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Metaverso – a realidade do futuro
Marketing Digital

Metaverso – a realidade do futuro

A grande empresa de Mark Zuckerberg, o Facebook, ganhou destaque recentemente por ter anunciado uma série de investimentos em uma nova tecnologia de realidade virtual, o metaverso. Não é somente o Facebook que entrou nessa onda, mas a Microsoft e o Roblox também. Essas big techs compreendem que essa é a próxima etapa da rede mundial onde as pessoas mudarão totalmente a maneira como se comunicam. O que é metaverso? Diversos filmes e desenhos já tentaram demonstrar um pouco do que seria o metaverso. Em 2018, Ready Player One, produzido por Steven Spielberg, mostrou um jovem num mundo totalmente digital em busca do sucesso. O desenho japonês Sword Art Online também trouxe à tona personagens que utilizam um capacete tecnológico e entram em mundos diferentes para se relacionar com o metaverso. O interessante desse novo modelo é a possibilidade de tocar as pessoas e ter uma imersão muito maior que a que se tem nos dias de hoje. No universo digital do metaverso as pessoas interagem entre si por meio de avatares virtuais, como ocorre com os aparelhos de realidade aumentada, porém em um nível jamais visto. A ideia é construir todo um universo 3D onde a comunicação, negócios e diversão são feitos de forma imersiva. A maior dificuldade é conseguir construir tudo isso de forma detalhada e interativa. Por mais que exista um grande investimento de tempo e dinheiro, acaba sendo uma tarefa bem difícil. A ideia é conseguir fazer tudo que se possa imaginar Imagine um formando do Ensino Médio que acaba perdendo o contato com diversos amigos devido a necessidade de estudar em uma universidade no exterior. Sem poder vê-los, presencialmente, eles decidem se encontrar no cinema do metaverso. Todos os amigos pegam um aparelho e entram no universo digital. Nele, todos são representados por um avatar criado por eles mesmos. O cinema poderá ser pago por criptomoedas, assim como poderão comprar uma casa, ou um avião. “Você será capaz de fazer quase tudo que possa imaginar — reunir-se com amigos e família, trabalhar, aprender, brincar, fazer compras, criar —, bem como experiências completamente novas que realmente não se encaixam na forma como pensamos sobre computadores ou telefones hoje”, disse o fundador do Facebook, Mark Zuckerberg. Todas as plataformas do Facebook, como o Instagram e o Whatsapp, serão compatíveis com o novo universo. Desse modo, nenhum meio de comunicação utilizado hoje será desativado ou cairá em desuso. O metaverso virá em quanto tempo? A chegada mundial do 5G, a internet mais veloz já vista no mundo, possibilitará com que os problemas mundiais de internet sejam resolvidos com o decorrer do tempo. Esse é um grande passo para concretização do metaverso. Porém, dentre as dificuldades existentes para sua implementação estão a criação de um hardware de preço acessível que possa englobar esse novo sistema, não se sabe ainda o que será. Em filmes e desenhos costuma ser um capacete tecnológico. Se a ideia é ser uma rede para todos, será necessário agregar qualidade com valor baixo e isso é difícil. O Facebook  também passa por problemas ligados a escândalos de exposição de dados pessoais, o que poderia ser um problema em uma rede onde pode ser feito literalmente tudo. Sem falar na criação de todo o universo e as leis que deverão reger todo esse novo mundo. A ideia é incrível, mas ainda há muito a ser estudado e compreendido antes de finalmente colocá-la em prática, por hora, somente teorias e informações divulgadas pelas empresas que estão desenvolvendo o metaverso.

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Transformação Digital Dos Negócios A Importância Da Educação
Carreira

Transformação digital dos negócios: a importância da educação

A educação sempre foi um pilar da sociedade e, no mundo contemporâneo, ganhou ainda mais importância para a transformação digital dos negócios. Infelizmente, a pandemia escancarou as dificuldades que milhares de pessoas enfrentam no acesso à educação, principalmente, quando a barreira são as desigualdades socioeconômicas. É importante destacar que a educação não fica restrita à sala de aula, ela tem o poder de ampliar o conhecimento. Isso que vai refletir na convivência em comunidade colaborando para a cidadania de cada um.  O poder da educação x Transformação digital Ampliar o acesso à educação é um caminho que pode contribuir para a jornada de transformação digital, principalmente, em países que buscam um crescimento sustentável. Essa mudança é fundamental para promover a transformação nos negócios em uma época onde o digital ganha espaço e se mostra uma alternativa aos negócios tradicionais, como uma oportunidade de criar uma nova frente de empreendedores digitais. O avanço tecnológico impôs mudanças e desafios que exigem uma preparação específica.  Papel da tecnologia na educação O primeiro passo é quebrar as barreiras que insistem em frear o avanço educacional. Para isso, é necessário agregar a tecnologia na rotina de jovens e educadores para que essa transição seja gradual e consistente. Sendo possível, desta forma, identificar os pontos que podem ser aperfeiçoados. Outra forma de aperfeiçoar uma estratégia digital que contribua para a transformação dos negócios de curto a médio prazo, é analisar os valores.  Com isso, possibilita uma formação que vai ajudar a desenvolver habilidades. Sendo assim, as pessoas poderão exercer atividades em um mercado cada vez mais competitivo e ligado às novas tecnologias. Podendo ser desenvolvidas por meio da educação, aprimorar habilidades se torna o principal objetivo. Por exemplo, a capacidade de enxergar oportunidades, gerenciamento de risco, proatividade, resiliência, entre outras características que não são natas do indivíduo e, por isso, podem ser desenvolvidas a partir da educação. Habilidades desenvolvidas por meio da educação Dentro do ramo empresarial e no mundo corporativo, podem ser aplicadas as capacidades citadas acima de diferentes formas. De certa forma, elas podem auxiliar na tomada de decisões e contribuindo para a transformação dos negócios. Para apresentar resultados efetivos é preciso que o estudante tenha acesso às soluções que vão aliar teoria e prática. Desse modo, ao se deparar com situações que irão prepará-lo para estratégias mais assertivas na rotina de negócios, o estudante poderá identificar problemas e desafios do mundo empreendedor.  O mercado de trabalho está cada vez mais dinâmico e voltado para o mundo digital. Caso não estejam preparados para aplicar essas habilidades, os jovens que ingressarem nesse mundo serão cobrados a desenvolvê-las. Por isso, a educação tem um papel fundamental nesse campo com a possibilidade de auxiliar com a formação de pessoas que irão contribuir com a transformação dos negócios. Cenário pós-pandemia: foco na educação digital  O cenário pós-pandemia vai exigir soluções estratégicas para que empresas desenvolvam novas maneiras de ter um crescimento sustentado, gerando menos gastos e obtendo maiores resultados. Portanto, uma forma de favorecer toda a sociedade é a implementação de uma educação voltada à transformação digital Nessa linha, os indivíduos preparados educacionalmente vão conseguir se adequar às novas exigências do mercado e vão apoiar efetivamente na transformação que os negócios tanto precisam para crescer.

