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Marketing digital: alta demanda, pouca capacitação

Não é segredo que o mercado digital está em constante expansão. Considerando a infinidade de oportunidades geradas para marcas, públicos e profissionais, isso é bastante positivo, afinal, é uma nova e eficiente forma de se relacionar e de se comunicar.

Mas, como tudo se transforma constantemente, há sempre o risco da imprevisibilidade, que é potencializado pela rápida velocidade de mudança: a todo o momento há novos recursos nas redes sociais, novas redes, novas ferramentas de monitoramento, novas leis regulamentando o que pode e o que não pode ser feito e novos estereótipos de conduta, ditando regras do que é certo e do que é errado fazer no mundo online.

Diante desse contexto, torna-se necessário que, mais do que nunca, os profissionais da área estejam sempre atualizados: lendo as notícias, acompanhando as novidades das redes, sendo curiosos para entender os novos recursos disponíveis, participando de treinamentos e cursos, conversando com outros profissionais da área, entre tantas outras formas de saber o que acontece nesse mundo. De preferência, em tempo real.

Outra característica desse mercado, também como consequência do curto tempo em que ele existe, é o fato de que muitos profissionais, que nunca trabalharam ou estudaram marketing digital, mas se consideram heavy users, acharem que são capacitados para trabalharem com mídias sociais, pensar em estratégias, gerenciar contas, montar relatórios de monitoramento, produzir conteúdos…

Mas não é bem assim: podemos dizer que quem trabalha com mídias sociais precisa ser heavy user, mas não basta ser heavy user para trabalhar com mídias sociais.

A imprevisibilidade faz com que não saibamos se teremos que, do dia para noite, repensar estratégias, cancelar publicações, considerar novos parâmetros de monitoramento. Mas isso não significa que o mercado seja amador.

Pelo contrário – trabalhar com mídias sociais significa conhecer muito o mercado para conseguir contornar situações inusitadas com agilidade. A cada dia percebemos que o trabalho de social media está profissionalizado.

Cursos, treinamentos e pós-graduação estão disponíveis para quem realmente gosta da área. Empresas que nunca se imaginaram na internet estão procurando consultorias e agências para entenderem melhor desse mundo online, iniciando sua presença digital. Isso faz com que a demanda por profissionais cresça – o mercado está aquecido.

Mas, de acordo com a Digitalents, consultoria e headhunting de marketing digital, enquanto aumenta a procura por profissionais, aumenta, também, a falta de candidatos qualificados para assumirem os cargos.

Currículos têm aos montes, mas nem todos possuem a capacitação necessária. Sim, é possível que empresas e agências treinem profissionais que queiram iniciar nesse mercado, mas, para cargos que exigem pró-atividade e independência do profissional é necessário que haja conhecimento e experiência anterior significativa.

Dessa forma, as dicas que ficam são: O mercado absorve os bons profissionais e, se você tem interesse em atuar com marketing digital, dê prioridade à sua capacitação nessa área. Estude, leia, converse e cuide do seu networking!

Por Sandra Turchi* e Tânia d’Ávila**

 

*Sandra Turchi é Sócia-diretora da Digitalents. Consultora e palestrante sobre Marketing Digital e E-commerce. Professora nos MBAs da FGV, FIA e ESPM, onde coordena cursos na área digital desde 2008. Foi executiva de Marketing por mais de 20 anos, tendo atuado em diversos setores e grandes empresas. Bacharel em Administração pela USP, pós-graduada pela FGV e MBA pela BSP com Toronto University, fez também empreendedorismo na Babson. Autora do livro Estratégias de Marketing Digital e E-commerce, lançado pela editora Atlas em 2012.

**Tânia d’Ávila é graduada em Relações Públicas pela FAAP, pós-graduada em Marketing e Comunicação Integrada pelo Mackenzie e cursou Docência com foco em Metodologia de Ensino Superior e Pesquisa pela FGV. Possui experiência na área de branding e, atualmente, trabalha com marketing digital na Digitalents.

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Coaching: Dicas para rever sua carreira em 2018

Observo de forma muito comum em meus atendimentos de coaching executivo ou coaching de carreira que meus clientes (altos executivos ou lideres) atribuem um poder muito maior às próprias características pessoais de personalidade e caráter do que à influência exercida pelo contexto na sua forma de liderar, gerenciar e transformar uma organização.

