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Funil De Vendas Converta Visitantes E Leads Em Clientes Para Sua Empresa
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Funil de vendas: Converta visitantes e leads em clientes para sua empresa

Saiba como mensurar a taxa de conversão em cada etapa do seu funil de vendas e aplique estratégias para otimizar as oportunidades de negócios Quem trabalha com vendas conhece bem o desafio para gerenciá-las, a fim de que, ao final das campanhas promocionais, encontre um equilíbrio no orçamento entre o quanto se investe nos produtos e serviços e o que se lucra a partir disso. Na era da transformação digital, ter a visão de toda a jornada de compra do consumidor é fundamental e o funil de vendas é o modelo estratégico para te auxiliar nisso. Logo mais vamos entender o que é esse funil de vendas e as peculiaridades de cada etapa que o compõe. Veja, então, abaixo o que mais trazemos nesse artigo. O que é funil de venda e quais as suas etapas Qual a importância do funil de vendas para gerar bons resultados para sua empresa? Taxa de conversão – como mensurar os resultados do funil de vendas 5 estratégias para otimizar a taxa de conversão Outras métricas para avaliar a saúde do seu funil de vendas Curso Automação do Funil de Vendas e Marketing de Performance na ESPM com Profª Sandra Turchi. O que é funil de venda e quais as suas etapas O funil de vendas é um modelo estratégico pelo qual é possível acompanhar toda a jornada de compra do consumidor de acordo com os estágios que são definidos desde o início, a partir do primeiro contato até o fechamento da venda. Essa jornada de compra é dividida em 3 fases: Fase 1 – Topo do funil: Aprendizado e descoberta. Resultado – Geração de tráfego e leads. No topo do funil de vendas, o consumidor ainda está identificando seu real problema. Ele pode ter muitas perguntas porque talvez ainda não sabe exatamente o que quer resolver. É nessa etapa em que o seu cliente potencial mais quer e precisa de informações, a fim de se sentir confiante para falar sobre as próprias questões e no momento certo. Da perspectiva do marketing digital, o consumidor quer conteúdo que o guie pelo tópico de interesse, e esse conteúdo precisa estar disponível nos mais diferentes formatos, de postagens em blogs e redes sociais a vídeos e infográficos. Nessa fase, seu potencial cliente deve passar do status de “não contatado” para “contato feito”. Em outras palavras, ele deve se tornar um lead a partir do momento em que disponibiliza seu contato em troca de informação exclusiva. Essa é a hora para sua equipe de vendas fazer perguntas relevantes e qualificar seu lead. Essa ação, consequentemente, nos leva à próxima etapa. Fase 2 – Meio do funil: Reconhecimento do problema e consideração da solução. Resultado – Preparar o lead para efetuar a compra. Já é sabido que, nessa etapa, você não está mais lidando com um contato desconhecido. Agora o seu consumidor já forneceu um nome e tem definido o problema, e está em busca de todas as soluções disponíveis. No meio do funil de vendas, os melhores conteúdos para os leads incluem guias detalhados, listas de comparação, listas de vantagens e desvantagens, dentre outros. Estudo mostra que, nessa etapa, 60% das pessoas querem conversar com um vendedor. Por isso seu lead torna-se qualificado conforme você dialoga com ele e ajuda-o a decidir se a sua oferta é indicada para solucionar o problema. Pesquisa revela que, no primeiro contato por telefone, o ideal é fazer entre 11 e 14 perguntas, considerando as principais dores do negócio do seu lead. Tenha cuidado, no entanto, para não transformar a call em um interrogatório. Crie espaços entre as perguntas, para que o seu lead se sinta confortável durante a conversa. Além disso, prepare sua equipe de vendas para ter um desempenho 10 vezes maior usando palavras como “nós, nosso e juntos”. Isso pode ser comprovado com o aumento de até 35% da taxa de sucesso dos vendedores que utilizam tais termos. Se o primeiro contato for feito