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Sem Dado Não Há Resultado Conheça O Data Driven Marketing
Carreira

Sem dado não há resultado: conheça o Data Driven Marketing

As transformações ocorridas na maneira como os consumidores consomem produtos e serviços impuseram novos desafios para as empresas. A tecnologia virou uma aliada da imensa maioria dos negócios que passaram a trabalhar com uma quantidade enorme de dados que se tornaram essenciais para projetar novos padrões de consumo, saiba mais sobre o Data Driven.    O maior desafio dos gestores, atualmente, é usar a tecnologia a favor da empresa para utilizar os dados gerados por diferentes situações que são essenciais para embasar uma tomada de decisão. O Data Driven é uma cultura empresarial que utiliza os dados gerados pelas organizações para aplicar decisões estratégicas fundamentadas nas informações fornecidas pelos negócios. Com esse formato, todas as áreas têm acesso aos dados fundamentais que são gerados a partir das atividades cotidianas do negócio e, a partir da interpretação dessas informações, é possível projetar novas estratégias mais assertivas.    Vantagens do Data Driven É possível destacar a segurança que os dados gerados podem fornecer para a tomada de decisões, que serão realizadas com base em comprovações e previsões seguras que são bem mais confiáveis que suposições de mercados e especialistas. Saber interpretar, aplicar e organizar todos esses dados requer habilidades que fazem a diferença na rotina de uma empresa que lida com o marketing digital. Em dez anos, a quantidade de informações disponíveis no mercado cresceu mais de 50 vezes e não há como desprezar essa imensidão de informações disponíveis, que podem fazer a diferença para melhorar a experiência do usuário, tornar os negócios mais assertivos e impulsionar os resultados comerciais. O Data Driven é uma realidade que tornou possível quantificar e analisar o comportamento do consumidor por meio dos dados gerados em compras, pesquisas, publicidades, redes sociais, etc. Com essas informações as empresas têm a capacidade de entender seus clientes e criar insights que vão muito além das rotinas tradicionais do marketing. Os times podem elaborar uma visão mais ampla sobre os negócios, a partir das informações obtidas, criando campanhas personalizadas de acordo com a jornada do cliente, consequentemente, será possível chegar a resultados mais expressivos.    É possível apontar, entre tantos benefícios, a capacidade do Data Driven Marketing criar relacionamentos duradouros, agregando valor para ambos os lados. Com isso, seus clientes estarão mais conectados ao seu negócio, sendo impactados apenas por comunicações que são relevantes para eles. Do lado da empresa, o negócio se torna mais eficaz e assertivo. A estratégia também permite descobrir onde estão seus clientes, em quais canais é mais fácil localizá-los, além de outras informações fundamentais para tornar a conversão mais eficiente, como, quando é melhor alcançá-lo, quais ofertas são mais eficazes, etc.   Para colocar o Data Driven em ação é preciso se certificar de que todos os dados são coletados e analisados pelo time para mensurar os resultados e definir novas estratégias por meio de softwares que coletam essas informações. Atualmente, administrar esses dados virou um grande desafio para o mercado. Aqueles que saíram na frente e enxergaram a importância de trabalhar com essas informações, têm colhido resultados satisfatórios. Possuir dados confiáveis sobre o próprio negócio ou setor, fará toda diferença para tornar sua empresa mais competitiva.    * Sandra Turchi é Sócia-diretora da Digitalents (www.digitalents.com.br). Consultora e palestrante sobre Marketing Digital e E-commerce. Professora nos MBAs da FGV, FIA e ESPM, onde coordena cursos na área digital desde 2008. Foi eleita uma das profissionais de marketing mais atuantes nas mídias sociais no mundo, pela SMMagazine, dos EUA. Foi executiva de Marketing por mais de 20 anos, tendo atuado em diversos segmentos de mercado. Bacharel em Administração pela USP, pós-graduada pela FGV e MBA pela BSP e Toronto University, cursou também empreendedorismo na Babson de Boston. Autora do livro Estratégias de Marketing Digital e E-commerce, lançado pela editora Atlas e do blog www.sandraturchi.com.br, além de ser articulista de diversos portais.