Frequentemente, as razões para o sucesso ou fracasso estão na maneira como se lida com a cultura, as pressões, o contexto social mais imediato ou com as situações da forma como elas se apresentam.

Inteligência e Personalidade contam, é claro, mas fatores sociais são muito mais importantes e determinantes para o sucesso a longo prazo. Empatia e a capacidade de ler as emoções dos outros no ambiente de trabalho são, na verdade, o veículo para a autopromoção e marketing pessoal de um executivo.

É através da forma como se lida com suas próprias emoções e se constrói a ponte de interação com o contexto que se dá a “venda” de qualidades técnicas, ideias e projetos.

Tudo aqui está em jogo: a forma de se vestir, a forma de falar pessoalmente ou pelo telefone, o tom dos e-mails, a forma como se mantem contato visual, o modo de ouvir e até mesmo quanto se sorri no ambiente de trabalho. A atenção a todos esses detalhes tem um retorno incalculável.

Admito que é difícil mudar nossa forma de lidar com o contexto quando estamos muito identificados e mesclados a ele. Provavelmente, qualquer pessoa imersa na mesma situação reagiria de forma muito parecida.

Minha dica é que você tome um tempo para examinar o ambiente em que está inserido e como ele o tem influenciado. Entenda quais aspectos da cultura organizacional você tem reagido e porquê. Verifique quais destes aspectos fazem sentido e merecem as reações que você tem tido ultimamente.

Finalmente, estabeleça ações que lhe permitam influenciar o contexto de forma positiva e assim prosseguir. Se não tiver muita certeza do que fazer no início, olhe à sua volta e observe colegas que têm sido bem sucedidos ao lidar com o ambiente corporativo. Espelhe seus comportamentos até incorporar os novos hábitos.

Por Luciano Paiva

 

Luciano Paiva é PCC formado pelo Instituto Ecosocial e afiliado ao ICF. Possui 20 anos de experiência corporativa em marketing, com formação em Propaganda e Marketing pela ESPM, pós-graduação em Administração pela FGV e mestrado em estratégia pelo INSPER. Com extensões em psicanálise pelo Instituto Sedes e técnicas sistêmicas, Luciano atua com Aconselhamento e Coaching de Carreira/Executivo pela Digitalents, se dedicando a inspirar pessoas a entender o sentido em suas atividades diárias e aplica-lo em sua vida pessoal e profissional.

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Emprego ou Carreira? 5 dicas para aumentar a sua empregabilidade

Tenho percebido ao longo dos últimos anos que a grande maioria dos profissionais procuram algum serviço para recolocação profissional em 2 momentos distintos: quando as coisas deixam de ir bem no trabalho – problemas de relacionamento, estagnação ou a possibilidade de cortes – ou quando as coisas já desandaram – a demissão e as restrições financeiras são uma realidade.

Ao invés de recolocação, prefiro utilizar o termo empregabilidade. Trocando em miúdos, empregabilidade é a nossa capacidade de sermos candidatos ao cargo que ora ocupamos, ou seja, se sua posição estivesse vaga hoje, você seria a melhor opção para ocupá-la?

Partindo deste princípio, o melhor momento para se investir em sua empregabilidade é quando tudo vai bem no trabalho e tem tudo para ficar ainda melhor, afinal de contas, quem se preocupa apenas com o emprego, não tem tempo para pensar na carreira.

Encontre a seguir, 5 dicas preciosas para aumentar sua empregabilidade.

Tenha um plano de carreira estabelecido

De acordo com Schopenhauer, “não existe vento favorável à quem não sabe onde deseja ir”. Por isso, é muito importante ter uma visão clara de onde se quer chegar para desenhar quais as experiências necessárias para atingir seus objetivos.

Tão importante quanto planejar o futuro é tomar uma distância e olhar para a própria experiência profissional buscando compreender o que cada uma de suas passagens por empresas e funções contribuíram e ainda contribuirão para este caminho.