por-email, esteja atento que e-mails mais curtos (até 300 caracteres) ou que sejam objetivos e descritivos (entre 600 e 900 caracteres) são os formatos que recebem as maiores taxas de conversão, chegando a ser 4,22 vezes mais eficazes do que e-mails com links e imagens. Além disso, e-mails que incluem de uma a três questões recebem até 50% mais respostas. Fase 3 – Fundo de funil: Decisão de compra. Resultado – Vendas e retenção. Por fim, na parte inferior do seu funil se encontra o lead que já sabe tudo sobre o problema que enfrenta, qual a melhor solução para ele e está pronto para fazer a compra. Nessa etapa, os melhores conteúdos devem estar disponíveis nas páginas de perguntas mais frequentes, em vídeos sobre os recursos do produto, nas demonstrações ao vivo e em análises com comparações de recursos de concorrentes. À medida em que é possível comprovar que você oferece a melhor solução, isso reforça a confiança do cliente na sua oferta. Esse é o momento em que seu lead qualificado migra para as fases de proposta apresentada e negociação. Depois disso, o ideal é que você feche o negócio. Qual a importância do funil de vendas para gerar bons resultados para sua empresa? A importância do funil de vendas é fazer com que, em cada ciclo, sua equipe de vendas tenha claramente definido o que fazer para chegar até o próximo passo, até o final do funil. Isso contribui assertivamente para evitar que o seu processo de vendas transborde. Ter essa visão do todo ajuda na visibilidade da entrega, tanto de oportunidades de negócio como de possível vendas. Em outras palavras, um funil de vendas bem definido melhora a jornada do cliente e a saúde financeira da sua empresa. Para saber como está o desempenho do seu funil de vendas, é preciso definir métricas adequadas para cada uma das etapas. E é isso o que veremos a seguir. Taxa de conversão – como mensurar os resultados do funil de vendas A conversão é contabilizada com base nos resultados das ações que você

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O Poder Do Selfie No Branding Digital Das Marcas
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O Poder do Selfie no Branding Digital das Marcas

  Após a ação de “Selfie” de Ellen Degeneres (patrocinada pela marca Samsung), que tirou uma foto rodeada de estrelas de Holywood durante a cerimônia dos Oscars e entrou para a história como a mais partilhada no Twitter, ao superar um milhão de “tweets” em menos de uma hora, muito se tem ouvido sobre essa palavra, “Selfie”. Um termo atual, mas uma ação que já existia mesmo antes dos smartphones e da internet. O “Selfie” significa autorretrato, o que torna os autorretratos pintados por Tarsila do Amaral e Van Gogh um “Selfie”. A diferença é que, nos dias atuais, essa ação se tornou mais fácil e instantânea com o uso de smartphones com câmeras sincronizadas às mídias sociais, que vem se popularizando em função do “narcisismo” de muitas pessoas e da “necessidade” de compartilharem momentos “sempre felizes” com a sua rede de amigos. Porém, ainda são poucas as iniciativas das marcas para utilizarem essa ferramenta como uma poderosa estratégia de Branding Digital. Apenas a marca Samsung se apropriou desse tipo de ação, muito pautada pelo uso de celebridades internacionais, que contribuem para uma rápida e volumosa reverberação, além de dar credibilidade, devido à sua afinidade com a ação. Afinal, o smartphone é o meio usado para a produção e disseminação do autorretrato. Para aumentar a audiência exposta à ação de “Selfie” e gerar ainda mais mídia espontânea (earned media), a Samsung se utilizou de “Product Placement”, que é a inclusão da marca dentro de um conteúdo de entretenimento, como se fosse um adereço, mostrando-o de maneira sutil como parte integrante do contexto. Além disso, se utilizou de momentos oportunos como no caso do jogador de beisebol David Ortiz que tirou uma foto com o Presidente Obama em uma visita a Casa Branca na frente de muitos jornalistas. “Product Placement”, celebridades internacionais e momentos oportunos