Etiqueta: empreendedorismo

O Segredo Do Sucesso Na Integração Omnichannel No Pós-Pandemia
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O segredo do sucesso na integração omnichannel no pós-pandemia

A pandemia do novo coronavírus impôs uma série de desafios para os empreendedores de vários segmentos. Um deles foi adaptar a estrutura para migrar as vendas para o e-commerce e continuar faturando o máximo possível e, assim, manter a saúde financeira dos negócios. Segundo levantamento da Abcomm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico), foram criadas 107 mil lojas virtuais no Brasil em apenas dois meses. Para muitas lojas do varejo, essa tarefa foi um tanto complicada, custosa e incerta por ter sido feita às pressas. Porém, alguns meses após essa turbulência, sobraram diversas lições que vão permanecer como estratégia de ganhos.   A estratégia omnichannel passa por uma conexão integrada entre os canais de uma empresa, para que o consumidor possa ter uma experiência de compra. O consumidor interage com a marca na internet, consultando preço, conhecendo as características e vantagens ou ainda pode ser atendido na loja física por um vendedor.   Neste novo cenário, o desafio para o varejo é justamente essa integração entre vendas de lojas físicas com as vendas online, de modo a ampliar os ganhos e estabelecer uma estrutura capaz de agregar aos consumidores. O e-commerce possui um alcance enorme e inúmeras facilidades, mas, nem por isso, o empreendedor deverá se desfazer da loja física. Ambos devem ser utilizados de forma complementar e harmoniosa.   É importante lembrar que o consumidor, apesar de se manter a maior parte do tempo conectado e ter uma preferência pelas compras online, ainda mantém o hábito de buscar informação, ver o produto de perto, provar, etc. Por isso, há um número enorme de pessoas que buscam as informações na internet, pesquisam por preços, avaliações e, quando tem a certeza do produto desejado, vão até a loja física, seja para ver de perto, experimentar (se for o caso) e fechar negócio. Ele também pode comprar pela internet e ir até a loja retirar. Essa experiência omnichannel tem demonstrado resultados favoráveis para as empresas que adotaram esse canal de comunicação. Nessa complexidade, a experiência integrada pode favorecer o negócio na hora da venda.   Nesse cenário é importante evitar as barreiras entre os canais disponíveis pela loja. A ideia é favorecer a comunicação e integrar o ambiente virtual e offline, oferecendo qualidade e atenção aos consumidores. A tecnologia deve ser uma aliada nessa integração, com sistemas que façam a gestão dos dados, tanto da loja física quanto da virtual, evitando erros de informações. Pode-se utilizar também as mídias sociais que demonstram ter um enorme alcance, sem contar que há várias ferramentas para atingir o seu público-alvo, principalmente, para atrair leads.   As estratégias adotadas pelos empreendedores devem envolver os ambientes físico e online, assim, é possível criar uma experiência satisfatória para o consumidor, de modo, que ele possa enxergar um ambiente como complemento do outro. Na internet, por exemplo, é possível usar as ferramentas para possibilitar que o consumidor navegue pelo site em uma experiência de “corredor infinito”, que comporta todos os produtos como complemento à loja física. Os aplicativos também podem agregar a essa experiência com inúmeras funções, desde notificações com avisos de ofertas, promoções e indicação de lojas físicas nas proximidades.   Para ter essa integração no pós-pandemia e continuar colhendo os resultados com boas estratégias, o ideal é ter uma equipe de consultoria em marketing digital, e-commerce e planejamento que pode ajudar nessa transição. Nesse momento conturbado de adaptações, é possível fazer uma análise mais profunda e obter os resultados daquilo que até agora funcionou e o que precisa ser feito para melhorar a performance daqui em diante.   Evite apostas duvidosas. Nesse momento, é melhor evitar correr riscos desnecessários, pois, lá na frente serão colhidos os resultados de uma estratégia de integração bem implantada. O mais importante nesse atual cenário é ter a visão de que o futuro será dedicado a aperfeiçoar essa integração e à medida que isso se estabelece, outras demandas serão necessárias para continuar navegando na onda da transformação digital.