Da mesma forma que o planejamento estratégico é fundamental para que uma empresa oriente seus passos futuros, olhar para a própria carreira é essencial para o profissional estabelecer seus objetivos e traçar um plano efetivo para concretizá-los.

Para esta tarefa, considere buscar o auxílio de profissionais de coaching ou mentoring para equacionar sua história profissional e reorienta-la para o futuro.

O curriculum como uma ferramenta de marketing

Muito além de um relato frio sobre seu histórico profissional, o curriculum é o primeiro dos muitos pontos de contato que você terá com o mercado e, portanto, deve funcionar como uma verdadeira peça de marketing.

Além de refletir uma clara estratégia de carreira e dar “forma” ao seu produto, seu curriculum deve evitar expressões vazias que o “achatam” e o tornam genérico, mais um em uma extensa pilha recebida por profissionais de RH diariamente.

Para fazê-lo subir nesta pilha é necessário arregaçar as mangas e investir tempo e esforço definindo os diferentes públicos alvo de sua oferta, a adequação do formato, evidenciar como sua atuação trouxe resultados a sua empresa e na movimentação de sua rede.

Estabeleça um posicionamento claro nas Redes Sociais

Há muito tempo, as posições disponíveis no mercado não são anunciadas em jornais ou meios off line. Mais recentemente, muitos dos cargos antes “escondidos” nas redes de relacionamento vêm migrando para as redes sociais.

Gerenciar seus diferentes perfis nas redes sociais de forma coerente é fundamental. A fronteira entre as redes para perfil profissional, como o LinkedIn, e para o perfil pessoal nunca existiu no mundo digital e muito menos para os recrutadores.

Outro aspecto importante é que sua rede de contatos deve ser transformada em seu principal agente de vendas e isto acontece através das recomendações em seu perfil, o que só ocorre quando sua rede é mantida VIVA! Invista tempo para a gestão coerente de seus perfis na rede.

Seu emprego atual pode ser seu maior aliado

Muitas vezes a oportunidade para uma mudança de carreira está dentro da própria organização, seu posicionamento pode colocá-lo como uma primeira opção entre os profissionais a serem considerados internamente ou externamente.

O primeiro ponto para conseguir utilizar a sua própria rede interna de relacionamentos é ter clareza sobre a própria carreira e atuar a seu favor. O relacionamento colaborativo com pares, subordinados e superiores para entender a dinâmica das relações na empresa é fundamental para ampliar a sua empregabilidade.

Como você tem utilizado seus almoços profissionais no dia a dia? Reclamando de que as coisas não acontecem ou trabalhando na sua própria carreira?

Negociado o próximo passo 

Por incrível que pareça, para muitos profissionais, nada causa maior ansiedade do que determinar o valor do próprio salário. O tema mostra-se ainda mais delicado quando envolve uma mudança de área de atuação ou indústria.

Há de se considerar nesta conta o peso da realização profissional. Qual o impacto de continuar fazendo algo que você não gosta pelos próximos 5 anos? Esta mudança vale um passo lateral ou um passo para trás?

Sei que todos precisamos pagar as contas no final do mês e, justamente por isso, quando a decisão pela qualidade de vida e realização profissional envolver uma redução salarial sugiro começar esta conta de trás para frente.

Quanto é o mínimo suficiente? Quanto preciso ganhar mensalmente para pagar custos fixos, variáveis e construir uma reserva financeira? Lembre que às vezes esta decisão envolve a (in)dependência de carro, menos horas de deslocamento, economia com almoços em casa.

Se a decisão trouxer qualidade de vida para todos, faça as contas e siga em frente.

Por Luciano Paiva

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Vamos falar de Comunicação e Marketing na Era Digital?

O forte crescimento do marketing digital na última década tem influenciado dia a dia agências de publicidade, assessorias de imprensa e demais profissionais que trabalham com comunicação. O marketing digital passa por um constante processo de transformação, que apresenta tendências sempre inovadoras.

Marketing digital x marketing off-line

Manter a presença digital é fundamental para as empresas que querem aumentar seus lucros. Contudo, a comunicação on-line não pode ser realizada de qualquer maneira, uma vez que apresenta características peculiares as quais podem comprometer a sobrevivência da marca.