foram os ingredientes encontrados pela Samsung para viralizar suas ações de “Selfie” e se promover no mundo online e offline, uma integração fundamental e importante para obter alcance da audiência e reverberação da marca. Novos modelos de “Selfie” vêm surgindo e ganhando espaço, como o “Braggie”, que é um “Selfie de ostentação” por mostrar momentos para causar inveja à rede de amigos. Resta às marcas identificarem oportunidades e os momentos oportunos para se inserirem no “momento Selfie” das pessoas e conquistarem engajamento e mídia espontânea ou mesmo contribuírem para a criação desses “momentos” para que possam fazer parte deles, como no caso da Dove. A marca desenvolveu uma campanha “Selfie” convocando meninas para buscarem sua própria beleza e a aceitação do corpo, ou seja, criou “momentos Selfie”. Para isso, meninas de uma escola na Inglaterra foram desafiadas a fazer um “Selfie” procurando ressaltar aquilo que elas menos gostassem em si mesmas, as mães também foram convocadas para o mesmo desafio, pois o objetivo da ação era mostrar que as frustrações com a aparência ultrapassam gerações. O resultado foi um vídeo com mais de cinco milhões de visualizações no YouTube. Recentemente, o apresentador Marcos Mion, ícone do mundo fitness e dono de um milhão de seguidores em seu perfil no Instagram, exibiu seus bíceps em um “Selfie” e aproveitou o momento para divulgar a marca de suplementos alimentares do qual é garoto propaganda. Ação similar à realizada pelo ator Cauã Reymond em plena passarela do SPFW durante seu desfile para a marca Ellus. Com a popularização dessas ações, independente do uso de celebridades, como uma ferramenta de merchandising no mundo digital, as marcas precisam estar cada vez mais atentas para que as propagações sejam positivas e não alvo de um constrangimento, como no caso da Samsung no Oscar, que apesar de se tornada a maior ação de “Selfie”, também foi alvo de criticas, já que a atriz Ellen foi flagrada nos bastidores disparando tuites com o seu iPhone, que é uma marca concorrente. Então, embora a iniciativa da Samsung tenha aproveitado uma oportunidade do mercado, é de extrema importância que as ações sejam bem gerenciadas e que se pensem em todos os detalhes para que uma atitude, como a de Ellen utilizar um Iphone, não prejudique o que, rapidamente, foi conquistado – nesse caso, o mais de um milhão de compartilhamentos do Selfie. Assim, percebendo os poucos cases de sucesso que podemos citar de marcas que aproveitam as oportunidades do momento, conclui-se que grande parte das empresas não possui a devida preocupação com a repercussão negativa que as redes sociais podem gerar, precisando trabalhar melhor o seu branding digital e garantindo que sua imagem estará fortalecida e preservada nesses canais. Por Sandra Turchi* e Renata Benigna**   *Sandra Turchi é Sócia-diretora da Digitalents (www.digitalents.com.br). Consultora e palestrante sobre Marketing Digital e E-commerce. Professora nos MBAs da FGV, FIA e ESPM, onde coordena cursos na área digital desde 2008. Foi eleita uma das profissionais de marketing mais atuantes nas mídias sociais no mundo, pela SMMagazine, dos EUA. Foi executiva de Marketing por mais de 20 anos, tendo atuado em diversos segmentos de mercado. Bacharel em Administração pela USP, pós-graduada pela FGV e MBA pela BSP e Toronto University, cursou também empreendedorismo na Babson de Boston. Autora do livro Estratégias de Marketing Digital e E-commerce, lançado pela editora Atlas e do blog www.sandraturchi.com.br, além de ser articulista de diversos portais. **Renata Benigna atua como profissional de Mídia Online e Offline no segmento de telecomunicações e é especialista em Marketing Digital. Pós-graduada em Administração em Marketing pela FAAP e Comunicação com o Mercado pela ESPM, atualmente é professora das disciplinas de Mídias Sociais e Mídia Online dos cursos de extensão em Comunicação e Marketing Digital e Planejamento e Compra de Mídia Online da ESPM.

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