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Analisar O Momento Pode Ajudar A Definir O Novo Futuro Das Relações De Trabalho
Carreira

Analisar o momento pode ajudar a definir o novo futuro das relações de trabalho

O mundo tem se reinventado em meio a um cenário incerto e poucas pessoas se arriscam a fazer previsões sobre o futuro do trabalho no pós-pandemia. De uma hora para outra tivemos que nos adaptar a uma nova rotina para continuar dando conta do serviço, mesmo sem planejamento, transformamos nossa casa em nosso escritório. Esse foi o primeiro salto, onde muitos profissionais se depararam com os desafios de trabalhar à distância. O que podemos afirmar nesse momento é que as relações de trabalho serão afetadas permanentemente.   O home-office, que pintava como uma tendência em muitas empresas para um futuro não tão distante, se transformou em um negócio que está dando certo para as organizações. Desde o início da pandemia, dezenas de empresas anunciaram o desejo de estender o trabalho remoto para além do período pós distanciamento social, mantendo funcionários em casa, desempenhando o mesmo papel que antes era feito dentro de um escritório. E nisso, podemos observar vários benefícios, tanto do ponto de vista patronal quanto do empregado.   Em muitas capitais, trabalhadores perdiam uma, duas horas no trânsito, enfrentavam o desgaste no transporte público, para só depois chegar à empresa e dar início ao trabalho. Quem teve a chance de adaptar o próprio lar em escritório pôde observar a diferença em ganhar umas horas a mais no fim do dia e um tanto de stress a menos.   Para os empreendedores, foi possível enxergar que com menos se faz mais. Ao invés de manter uma sede para acomodar centenas de funcionários, pode-se ter uma estrutura menor, adequando o local a quantidade de trabalhadores que precisam desenvolver o serviço presencial. Será um momento onde o coworking ganhará mais espaço em detrimento aos escritórios, diminuindo as despesas fixas, aumentando os bônus e incentivos aos funcionários.  Isso são apenas alguns exemplos, entre tantos, que a pandemia forçou o empreendedor de todo o mundo a enxergar.   Claro que existem os pontos negativos nessa história também. E, por isso, que o momento pede reflexão e análise. Tem muitos funcionários que não se adaptaram ao home-office, que se complicaram para separar trabalho das obrigações domésticas ou que simplesmente achou que a quantidade de tarefas aumentou. E tudo é justificável, afinal, estamos falando de uma relação que se estabeleceu do dia para a noite, lá no início da pandemia, e todos tiveram que se adaptar, de uma forma ou de outra. O momento ainda pede paciência, pois muitos continuam trabalhando de casa, outros tentam voltar à rotina e, por isso, nada melhor que uma avaliação criteriosa das necessidades e benefícios na hora de redefinir o planejamento para os próximos anos. O patrão terá que ouvir os funcionários, saber o que deu certo, o que não deu e de qual forma é possível ajustar para que ambos consigam se adequar a uma nova proposta.   É inegável que de tempos em tempos as profissões e as formas de prestação de serviços sofram modificações. Temos que encarar isso como a evolução natural dos processos e estar prontos para nos encaixarmos às necessidades. A pandemia mostrou isso ao mundo todo de uma única vez e assim será com o passar dos anos. Para muitas empresas, talvez, a hora seja de fazer uma re-análise da situação, do quadro de colaboradores, identificar o que deu certo e o que não deu. Ter essa visão da situação como um todo, irá ajudar no momento de definir os próximos passos, sem cometer excessos, apenas se adequando a própria realidade.