Observe as principais diferenças do marketing digital para o marketing off-line:

Alcance assertivo

Os meios tradicionais de propaganda, como a televisão e jornais, atingem um público amplo, sem um filtro. As plataformas digitais permitem um alcance assertivo, já que é possível especificar informações e criar a persona da empresa. Dessa forma, a mensagem chega no consumidor ideal.

Permanência

A informação veiculada na internet tem maior permanência, já que é possível encontra-la facilmente através de pesquisas simples. É o caso de sites, landing pages e até em redes sociais.

Custo-benefício

A análise dos resultados do marketing digital é feita com base em métricas e relatórios que apresentam dados detalhados. Dessa forma, além de poder avaliar a relação custo-benefício com dados, é possível ajustar o modo de fazer marketing e o tipo de investimento mês a mês, a fim de que o retorno seja mais lucrativo.

Estratégias importantes para a comunicação e o marketing

Investir em marketing digital significa trabalhar com boa estratégia e planejamento. Estar sempre atualizado das possibilidades de ferramentas a serem exploradas de forma que beneficiem a marca também é requisito básico, pois inovação é a palavra-chave dessa forma de promover um produto ou empresa.

Confira 4 estratégias importantes de comunicação e marketing digital que devem ser exploradas para que a sua marca saia na frente da concorrência:

1 Automação de marketing

A ferramenta também conhecida como marketing cloud, ou marketing “das nuvens”, permite a segmentação de público de alta performance, facilitando o trabalho do analista de mídia. Assim, o profissional de marketing ganha tempo para pensar em estratégias mais rentáveis e complexas, o que favorece a marca.

2 Comunicação personalizada

As estratégias de marketing digital permitem e exigem que seja feita uma comunicação personalizada com o público-alvo. A facilidade de promover produtos e serviços pela internet faz com que os consumidores sejam expostos a diversas marcas do mesmo segmento ao mesmo tempo, o que tornam os clientes mais exigentes.

O consumidor moderno espera ser tratado de forma exclusiva, pois o atendimento humanizado é o grande diferencial da comunicação realizada através de meios digitais. A comunicação personalizada é capaz de gerar bom relacionamento e fidelidade com a marca, além de ampliar as formas de divulgar novos produtos e serviços ao cliente potencial.

3 Canais integrados

Manter uma comunicação padronizada é fundamental na era digital, uma vez que os consumidores ficam expostos a diversos canais de comunicação simultaneamente. A geração mobile circula por lojas físicas, virtuais, redes sociais e aplicativos de maneira muito rápida, o que exige o profissionalismo das marcas ao fazer uso dos canais digitais.

A integração de canais permite que o consumidor confirme a veracidade de informações e tenha uma experiência positiva junto à marca, de modo que a relação entre empresa e cliente ganhe pontos para a fidelização.

4 E-mail marketing e funil de vendas

A estratégia de e-mail marketing está cada vez mais em alta, especialmente com a modernização das ferramentas de automação e criação de funil de vendas.

Enviar e-mails com qualidade, segmentação e de acordo com a etapa do funil adequada ainda é uma das ações digitais que garantem mais retornos para as marcas, principalmente com os mecanismos de análise de dados disponíveis. Receber e-mail personalizado ainda é uma das estratégias que mais envolvem clientes, os quais se sentem exclusivos.

A comunicação e o os canais digitais são munidos com novidades diariamente. Cabe ao bom profissional de marketing digital manter-se atualizado e incluir os novos canais e ferramentas nas suas estratégias, com foco nos objetivos de cada empresa e segmentos de mercado.

Sucesso!

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Campanhas por geolocalização: como fazer e quais os benefícios

Empresas que já entenderam a importância do marketing digital para o seu crescimento e vantagem competitiva buscam sempre novos recursos para se destacar na internet. A geolocalização é um recurso que permite aprimorar as campanhas virtuais, por meio da segmentação do mercado e consequente maior assertividade.

O endereço IP (Protocolo de Internet), que é basicamente o número de identificação de um computador na internet, e o GPS (Sistema de Posicionamento Global) ativado em dispositivos móveis são os dois principais mecanismos que possibilitam as campanhas de geolocalização.