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Como Uma Consultoria Em Marketing Digital Pode Fazer A Diferença Nos Negócios
E-commerce

Como uma consultoria em marketing digital pode fazer a diferença nos negócios

Investir em uma consultoria de marketing digital pode ser a saída para enfrentar períodos de crise e conquistar leads O marketing digital ganhou um espaço enorme entre as empresas, principalmente, nos últimos meses. A pandemia do novo coronavírus e as medidas de isolamento social restringiram boa parte do comércio e a internet virou o único meio de sobrevivência para a maioria das empresas. Isso despertou nos empresários a necessidade de ter uma consultoria especializada e acelerou o processo de transformação digital das empresas. Marketing Digital para empresas: Esse período mostrou como é importante para os negócios os investimentos em marketing digital e como isso pode fazer a diferença na hora de se manter conectado ao público. A internet modificou a forma com que as pessoas consomem informações e mostrou o poder que essa ferramenta tem de alcance e visibilidade. Ter presença digital não é apenas uma opção, virou necessidade estratégica para manter o negócio saudável financeiramente. Marketing Digital e os consumidores: Para os consumidores, virou uma prática comum encontrar empresas e produtos na internet e comparar preços e serviços. A presença digital facilitou esse negócio. Porém, não basta apenas “estar” na internet. É necessário reforçar a presença e criar um planejamento que faça sentido para investir no marketing digital. Atualmente, existem muitas empresas de consultoria em marketing digital especializadas e que fazem todo esse serviço de consultoria em análise e estratégia. A partir daí, é possível avaliar as necessidades de cada negócio, se compensa criar um e-commerce ou inserir o negócio no marketplace que já oferece uma estrutura para vendas. Clique aqui Outro passo fundamental que oferece resultados satisfatórios para quem deseja ampliar a presença digital, é conhecer o seu público. Esse é o ponto inicial para definir qualquer estratégia, pois é possível mapear e gerenciar as redes sociais mais usadas e até identificar o perfil, os hábitos e as preferências dos consumidores. Criar conteúdos relevantes para seu público também é fundamental para construir um relacionamento de longo prazo. Desse modo, é possível definir estratégias de marketing digital para impactar o consumidor no curto, médio e longo prazo. Sua empresa precisa de uma estratégia digital: Uma agência de marketing digital tem toda estrutura capaz de fazer as análises necessárias para criar conteúdos e definir qual estratégia adotar de acordo com os interesses da empresa. Investir em uma consultoria pode fazer toda diferença para aproximar o conteúdo do negócio do público-alvo. Em tempos de crise, onde algumas empresas erroneamente limitam o investimento em marketing, é a hora de aplicar os esforços para atrair leads. Criar maneiras de aparecer em todos os momentos pode fazer o consumidor lembrar de determinada marca na hora de buscar por uma opção.   Essas estratégias fazem a diferença na rotina de uma empresa na hora de fechar novos negócios. O marketing digital se estabeleceu para ser mais um pilar na estrutura de qualquer negócio. A partir de uma consultoria qualificada com uma agência de marketing digital é possível traçar um planejamento, que vai desde a criação de conteúdo até as mídias pagas em redes sociais, para alavancar os negócios. Assim, será possível ter uma estratégia digital que engloba todas as frentes quando o assunto for novos negócios. Clique aqui

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A Transformação Digital Por Trás Do “Velho” Mundo VUCA
Carreira

A transformação digital por trás do “velho” mundo VUCA

Não haveria outro momento mais apropriado para definir o conceito de mundo VUCA que surgiu na década de 1990, pós Guerra Fria, por causa da incerteza e os desafios que o mundo enfrentaria nos anos seguintes. Mas foi apenas nos anos 2000 que o conceito ganhou popularidade no âmbito empresarial. Assim como nos dias de hoje, na época, VUCA, em inglês, definia uma sociedade sem rumo e volátil, com mudanças a todo tempo tornando tudo mais incerto, complexo e com decisões ambíguas. Nas empresas, o mundo VUCA retrata a dificuldade de manter um planejamento frente às constantes mudanças que todos vivenciam.   A tecnologia ganhou um papel importante nesse conceito de mundo VUCA, pois, as variadas ferramentas tem guiado a sociedade por um processo para romper tudo aquilo que ficou estabelecido nas últimas décadas com o advento de Analytics, Big Data, Inteligência Artificial, Machine Learning, entre tantas outras tecnologias e que estão criando um caminho de uma economia disruptiva priorizando uma relação mais estreita entre os seres humanos e as máquinas. Com isso, o que ficou estabelecido como mundo VUCA ganha outro contorno, sugerindo que a era digital está deixando esse conceito para trás.   Esse novo cenário que define o tempo “pós-normal” foi acelerado pela pandemia que obrigou empresas e companhias a investirem em mais tecnologia para adaptar o trabalho, seja no home-office, criando sites e aplicativos ou inovando para retomar o crescimento afetado pela crise. Se o pós Guerra Fria indicava um cenário empresarial competitivo, ágil e agressivo, o novo normal, indica uma complexidade ainda maior em meio ao caos. Por isso, novas competências devem ser valorizadas, é preciso estar aberto a novas ideias, ter uma capacidade mutável de aprendizado e desenvolver a empatia, tudo isso para incorporar esse “pós-normal” que o mundo VUCA deixa de legado para as próximas décadas.   Nesse contexto, as empresas devem se preparar para mergulharem ainda mais na transformação digital. A inovação se tornou relevante a ponto de ser considerada uma saída para acelerar o crescimento e evitar perdas nos próximos anos. A Inteligência Artificial e uma economia baseada no uso de dados vão promover um incentivo a novos empregos até 2035. Por isso, se torna cada vez mais necessário adaptar a gestão e investir em treinamento in company e ter um serviço eficiente de headhunting.   Com a ajuda de empresas de consultorias especializadas em marketing digital, como a Digitalents, que oferece serviços de headhunting, outsourcing, soluções para e-commerce, palestras e treinamentos, é possível enfrentar o desafio de fazer a transição do “velho” mundo VUCA para se inserir em um contexto inovador, conectado e baseado na troca de dados. A lição que o mundo VUCA deixará é que teremos uma sociedade em constante transformação, complexa e ágil.

