. Considerando a infinidade de oportunidades geradas para marcas, públicos e profissionais, isso é bastante positivo, afinal, é uma nova e eficiente forma de se relacionar e de se comunicar, além de ser um novo segmento, o que, consequentemente, gera uma alta demanda por profissionais qualificados. Mas, como tudo o que é novo, há sempre o risco da imprevisibilidade, que é potencializado pela rápida velocidade de mudança: a todo o momento há novos recursos nas redes sociais, novas redes sociais, novas ferramentas de monitoramento, novas leis regulamentando o que pode e o que não pode ser feito e novos estereótipos de conduta, ditando regras do que é certo e do que é errado fazer no mundo online. Diante desse contexto, torna-se necessário que, mais do que nunca, os profissionais da área estejam constantemente atualizados: lendo as notícias, acompanhando as novidades das redes, sendo curiosos para entender os novos recursos disponíveis, participando de treinamentos e cursos, conversando com outros profissionais da área, entre tantas outras formas de saber o que acontece nesse mundo. De preferência, em tempo real. Outra característica desse novo mercado, também como consequência do curto tempo em que ele existe, é o fato de que muitos profissionais, que nunca trabalharam ou estudaram marketing digital, mas se consideram heavy users (pessoas que estão sempre conectadas na internet e nas redes sociais, mas, não necessariamente, utilizando-as profissionalmente), acharem que são capacitados para trabalharem com mídias sociais, pensar em estratégias, gerenciar contas, montar relatórios de monitoramento, produzir conteúdos… Mas não é bem assim: podemos dizer que quem trabalha com mídias sociais precisa ser heavy user, mas não basta ser heavy user para trabalhar com mídias sociais. O mercado é novo, a imprevisibilidade faz com que não saibamos se teremos que, do dia para noite, repensar estratégias, cancelar publicações, considerar novos parâmetros de monitoramento. Mas isso não significa que o mercado seja amador. Pelo contrário – trabalhar com mídias sociais significa conhecer muito o mercado para conseguir contornar situações inusitadas com agilidade. A cada dia percebemos que o trabalho de social media está profissionalizado. Cursos, treinamentos e pós-graduação estão disponíveis para quem realmente gosta da área. Empresas que nunca se imaginaram na internet estão procurando consultorias e agências para entenderem melhor desse mundo online, iniciando sua presença digital. Isso faz com que a demanda por profissionais cresça – o mercado está aquecido. Mas, de acordo com a Digitalents, consultoria e headhunting de marketing digital, enquanto aumenta a procura por profissionais, aumenta, também, a falta de candidatos qualificados para assumirem os cargos. Currículos têm aos montes, mas nem todos possuem a capacitação necessária. Sim, é possível que empresas e agências treinem profissionais que queiram iniciar nesse mercado, mas, para cargos que exigem pró-atividade e independência do profissional na agência, é necessário que haja conhecimento e experiência anterior significativa. Dessa forma, as dicas que ficam são: vagas existem, o mercado absorve os bons profissionais e, se você tem interesse em atuar com marketing digital, dê prioridade à sua capacitação nessa área: estude, leia, converse. E cuide do seu networking! Por Sandra Turchi* e Tânia d’Ávila**   *Sandra Turchi é Sócia-diretora da Digitalents (www.digitalents.com.br). É Consultora e palestrante sobre Marketing Digital e E-commerce. Professora nos MBAs da FGV, FIA e ESPM, onde coordena cursos na área digital desde 2008. Foi executiva de Marketing por mais de 20 anos, tendo atuado em diversos setores e grandes empresas. Bacharel em Administração pela USP, pós-graduada pela FGV e MBA pela BSP com Toronto University, fez também empreendedorismo na Babson. Autora do livro Estratégias de Marketing Digital e E-commerce, lançado pela editora Atlas em 2012. **Tânia d’Ávila é graduada em Relações Públicas pela FAAP, pós-graduada em Marketing e Comunicação Integrada pelo Mackenzie e cursou Docência com foco em Metodologia de Ensino Superior e Pesquisa pela FGV. Possui experiência na área de branding e, atualmente, trabalha com marketing digital na Digitalents.

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