O IP e o GPS dos potenciais consumidores fornecem dados muito relevantes aos especialistas em marketing digital. Através deles, é possível identificar o perfil do usuário, suas preferências e interesses.

Mas o que é geolocalização?

A geolocalização é o recurso que possibilita identificar a localização de uma pessoa ou objeto em um espaço específico de coordenadas. Existem várias formas de definir a geolocalização e, atualmente, localizar pessoas através dos seus dispositivos como GPS, AGPS, também conhecido como GPS Assistido, GSM, uma localização feita através de ondas de rádio, e o Wi-fi.

O recurso pode ser aplicado tanto para uso pessoal quanto para empresas. Por exemplo, é possível localizar smartphones roubados se as configurações de geolocalização estiverem ativadas neles. Já para o mundo corporativo, a vantagem está na possibilidade de realizar campanhas de marketing para públicos específicos, isto é, de realizar o geomarketing.

Como fazer geomarketing

A geolocalização pode ser usada em diferentes segmentos de mercado. A importância dela para o marketing existe à medida que o recurso permite direcionar conteúdos relevantes para públicos específicos, conforme o perfil e interesses do consumidor em um momento específico.

Deixar claro para o cliente que o que ele necessita ou deseja está geograficamente próximo a ele é uma maneira estratégica de a empresa anunciar e é útil ao internauta. O geomarketing substitui a propaganda invasiva pelo marketing eficiente e, por isso, deve ser explorado pelas marcas que querem se destacar no mercado.

A geolocalização pode ser explorada pelos profissionais de marketing de quatro maneiras: pelos clientes que estão próximos ao ponto de venda, pelos que estão dentro do ponto de venda, pelos que já visitaram ou ainda pelos que demonstraram algum interesse em visitar o estabelecimento.

Estão entre as possibilidades de fazer geomarketing:

  • Sites: pedir a localização do usuário quando este entra em um site é uma maneira bastante conhecida de fazer geomarketing. Nesse caso, o usuário pode decidir se quer compartilhar informações de localização e, caso aceite, o site poderá apresentar conteúdos específicos.
  • Check-ins: as redes sociais apresentam vários recursos para fazer check-in em um determinado lugar. Nesse caso, o papel da empresa é facilitar o check-in do usuário, seja através da disponibilização de Wi-Fi gratuito ou da criação de uma fanpage bem estruturada.
  • Geofencing: é o conteúdo apresentado em tempo real conforme a movimentação do internauta detectada pelo GPS. A empresa pode explorar dados do trânsito e outros que sejam interessantes para o usuário conforme a localização, através de aplicativos específicos.
  • Geotargeting: é a segmentação de público por meio da localização. Google AdWords e Facebook Ads são alguns meios de fazer geotargeting, já que eles fornecem dados a partir do IP dos seus usuários.

Vantagens

A principal característica da geolocalização é impactar consumidores antes, durante e após o momento da compra. A possibilidade de causar impacto ao usuário na ocasião mais apropriada é o que qualifica a otimização da campanha por geolocalização.

Conheça algumas das vantagens de utilizar o recurso para fazer marketing:

Aprimoramento de campanhas

Ter informações detalhadas sobre o consumidor potencial facilita o planejamento de campanhas de marketing, bem como favorece a tomada de decisões estratégicas. A campanha planejada com base em dados reais e precisos garante o sucesso do investimento, além de impulsionar as vendas imediatas, no caso do uso da geolocalização.

Aperfeiçoamento do negócio

Utilizar a geolocalização pode também apresentar dados que vão além dos objetivos de marketing. O recurso pode informar preferências do usuário as quais dizem respeito ao produto ou serviço em si, o que pode gerar um relatório de análise bastante útil para os gestores.

As empresas podem verificar os horários que os clientes mais frequentam o estabelecimento, compram o produto ou utilizam o serviço. Com isso, podem melhorar a qualidade de suas ofertas, a partir do que os seus consumidores priorizam.

Realizar campanhas de marketing eficientes hoje em dia significa estar em constante atualização com os recursos tecnológicos e saber escolher os mais adequados para cada objetivo. O geomarketing deve ser explorado pelas empresas que buscam impulsionar suas vendas e garantir a presença digital positiva.

Sucesso!

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