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Empreenda No Mundo Digital
E-commerce

Empreenda no mundo digital

Em todo começo de ano é comum as pessoas fazerem aquelas famosas promessas e listas com as resoluções do que pretendem mudar. Iniciar uma dieta, cuidar da saúde, praticar exercícios físicos, passar mais tempo com a família e os amigos, são os desejos mais citados. Em termos profissionais, o sonho não mais se restringe aos de praxe, como obter uma promoção, um aumento de salário ou mesmo trocar de emprego. Muitos gostariam mesmo é de iniciar um negócio próprio. E hoje, mais do que nunca, isso é algo possível, principalmente se for um empreendimento no mundo virtual. Nunca se empreendeu tanto no Brasil, como temos observado nos últimos anos e, com certeza, isso se deve ao grande número de jovens que vem apostando em startups ligadas às oportunidades do universo digital, mas não são somente eles. Muitos profissionais mais maduros, cansados do stress, rotina e política presentes no mundo corporativo (ou, como costumo brincar, “mundo cãoporativo”), também tem ficado atentos aos projetos ligados à web, como uma forma de criar seu próprio negócio. A internet oferece uma gama imensa de oportunidades para quem quer empreender, como a venda de produtos (como um e-commerce para nichos de mercado, por exemplo) ou a criação de serviços dos mais variados tipos, aplicativos, games, entre várias outras possibilidades. Mas é preciso considerar alguns fatores. O principal deles é que não basta ter uma ótima ideia. Como em qualquer outro negócio, se faz necessária a elaboração de um plano de negócio, com análises de viabilidade econômica e mercadológica, verificar se há ou não concorrentes, quem seriam os fornecedores e o público-alvo, além de todas as questões legais para formalização da empresa, da mesma forma como ocorre com os empreendimentos físicos convencionais. Um bom exemplo é o de Renato Steinberg, um dos criadores da Fashion.me, a primeira e maior rede social especializada em moda, criada em 2008, e que após nove meses no ar passou a receber, em média, 10 mil visitas por dia, somando mais de um milhão de associados. A rede foi criada a partir de uma ideia, sendo lapidada durante algum tempo e compartilhada com outras pessoas que contribuíram com sugestões. Após ser lançada, Renato acompanhou como os usuários a estavam avaliando, porque em essência são eles que dizem se a ideia é ou não boa. Também fez parcerias com empresas brasileiras e obteve capital de um fundo de investimentos internacional. Para quem deseja apostar no segmento virtual, uma boa opção é criar uma startup – empresa iniciante da área de tecnologia, em geral ligada a produtos que sejam escalonáveis. Uma pesquisa recente realizada pela entidade “Anjos do Brasil”, voltada a fomentar o crescimento de investidores para apoiar o empreendedorismo de inovação, o número dos chamados “investidores-anjo”, brasileiros terminou o ano de 2019 com 8.220 investidores pessoas físicas que apostam nessas novas iniciativas de negócios. O valor investido em startups brasileiras cresceu mais de 8 vezes entre 2015 e 2019, passando de 1,1 bilhão de reais para 9,7 bilhões no período de cinco anos. Nos Estados Unidos, onde esse segmento está mais maduro, o crescimento dos investidores-anjo foi de 20%, segundo o Venture Research da Universidade de New Hampshire, compondo uma base de 265 mil pessoas dispostas a investir. O projeto Aceleratech, que é uma aceleradora ligada à ESPM, também tem esse objetivo, de identificar startups promissoras para que recebam apoio técnico e investimentos. Atualmente são 11 startups que estão tendo esse suporte. O co-fundador do projeto, Pedro Waengertner, levou sua experiência empreendedora para essa iniciativa. Ele mesmo é investidor em algumas empresas novas, como a Zubit, empresa na área de monitoramento e métricas em mídias sociais, e o Jacomparou, portal comparador de serviços de telecomunicações, o que inclui telefonia móvel, fixa, internet e tv por assinatura. Portanto, há muita gente voltada a dar mais do que uma mãozinha para que uma iniciativa inovadora não apenas se concretize, como também cresça e dê excelentes frutos. Quem tem perfil empreendedor, ou seja, tem paixão por determinada atividade ou área, gosta de correr certos riscos, é determinado, persistente e acredita no seu próprio potencial, tem boas chances de mudar de vida em 2013 e ver seu sonho se tornar realidade. As oportunidades estão aí, principalmente na Web. Basta ter coragem, arregaçar as mangas e fazer acontecer.

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