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Para Guardar Na Cabeceira Seis Livros De Marketing Que Você Deve Ler Para Ser Um Profissional Melhor
MKT Digital

Para guardar na cabeceira: seis livros de marketing que você deve ler para ser um profissional melhor

Chegamos oficialmente ao último trimestre do ano. Hora de correr para finalizar as metas ainda não cumpridas e avaliar as estratégias bem-sucedidas e as que precisam de reformulação. Nessa jornada pelo aprimoramento profissional há uma ferramenta essencial: os livros. Embora blogs, artigos e guias on-line sejam excelentes para aprimorar seu conhecimento, não há nada como um livro: uma dissecação demorada e exploratória de um ou vários tópicos, minuciosamente pesquisada, cuidadosamente elaborada e meticulosamente editada. Profissionais que buscam ampliar seu conjunto de habilidades devem manter-se informados por meio de mídias sociais, blogs e portais respeitáveis, mas também devem tirar um tempo de suas agendas lotadas para refletir profundamente sobre sua área profissional, a fim de conquistar novos níveis. Para ajudar a nos manter atualizados e capacitados a lidar com os desafios de marketing que se impõem no dia a dia dinâmico em que vivemos, compilamos livros de marketing lançados nos últimos anos que já se tornaram clássicos na área.        1.  Storybrand: Crie Mensagens Claras e Atraia a Atenção dos Clientes Para sua Marca, Donald Miller Como construir boas narrativas para a criação de um conteúdo verdadeiro e relevante para as pessoas? Esta é a questão que norteia o livro “Storybrand: Crie Mensagens Claras e Atraia a Atenção dos Clientes Para sua Marca”, de Donald Miller, autor best-seller do New York Times, uma distinção que poucos especialistas em marketing podem reivindicar. Lançada em março no Brasil, a obra define os sete elementos universais de histórias convincentes para ensinar aos empresários como se conectar com os consumidores e aumentar sua marca. Em 240 páginas de uma leitura fluida e educacional, repleta de dicas úteis, Miller desenvolve a metodologia StoryBrand que ensina como fazer Branding de modo simples. Os sete elementos auxiliam no diálogo de uma marca com o público-alvo passa por compreender cada formato e construir uma mensagem efetiva e clara, utilizando recursos de cinema, do marketing e da comunicação.       2. Nocaute: Como Contar sua História no Disputado Ringue das Redes Sociais O empreendedor, investidor, youtuber dos negócios e especialista em marketing digital Gary Vaynerchuk, traz o boxe como analogia para mostrar que o marketing tradicional sempre foi uma espécie de luta unilateral, em que as organizações desferem ganchos de direita nas mesmas plataformas (do rádio e jornais, aos portais noticiosos) para chegar logo ao nocaute, ou seja, vender. “Era uma luta injusta, mas funcionava. Os clientes tinham de levar o soco, porque não dispunham de outro lugar para consumir sua mídia. As mídias sociais, porém, finalmente lhes deram uma vantagem”, explica no livro. O autor explica que as mídias sociais transferiram a luta para um novo ringue, no qual os consumidores se mostram prontos a desafiar as empresas, se conectando com elas, e expressando opiniões e interesses antes de comprar alguma coisa. Na obra, você encontra explicações completas de como usar cada plataforma e, em seguida, exemplos bons e ruins, tornando o livro incrivelmente útil e específico. No mundo digital, em que marcas e pessoas estão em pé de igualdade, não basta dar socos, é preciso se vender sem vender, conectar emocionalmente com os consumidores, contar uma história genuína, e ainda mostrar o que sua marca representa e defende.       3. Contágio: por que as coisas pegam, por Jonah Berger Lançado em 2014 no Brasil, esse não é propriamente um livro novo. Mas, como diz a colunista da Forbes Lilach Bullock, uma lista de livros clássicos de marketing não é um levantamento que se preze se a obra de Berger não estiver entre eles. O livro “Contágio: por que as coisas pegam” ensina os princípios básicos que tornam um conteúdo online um viral sucesso de público. Para explicar o porquê um conteúdo se espalha como fogo e outros não, Berger traz seis princípios que governam a popularidade de um vídeo, campanha, tweet, boatos – qualquer que seja o caso – utilizando elementos de moeda social a estruturas narrativas bem-feitas. A obra cai como uma luva para quem quer remodelar sua marca a fim de magnetizar o interesse do cliente, ajudando você enviar uma mensagem clara e consistente desde o início. Berger é professor de marketing na Wharton School da Universidade da Pensilvânia e, passou a última década se especializando em marketing viral e influência social.        4.  A transição para o oceano azul: Muito além da competição, W. Chan Kim e Renée Mauborgne Em 2004, W. Chan Kim e Renée Mauborgne, mudaram a linguagem dos negócios na obra “A Estratégia do Oceano azul”. Agora, eles lançaram esta nova obra que busca mostrar como você pode criar seu próprio oceano azul. Repleto de exemplos reais e inspiradores, a obra mostra como líderes em diversos setores e organizações que deixaram oceanos vermelhos e criaram oceanos azuis em novos mercados. A obra ensina como ver todo o cenário dos negócios como um mundo de oportunidades – e como aproveitar melhor seu potencial para controlar seu próprio oceano, em vez de tropeçar em todos os outros. Os autores mostram como o marketing deve ser visto menos como uma competição com outras pessoas e mais como uma jornada para ser o melhor que sua organização será. E não precisa ser um grande empresário para aplicar os ensinamentos da obra: pelo contrário, qualquer empresa ou empreendedor é capaz de fazer a transição para o oceano azul com o processo sistemático de cinco passos descritos no livro. “Você não precisa ser um empreendedor ou um gênio da tecnologia para tirar proveito dessas ideias. Basta estar disposto a desafiar as premissas de seu setor, fazer perguntas originais e abraçar sua humanidade”, comentou sobre o livro Daniel H. Pink, autor de Motivação 3.0.         5.  Atenção: o maior ativo do mundo, Samuel Pereira Para quem já estava sentindo falta de nomes brazucas na lista, há muita coisa boa sendo produzida por aqui também. Em “Atenção: o maior ativo do mundo: o caminho mais efetivo para ser conhecido, gerar valor para seu público, ganhar dinheiro”, o especialista em tráfego de

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Quarta Revolução Industrial A Transformação Que Vai Mudar O Mundo Como Conhecemos
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Quarta revolução industrial: a transformação que vai mudar o mundo como conhecemos

Uma revolução tecnológica diferente de qualquer coisa que o ser humano tenha experimentado antes, que transformará a forma como vivemos, trabalhamos e nos relacionamos, mudando o mundo como conhecemos. Parece profecia oriunda de algum filme de ficção científica, mas essa é a promessa da Quarta Revolução Industrial, conhecida também como Revolução 4.0 – um futuro que já está em vias de acontecer, marcado pela convergência de tecnologias digitais, físicas e biológicas, e para o qual é melhor a gente se preparar. O conceito vem da década de 1940, mas foi retomado há alguns anos por Klaus Schwab, fundador da diretoria executiva do Fórum Econômico Mundial e autor do livro ”A Quarta Revolução Industrial”. Segundo ele, essa transformação está sendo impulsionada pela engenharia genética e das neurotecnologias, mas não será definida por um conjunto de tecnologias emergentes em si mesmas, e sim pelos novos sistemas que foram construídos sobre a infraestrutura da revolução digital (o atual estágio que estamos vivendo). São esses sistemas, como os ciberfísicos, que têm o potencial de gerar transformações profundas, a exemplo da automatização total das fábricas a partir de tecnologias como internet das coisas e à computação na nuvem. Os sistemas ciberfísicos combinam máquinas com processos digitais e, por meio da internet das coisas, são capazes de tomar decisões descentralizadas e de cooperar entre si e conosco. Essa automatização total resultará em fábricas inteligentes, que controlarão a si mesmas – e não precisarão de nenhum humano no processo. Aposto que esse cenário te lembra a alguma coisa… Instigantes também são os números econômicos desta revolução: segundo estimativas feitas em 2015 pela consultora Accenture, a Revolução 4.0 poderá agregar 14,2 bilhões de dólares à economia mundial nos próximos 15 anos. Mas também pode ser a responsável pela subtração de nada mais, nada menos do que cinco milhões de vagas de empregos apenas nos 15 países mais industrializados do Planeta. Mas no que consiste exatamente a quarta revolução industrial? Como fazer para se adaptar – e sobreviver – a ela? Histórico A Revolução 4.0 é assim denominada pois, na história da humanidade, houveram três grandes processos industriais transformadores, conhecidos como revoluções. Uma revolução industrial é caracterizada pelo aparecimento de “novas tecnologias e novas maneiras de perceber o mundo que impulsionam uma mudança profunda na economia e na estrutura da sociedade”. A primeira das revoluções foi o início da indústria propriamente dita: ocorreu a partir de 1760 na Inglaterra e marcou o ritmo da transição da produção manual à mecanizada. Os britânicos tornaram-se a principal potência mundial por conseguir produzir, a baixo custo e rapidamente, produtos em todos os setores a partir do uso de carvão, vapor e ferro. A produção atingiu patamares nunca antes vistos. Já a segunda, por volta de 1850, trouxe a eletricidade, a manipulação química e o petróleo. Foi a era da industrialização em massa e desenvolvimento de tecnologias como o avião, refrigeradores, alimentos enlatados e telefones. E, por fim, da terceira somos testemunhas: iniciou em meados do século 1920, com a chegada da eletrônica, da tecnologia da informação e das telecomunicações. O maquinário digital permitiu desde a manipulação atômica até a tecnologia espacial. A terceira revolução industrial começou a impulsionar também o fenômeno de transformação digital no qual as empresas buscam a melhoria de processos operacionais, a criação de novos modelos de negócios e a integração da experiência do cliente por meio da tecnologia. Apesar da aparente continuidade histórica, um documento do Fórum Econômico Mundial explicita que este é o início de uma nova revolução industrial – e não uma extensão da terceira – devido a três motivos: a velocidade, o alcance e o impacto nos sistemas, sem precedentes na história. Ou seja, uma ruptura de paradigmas capaz de mudar o mundo tal qual é conhecido, exatamente como as outras três. Potencial Cada revolução industrial gerou mudanças profundas e transformações nas sociedades: o centro econômico migrou das comunidades agrícolas e para fábricas, levando as pessoas do campo às cidades. A eletricidade e os sistemas de produção em massa mudaram a forma como as pessoas viviam e trabalhavam. E, mais recentemente, a revolução digital causou rupturas em todas as indústrias através da transformação digital. Quais serão as transformações da Revolução 4.0? Inteligência artificial; Blockchain e Criptomoedas; Realidade Virtual e Aumentada; Internet das Coisas; Machine Learning e Deep Learning; Wearables; Carros autônomos. Cada uma dessas tecnologias já existe – e talvez você conheça algo sobre elas. A transformação prometida pela Quarta Revolução Industrial está justamente na atuação conjunta e sistemática dessas e de outras tecnologias porvir. Os algoritmos de machine learning (que fazem as máquinas aprenderem sozinhas depois de alimentadas por dados capazes de gerar padrões e modelos), por exemplo, podem analisar transações e variáveis para melhorar o desempenho dos negócios, para que as empresas antecipem as necessidades dos clientes e otimizem preços. Ou ainda predizer quais clientes são mais propensos a uma compra em particular. Mas com wearables (tecnologias “vestíveis”) o uso de caixas humano se tornará obsoleto com registro e cobrança automática de um item retirado da gôndola do mercado. São os wearebles também, com a Inteligência Artificial, que prometem uma revolução no setor saúde: os smartwatchs já monitoram a saúde do usuário em tempo real, mas a tendência é que a tecnologia auxilie na assistência ao diagnóstico, por exemplo. Algoritmos de classificação baseados em deep learning, podem olhar imagens para tratamentos de câncer e analisar anormalidades e, tempo real. Mas a vanguarda da tecnologia médica vai para a Inteligência Artificial que promete robôs-cirurgiões: desde os que auxiliam os cirurgiões passando os instrumentos necessários durante um procedimento até os aptos a conduzir cirurgias sem a necessidade de comandos pré-definidos e com a capacidade de usar dados de operações passadas para aprimorar suas técnicas. O Fórum Econômico Mundial fez um relatório sobre as novas tecnologias e seus impactos na sociedade e apontou as mudanças que estão na esquina, prometendo acontecer até 2025: O primeiro carro feito em impressora 3D; 90% da população mundial com acesso constante à Internet; 10% das pessoas vestindo roupas conectadas com a Internet; O primeiro robô farmacêutico nos Estados Unidos; A primeira

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Como A Inteligência Artificial Está Impulsionando O Mercado De Varejo Eletrônico
E-commerce

Como a Inteligência Artificial está impulsionando o mercado de varejo eletrônico

Das vantagens ao implementar essa tecnologia destacamos: potencializar a experiência do consumidor, alavancar vendas e otimizar processos operacionais Da pesquisa por voz ao atendimento dos chatbots, a Inteligência Artificial (IA) é considerada a tecnologia com finalidade geral mais importante da era da transformação digital. O machine learning, ou aprendizado de máquina, tornou-se mais eficiente e amplamente disponível nos últimos anos. Hoje podemos construir sistemas que aprendem, por conta própria, a realizar tarefas e a aprimorá-las. No varejo eletrônico, a Inteligência Artificial tem assumido cada vez mais um papel de relevância devido a: 1. Potencializar a experiência do consumidor; 2. Impulsionar a efetivação de compra; e 3. Analisar profundamente os dados apurados nas movimentações digitais, o que permite um maior e melhor conhecimento dos consumidores. Dito isso, vamos entender melhor sobre a implementação da Inteligência Artificial nas empresas do setor de varejo eletrônico. Veja logo abaixo os tópicos a serem abordados nesse artigo. Qual o cenário da Inteligência Artificial no varejo eletrônico? Quais as vantagens do uso da Inteligência Artificial pelas empresas varejistas? Desafios da Inteligência Artificial no varejo eletrônico Use a Inteligência Artificial a seu favor – criatividade e planejamento são os requisitos para você se destacar no mercado   Qual o cenário da Inteligência Artificial no varejo eletrônico? Para entender o cenário da Inteligência Artificial no varejo eletrônico, vamos tomar como base o estudo feito pelo Capgemini Research Institute, que realizou entrevistas com 400 varejistas que estão implementando IA em diferentes estágios de maturidade. Segundo o relatório, esse grupo representa 23% da receita do mercado varejista global, distribuídos entre os países Estados Unidos, Reino Unido, França, Alemanha, China, Índia, Itália, Espanha, Suécia e Holanda. As categorias analisadas são Alimentos, Beleza e Higiene Pessoal, Vestuário e Calçados, Eletrônicos e Eletrodomésticos, Melhorias para Casa, Luxo e Acessórios, e Farmacêutica. Dentre as várias categorias de uso da IA no varejo eletrônico, o estudo destaca três implementações como as mais comuns: pesquisa personalizada, recomendações direcionadas e chatbots. Isso mostra que os varejistas estão em busca de potencializar e personalizar ainda mais a experiência do cliente tanto no atendimento quanto no momento da compra. O estudo ainda revela que Vestuário e Calçados (33%) e Alimentos (29%) são as duas categorias que lideram atualmente o uso da IA, para transformar operações e personalizar o engajamento do cliente. Mais de um quarto dos 400 varejistas entrevistados (28%) implementaram a inteligência artificial em seus negócios em 2018. Esse número é relevante quando comparado ao cenário de 2017, em que somente 4% haviam implementado essa tecnologia. O relatório estima que com o investimento de IA ainda mais direcionado ao processo operativo – gestão de estoque, reposição de produtos, distribuição e logística -, os empreendedores do setor de varejo podem economizar 340 bilhões de dólares até 2022. Além disso, a pesquisa revela que as empresas originalmente digitais são pioneiras em adotar as potencialidades da IA. A Amazon é um exemplo disso, com seu sistema inteligente que avalia as preferências de cada consumidor a partir da sua trajetória no site e faz recomendações similares a fim de estimular novas vendas. Já as empresas omnichannel, ou seja, que possuem loja física integrada ao ambiente digital – website, redes sociais, aplicativos – estão em busca de fazer parte desse mercado, com níveis de penetração a 30%. Isso pode ser atribuído ao inerente desafio dessas empresas de gerenciar os diversos canais de forma unificada. Ao avaliarmos o comportamento do consumidor, percebemos que a Inteligência Artificial já faz parte do seu cotidiano. Um outro estudo, Embracing the Machines: AI’s Collision with Commerce, mostra que 70% dos consumidores já usam IA para procurar ofertas de produtos que compram regularmente ou desejam comprar. Seja para fazer uma pesquisa por cotações de passagens aéreas ou encontrar o caminho mais rápido para casa, IA é uma tecnologia natural para uma nova geração de consumidores.   Quais as vantagens do uso da Inteligência Artificial pelas empresas varejistas? Experiência do consumidor A principal vantagem da Inteligência Artificial para as empresas varejistas é um melhor entendimento dos comportamentos de consumo de seus clientes. Por meio da análise de dados, colhidos de forma online ou nas próprias lojas, as marcas podem antecipar a necessidade do cliente e, assim, oferecer o produto correto, no momento oportuno e com as opções de pagamento e negociação que mais interessa a ele. Essa nova dinâmica indica que o varejista passa a agir de forma mais proativa com seu consumidor, oferecendo-lhe uma melhor experiência no momento de compra. Além disso, a Inteligência Artificial também permite que as equipes de vendas e marketing melhorem seu trabalho ao utilizar ferramentas que identificam os leads com maior probabilidade de conversão. Essas ferramentas utilizam um banco de dados com informações relevantes do consumidor, baseadas em seu histórico de navegação e suas preferências. Atendimento por chatbots O atendimento ao cliente ganha um reforço significativo dos chatbots, que são robôs programados para responder as mensagens dos clientes e oferecer uma solução quase imediata para seus problemas. Além de otimizar o tempo, os bots também conseguem coletar dados dos usuários para que as mensagens sejam ainda mais segmentadas e entregues para o público-alvo correto. A Magazine Luiza, por exemplo, utiliza o machine learning e a Inteligência Artificial para criar uma lista com as principais semelhanças de seus melhores clientes. Assim, foi possível focar em uma estratégia para reter ainda mais clientes e reduzir os custos. Processos operacionais eficientes A Inteligência Artificial também gera impacto positivo nos processos operacionais. O gerenciamento de estoque se torna mais eficiente, com sistemas de reabastecimento autônomo, menos mercadorias encalhadas e redução de gastos com armazenamento. Já na questão logística, os algoritmos de machine learning podem prever os carregamentos, a quantidade de produtos e as datas em que serão feitos os fretes, determinar rotas e otimizar alocações de distribuição. Ainda pode fazer previsões de ruptura e quebra no estoque, e detectar fraudes e erros nas transações. A tecnologia tem sido especialmente útil para o varejo omnichannel, onde esses processos operacionais acabam sendo um gargalo para o alcance de resultados.

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Como O Relacionamento Online Está Relacionado À Transformação Digital
E-commerce

Como o relacionamento online está relacionado à transformação digital?

Pensar em estratégias eficientes de marketing na atualidade significa incluir as mídias sociais como meio de divulgação da marca e de relacionamento com o cliente. Por sua vez, a transformação digital é uma tendência que atingirá todas as empresas que pretendem manterem-se ativas, independentemente do seu porte ou tempo de mercado. A transformação digital chegará em pouco tempo a organizações dos mais diversos setores, mesmo que não ofereçam produtos ou serviços on-line. Tal mudança engloba modernizar todos os processos da empresa, desde o sistema produtivo até a maneira de divulgar a marca. Transformação digital atinge a maioria das empresas De acordo com a pesquisa “Transformação Digital no Brasil: o que seus clientes esperam”, realizada em junho de 2017 pela empresa DocuSign, a grande maioria dos brasileiros prefere fechar negócios com organizações que ofereçam serviços mais modernos e tecnológicos. O levantamento realizado com 1.259 profissionais de empresas dos setores jurídico, financeiro, TI, vendas e de recursos humanos apontou que 97% dos entrevistados esperam que as organizações com as quais lidam apresentem métodos digitais para aquisição de produtos e assinatura de contratos. Os profissionais opinaram ainda sobre as empresas que não digitalizam seus processos, as quais são consideradas ultrapassadas para 51% deles. A transformação digital interfere nos processos organizacionais de maneira tão intensa que altera por completo o cotidiano das empresas. Pesquisa divulgada em setembro deste ano pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostrou qual será o impacto da digitalização na indústria até 2025. Os dados indicam o surgimento de novos modelos de negócios, mais rapidez no lançamento de produtos ou serviços e mais eficiência na produtividade. Ademais, observou-se que a utilização estratégica dos milhares dispositivos conectados poderá garantir o fornecimento de dados pessoais valiosos às organizações, abrindo novas possibilidades comerciais. Mídias sociais: o que fazer para transformar Investir em transformação digital exige visão estratégica, qualidade em gestão de pessoas e, de modo especial, planejamento financeiro. Mudar radicalmente pode ter custos altos, por isso, a importância de planejar e traçar objetivos bem delimitados. Pequenas mudanças, contudo, podem ser realizadas junto à grande inovação, de forma a acelerar o alcance dos resultados. Veja o que fazer a partir das mídias sociais para ajudar a promover a transformação digital na sua empresa: Mantenha a presença digital Esqueça a ideia de que seu público não está nas redes sociais ou mesmo na internet. A digitalização do mundo faz com que os decisores e influenciadores de compra acessem a rede para buscar todos os tipos de informações. Portanto, seu negócio está inevitavelmente nas mídias on-line, seja de maneira profissional ou através de menções do consumidor. Manter sites, blogs e perfis em redes sociais é, pois, uma ação proativa e estratégica, uma vez que garante um posicionamento profissional e mais seguro diante da ampla exposição midiática no universo virtual. Ofereça atendimento on-line Alternativas como autoatendimento digital, canais integrados e chatbots são recursos que não somente influenciam na maneira de fazer marketing, mas também refletem em uma grande alteração dos processos e de recursos humanos da empresa. Além disso, o relacionamento com o cliente via redes sociais têm sido uma das ferramentas que mais apresentam resultados positivos e conversões para a marca. A presença digital e o atendimento on-line estão diretamente ligados à transformação digital porque possibilitam um feedback mais rápido sobre o processo de vendas e aceitação do produto ou serviço. Assim, a elaboração de novas estratégias e projetos de inovação tecnológica acontecem com bases mais sólidas, garantindo o melhor desempenho organizacional. Revolucione a sua marca As mídias sociais oferecem uma gama de vantagens que ultrapassa o atendimento on-line e o relacionamento com o cliente. Atualmente, é possível utilizar os canais digitais para oferecer produtos e serviços inovadores, os quais atendem clientes conectados que buscam soluções cada vez mais tecnológicas. Simplificar o processo de vendas é outra das grandes vantagens que o uso das mídias sociais oferece. Por meio desses canais, é possível segmentar o público-alvo com recursos automatizados, o que assegura a redução de custos e a eficiência do trabalho. Ambientes como marketplaces e redes sociais devem ser aliados da mudança radical dos processos que as organizações tendem a fazer, uma vez que favorecem a redução de custos e aumentam as possibilidades de inovação. Transformar uma empresa digitalmente equipara-se a gerar novos modelos de negócios e dar um passo adiante, com foco na melhoria da experiência do cliente, aumento da lucratividade e otimização dos processos operacionais. Vale lembrar ainda a importância de planejar a transformação digital com a gestão e supervisão de profissionais experientes e qualificados, para que esse processo não comprometa a sobrevivência da empresa.

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4 Mitos Da Transformação Digital
Inbound

4 Mitos da Transformação Digital

A transformação digital refere-se ao processo de mudança estrutural que muitas empresas vêm realizando e no qual dão prioridade às ferramentas digitais. Através dela, a tecnologia passa a ter uma função fundamental nos vários departamentos da organização. O processo ultrapassa a ideia de oferecer meios digitais de comunicação, como sites ou redes sociais. Trata-se de modificar toda a estrutura corporativa a fim de aprimorar a gestão e a produção, com foco no alcance de melhores soluções para a empresa. Desafios A mudança que caracteriza a transformação digital pode demorar meses para acontecer e geralmente demanda um investimento alto em novos recursos tecnológicos. Além disso, é preciso realizar o processo de forma colaborativa, para que todos os envolvidos sintam-se responsáveis pelos resultados e beneficiados com eles, de modo que os méritos da transformação não prejudiquem os recursos humanos. A transformação digital pode acontecer tanto em grandes corporações quanto em pequenas empresas. No entanto, mudar radicalmente é visto muito mais como um desafio de gestão do que de tecnologia ou marketing. Para tal, é preciso ter foco estratégico, tempo e recursos. Pode-se dizer que o grande desafio da transformação digital é alcançar o equilíbrio na relação entre recursos humanos e tecnológicos. A tecnologia é uma grande aliada do meio corporativo quando utilizada de maneira adequada, racional e estratégica. Mitos A mudança radical pode atingir de forma positiva a vida de todos os envolvidos no processo, como também a maneira de realizar negócios e, consequentemente, trazer benefícios para empresa. Contudo, a transformação ainda é vista de forma superficial e imprecisa por muitos empreendedores. Conheça cinco mitos que cercam o tema: 1. Serve somente para empresas de tecnologia Empresários que não estudaram a transformação a fundo ainda pensam que ela só é válida para organizações ligadas diretamente à tecnologia, como lojas virtuais, empresas de software ou agências de marketing digital. A realidade é que a mudança pode se aplicar a companhias de qualquer segmento, uma vez que trata de uma modificação na estrutura organizacional. As vantagens de privilegiar o uso da tecnologia podem abranger qualquer tipo de iniciativa.   2. Trata-se de um projeto específico Entender a transformação digital como um projeto distinto, com início, meio e fim, é um grande engano. O processo deve ser contínuo, de maneira que se atualize constantemente de acordo com o avanço da tecnologia e das possibilidades de ferramentas estratégicas e vantajosas para a empresa. O objetivo principal precisa estar na melhoria do desempenho empresarial e na vantagem competitiva. O processo não acontece repentinamente e nem pode ser interrompido. Por isso, é importante que a alta gestão esteja sempre atualizada das inovações tecnológicas que possam beneficiar os diferentes departamentos da organização. 3. Diz respeito a oferecer comunicação digital Não. Este é um mito que deve ser desfeito o quanto antes entre os decisores das organizações. Manter meios digitais de relacionamento com o cliente e fornecedores é apenas uma das etapas da transformação. O investimento em marketing digital, por meio de ferramentas como e-commerce, sites, blogs, redes sociais, aplicativos, é somente uma das estratégias que devem ser colocadas em prática. A transição digital em sua totalidade refere-se a mudanças nos diversos departamentos da empresa, como o de administração e produção, por exemplo 4. É possível começar com pequenas mudanças Os empreendedores convictos de que a iniciativa transformadora começa com pequenas alterações e, especialmente, nas condutas operacionais ainda não entenderam a grandeza que envolve o processo. Transformar digitalmente significa repensar toda a estrutura da empresa, incluindo as ações da alta gestão. A mudança principal deve começar do topo e o departamento operacional deve ser considerado somente um dos que terão suas estruturas modificadas. O envolvimento no processo de mudança radical deve ser de colaboradores de várias áreas da empresa, como líderes, supervisores de produção, comercial, marketing, infraestrutura e financeiro. O processo deve ser amplo e estratégico, qualificando uma nova forma de atuar da empresa como um todo. Esperar que a transformação digital aconteça naturalmente trará prejuízos ou até falência à empresa. O ideal é que os gestores pensem numa forma de investir nessa mudança antes que os concorrentes, para não precisar lidar com gestão de crise num futuro próximo.

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